As novas gerações cresceram em um cotidiano marcado por redes sociais, algoritmos de recomendação, bolhas de confirmação e, mais recentemente, pela IA. A vida delas está integrada a essas tecnologias e aos fenômenos sociais, ou efeitos colaterais, produzidos pelo ambiente digital. Conhecem os benefícios que essa tecnologia pode gerar, mas, até aqui, muitos acreditam que os riscos desequilibram a balança. Na prática, são as gerações que mais utilizam inteligência artificial e também as primeiras a perceber e sofrer seus limites. Mas a juventude sinaliza desconfiança em relação ao poder desmedido das grandes empresas de tecnologia e à forma como vem sendo construída a economia baseada em inteligência artificial. Rejeita conteúdos produzidos com a ferramenta, apontando a pasteurização da informação, a apropriação de talentos e a falta de humanidade. Torce o nariz, revira os olhos e chama isso de "cara de IA". Talvez estejamos diante de uma oportunidade histórica. E a virada dos ventos pode vir das gerações que hoje dedicam menos audiência e engajamento às notícias e às reportagens, muitas vezes produzidas com elevados custos e riscos. A análise é do nosso assessor de comunicação, jornalista Helio Gama Neto, em artigos publicados no Observatório da Imprensa (https://lnkd.in/dtDywiZx) e no Correio Braziliense (https://lnkd.in/dpbfVuaE). "O jornalismo está desafiado a compreender a ambiguidade vivida pelas novas gerações, a oferecer conteúdo em diferentes formatos e canais e a estar disposto a dialogar com esse público, sobretudo nas escolas e nas universidades, onde também se valoriza o conhecimento e a busca pela verdade", diz. Publishers, editores e jornalistas terão a oportunidade para entender melhor esse desafio no 4º Data Day da ANJ, em 28 de julho, na ESPM Tech, em SP. A Box 1824, com base em dados do Google, apresentará um estudo com informações inéditas sobre o consumo de notícias pelas novas gerações. "Já sabemos, porém, que precisamos explorar capacidades exclusivamente humanas: investigação, contextualização e verificação. Essa é a essência do jornalismo. Sem ela, não há informação digital íntegra, segurança online nem democracia".
ANJ - Associação Nacional de Jornais
Publicação de jornais
BRASILIA, DF 2.423 seguidores
Voz dos jornais brasileiros Liberdade de expressão Jornalismo, análises e informação Para quem acompanha e faz a mídia
Sobre nós
A ANJ - Associação Nacional de Jornais representa os jornais na defesa de seus legítimos interesses e contribui para que, pela troca de experiências, da difusão de inovações e da cooperação entre empresas e entidades congêneres, a mídia jornal possa se desenvolver em seus mais diversos aspectos.
- Site
-
http://www.anj.org.br
Link externo para ANJ - Associação Nacional de Jornais
- Setor
- Publicação de jornais
- Tamanho da empresa
- 2-10 funcionários
- Sede
- BRASILIA, DF
- Tipo
- Sem fins lucrativos
- Fundada em
- 1979
Localidades
-
Principal
Como chegar
SAF/SUL, QUADRA 02, BLOCO D, ED. VIA ESPLANADA
BRASILIA, DF 70070600, BR
Funcionários da ANJ - Associação Nacional de Jornais
Atualizações
-
O jornal O Globo, associado fundador da ANJ, conquistou o prêmio global da WAN-IFRA, the World Association of News Publishers ao vencer a categoria de Melhor Campanha de Marketing para Marca de Notícias no mundo, com ações do centenário realizadas como parte de um projeto iniciado em 2024, apresentado em Marselha, na França, durante o 77º congresso da entidade. O reconhecimento internacional contempla uma frente de ações que reuniu novo logotipo, exposição, dois livros, série documental, shows, um selo comemorativo, campanha publicitária e uma edição histórica impressa. O projeto já havia vencido a etapa das Américas em abril, em Bogotá. A estratégia começou a ser desenhada três anos antes. A empresa mobilizou diferentes áreas para construir uma agenda editorial, cultural e institucional. A proposta buscou ampliar o alcance do centenário para além do público interno. A programação incluiu a exposição “Um século de histórias”, na Casa Roberto Marinho. A mostra reuniu fotos, capas históricas e conteúdos digitais. O projeto também lançou obras comemorativas com textos literários e registros da cobertura jornalística ao longo de cem anos. A série documental “O século do GLOBO” foi exibida na TV aberta e distribuída no Globoplay. A campanha publicitária adotou o conceito “100 anos de história. Ano 001 de futuro”. As comemorações também marcaram eventos ao longo de 2025. O jornal promoveu iniciativas culturais e realizou uma edição especial do prêmio Faz Diferença. "Nossa preocupação era não fazer apenas uma comemoração voltada para dentro", diz Alan Gripp, diretor de Redação. "Queríamos que os 100 anos do GLOBO fossem uma oportunidade para oferecer jornalismo de qualidade, recuperar momentos decisivos da nossa trajetória e, ao mesmo tempo, apontar para os desafios que o Brasil e a imprensa terão pela frente. Esse prêmio mostra que alcançamos nosso objetivo." "É um prêmio que reflete a excelência multidisciplinar da nossa empresa", afirma Frederic Kachar, diretor geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio. A editora-executiva Letícia Sander recebeu o troféu no evento.
-
-
A ANJ celebra o Dia da Imprensa, neste 1º de junho, destacando como e por que o jornalismo profissional, feito com método e técnicas específicas, garante a integridade da informação em um ambiente digital pressionado por desinformação, sobretudo a produzida com IA, discursos extremos e tentativas de manipulação. Esse jornalismo de método sustenta o debate público e garante acesso a fatos verificados. É por isso que não há democracia sem jornalismo independente. A data foi instituída por lei em 1999 e remete a 1808, quando Hipólito José da Costa lançou em Londres o primeiro Correio Braziliense. Saudamos o trabalho dos nossos mais de 100 associados e todos os seus profissionais, sem os quais não é possível fazer jornalismo profissional.
-
-
-
-
-
+ 6
-
-
O presidente-executivo da ANJ, jornalista Marcelo Rech, foi eleito nesta segunda-feira (1) vice-presidente do Comitê de Diretores da WAN-IFRA, the World Association of News Publishers, na abertura do congresso mundial da entidade, em Marselha, na França, em meio ao debate global sobre o papel do jornalismo diante do avanço das plataformas digitais. Rech tem carreira e especializações internacionais. Atuou como repórter, correspondente de guerra e de regiões em conflito, diretor de Jornalismo e vice-presidente Editorial e Institucional do Grupo RBS (RS). Também liderou o World Editors Forum (WEF), da WAN-IFRA. “O comitê tem entre suas missões discutir e levar adiante as políticas em relação a plataformas de tecnologia e IA”, disse o jornalista, que está em Marselha representando os mais de 100 associados da ANJ. A diretora-geral da Asociación de Medios de Información (AMI), Irene Lanzaco, foi eleita presidente do Comitê, sendo a primeira mulher a presidir esse fórum desde a sua criação. Ao lado dela, além de Rech, estará Paul Deegan, presidente e diretor-executivo da News Media Canada | Médias d'Info Canada, também eleito para uma vice-presidência. O Comitê de Diretores reúne os principais executivos das associações nacionais de mídia e editoras integrantes da WAN-IFRA, que reúne mais de 3 mil empresas e representa cerca de 18 mil veículos de mídia em mais de 120 países.
-
-
Entrevista do presidente-executivo da ANJ, jornalista Marcelo Rech, ao Liberal (PA). Ele aborda, com profundidade, alguns dos principais desafios do jornalismo neste começo de século. https://lnkd.in/dcn8xhQq
Longa e detalhada entrevista ao O Liberal, de Belém, sobre questões cruciais para o jornalismo e a democracia.
-
-
Nosso assessor de comunicação, jornalista Helio Gama Neto, defende nesta terça-feira (19), em artigo no Correio Braziliense, um dos mais de 100 associados da ANJ, a mobilização da sociedade democrática na defesa da integridade e do direito ao livre exercício da atividade jornalística por jornalistas, comunicadores e veículos independentes, plurais e responsáveis. Também sustenta a necessidade de ampliar o debate e adotar iniciativas voltadas à sustentabilidade do jornalismo. Ele lembra que ataques à imprensa avançam em escala e intensidade em todo o mundo. Campanhas de deslegitimação, assédio judicial, violência e censura passaram a integrar o cotidiano da atividade em várias regiões. Ressalta ainda que, em paralelo, o ambiente econômico é desafiador para o jornalismo, que disputa receitas com plataformas digitais, responsáveis por concentrar publicidade e audiência. Além disso, conteúdos jornalísticos são usados em buscadores e sistemas de inteligência artificial sem remuneração proporcional. Mais: empresas jornalísticas sustentam custos elevados e responsabilização legal, enquanto plataformas operam sob regras mais flexíveis. No entendimento do jornalista, é preciso promover o diálogo para viabilizar soluções, incluindo regulação ou autorregulação do ambiente digital, com foco na integridade da informação. A sustentabilidade do jornalismo, bem como seu impacto no desenvolvimento do País e na garantia de direitos, começa a ocupar mais espaço na agenda brasileira. A ANJ realiza seu 4º Data Day, em 28 de julho, na ESPM Tech, em São Paulo, com o tema Estratégias de dados e IA que dão certo, com apresentação de cases e estudos inéditos. A entidade também prepara o ciclo Jornalismo em Profundidade, voltado à troca de experiências e qualificação da produção jornalística, com foco em qualidade editorial e uso de IA, jornalismo econômico e cobertura ambiental. Há outros eventos importantes ao longo de 2026. O Summit da Aner, em 28 de maio, o Festival 3i da AJOR, de 29 a 31 de maio, o 21º Congresso da ABRAJI, de 30 de julho a 1º de agosto, e o 4º Encontro Internacional de Educação Midiática do Instituto Palavra Aberta, nesta quinta-feira (21), são alguns deles.
-
-
ANJ - Associação Nacional de Jornais compartilhou isso
Muito orgulhoso de ter comandado a volta do bicentenário Diario de Pernambuco aos quadros da ANJ (Associação Nacional dos Jornais) depois de tantos anos. Sim, o famoso personagem de “O Agente Secreto”, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, o jornal da incrível “perna cabeluda”. Aliás, seu criador, o jornalista e escritor Raimundo Carrero, acaba de entrar para o time de colunistas. Quero agradecer ao presidente da ANJ, Marcelo Rech, à eterna anja da entidade Marly Gomes e aos diretores, que aprovaram a volta do DP por unanimidade. E a tantos profissionais da empresa que tornaram isso possível. Pra não virar um textão-textão, prometo voltar aqui em breve pra relatar um pedacinho do que vi sobre a saga dramática de gente que lutou nos últimos anos e impediu a tragédia que seria para o Recife, para Pernambuco e o Brasil perder o privilégio de ter o primeiro jornal bicentenário em circulação na América Latin. E pior, perder um patrimônio de 200 anos! Em breve novo episódio.
-
-
Agradeço à ANJ (Marcelo Rech) e à ANER (Regina Bucco) pela gentileza em me oferecer espaço tão bom para falar sobre esse tema decisivo para o nosso presente e futuro. Associação Nacional de Jornais ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas
O livre exercício do jornalismo profissional, independente e feito com método é condição para desenvolvimento sustentável, fortalecimento democrático, proteção de direitos civis e combate ao avanço global das autocracias. Essa foi a principal análise apresentada pelo jornalista Hélio Gama Neto, assessor de comunicação da Associação Nacional de Jornais, durante encontro promovido pela ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas sobre liberdade de imprensa, liberdade de expressão, Justiça e os impactos sociais da era digital. Durante a apresentação, Gama Neto afirmou que o mundo vive um período de expansão das autocracias, aumento da intolerância política e crescimento das pressões contra instituições democráticas, imprensa independente e circulação livre de informação. Segundo ele, o principal risco da polarização é transformar adversários em inimigos e inviabilizar o diálogo democrático. “A democracia é a construção de consensos a partir das divergências. E a ponte para esse diálogo é justamente o jornalismo profissional”, afirmou. O jornalista destacou que ataques contra veículos de comunicação e profissionais da imprensa produzem impactos econômicos, sociais e políticos profundos, atingindo transparência pública, circulação de conhecimento, inovação e fiscalização social. Para ele, censura, violência, assédio judicial, intimidação econômica e campanhas digitais de desinformação criam ambientes de medo e enfraquecem direitos fundamentais. Segundo o jornalista, campanhas de desinformação, ataques coordenados nas redes sociais, assédio virtual e judicial e tentativas de descredibilização da imprensa passaram a integrar o cotidiano da atividade jornalística. O jornalista da ANJ demonstrou que o livre exercício do jornalismo profissional e feito com método resulta no aprimoramento do processo democrático, no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento de direitos humanos e civis. “A luta por direitos civis é diária. Muitas das necessidades de grupos minorizados vão aparecendo no dia a dia e, a partir daí, precisam ser entendidas, debatidas e defendidas, como bem afirmava Martin Luther King Jr.. E quem revela, informa a sociedade e abre espaço para a discussão sobre essas necessidades é justamente o jornalismo”, afirmou. O encontro integrou mais uma edição do Café com ANER, série semanal apresentada pela diretora-executiva da entidade, Regina Bucco, voltada ao debate sobre jornalismo, sustentabilidade da imprensa, liberdade de expressão e integridade da informação. Leia a reportagem completa no site da ANJ. https://lnkd.in/df4-Mh_2
-
-
O livre exercício do jornalismo profissional, independente e feito com método é condição para desenvolvimento sustentável, fortalecimento democrático, proteção de direitos civis e combate ao avanço global das autocracias. Essa foi a principal análise apresentada pelo jornalista Hélio Gama Neto, assessor de comunicação da Associação Nacional de Jornais, durante encontro promovido pela ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas sobre liberdade de imprensa, liberdade de expressão, Justiça e os impactos sociais da era digital. Durante a apresentação, Gama Neto afirmou que o mundo vive um período de expansão das autocracias, aumento da intolerância política e crescimento das pressões contra instituições democráticas, imprensa independente e circulação livre de informação. Segundo ele, o principal risco da polarização é transformar adversários em inimigos e inviabilizar o diálogo democrático. “A democracia é a construção de consensos a partir das divergências. E a ponte para esse diálogo é justamente o jornalismo profissional”, afirmou. O jornalista destacou que ataques contra veículos de comunicação e profissionais da imprensa produzem impactos econômicos, sociais e políticos profundos, atingindo transparência pública, circulação de conhecimento, inovação e fiscalização social. Para ele, censura, violência, assédio judicial, intimidação econômica e campanhas digitais de desinformação criam ambientes de medo e enfraquecem direitos fundamentais. Segundo o jornalista, campanhas de desinformação, ataques coordenados nas redes sociais, assédio virtual e judicial e tentativas de descredibilização da imprensa passaram a integrar o cotidiano da atividade jornalística. O jornalista da ANJ demonstrou que o livre exercício do jornalismo profissional e feito com método resulta no aprimoramento do processo democrático, no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento de direitos humanos e civis. “A luta por direitos civis é diária. Muitas das necessidades de grupos minorizados vão aparecendo no dia a dia e, a partir daí, precisam ser entendidas, debatidas e defendidas, como bem afirmava Martin Luther King Jr.. E quem revela, informa a sociedade e abre espaço para a discussão sobre essas necessidades é justamente o jornalismo”, afirmou. O encontro integrou mais uma edição do Café com ANER, série semanal apresentada pela diretora-executiva da entidade, Regina Bucco, voltada ao debate sobre jornalismo, sustentabilidade da imprensa, liberdade de expressão e integridade da informação. Leia a reportagem completa no site da ANJ. https://lnkd.in/df4-Mh_2
-
-
Vamos conversar sobre liberdades de imprensa e de expressão e a necessária garantia da sustentabilidade do jornalismo? Hoje, 15h, online! Com o responsável pela nossa comunicação, o jornalista Hélio Gama Neto. 1. Justiça e liberdade de imprensa. 2. Decisões positivas e negativas no Judiciário. Temas em andamento. 3. Retrocessos e censura. 4. Falta de transparência dos governos. 5. Escalada de ataques à imprensa. 7. Respostas institucionais. 8. Violência digital e IA. 8.1 Mulheres como principais alvos 9. Cenário internacional 9.1 Avanço da censura nas Américas 9.2 Vigilância e perseguição digital 9.3 Pressão sobre imprensa nos EUA 10. Crise global da liberdade de imprensa. 10.1 Queda da liberdade jornalística 10.2 Criminalização do jornalismo 10.3 Impunidade em crimes contra repórteres 11. Dados da Unesco. 11.1 Crescimento da autocensura 11.2 Controle estatal da informação 11.3 Ataques à produção cultural e acadêmica 12. Avanço autoritário. 12.1 Expansão das autocracias 12.2 Polarização e desinformação 12.3 Uso político da mentira 13. Desinformação e redes sociais. 13.1 Manipulação digital 13.2 Ataques à imprensa profissional 13.3 Falta de regulação e educação midiática 14. Efeitos sociais da era digital. 14.1 Cancelamento 14.2 Radicalização online 14.3 Julgamento 📅 Quando: Hoje, 12 de maio, às 15h. 📍 Evento online e gratuito. Clique e inscreva-se: https://lnkd.in/ek4S45DK Obrigado pelo espaço, Regina Bucco e ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas.
-