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MICRO MINI HI-FI
(0 menor micro system do mundo)
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© Cerlficado Nacional do INMETRO (Normas [SO 9002], pelo terceiro ano consecutivo, e agora 0 Cerfificado
Internacional do BVQI. Tudo isso garante aos nossos produtos, a partir de agora, maior espaco internacional e a entrada
nos paises mais exigentes. € também a prove definiliva de que a quolidade é 4 alma do nosso negécio. Hé dez anos
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de Eten ANATE:
SogioNicon aie Eaiore ce Pubager
‘esis, Dil e Epes
‘Temos recebido algumas cartas de leitores que, talvez nao
tendo entendido nossos. comentirios publicados na abertura de
‘Saber Service da edigdo n? 254, manifestaram-se contra o encer-
ramento dessa secéo. Em momento algum pensamos em inter-
romper a seco; apenas, como jé mencionamos, o Sr. Mario P.
Pinheiro optou pela néo continuidade de suas colaboragies,
premido por outros afazeres. © Sr. Mario niio ¢ funcionério da
Editora, mas foi um colaborador muito valioso ¢, por isso mes-
‘mo, lamentamos a sua decisfo. No entanto, cientes do grande
interessse pelo Saber Service, estamos mantendo o caderno com
colaboragées de outros téenicos, igualmente competentes, que
tém interesse em compartilhar seus conhecimentos com 0s leito~
res, Dessa forma, a Saber Service, que era até entdo, redigida por
apenas um colaborador, passou a “abrir suas portas" a todos:
Portanto, se vocé, leitor, tem algo interessante a transmitir aos
colegas, nossas paginas estiio A sua cisposigio.
‘A parti desta edigio o leitor teré a sua disposicéo um canal mais
direto para expressar sua aprovacio ou desaprovacio aos artigos
que publicamos. No final da revista, existe um cartio resposta
‘onde cada um poderé atribuir notas a cada um dos artigos ¢, caso
deseje, dizer 0 que aprovou ou reprovou nos mesmos. Esta é uma
forma interativa de colaborar com uma qualidade cada vez
maior da sua revista.
°
‘Mini Micro System pode parecer uma expresso um tanto redun-
dante, mas 6 o que melhor se aplica ao conjunto de som descrito
‘em nosso artigo de fundo. E 0 menor aparelho, no mundo, de que
temos conhecimento e incorpora, toca-titas cassete, amplificador
¢ sintonizador AM/FM, além de rel6gio digital.
Seep erat ete a scat ta
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tate equa fone mpl caaepcente hgh ae
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Sma iaiate steCAPA
05 + Micro Mini Hi-Fi
SEGOES
26 + Noticias & Langamentos
32 + Segio do Leitor
81 + Reparagdo Saber EletrOnica
(fichas de nes 527 @ 530)
83 + Guia de Compras,
MONTAGEM
28 + Controle Digital para Amplificador
Operacional
60 * Amplificador Integrado SOW
72 + 2 Potentes Espantas Ratos
SABER SERVICE
46 + Pratica de “Servi
60 + Alinhamento Mecénico
‘52 + Adaptador para Antena
54 + Teste de Controle Remoto
55 + TIP 2955/3055 (SID)
q SABER PROJETOS
33 + Pulsador para Sinalizagao
34 + Carregador de NiCad sem
Transformador
36 - Fonte variével de CA.
38 + Voltimetros Digitais com 0 MC14433
44 + Projeto dos leitores.
- DIVERSOS ae
14+ Entrevista - $1D Microeletronica na Rota
da Recuperagao
17 +"Casa Inteligente’ Controlador Programével
Pessoal
5 + Conhega os Amplificadores Operacionais|
M3900 - Parte I!
69 + Aplicagdes para Conversores
Multiplicadores D/A
77 Divisores de Freqliéncla TTLDeseNnHe UM CiRCUITO QUE
JA sai FUNCIONANdO!
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0 futuro é hojeMICRO MINI HI-FI
O MENOR MICROSYSTEM DO MUNDO
Newton C. Braga
Micro Min! Hi-Fi é 0 nome do menor equipamento de som do tipo trés-em-um lancado pela Cougar em
nosso pais. Pequeno o suficlente para caber na mio, conforme mostra a capa de nossa revista, este
equipamento possul multos dos recursos dos trés-em-um convencionals com a vantagem de caber em
qualquer lugar, sendo facilmente transportado e podendo ainda ser usado em partes! Trata-se de um
verdadeiro trés-ern-um de cabeceira cujas caracteristicas analisamos neste arligo para nossos leltores.
‘SABER ELETRONICA N# 25094 osO sistema Micro Mini Hi-Fi é for-
mado por trés aparelhos que
inerconectados formam um equipa-
mento de som completo incluindo um
sintonizador AM/FM com relégio
gital, um amplificador com equa-
lizador gréfico © um toca-fitas que
pode ser usado separadamente
‘como walkman.
© conjunto todo mede apenas 31
x 13 x 9 cm 0 que 0 faz o menor
microsystem do mundo.
‘As interigagées desses aparethos
sao feitas de forma simples, confor-
me mostra a figura 1, e a alimenta-
‘cdo tanto pode ser feita com pilhas
(6 que garante seu uso portati) como
@ pattir da rede de energia por meio
de um adaptador de 7,5 Volts x 750
mA.
As especificacdes do equipamen-
to sao:
Poténcias de saida:
+ Tocaftas cassete: 15 + 15 mW
(para fones de ouvido)
+ Ampliicador de poténcia estéreo:
1W+tW
+ Radio: 15 + 15 mw
+ Tensao de alimentagao via
adaptador: 7.5 V
* Corrente de alimentagao do
‘adaptador: 750 mA
+ Resposta de frequéncia do ampli
ficador: 100 Hz a 15 kHz
+ Resposta defrequéncia do toca
tas: 300 Hz a 10 kHz
+ Faixa de sintonia de AM: 525 kHz
1720 kHz
+ Faixa de sintonia do FM: 87 a 109
MHz
+ Relégio digital: 12 horas
+ Fungées do relégio: Sleep/buzzer/
snooze
+ Entrada para CD
ANALISE DO EQUIPAMENTO
© equipamento, exiremamente
leve, é formado de trés médulos que
alimentam duas caixas acisticas ou
fones de ouvido, conforme j& mos-
‘ramos na figura 1
O médulo superior & 0 toca fitas
cassete que & mostrado em trés an-
gulos diferentes na figura 2
Conforme podemos ver,na parte
frontal sao encontrados os controles
principais do aparelho que sao 0
06
nu
a0 0 Fungo
‘om
r
OO [4
Figura
Play(t), Stop (2) e Fast Forward (3)
(Tocar, Parar e Avango Rapido), além
do Eject (4) (Ejetar).Um led “tape on”
serve para indicar que 0 apareiho se
encontra em funcionamento, Lateral-
mente temos 0 controle de volume (7)
a saida de fones estéreo (8).
Na parte traseira temos a entrada
de alimentagao (6), que pode ser usa-
dda quando 0 circuito recebe a alimen-
tagao do eliminador, e a salda de
‘uio para o amplificador externo (6).
Quando usado como walkman, a ali-
‘mentacao é feita com pilhas comuns
0 sinal é obtido por meio de fones
conectados em (8)
Nesta condigao de uso indepen-
dente 0 tocacttas pode operar tanto
com duas pilhas pequenas de 1,5 V
‘ou com um eliminador de pithas de
3V x 150 mA conectado em (6).
Este adaptador deve ter o posit-
vo 19 centro do plugue conector €
nd ¢ fornecido com o equipamen-
to, € interessante observar que ©
sinal retirado da saida externa (5)
também serve para excitar equipa-
mentos maiores, utilizando-se para
isso um cabo apropriado.
(0 segundo médulo consiste num
amplficador de poténcia estéreo
com equalizador grtico e cujas fun-
SABER ELETRONICA N® 2501949 ee
f
aC
Figura
ges 40 identificadas na figura 3
Trés potnciémetros deslizantes (9)
atenuam @ reforcam trés faixas. de
frequéncias (300 Hz, 1 kHz, e 10 kHz)
permitindo assim ajustar a reprodu-
40 as caracteristicas do ambiente €
0 gosto do ouvinte.
Estas frequéncias correspondem
justamentes aos graves, médios
agudos.
controle de balango (10) permi-
te dosar o nivel de som de cada alto-
falante, conforme a posigao do ou-
vinte em relago ao aparelho de
modo a se obter 0 efeito estéreo.
controle de volume (11) é de
bom tamanho, facilitando 0 manejo,
fe temos uma saida para fones (12)
‘caso 0 ouvinte opte por esta modal
dade de uso.
Na parte traseira temos um
conector de fungéo, (12) cuja final
dade ¢ interfacear 0 equipamento
com os outros médulos do sistema,
As saidas para os alto-falantes séo
feitas pelos conectores R e | (14),na
parte traseira do aparelho.
Na figura 4 temos o médulo de
controle e a unidade de radio/relégio,
Este é 0 médulo maior e tem uma
divisdo que separa a parte superior
que corresponde ao rédio AMIFM da
parte inferior que corresponde ao re-
ABER ELETRONICA N# 258096
légio digital com despertador.
Na parte correspondent ao radio
temos a escala horizontal que serve
para indicar por meio de ponteito tan-
to a sintonia das emissoras de AM
‘como de FM.
Esta sintonia & feita no botao
“unning’ (17) que atua sobre as duas
faixas. A selecao de faixas ¢ feita no
“radio band switch’ indicado pelo nii-
‘mero (15) na figura.
No painel encontramos um LED
indicador de sintonia que serve para
informar quando o sinal piloto de uma
estagao estéreo € captado, possibil-
tando assim o funcionamento do
decodificador.
Na parte inferior destaca-se 0
mostrador do relégio que possul 6
indicadores, conforme mostramos na
figura 5.
Horas e minutos sao apresenta-
dos por digitos maiores, enquanto
‘que 0s segundos, a esquerda, s8o
indicados por digitos menores.
Na parte superior dos digitos de
segundos temos informagées sobre
© funcionamento do radio, a fungao
sleep e 0 acionamento do buzzer do
despertador.
A indicagio de horas © minitos,
além das outras fungdes & feita por
meio de mostrador de cristal liquido,
No painel do relégio temos diver-
‘sas fungées disponiveis, que sao as
mais comuns encontradas num rel6-
gio despertador digital
acerto 6 feito pelas fungoes set
(29), hour (24) e min (22). Pressio-
nando-se SET e simultaneamente
MIN ou HOUR fazemos com que os
minutos ou horas corram rapidamen-
te até chegar ao valor de acerto.
Neste médulo fica também a cha-
ve geral ON/OFF (19) que controla a
alimentaao de todo o aparelho.
No controle Mode (21) faz-se a
selegao do modo de funcionamento,
quando no display pode ser apresen-
tada a hora que o rel6gio despertara,
A chave AL. (20) permite progra-
mar 0 relogio para despertar tocando
© buzzer ou acionando 0 radio. A
chave Snooze (27) serve para inter-
FiguraAnuncie em revista. Nosso horario nobre comeca
e termina na hora em que o leitor quiser.
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Figura 4
voltara a ligar depois de 4 minutos. ceamento i
'Na fungao Sleop (25) 0 display + Um cabo do almentagao para o far/F Big
apresentara uma contagem decres- _toca-fitas “Is
conte que determinaré, no momento + Dols cabos de éudio para o toca- ! Tt
cringe ner fepemano bo and ide ps —
tempo em que o radio ficara ligado. + Um adaptador para alimentacao a
automaticamente.
Na parte posterior temos saida
para equipamentos extemos nos
Jaques (28) e (28) além do conector
de interfaceamento com os outros,
médulos (30)
No ponto (81) temos a saida da
alimentagao para 0 toca-filas casse-
te com 3 Volts. No jaque (92) temos
a entrada do adaptador que permite
alimentar 0 conjunto a pattr da rede
de onergia
‘Quando 0 equipamento é usado
com sistemas de 4udio externos, 0
botao FUNCTION (18) deve ser pres-
sionado até que © LED AUXICD no
painel acenda
Com isso 0 equipamento poderd
‘operar com as fortes ligadas na en-
trada correspondente (AUX).
O MICRO MINI HI-FI 6 composto
dos seguintes componentes:
+ Um toca-ftas estéreo
+ Uma cinta para usar 0 toca-ftas
sozinho a tira-colo
+ Um ampificador de poténcia com
equalizador
+ Um radio relégio com unidade de
controle
+ Duas caixas aciisticas
0
‘CONCLUSAO
Nao podemos comparar este sis-
tema em temas de poténcia e de-
sempenho a um trés-em-um ou
system “de verdade’, mas de modo
‘algum podemos dizer que se trata de
um radio relégio “sofisticado’.
Afinal, a possibilidade de termos
reprodugao estéreo e a incluso de
um tocarftas que pode ser usado
‘como walkman elevam este apare-
tho a uma categoria superior.
Trata-se portanto de uma opgao
interessante para quem deseja ter
tum system diferente, na sua cabe-
ceira, na sua mesa de trabalho ou
com a facilidade de transporté-o para
qualquer parte, sem problemas.
‘A qualidade de som € melhor do
que a que poderiamos esperar de
tum equipamento com tal poténcia, 0
que é muito importante para os ouvi-
dos mais delicados que se satisfa-
zem antes com a qualidade do que
‘com 0 volume.
O recurso da equalizagao é muito
importante neste caso,
Por outro lado, a utilidade do relé-
gio despertador acrescentam ao sis-
Figua5
tema uma facilidade que nao ¢ co-
mur em equipamentos de som.
Esse recurso 6 que justamente
incentiva 0 uso do Micto Mini Hi-Fi
numa cabeceira ou em uma mesa de
trabalho,
Finalmente, a possibilidade de se
usar 0 tocafitas sozinho em qual-
‘quer parte, como um walkman torna
© aparelho, na realidade de dupla
ullidade: por que nao, em lugar de
‘comprar ou 0 tocadftas ou o system
de ata poténcia, por prego menor ter
(8 dois num 36?
© Micro Mini Hi-Fi deverd estar
disponivel no nosso mercado no se-
gundo semestre de 1994, .
(que vocé achou deste artigo?
Saber Eletrénica precisa de sua
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‘qualidade dos produtos.
Em 1991, aSID conseguiu 0 cer-
{ificado de qualidade da Ford, reco-
‘nhecido mundialmente, tomando-se
fornecedorapreferencial da
montadora, O circuito integrado do
controlador de velocidade que equi-
a os carros da FordDetroit, que
Circulam nos Estados Unidos e Ca-
nada, 6 produzido pela SID
Microeletrénica e representa a mai-
or patcela das exportagoes da em-
presa, Isso faciitou os negécios com
a DelcolGeneral Motors dos Esta-
des Unidos, no segmento de eletré-
rica embarcada. Ainda em 91, a
empresa obteve 0 certificado ISO
9002 do INMETRO.
O faturamento de 98, foi de US$
33 milhdes e a previséo de cresci-
mento para este ano é de 25%, che-
gando aos USS 41 milndes e final
‘mente 0 equilibrio nas contas, com
© lucto chegando no ano que vem.
Segundo o diretor presidente da SIO
Microeletrénica, Wilson Leal, a pre-
visdo para os proximos cinco anos
seria‘ crescimento de 70%, se con-
‘irmarem as expectativas de evolu-
‘0 e aumento de vendas, alonga-
mento da divida e aporte de capital
Entrevista
RECUPERAGAO
Regina Di Marco
LM,
Wison LM. Leal,
Diotor presidont da SID Microeleténica SIA
Vendas
© ano que passou jé mostrou re-
sultado favorave,afirma Leal, ja que
‘a SID conquistou 25% do mercado
interno na area de informatica, prin-
cipalmente com médulos de memé-
tia ipo SIMM (Single in Line Memory
Module). Este ano, a previsdo é che-
gar aos 30%. O entusiasmo maior da
empresa recai no desempenho das
exportagées, que representaram em
93, 15% do faturamento.
‘Ameta de curto prazo é chegar a
30% em 95, partindo do diferencial
de oferecer solugées exclusivas para
os alientes, apoiada na capacidade
de projeto de sua coligada, a Vértice,
de Campinas. Este ano, 0 mercado
de mictoeletrénica foi beneficiado
pela Copa do Mundo com um arran-
que nas vendas de televisores e pro-
dutos para érea de entretenimento.
(© mercado de TVs esta om alta e se
prevé fabricar 4 mithdes neste ano
contra 0s 3,4 mithoes em 93.
‘Qualidade © Competitividade
Para o diretor presidente da SID,
Wilson Leal, a cnica opeao foi acele-
Tat programas de qualidade
competitvidade. Sé6 foi possivel vi
SID MICROELETRONICA, NA ROTA DA
ria neste sentido, em fungao dos in-
vestimentosfeitos anteriormente em
equiramentos, programas de qual-
dade e exportacao. “O fato de ex-
portamos desde 86, nos desenvol-
eu uma musculatura que permitiu
superar condicoes adversas”, expl-
ca.
‘A exportagao como desatio em-
presarial obrigou a SID a desenvol-
ver produtes, qualidade e compe-
ttividade. A concorréncia lé fora &
cchos de mercado e 6 mais efetivo é
ode eletrdnica embarcada (Ford nos
Estados Unidos e Canada - General
Motors em Detioit com a Delco ea
‘AC Rochester). Estas empresas si0
‘exemplos tipicos de mercado onde
a SID atua.
Qualificagao Internacional
‘A Europa & um dos mercados
mais importantes para os circuitos
dedicados. A |SO 9000 é um cert
cado decisivo quando se trata de
vendas para a Europa. Qualificada
pelaFord com 01 e pela Rochester
Delco com diploma GP3, o certfica-
do BVQI veio consolidar a atuagao
do vendas no mercado europeu
teforgar a imagem da SID para 0
lienie brasileiro,
A grande validade empresarial
do cettificado de qualidade para 0
‘consumidor & que a empresa de-
monstra a capacidade de forma ple-
nna e permanente.
© cettiicado prevé auditoria a
cada seis meses, uma espécie de
vigilancia mesmo porque 0 conjunto
de normas softe uma evolugao
gorosa.
C cliente SID tem que se inteirar
‘que a qualidade é repetitiva com o
mesmo padrao, dispensando-o de
inspegdes de entrada e controle.
© produto vai direto para a linha
de produgao, reduzindo custos e
acelerando 0 proprio tréfego inter-
ELETRONICANSDez falhas por milhao
A SID Microeletrénica fabrica
mais de 140 milhées de pegas/ano,
lidando com materiais, pessoas e
equipamentos que estatisticamente
podem gerar condigées de falha,
Quando um dos produtos vem a fa-
thar, taxa hoje medida por “PPM
falha por milhao - de pegas produzi
das, existe toda uma estrutura de
analise que vai abrir a peca numa
auténtica autépsia eletrénica e vin-
cular os efeitos causa (humana, ma-
téria prima e equipamento). Para
garantie atender a ISO 9000 ha um
sistema capaz de oferecer uma
rastreabilidade entre o material que
esta sendo entreque ao ciente e as
respectivas matérias primas de oti
gem, Pelo cédigo de data se detecta
ual é 0 lote que deu origem ao pro-
duto.
Consumidor
Uma das satisfagdes de ganhar
© consumidor que compra indireta-
mente pegas SID ( Hobista, estu-
dante, técnicos) através dos distri-
buidores, é trabalhar junto a eles,
procurando eventuais falhas dos pro-
dutos ou de aplicacdo destes. Nao
interessa & empresa se a causa foi o
mau uso do componente, o que vale
6 achar a causa do problema, en-
trando em contato com o distribuidor
@ oferecendo suporte técnico para
melhor utiizagao do produto. E um
processo continuo para definir res-
ponsabilidade, se o problema é do
uso do equipamento ou dos compo-
nentes.
Desafios
Os desatios que a SID Microele-
trénica vem enfrentando sao basica-
mente de acesso ao mercado uma
vez que a politica regional brasileira
incentiva as importagdes de Manaus,
onde os fabricantes praticamente
reduziram sua engenharia de proje-
tos a zero @ importam solugées pron-
tas do Japao, bem como os kits.
Hoje a SID Microeletrénica tem
10% de patticipacao do mercado
principalmente devido a estas limita-
goes de acesso.
Para Wilson Leal, 0 mercado
Entrevista
Desde 1964, a SID Microsle-
trénica pertence ao Grupo Empresa-
tial Machline (Sharp) e é a unica em-
presa da América Latina @ dominar
6 ciclo completo do proceso de pro-
dugéo de semicondutores, desde 0
projeto até os teste finais, passando
por difuso e montagem,
Lider no setor de componentes
életténicos, com pattcipacao de 10%
do mercado interno, a empresa tem
tuma vasta gama de produtos, aten-
ddendo aos segmentos de consumo,
informatica, telecomunicagoes e
automotiv.
‘As origens mais remotas da SID
Microeletonica estao na fabrica de
existe mas & suprido pelos kits de
‘componentes que tepresentam uma
‘amarragao tecnol6gica, porque ao pro-
por a venda do kit ao fabricante de TV.
brasileiro, 0 japonés desenvolve a
tecnologia cobrando este know how
de projetos.através dos préprios com-
onentes. Isto, diz ele, representa um
inculo praticamente indestrutivel por-
{que € 0 veiculo pelo qual a tecnologia
@ remunerada. Nao ha interesse do
cliente nacional em desfazer este vin-
‘culo porque é a forma que ele tem de
pagar esta tecnologia, quando o ideal
seria separar as duas coisas: fazer
um contrato de transferéncia de
tecnologia e pagar isto através do
royalties e no em cima de compo-
rrentes.
Desta forma, com um contrato a
parte, o cliente nacional teria maior
liberdade para adquirr componentes,
da SID ou de outros. Este & um pro-
dustrial, explica 0
Um grave limitador para 0 pais &
cexportar seus préprios equipamentos
@ 0 faze-lo esta concorrendo com
seu fornecedor para o mercado inter-
1no, mas que para o mercado externo
6 um auténtico concorrente.
© Brasil precisaria de um minimo
de independéncia em projeto e co-
thecimento de componentes se ele
user pensar em exportagéo, salien-
ta Leal
Ha ainda o desafio da tecnologia e
investimenios onde a microeletrénica
exige constantes e elevadas doses
de ambas, "Se o pais nao dispuser de
uma independéncia competitiva em
transistores Philco (1962) ¢ RCA
(1974). Ambas uniram-se em 1979,
através de uma “joint venture” a
Phibrase, vendida para a SID em
1984,
Em 1985, fol ctiada a Vértice Sis-
temas Integrados, o brago de proje
tos de empresa, localizada em Cam-
pinas ¢ equipada com estagées gré
ficas de tltima geragao, além de pos-
suit equipe técnica allamente espe-
cializada,
A SID mictoeletrénica, com fa-
brica instalada numa area de 36 mil
m?, em Contagem, Minas Gerais,
com 17 mil m® de area construida,
conta com 540 funcionatios.
microeletrénica a nossa capacidade
de inovagao se reduz”, continua. Para
le, outro problema esta ligado a pré
pria formagaéo de pessoal em
microeletrénica, é escassa endo alu-
alizada pelo estado dos laboratérios
existentes aqui. Teinos que enviar
pessoal para o exterior e corremos 0
fisco destes individuos virem o cami-
rnho do futuro la fora.
Perspectivas
© diretor presidente da SID
Microelectrénica, Wilson Leal, enten-
de que o panorama da empresa é
bastante animador, com o BVQI, a
rolagao de porfélio para os dedica-
dos ea retomada do crescimento atra-
vvés da exportagao,
“Dependemos, no entanto, de uma
politica industrial consistente que no
facilte ou simpltique importagses
‘sem nenhuma contrapartida, jé que
© contrabando neste setor chega a
tepresentar quase 30%, finaliza 0
executivo. .
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do Brasil [_ Licomii: monsadades do 88 20:3 18
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STA MARIA - RS
PABX / FAX - (055) 226.1961
‘A Anote no Cartéo Consulta n° 1505"CASA INTELIGENTE"
uDX - CONTROLADOR PROGRAMAVEL
PESSOAL - Parte 1
mt See
Muito se fala atuaimente sobre
casas “inteligentes”. No entanto, os
oucos equipamentos disponiveis no
mercado para automatizar uma resi-
déncia se limitavam a fungées espe-
cificas, como alarme ou controle de
iluminagao. Para suprir esta deficién-
cia foi langado 0 controlador progra-
mavel DX (micro DX), Ele permite
ser programado através de um
microcomputador IBM-PC, via porta
paralela. Com isso, varias aplicacoes
que antes nao estavam disponiveis
ou necessitavam de montagens ele-
tonics dedicadas, agora podem ser
implementadas apenas reprogra-
‘mando © .DX (micro OX)
Na verdade, devido a capacidade
de conexao em rede (com apenas
SABER ELETRONICA Ne 2896
, aes
100
Manual de Utilizagao
lum cabo blindado e conectores P
nos extremos),podemos espalhar
‘controladores OX pela casa, que
interagem e se comunicam enire si.
Assim, 6 possivel sensores de pre-
ssenga nas dependéncias da residén-
cia, que ligados a um ou varios DX
em rede, tanto podem controlar aiu-
minagao (igando-a somente se hou-
ver pessoas no local e estiver escu-
£0} quanto serem utiizados como alar-
ime ou controle de acesso, sinalizan-
do a presenca de "humanos" em de-
terminados setores.
A programagae, a conttario do
que se poderia pensar, & extrema-
mente simples e intutva, E necessa-
tio um mictocomputador IBM-PC AT
(286,986 ou 486), mouse e um video
VGA monocromatico ou colorido (0
software de programagao nao {unci-
ona em videos CGA ou EGA), Em
‘vez de linhas de programagao e ins-
‘rugdes, 0 programa é“montado” gra~
ficamente , igando-se blocos na tela
do computador. Os blocos sao fun-
‘ges, como chaves NA ou NF (nor-
malmente abertas ou normalmente
fechadas), flip-flops, monoestaveis,
etc. J as ligagées representam os
figs de interconexao entre biocos,
definem o comportamento do equi
pamento, Os programas assim mon-
tados podem ser transmilidos para 0
HDX, ou armazenados em disco para
posterior utlizagao.
Obviamente, o uDX também pode
ser utiizado em uma inddstiia para
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