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Se 194

Le document présente un article sur la construction d'un Dip Meter, un instrument utile pour mesurer la fréquence de résonance des circuits LC. Il décrit les composants nécessaires, le schéma de montage et les instructions pour réaliser cet appareil à faible coût et de haute sensibilité. En outre, il mentionne d'autres produits électroniques et des projets à venir dans le domaine de l'électronique.

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o/s 4 aa EQUALIZADOR GRAFICO DE 10 CANAIS ANALISE DE CIRCUITOS RESSONANTES FONTE DE ALIMENTACAO DE 32W PRODUTOS ELETRONICOS METALTEX LTDA. Fua José Rataeli, 221 — CEP 04763 - Socorro ~ Sto. Amaro ~ So Paulo ~ Brasil ~ Tel. (011) 546-6311 ‘TELEX 1157158 PEMX BR - INDUSTRIA BRASILEIRA GERADOR DE BARRAS GC-808 completo em sua linha ‘© Tri-sistema: PakM, NTSC puro e NTSC linha (3 cristais) ‘© Mais de 50 padrées de testes © Salda de RF em canais 2, 3, 4,5, 6¢F.l. © Salda de Video ‘© Salda de sinc. horiz.e vert. Som intemo e extemo ‘© Padrdo circulo, para verificar distoreo de imagem Ce taney + MEGOHMETROS ELETRONICOS Bese eae ey BSN aso NAS MELHORES CASAS DO RAM 2 ANOS DE GARANTIA SISTENCIA TECNICA PERMANENTE FREQUENCIMETROS DIGITAIS TOHZ8 45 MHz 10 Hz & 250 MHz 10 Hz 8 250 MHz “Tem base de empo estabizada em temperatura, Pee Ce eeu yar ete te tes) LOR ore a MEGADRAS Telex 011 54969 Es ARTIGO DE CAPA dipmeter DIVERSOS 4 4 0s osciladores variéveis e suas aplicagdes MA _ Antise de circuits ressonantes {3A sistema mutiplexado por PAM BS circuitos & intormagdes AG Eletromedicine - Diatermie e termémetro eletrénico ZO Reguiador de tenséo wA7805, “7 2 Displays de plasma AC MONTAGENS Z Controle por toque para motores CC AO Eaualizador grifico de 10 canais 1B Fonte de alimentagéo de 32W BOO controle cicico prograrnével AD Hidrossequenciat 51 5G intercomunicador integrado 61 G4 Pré-ampliticador para FM/VHF Flash: Dimmer de baixa tensio - Limitador de ruido ~ Booster de agudos Controle remoto infravermetho EG Tronsmissor Px-FM com cristal 7. Foto do protétipo do Dip meter SEGOES Segdo dos leitores Informativo industrial Publicogées técnicas Noticias & Lancamentos Projetos dos leitores Reparacéo Saber Eletrdnica fichas de n® 68 275) ‘Arquivo Saber Eletr6nica (fichas de n? 175 2 178) EDITORA SABER LTDA. SABER) Dicetores Mpa a Gerente Administrative Eduardo Anion’ ELETRONICA Ealitor e Diretor Helio Fiipalét Diretor Técnico Newion C. Braga ‘Supervisio Téenica Alexandre Braga Assistente de Redasio Rowana Diss Departamento de Producto ‘Coordenagio: Douglas S. Baptista. Desenhos: Almir B. de Queiroz, Belkis Féyero, ‘eld Harumi shine, Carag Fie Zaceardli io: Elina Campana Pinto Paginagdo: Celma Cristina Ronguini Publicidade ‘Maria da Glia Assir Fotografia Cen Fotolito Studio Nippon Impressio ‘W. Roth & Cis, Leda, Distribuigdio Brasil: DINAP Portugal: Distribuidora Jardim Lda, SABER ELETRONICA 6 uma publicaso men- ‘sal da Eaitora Saber Ltda. Redaco, - 0 O)38: ye O profissional da area de eletrOnica, e até mesmo 0 amador, sofre ao tentar estabelecer os problemas apresentados em determinados circuitos. Horas e horas, as vezes, sao perdidas no uso de métodos empiricos para se chegar a uma solucao, que rapidamente poderia ter sido dada com o uso de um instrumento de medigao adequado. Mas instrumentos como 0 Dip meter, que publicamos como artigo principal nesta edicao, sequer sao industrializados no Brasil, e os importados, além de serem caros, sao dificeis de se encontrar. Visando, entao, facilitar a vida dos leitores, nosso diretor técnico Newton C. Braga, projetou um circuita simples, mas de boa precisdo e dtima sensibilidade, com um baixo custo, que acreditamos, ird agradar a todos. Continuando a série de artigos iniciada na Revista anterior, o nosso colaborador Luis Pefia, de Montevidéo, Uruguai, escreve sobre dois assuntos interessantes: 0 termémetro eletrnico e a diatermia. A partir de 27 de marco a 2 de abril de 1989, estaremos no parque Anhembi, em Sao Paulo, com um stand na 142 Feira da ELETROELETRONICA, onde, além de um show de Laser, pretendemos mostrar alguns projetos por nds publicados, entre os quais 0 “Reconhecedor de Voz"’, que saird na préxima edigao. Este projeto, usando um “chip” Norte-americano da Radio Shack, reconhece comandos verbais tals como: liga, para etc., servindo para controlar até um outro circuito, como por exemplo um radio. Hélio Fittipaldi Os artigos assnados sfo de exclusiva responsabilidade de seus autores. vedada a reprodusSo total ou parcial dos textos ilastrages desta Revista, bem como a industralizagio e/ou comercializagdo dos aparelbos ou idéias oriundas dos textos mencionados, sb pena de sangées Jegais. As consulta ténicasreferentes as artigos da Revista deveri st feitasexclusvamente por cartas (AIC do Departamento Téeni ore SGA ite aig it aca pata liana ing Dip meter ‘A determinagio da freqiiéncia de ressondncia de um circuito LC, dos valores de pequenos indutores e até mesmo a freqiéncia de sintonia de pequenos receptores é um problema para a maioria dos leitores que nao possuem instrumentagio apropriada. Freqdencimetros, pontes de indutancia, geradores de sinais sdo alguns dos caros aparelhos que servem para as finalidades propostas; no entanto, existem as alternativas econdmicas e uma das mais importantes 6 0 Dip meter. Com este simples instrumento podemos fazer tudo 0 que foi dito e muito mais, com boa preciso, facilitando assim o trabalho de todos que vez ou outra se defrontam com circuitos de alta freqiéncia. O Dip meter descrito 6 de estado sélido, de baixo custo e com étima sensibilidade, podendo ser montado com facilidade pela maioria dos leitores. Um Dip meter nada mais é do que um oscilador de alta frequéncia com bobinas intercambidveis que apresenta caracteristicas especiais. Operando i vremente ele gera um sinal de fre- quéncia conhecida, servindo assim para a determinacao de pontos na es- cala de sintonia de receptores. Entre- tanto, quando sua bobina osciladora se aproxima de um circuito ressonante qualquer (uma bobina e um capacitor) ‘ocorre um fendmeno importante: quando a frequéncia do circuito se iguala 2 do conjunto LC préximo, ‘corre uma mudanca de condicées internas que alteram a corrente de dreno do transistor de efeito de cam- Po, @ isso pode ser facilmente visuali zado num instrumento. Desta forma, basta aproximar o aparelho do circuito LC desconhecido @ ajustar a frequiéncia do oscilador in- terno até 0 ponto em que se verifique a alteragao na corrente (acusade pelo instrumento). Neste momento lemos diretamente na escala a sua frequéncia de ressonancia (figura 1). Para determiner a indutancia de uma bobina basta proceder da mesma forma, ligando em paralelo com ela um capacitor de valor conhecido. De posse do valor da frequéncia de resso- ‘nancia, calculamos facilmente a indu- tancia, conforme explicaremos. © circuito opera com uma tensdo de 9V que pode vir de uma bateria pe- sendo por isso totalmente Daremos instrugées para que voce enrole 3 bobinas para a cobertura das frequéncias entre 1,2 e 25MHz, mas nada impede que novas bobinas am- pliem este alcance para 100MHz, desde que algumas precaugdes sejam toma- das no sentido de se evitar pontos mortos nas escalas ou instabilidades. ‘Além dos usos propostos na intro- dugéo, 0 Dip meter serve também co- SABER ELETRONICA N? 194/89, Newton C. Braga esconnecioo vera tl Pont eiRo| Desconnecioo vera mo excelente gerador de sinai calibragao de receptores. para OcIRCUITO Nos “velhos tempos” das vélvulas, um instrumento muito popular entre 05 especialistas era 0 “Grid-dip Me- ter”, que significa “medidor de mer- gulho de corrente de grade”. Este nome era devido ao fato de termos uma valvula triodo, na qual um dos elementos é a grade (grid), e que era ligada de tal forma a operar como osciladora de alta frequéncia (figura 2). Quando este circuito era aproxima- do de um sistema ressonante LC, de freqdéncia coincidente, ocorria uma queda ou “mergulho” (dip) na cor- rente de grade que podia ser acuseda por um instrumento sensivel. Na verséo moderna substituimos a vélvula triodo por um transistor de efeito de campo (FET), e em lugar de termos uma variagao na corrente de “gate”, j& que num FET sua elevada ae ——nooo ou enact -caT000 as impedancia impede que isso ocorra, temos uma variagdo na corrente de dreno (0). corre entéo que, 20 aproximar- mos a bobina do circuito oscilador do ‘Dip meter” de um circuito ressonante LC, ha uma forte queda na corrente de dreno, ou um “mergulho” do ponteiro indicador do instrumento usado. Se o instrumento for dotado de um capacitor varidvel e um jogo apropria- do de bobinas que permita cobrir uma ampla faixa de freqdéncies, ele se tor- ‘na um instrument de extrema utili- dade na determinacao de frequéncias de ressonancia e, de modo imediato, no eéiculo de pequenas induténcias. © circuito que descrevemos faz justamente isso: 0 transistor de efeito de campo BF245 & ligado como oscila- dor Hartley, onde LX e CV determinam 2 freqiiéncia de operagdo. A reali- ‘menta¢o vem através de C2 e a pola- rizagdo de comporta (gate) é propor- cionada pelo resistor R1. Para detectar as variagdes da cor- rente de dreno ligamos um microam- perimetro de 0-200HA (aproximada- ‘mente) em conjunto com um poten- ciémetro de ajuste, que permite colo- car facilmente o ponteiro no centro da escala na operacao normal. Ajustando ento CV podemos che- {gar a0 ponto em que ocorra a coinci- déncia de frequéncias entre 0 Dip me- ter @ 0 circuito LC analisado, quando ento a corrente de dreno cai, fazendo a Dip moter com que a tenséo em M1 suba com uma forte deflexéo do ponteiro do instrumento. Esta defiexdo ocorre no sentido de haver uma queda da tensio indicada, j4 que a ponte equilibrada ‘com um valor positive do lado do cur- sor de P1. Temos entéo um verdadeiro “merguiho” do ponteiro do instru- mento quando a ressonéncia é encon- trada. A oper contra dois tipos de problemas que ‘exigem habilidade do montador: 0 primeiro se refere 8s bobinas, que de- vem ter poucas espiras com um mini- mo de capaciténcias parasitas. O se- gundo ests no valonide CV1, que eventualmente deve ser reduzido. As sim, para estender 0 alcance para 100MHz, por exemplo, devemos tam- bém alterar o limite inferior da opera- ¢40, que deve subir para algo em tor- no de 5MHz, MONTAGEM Na figura 3 damos o diagrama completo do aparelho. Observe que se trata de circuito bastante simples, pois poucos compo- nnentes séo usados. No entanto, como se trata de aparelho que opera em fre- quéncias ele alguns cuidados com a disposi¢ao das pecas séo im- ortantes no sentido de serem evita- das capacitancias parasitas e instabili- dades. Na figura 4 damos a placa de cir- cuito impresso, bastante simples. Na figura 5 temos 0 aspecto interno da montagem, com a disposigfio dos ‘componentes numa caixa Patola de 12x8 x Som. © variével 6 do tipo de dues secdes, aproveitado de um rédio de vélvulas fora de uso, e seu valor nao & critico, ois em sua funcdo 6 que faremos a calibragao da escala. Varidveis com ca- ppaciténcias maximas na faixa de 190 a 300pF podem ser usados. Na verdade, vocé néo deve se preocupar com 0 4 SABER ELETRONICA N° 194/89 LISTA DE MATERIAL 1 ~ BF245 ~ transistor de efeito de campo Philips) MI 0-200). - microamperimetro B1_9V—bateria Lx—bobinas = ver texto CV — varidvel de 2 secées 290+ 290pF = ver texto Cl — 220pF — capacitor cerdimico 2 l0nk ~ capacitor cerémico C3 100nF ~ capacitor cerémico RI — 120k ~ resistor (macrom, ver- metho, amarclo) R2 ~ Ik ~ resistor (marrom, preto, vermetho) R3~ 470 ohms ~ resistor (amarelo, Violeta, marrom) valor exato das capacitancias extremas deste componente, pois ensinaremos como fazer a calibracao do aparelho sem levar em conta este fato. Basta que 0 variavel seja do tipo usado em radios de ondas médias antigos, com duas secdes e eixo fino para fixacao do botéo, que o problema esté resolvido! R4 ~ 220 ohms ~ resistor (vermelho, vvermelho, marrom) RS — 2k2 — resistor (vermelho, ver- ‘metho, vermelho) Pi — 10k — potenciémetro com chave SI — interruptor simples (conjugado a PL) Diversos: placa de circuito impresso, caixa para montagem (Patola Ref. 15), conector para bateria de 9V, soquete oval para valvulas, plugue de 9 pinos, tubos de papeldo para as bobinas, fio esmaltado 28AWG, knob para 0 po- tenciémetro, knob para o varisvel, sol- daete. 0 instrumento ¢ um microamperi- metro do tipo usado como VU em aparelhos de som. Seu valor nao é cri tico, podendo ter fundo de escala entre 100 ¢ 304A. Até mesmo um miliam- perimetro de 0-ImA pode ser usado com a troca de P1 por um potencid- metro de 242. Dip motor Este potenciémetro pode incorpo- rar 0 interruptor geral, como no pro- 16tipo, facilitando assim a utilizagao do aparelho. Os resistores s8o de 1/8W com 10% de toleréncia e os capacitores so to- dos cerémicos de boa qualidade. Para 1 podemos usar 0 BF245 ou ainda MPF102. No caso do MPF102, entre- tanto, a disposicao dos terminais 6 di- ferente, o que deve ser previsto na sua ‘colocacéo na placa. Para um capacitor varidvel de apro- ximadamente 210pF de capacitar méxima damos as bobinas com as fai xas de freqiiéncias cobertas, mas, co- ‘mo podem haver tolerancias,0s valo- res sé0 aproximados. A calibragem exata seré explicada mais adiante. Todas as bobinas (3) sao enroladas ‘em tubos de papeldo de 2cm de did- metro. com comprimento variando entre 2 e 4cm (conforme o numero de espiras). O encaixe no Dip meter é feito por meio de um soquete noval e base correspondente de 9 pinos, do tipo usado para vélvulas. Na figura 6 mos- tramos pormenores da construggo de uma destas bobinas. TuB0 0€ 8 20m core PLAsrico couse. eS 6 Na tabela a seguir relacionamos o nmero de espiras e a faixa de fre- quéncia coberta pela correspondente bobina. Veja que as bobinas possuem tomada central e séo enroladas com fio esmaltado 28AWG. Faixa (MHz) Espiras 05018 45 +45 1535 22422 4025 12+12 ‘SABER ELETRONICA N° 194/69 Dip meter Para chegar aos 40MHz a bobina pode ser de 7+7 espiras, no entanto, dependendo do ‘ocorrer pontos mortos na sintonia, ou seja, pontos sem oscilagao. O varidvel deve ser de capacitincia maxima da ‘ordem de 80pF para este caso. O mesmo se dé no caso de uma frequién- cia de 80MHz, em que temos aproxi- madamente 4+4 espiras. Na construgao da bobina o fio es- maltado pode ser mantido firme com a utilizagdo de cola ou mesmo cera de vela. Para a conexdo da bateria usamos um conector préprio. A fixaco pode ser feita com a ajuda'de uma braca- deira. Nosvarivel fixamos um knob que permite a colocaco de uma escala tri- pla (ou quédrupla, se vocé enrolar 4 bobinas). Este knob ¢ do tipo encontrado em radios transistorizados, onde um pe- daco de acrilico transparente com uma linha vermelha serve de referéncia para 0 ajuste das freqdéncias deseja- das. CALIBRAGAO Esta 6 2 operacdo mais delicada da montagem, exigindo do montador a disponibilidade de um receptor de on- das médias ou curtas que cubra a faixa de operacao do Dip meter ou entéo um freqiencimetro, Daremos 0 procedimento utilizando © receptor, jé que com 0 frequencime- tro 0 trabalho é imediato. Comece colocando a bobina que cobre de 0,5 a 18MHz aproximada- mente (dependendo do seu variével ¢ mesmo de pequenas variacoes de va- lores dos componentes, podem ocor- ‘er boas diferencas em relagdo a esta faixe, mas vocé vai descobrir isso com facilidade). Ligue seu receptor na faixa de on- das médias e feche todo o varivel do Dip meter. Coloque o receptor @ uma distancia de uns 30cm do Dip meter e 6 girando sua sintonia até captar o si- nal do oscilador na forma de um “so- pro” ou leve chiado. Eventualmente pode ser um apito, se houver coi déncia de freqiéncia com alguma es- taco local. Neste ponto vocé tem a primeira referéncia de freqiéncia par 8° . Se nada for captado, deixe o va- jSvel do receptor na frequéncia menor da faixa de ondas médias (530kH2) ¢ vé abrindo o variével do Dip meter até que 0 sinal seja captado. Voc tem entéo a nova referéncia para sua es- cala. Veja que & conveniente, antes, sa- ber exatamente qual 6 0 angulo de giro de seu variével e jé deixar prepa- rado um papel para a marcago dos valores (figura 7). ter @ importante tomar cuidado para nao marcar a frequéncia de uma osci- lag3o harménica, ou seja, um mil a freqiéncia original, o que pode re- sultar numa escala errada, 0 sinal fundamental 6 0 mais forte, captado em todo 0 giro do variavel do Dip, quando entéo podemos ter a pro- dugao de diversos sinais. A partir do primeiro ponto encon- trado na escala, podemos ir gradual- ‘mente encontrando outros, tomando 0 r&dio como referéncia. Assim, no caso da faixa de ondas médias, bastard entao levar a sintonia do rédio para 800kHz e ajustar 0 Dip até que o sinal seja captado. Marca- mos entéo 0,8 na escala correspon- dente. Fazemos isso com freqdéncias de 1; 1,3 € 1,6MHz ou até onde a bobina al- cangar, pois conforme vimos, podem ‘ocorrer variagdes em func3o dos com- Ponentes usados. O importante para o ‘montador & que, uma ver feita esta ca- Vibragéo, ela seré vélida para sua bobi- nna e ele nao teré mais necessidade de um radio para saber em que freqdén- cia esté operando o circuito. Se terminarmos a faixa do receptor, ‘sem que todo o variével do Dip esteje aberto, devemos passar a outra faixa do receptor para encontrar novos Pontos. Procedemos do mesmo modo com as outras bobinas, sempre tor como referéncia as frequéncias izadas no receptor, nas faixas de on- das médias e curtas, dai a necessidade de um receptor que tenha o maximo de faixas e devidamente calibradas. Para saber se seu receptor esté real- mente calibrado voc8 pode se basear Por estacdes conhecidas que sejam sintonizadas com facilidade, uso Como gerador de sinais basta ‘ajustar a frequéncia na escala, com a obina que cubra a faixa desejada, depois aproximar 0 Dip meter do aparelho no qual se deseje fazer a inje- so. Um elo de acoplamento pode ser improvisado, conforme mostra a fi ura 8, no caso de circuitos de menor sensibilidade. Bz ovs eevias scare cy SS Para determinar 2 indutancia de uma bobina ou freqiéncia de resso- wia de um circuito LC proceda da seguinte forma: ligue um capacitor cerémico de 100pF em paralelo com bobina, no caso de se desejar saber sua induténcia; no caso do LC, deixe-0 como esté. Aproxime 0 Dip meter da bobina e ajuste 0 potenciémetro pera ter uma indicagao do instrumento no meio da escala aproximadamente, Coloque uma bobina no Dip meter de acordo com a frequéncia em que se espera a ressonéncia. V4 girando o varidvel até notar uma brusca movi- ‘mentagéo da agulha do instrumento (queda). Neste momento basta ler a freqiéncia de ressonancia, No caso da bobina, use a férmula seguir para calcular a indutancia: 1 2a VEC onde: C 6 a capacitinci (100pF = 100 x 10° F a frequéncia lida, em Hertz L 6a induténcia, em Henry (H) Obs.: se 0 ponteiro tender a deflexéo fem sentido oposto 20 esperado, in- verta as suas ligacdes. . SABER ELETRONICA N° 194/89 Controle por toque para motores CC cireuito que descreveremos permite o controle de velocidade de motores de corrente continua, a Partir do simples toque dos dedos em sensores ou entio por meio de um joystick de jogos eletrénicos. O controle atua no sentido de haver aceleraréo ou desacelerarao constante do motor, ‘conforme a posicao do joystick ou do sensor tocado. Os motores controlados podem ter correntes de até 1A, 0 que torna o projeto ideal para aplicagdes em robstica experimental. No projeto incluimos ‘uma fonte de corrente continua, mas o sistema funcionaré também a partir de pilhas ou baterias. Reunir um controle de velocidade para _pequeno motor 2 um sistema Femoto de atuacao por chave ou toque & algo de grande interesse para os projetos de robética. No caso de um joystick, por exemplo, podemos usé-lo num sistema de brago ou guindaste experimental, o mesmo ocorrendo em relacao a0 sistema de toque. Ainda com rela¢ao a0 joystick, po- demos aproveitar suas quatro chaves internas para o controle de dois mo- tores de modo simultdneo, aceleran- do-0s ou desacelerando-os, conforme {as necessidades. Com a alavanca para frente temos a aceleragao do motor n? 1, e para trés sua parada ou desacele- ragao. Com a alavanca para a direita temos @ acelerago do motor n? 2, € para 2 esquerda sua desacelera¢3o ou parada. controle se caracteriza pela sua linearidade, variando entre 0 e 100% a tensdo aplicada a0 motor ¢, conse- quentemente, sua poténcia, E claro que 0 mesmo circuito tam- bém pode ser usado para 0 controle de outras cargas de corrente continua tais como pequenas lampadas, aque- cedores, solendides, eletroimas etc. Num eletroima por exemplo, temos até 2 possibilidade de controlar, num guindaste elementar, a forca de atra- Go, dosando a quantidade de chapas de metal que ele & capaz de elevar ou soltar (figura 1), OcIRCUITO 0 coragao do circuito é um amplifi- ‘cador operacional, com um transistor de efeito de campo na entrada do tipo CA3140, que opera como um seguidor de tenséo, ou seja, uma disposicio, ‘amplificadora que se caracteriza por um ganho unitério de tenséo, mas SABER ELETRONICA N? 194/89 Newton C. Braga Coneenre sna som 1 uma impedancia elevadissima de en: trada, da ordem de trilhdes de ohms. Essa impedancia de entrada ¢ t alta que podemos ligar ao operacional um capacitor carregado que ele man- ter sua carga por um longo intervalo. de tempo, sem qualquer variagao per- ceptivel. Foi justamente aproveitando essa possibilidade que elaboramos nosso controle por toque. Na entrada do operacional ligamos um capacitor de 12 4,7yF, de poliés- ter, de bos qualidade que néo apr senta fugas perceptiveis. A carga e descarga deste capacitor pode ser feita através de dois resistores de 1MS liga- dos a um par de contatos por toque ou ‘entéo ao joystick. ‘Quando 0 sensor X1 6 ativado, ou entao a chave X1 do joystick é aciona- da, 0 capacitor carrega-se lentamente através de R1 de modo que, a tenséo tna entrada do operacional, sobe gra- dualmente, Essa tenséo ¢ amplificada e aparece nna saida do operacional (pino 6), sen- do aplicada 8 base de um transistor BC548 e depois & base de um transis tor de maior poténcia (Q1), capaz de controlar a carga. Dependendo do tempo em que to- ‘camos em X1 ou acionamos a chave do joystick antensio sobe entre 0 e 100% da tenséo de alimentacdo (que pode ser de 6 ou 12V). Isso quer dizer que podemos dosar com facilidade, pelo tempo de acionamento, a tensio na carga. Tirando 0 dedo do sensor ou desli- gando 0 joystick, 0 capacitor mantém or longo tempo a tensao na entrada do operacional e, com isso, a velocida- de do motor controlado. Para alterar a velocidade do motor, reduzindo-a, tocamos em X2 ou acio- ramos X2 do joystick. Nessas condi- g6es, 0 capacitor se descarrega vaga- rosamente através de R2, 0 que pe mite dosar exatamente a tensio apli- ‘cada 20 motor, pois é praticamente a mesma de C3. O led ligado na saida de Q1 permite uma visualizagao da ago do controle. ‘A fonte de alimentacdo estabilizada de 1A pode ser de 6V (7806) ou 12V (7812), conforme 0 tipo de motor con- trolado. MONTAGEM Na figura 2 damos o diagrama completo de nosso controle por toque e joystick. A placa de circuito impresso & mostrada na figura 3. Tanto o transistor Q1 como 0 inte- grado da fonte Cl-1 devem ser dota- dos de um radiador de calor, princi- palmente se operacdo for feita com ‘motores de correntes elevadas. © transformador deve ter enrola- mento primério de 110/220V, ou de acordo com a tensdo da rede local, e secundério de 6+6 ou 12+12V, con- forme a tensao do motor. A corrente também deve ser de acordo com o motor, ficando seu limite em torno de 1A. Controle por toque para motores CO ag LISA DE MATERIAL, CI-1 ~ 7806 ou 7812 ~ conforme a tensio desejada — circuito integrado regulador de tensio Cl-2 = CA3140 — amplificador opera- cional com FET Ql - TIP31 ~ transistor NPN de po- tncia Q2 ~ BC548 — transistor NPN de uso eral D1, D2 - 1N4002 ~ diodes retifica- dores 2 D3 — 1N4002 ou 1N4148 ~ diodo de silicio de uso geral Led — led vermetho comum TI ~ transformador com primério de 110/220V e secundério de 6+6V a 12+12V, conforme tensio desejada, € IA de corrente SI ~interruptor simples S2~chave de tensio 110/220V FI —fusivel de 1A. RI, R2 ~ IMS ~ resistores (marrom, verde, verde) R3 ~ 4k7 ~ resistor (amarelo, violeta, vvermelho) 4 ~ 330R — resistor (laranja,laranja, marrom) R5 — 470R GV) ow 1k2 (12V) - re- sistor— ver texto Cl ~ 1000,F x 25V ~ capacitor ele- trolitico C2 ~ 10 F x 12V ~ capacitor eletro- C3= Ip Fa 4,7yF — capaci ligster (100V ou mais) Diversos: placa de circuito impresso, ceabo de alimentago, suporte para fu- sivel, caixa para montagem, radiadores de calor, sensor ou joystick, fios, solda ete. mr de po- Obs.: Os sensores podem ser chapi- thas de metal préximas, de modo a ppermitir o toque simultineo pelo con- {ato dos dedos. of 0 eletrotitico C1 deve ter uma ten- do de trabalho de 25V © os demais, tensdes de pelo menos 6V, conforme a saida desejada para o motor. R65 6 0 nico componente cujo valor depende da tenséo de saida. Para 6V use um resistor de 470 ohms e para 12V um resistor de 1k2. Os demais resistores s3o de 1/8W ‘com § ou 10% de tolerdncia. Um com- Ponente que deve ser escolhido com cuidado 6 C3, que deve ser de poliés- ter, de boa qualidade com valores en- tre 1nF ¢ 4,7 nF. O valor deste compo- nente determina a velocidade de res- posta do sistema. Menor capacitor significa uma variacdo mais répida 20, toque ou ago do joystick Para os diodos retificadores pode- mos user equivalentes como os 11N4004 ou mesmo BY127. Na figura 4 damos 0 modo de se fa- SABER ELETRONICA N? 194/89, Controle por toque para motores CO 4 worgto 00 sovsriex poaeiiees So zer a ligago do sistema a um joystick ‘convencional (do tipo usado em MSX ou Atari). PROVA E USO Basta ligar um motor de corrente continua de 6 ou 12V (conforme a saf- da desejada) com corrente de até 1A ou entao uma lampada incandescente de mesmas caracteristicas para testar © funcionamento do controle. mento da alavanca para frente acelera (© motor e para tras reduz sua veloci- dade. Deixando de tocar nos sensores, ou. com a alavanca na posi¢ao central, a velocidade ajustada pelo sistema para (© motor deve ser mantida. Se isso nao ‘ocorrer troque 0 capacitor C3, que po- de estar com problemas de fugas. Comprovado 0 funcionamento do sistema 6 s6 fazer sua instalagao defi- nitiva, Na figura 5 temos a sugestéo de montagem de um guindaste eletro: magnético controlado por dois circui- tos iguais ao descrito. A alavanca para frente faz subir 0 sistema, com aumento da velocidade e para trés a reduz. A chave inverte a rotacao do motor, provendo a descida com os mesmos controles. A mesma alavanca para um lado aumenta a for. g2 do ima e para o outro reduz até zero sua forca 5 noror) ey avers ol Ween money Celie) Pn seat cay Cree) Gord cc) pac ee ety eee es qualificados. Cer ncn Pree crt prea an eee ea rete Cue ug Pee ue me) Peete ee uie) eee co) ree ue co ct Sea eet Eee era INSTITUTO ee Beene) eee Pons ers Reece Pearse) eee retiy rs TECNOLOGIA DE SAO PAULO Deselorecber, gratutamentsocstlogs Tired so crs Se Robs. Ligue a unidade e toque nos sen- sores, primeiro em um e depois no outro. A velocidade do motor deve aumentar ou diminuir, conforme o sensor tocado. mesmo deve ocorrer com 0 joystick, caso em que 0 movi- SABER ELETRONICA N° 194/89 ma pode ser elaborado enrolan- do-se de 2000 a 5000 voltas de fio es- maltado 30 ou 32AWG num parafuso de 2,5 x 0,5cm. Duas arruelas servem como laterais para reter as espiras da bobina. . Equalizador grafico de 10 canais Equalizadores gréficos séo equipamentos importantes num sistema de som, pois permitem ajustar a curva de resposta de acordo com as condigées acdsticas do ambiente, o gosto do ouvinte ¢ 0 proprio tipo de mésica executada. Para uma peca cantada, por exemplo, uma equalizagao que «, reforce os médios, ou para uma peca orquestrada, uma equalizagio que reforce os grave: agudos, esse aparelho torna-se interessante. O circuito apresentado 6 sugerido pela National ‘Semiconductor, caracterizando-se pela sua simplicidade, pois se baseia em amplificadores comuns. Ondmero de canais sugerido originalmente 6 10, mas nada impede que, de posse dos elementos tebricos, voc@ altere o ndmero de canais para adequé-lo as suas necessidades, Os equalizadores gréficos existen- tes no comércio s80 equipamentos 210s, 0 que impede sua aquisicao por arte daqueles que gostam de som. Assim, para os que entendam um pouco de eletrénica, uma solugéo al- ternativa consiste na montagem deste ‘equipamento, se bem que seja neces- sério para isso uma boa dose de pa- ciéncia e habilidade, nao pelo fato do Circuito ser complexo ou de dificil ajuste, mas sim pela parte mecénica, no sentido de se obter uma apresenta- ‘go compativel com o resto de seu sistema. Confiando’ que todos tenham essa habilidade mecanice, a parte eletroni- @, conforme veremos, no constitul um problem: © projeto apresentado & sugerido pelo manual AUDIO/RADIO HAND- BOOK, da National Semiconductor, e * se baseia em integrados relativamente comuns. Este equalizador pode ser intercalado entre a maioria das fontes. de sinais e amplificadores, conforme sugere a figura 1. Damos no projeto também uma fonte de alimentacao simétrica, apro- priada para a alimentacao dos dois ca- Newton C. Braga , nais de um sistema equalizador com 10 controles cada um. Lembramos que, como se trata de circuito de Sudio que opera com sinais. de baixo nivel de ruido, todo cuidado 6 pouco a fim de se evitar a captagao de zumbidos ou instabilidades. ociRcuITo Um equalizador grafico nada mais 6 do que um controle de tom miiltiplo, em que temos acesso a faixas estreitas de frequéncias, no sentido de refor gérlas ou atenué-las. Com isso, pode: mos ajustar a curva de resposta de um sistema, formando assim uma nova disposicso gréfica, conforme sugere a figura 2, e que dé nome ao aparelho. Desta forma, levantando os con- troles: extremos do equalizador obte- mos reforgo dos graves e agudos, e le- vantando 0 meio temos reforco dos médios. Do mesmo modo, abaixando 0s extremos temos uma atenuagso dos graves e agudos. Levando em conta que numa pega ‘cantada a voz humana se concentra nos médios, podemos obter uma pro- jeso, para o cantor, simplesmente ‘onkrico | to axa aaisvicn 2 cunva oarios com um reforgo dessa faixa. Jé para uma pega orquestrada, os instrumen- tos agudos como 0 violino, ou graves ‘como a tubs ou o baixo, podem ser destacados com uma curva do tipo mostrado na figura 2. A base do circuito consiste em um filtro construido em torno de um am- plificador operacional, conforme mos- tra a figura 3. Neste circuito 0 potenciémetro po- de controlar 0 grau de reforgo ou ate- nuagéo para a frequénci 6 determinada por C2 e Rs, assim co- SABER ELETRONICA NF 194/69 mo L. O controle é obtido pela dosa- ‘gem da realimentacao negativa, No entanto, um dos problemas que ‘corre, na pratica, com essa configura géo & a necessidade de termos indu- tores, cujos valores podem se tornar muito altos nas freqdéncias mais bai- xas. Além de ser dificil obter esse ‘componente pronto para todos os va- lores exigidos na nossa equalizagao, trata-se de um componente caro e que pode ter tamanhos desfavoréveis, no ‘aso das freqdéncias mais baixas. Uma solugao para esse problema consiste em se simular um indutor, ‘com um circuito que nao use esse tipo de componente, 0 que é possivel na ‘configuragiio mostrada na figura 4. 4 No circuito, a induténcia depende dos valores dos componentes e é dado pela formula: ars 2nfo are nfo Partindo desse circuito fica facil projetar um equalizador com 12dB de ‘atenuacdo ou reforco por canal. Va- mos dar como exemplo 0 do préprio. manual da National Semiconductor, para uma frequéncia central de 2kHz. 0 fator Q desse circuito sera de 1,7 para efeito de calculo. 1, Selecionamos R1 = 68k 2, Partindo das equacdes: Vout Rs VIN 3K + Rg We Vout _3K+FS_ gy Vin Rs Calculamos Rs = 470 ohms 3. Aplicando: ORs fo QRe Pato Caleulamos L 17470 U0 ae eae : 2m x2 x 10° Cohen ‘SABER ELETRONICA N? 194/89 4.Da equacao: L L Ce ee TS Rp+as — (Ry-R2)R2 63,6 x 10-9 = 8 1 2000F (x10? -a70ya7o ~ 70007 Calculamos C1 = 2000pF = 2nF 5. Aplicando: 1 wort C2 1 © (Dax2x 10) 636% 10> Para termos os 10 canais de nosso equalizador, podemos utilizar-nos da tabela abaixo. Para se obter uma montagem mais compacta utilizamos os amplificadores operacionais quédruplos, do tipo LIM348. No entanto, 0 préprio manual da National indica que outros opera- O1MF Equaizadorgrfico de 10 canais, que potenciémetros lineares possam ser usados, o manual sugere o empre- ‘go de potenciémetros S (Allen Bradley # 70A1G032 R2035), que certamente no serao encontrados facilmente no nosso mercado. Como caracteristicas _adicionais, este circuito tem uma taxa de distor- ‘go harménica de 0,01% ern 20kHz. MONTAGEM Na figura § temos o diagrama com- pleto deste equalizador. Sugerimos @ montagem de cada médulo de controle de frequéncia nu- ma placa separada, o que facilita a co- locacao no painel. Cada placa corres- ponde a uma frequéncia e pode ter seu potenciémetro diretamente fixado no painel, servindo assim de elemento de sustentagao para o conjunto. TABELA fo (Hz) ci C2 Ri RQ, 32 T20nF a7uF 75K ‘560R 64 S6nF 3:3nF 68k 510R, 125 33nF 15uF 62k 510R 250 16nF 820nF 68k 470R 500 &n2 390nF 62k 470R 1k 3n9 220nF 68k 470R 2k 2nF 100nF 68k 470R 4k int 56nF 62k. 470R 8k 510pF 22nF 68k 510R 16k 330pF 12nF. Bik 510R (a) neverin este cincuito, UM PARA CHOA_ CANAL, com vACOReS OE COMPONENTES DA TABELA or wostaanoe &| desacorcamewro " Equalizadorgrco de 10 canals LISTA DE MATERIAL CL-1, Cl-2 ~ LF356 ~ amplificadores operacionais| Ci-3a a Cl-3n — LM348 — quédruplo amplificador operacional, conforme niimero de canais P1—20k potencidmetro — ver texto C1, C2~conforme tabela — ver texto C3, C7 — 4,7 4F — capacitores eletro- Iiticos C4, C5 ~ 100nF ~ capacitores cerémi- C6~ 10 F — capacitor eletrolitico C8 — 820pF — capacitor cerimico ou de poligster R1,R2— conforme tabela~ ver texto 3 47k — resistor (amarelo, violet, laren 4 ~ 15k — resistor (marrom, verde, Jaranja) RS, R6 ~ 10R ~ resistores (marrom, Preto, preto) R7 ~'510k ~ resistor (verde, marrom, amarelo) 8, R9 ~ 3k3 — resistores (aranja,la- ranja, vermelho) R10 ~ 100R — resistor (marrom, preto, marrom) ‘S1—chave de 1 plo x 2 posigdes Diversos: material para fonte, caixa para montagem, placa de circuito im- Dresso, soquetes para os integrados, otencidmetros deslizantes de 20k ou 22k, boties, cabo de alimentacio, fios blindados etc. Apenas os LF356 ¢ a fonte de mentagéo ficaréo em posicao separa- da, pois s80 comuns & entrada e saida de sinal. Na figura 6 temos uma sugestéo de painel para a caixa do equalizador, prevendo-se a montagem dos dois ca~ Na figura 7 temos 0 diagrama da fonte de alimentacdo simétrica estabi- lizada de 15+15V, que serve para os. dois canais deste equalizador. Os resistores so de 1/4W com 5% de tolerancia e os capacitores podem ‘ser cerdmicos ou de poliéster de boa qualidade. Os eletroliticos devem ter tensGes de isolamento de 25V. (Os cabos de entrada e saida de sinal devem ser blindados com a maha de vidamente aterrada, ‘Obs.: Cada integrado deve ser ali- mentado conforme mostra Cl-3n @ Cl-1, com a colocagao do capacitor de desacoplamento (100nF) 0 mais pré- ximo possivel do componente. Ret.: AUDIO/RADIO HANDBOOK — National ‘Semiconductor Corporation = 1980. @ APROVEITE ESTA PROMOCAO! ‘Adquira os kits, livros e manuais do Reembolso Postal Saber, com um DESCONTO DE 15% ‘enviando-nos um cheque juntamente com 0 seu pedido e, ainda, economize as despesas postais Pedido minimo : Cz$ 3.700,00 ingu ‘stores, resistores, capactio rego: Cz$ 27.000,00 2 Dara Hobistas @ inilantes, desonvoWido ‘acessvel & qualquer pessoa. monies bi dade, teorla de somi-condutores, dlodos, tran- ‘receptor AM eiplos bisicos “Se otil ara pedidos via reembolso postal, escreva para: PUBLIKTT — Rua Major Angelo Zanchl - 908 - TEL: 217 5118 ~ CEP. 09639 ~ So Paulo-SP Cursos em Video - VHS- ELETRONICA BASICA ERADIO nia, estusanco em sua propia inios basses ELETRONICA DIGITAL Hoje om ca, quase odo. equlpamento eltrénio,utizac- cana again” ae Stadt endo extn pis ednarn Teas Fungieao portas tga, lemenioe de eltice ope ereukda mogrSoee ighaa'6 iredusae 8 Ct Prego: Cz$ 27.000,00 ‘indmico, vood val conhecer os prn- Giga, com epllcagtos préteas on SABER ELETRONICA N° 194/89 Aqui esta a grande chance para vocé aprender todos os segredos da eletroeletrénica e da informatica! Kits eletrénicos e conjuntos de experiéncias componentes do mais avangado sistema de por correspon- dencia, nas dreas da eletroeletrénica e ‘Solicite maiores informagées === 7 | /OCCDENTAL, SCHOOLS Os osciladores variaveis e suas aplicacgdes INTRODUGAO Para determinar-se as principais coracteristicas elétricas (resposta em. freqdéncia'”), atraso de grupo), per- da de retorno!®) etc.) em uma linha telefénica, ou outro meio de transmis- séol*) qualquer, devemos aplicar na entrada deste um gerador de nivel constante e freqUéncie varidvel e na saida um medidor de nivel, onde po- demos ler a variagdo da grandeza me- dida. Para determinar a resposta em fre- quéncia, variamos a frequéncia do gerador dentro da faixa desejada e medimos a sua variaco no medidor M1 conectado & saida do dispositivo X em teste, como vemos na figura 1. A variagao da freqiéncia do gerador po- de ser realizada de 3 maneiras dife- rentes: manual, por varredura eletré- nica e sintetizada, 1 * ios ex | oseesirve aca 8 a i ‘Montagem prética para levantar-sea resposta em freqléncia do dispositive X, com variagéo menusl VARIAGAO DE FREQUENCIA MANUAL E ‘realizada variando-se manual- mente o valor de um dos elementos que compéem o circuito que gera a freqiiéncia, ou seja, 0 oscilador. A fre- qiéncia do oscilador é determinada or um circuito LC, sendo a bobina ou © capacitor, ou ainda ambos, variével, como vemos na figura 2. Por uma questo de facilidade, para variarmos a freqiéncia do gerador & Francisco Bezer ee 2 reautncia (rREQUENCIe TRO) Diagrama bésico de um osclador denivel mais conveniente utilizarmos 0 capi citor varivel CV do circuito ressonan- te. O capacitor CV 6 acoplado a um xo mecénico, acessivel pelo painel frontal do oscilador. Atualmente, a maioria dos osciladores, no lugar de CV, utiliza diodos com capacitancia varidvel (VARICAP). Neste caso, é apli- cado uma tensao Vcc varidvel na jun- G20 do diodo, fazendo variar a capaci- tancia da jungdo, tendo o mesmo feito da variacao do capacitor CV da figura 2. As frequéncias geradas estdo den- tro da faixa limitada por fa e fp, que correspondem a faixa de operacao do dispositive X em teste, como se v8 na figura 3. 3 aS Eh Espectro de freqiiéncias com os limites ‘de operacéo do dispositive X © nivel do sinal lido no medidor M1 ligado na saida (figura 1) é anotado na tabela 1, coluna 2, para todas as fre- qUéncias do gerador. Na coluna 3 te- ‘mos a variagdo da amplitude do sinal ‘medido em relago ao nivel do sinal na frequéncia de 1kHz. O nivel de -23d8 lido na freqiiéncia de 1kHz, no nosso exemplo, 6 tomado como referéncia de 0dB, e os demais niveis séo toma- dos em relagéo @ este ponto. O proce- dimento descrito 6 vslido para a medi- da da resposta em frequéncia, também conhecida por distorcao por atenuagso de amplitude. 1 Z 3 menue VARIAGAO DE NIVEL NA SAIDA DO OSCILADOR VALOR ABSO- RELATIVO A (EM kHz) LUTO (EM 4B) TktHz (EM dB) ot 26 02 25 03 255 og 24 10 23 30 22 34 2 60 225 80 215 10 -20 TABELA 1 Variagso de freqiéncia e de nivel (1) Atenuago da ampiitide do sna, provocada pelo meio de propagarso em teste, quando medida na taxa de operaso. (2) Diterenca ent 0 tempo de propagarso de dois ou mais snais ene os pontos A eB, através de um meio de propagarso em teste. (9) Diterenca ene duas impedincias de um ponto de conexéo (mpedincia de saida Z, € impedancia da carga Za) expressa em cB. A perda de retorno ‘pode sor expressa através da témmua Pr{0B) = 200g {( Ze +25) /( Ze Zs) (4) Meio usado pelo sin! para propagar-se entre os potas de enttadae de said: este meio pode ser uma lina de cobre, cabo coaxial, fra dptca et. “ ‘SABER ELETRONICA N° 194/80 Os osciladoes varidvels o suas aplicasées vy} vaniagio 00 nivet, em ao 4 = +a] [Fensio os vinreouaa iewesr ‘OU Oe EXPLORA (6 Yom ALI reauan ‘nal “DENTEDE-semma Oscilador com variaglo de freqiénela ‘letronica 200 300 800 800 1000 vaRiaglo OA FREOUENCIA 00 OERADOR Grifico da variagéo da freqUéncia x nivel, na safda do dispositivo X omteste aK oak 1K OX As variagdes de nivel, vistas na co- luna 3, s80 projetadas no eixo Y (verti cal) de um sistema de coordenadas, as freqiiéncias gerades correspon- dentes, vistas na coluna 1, so projeta das no eixo X (horizontal), como se ve na figura 4. Como podemos observar, © eixo X obedece a uma variacdo lo- garitmica e 0 eixo Y a uma variagao li- near, sendo por isso utilizado uma fo- tha de papel MONOLOG. ‘Apés levantarmos todos os pontos de intersecgdo dos dois’ eixos (fre qiéncia x amplitude), tracamos uma linha’ (tracejada) unindo os. pontos, como se vé na figura 4. Através da in- terpolagdo da seta, podemos ler qual- quer ponto dentro da faixa fq - fe, permitindo uma visio mais clara da variago da amplitude em funeso da vatiagao de frequéncia ou vice-versa. A frequéncia na saida do gerador pode ser determinada, com precisio, através de dois métodos: leitura sobre um disco graduado acoplado 20 eixo do capacitor variével, ou através de um freqiiencimetro ligado em paralelo. com 0s terminais de salda do gerador (figura 2). VARIAGAO DE FREQUENCIA POR VARREDURA ELETRONICA No processo de variagéo de fre- qiéncia usando-se varredura eletroni- 2, uma tenséo de exploracéo, de bai- xa freqiéncia (5 a 100H2) 6 aplicada sobre 0 circuito ressonante do oscila- dor, fezendo variar sua freqiiéncia eletronicamente (figura §). A tens3o de exploragao é aplicada sobre a juncdo do diodo VARICAP, que faz parte do SABER ELETRONICA N° 194/69 Circuito LC (o diodo substitui o CV, visto na figura 2), fazendo variar conti- huamente a freqiiéncia de operago do. oscilador entre fa e fg, como se vé na figura 6. de ter dois formatos de onda: dente- de-serra e triangular (figura 5). No ca- so de se usar onda dente-de-serra, no intervalo A - B, ou seja, durante a su- ida da rampa do sinal de explorac3o a freqiiéncia do gerador é variada en- tre as freqdéncias fq e fg. Durante a descida da tensdo dente-de-serra (in- tervalo B - C), a freqiéncia de opera- 80 do gerador “pula” do seu valor maximo (fg) para seu valor minimo (fa), ou seja, para 0 ponto inicial, co- ‘megando um novo ciclo de varredura. Para que possamos visualizar con- tinuamente a variagdo da amplitude do sinal na saida em funcao da variag3o, da freqiéncia, 6 usado no lugar do medidor Mi, um tracador de nivel (LEVEL TRACER), equipado com um ea rawpa o€ ‘nen Variagio continua da freqiiinela do coscilador LC com varredura oletronica tubo de raios catédicos (TRC).0 tra- gador de nivel é semelhante a um os- loseépio, tendo os eixos Y e X. do TRC graduados em amplitude ¢ fre! qUéncia (figura 7), onde 6 visualizada @ varia¢é0 da ariplitude ‘do sinal prey sente na saida do dispositivo em teste: Na varredura dente-de-serra, ‘du- rante o tempo de subida da rampa; 0 onto luminoso na tela do TRC deslo- ara'a dieita, como se v8 através de linha cheia da figure 8; no intervalo B= C: (descida)’ 0. tragg desloca-se da direita para's esquerda, retornando (linha tracejade). Durante © tempo de retorno, 0 travo néo & visivel = vamiagio 00 wives wa oes sh shee oh ioe a Pwo a, Grate de respost am rood, vit natal o TRC do trgador de nivel (Os osciladores varidves e suas apices TELA Do Re Variagio do feixe na tela do TRC do ‘wagador de nivel evel tracer) pois 0 deslocamento é muito répido, cerca de um centésimo do tempo de subida. Quando utilizamos a tenso de exploragéo com forma de onda triangular, como se vé na figura, 9, 0 feixe na tela, durante o intervalo A-B, desloca-se da esquerda para a direita, e no intervalo B-C (com a mesma duragéo do intervalo A- 8) © feixe retorna da direita para a es- uerda. Neste caso, o feixe & visivel na tela tanto na ida como na volta, mas sempre passando sobre 0 mesmo onto, desenhando o mesmo grafico. Formato da onda trianguler e asus variagéo no tempo Como vimos, o tragador de nivel & semelhante a um osciloscépio, com excegdo de que no osciloscépio 0 eixo X opera no dominio do tempo e no tragador de nivel, o mesmo eixo, opera no dominio da frequéncia Para que haja sincronismo entre 0 oscilador e 0 tragador de nivel, ou seja, que a freqiéncia do oscilador e 0 ponto luminoso na tela do TRC se desloquem juntos, uma amostra da tenséo do sinal de exploragao do osci \dor @ aplicada no oscilador de base de tempo do tragador de nivel, do lado. do medidor, como vemos na figura 10. No caso do oscitador e do tragador de nivel estarem alojados no mesmo g binete, no hd necessidade de interli- gar externamente o sinal de explor G80, uma vez que o gerador e 0 trace dor ja esto conectados internamente, como vemos na figura 11. 0 eixo hori- zontal ou eixo X do TRC esté gradua- do em freqiéncia (figura 7), obede- cendo a uma variagéo logaritmica, 16 10 on —_1 = exrconagio Diagrama de ligario como osclador no ponto A e tragador de nivel no ponto B 1 oe Nivel oisrosirivo Osciladore tragador de nivel usados nas medidas locais excaoon pe nive, Teste quanto que o que representa a amplitude do si ‘obedece a uma variacao linear. O gré- fico resultante da variagéo eletrénica da freqiiéncia x amplitude, resulta em. uma curva semelhante aquela obtida com a variago manual levantada onto a ponto, como vemos nas figu- ras4e7. ‘Quanto menor for a frequéncia do sinal de exploracao, mais lento seré 0 deslocamento do ponto luminoso na tela, mas por outro lado, o gréfico de~ senhado seré mais preciso. © metédo de variagéo de freqiiéncia por varr dura eletrénica pode ser usado para. vvisualizar-se continuamente na tela do TRC diversas grandezas, assim como: = resposta em frequéncia de um am- plificador ou de outro meio qual quer (figura 7) = atraso de grupo (figura 13) = resposta de filtros etc. VARIACAO DE FREQUENCIA SINTETIZADA Neste processo, a freqiiéncia do os- cilador 6 gerada e controlada por um Circuito de processamento, conhecido por SINTETIZADOR DE FREQUEN- CIA (figura 12). As freqiéncias 80 geradas uma 2 uma @ armazenadas ‘em uma meméria eletrénica, de onde 80 posteriormente transmitidas atra- vés do meio em teste. Apds chegar 3 meméria do gerador a ditima frequén- cia a ser transmitida (fg), todas elas so liberadas a0 mesmo tempo, e en- viadas para 0 meio de transmissio. Este método de variagéo de frequéncia, 6 recente, sendo conhecido por FFT- FAST FOURIER TRANSFORMATION (transformagéo répida de Fourier). osciravor NivEL rReaUENcia a salon oe rreadencia Variaglo de freqiénete usando 0 processo FET (Fast Fourier Transformation) SABER ELETRONICA N° 194/89 (Os oscladores vardvels e suas aplicagsos O circuito sintetizador que substitui 2a tenséo de exploracéo pode ser pro- gramado para gerar um numero fixo de frequiéncias com intervalos pré-fi- xados de 10 em 10 ou 100 em 100Hz etc. Quanto maior for o numero de freqiiéncias posicionadas dentro do intervalo A - 8, maior seré a precis30, da_grandeza medida. No processo FFT, devido ao fato das freqdéncias serem enviadas através do meio em teste a0 mesmo tempo, podemos me- dir o atraso de grupo e outras grande- zas_no dominio da freqléncia, em tempo real. Como sabemos, cade freqiéncia tem um tempo de propagacao dife- rente, sendo que, teoricamente, as fre- quéncias posicionadas no extremo in- ferior da faixa tam um tempo de pro: pagacao maior, e as frequéncias posi- cionadas no extremo superior da faixa tém um tempo de propagagéo menor, ‘comparando-se em valor absoluto. No tragador de nivel do lado da recepcao, as freqiiéncias sao projetadas na tela do TRC com duracao de tempo dife- rente. Nas medidas de atraso de grupo pelo método convencional, a diferenca SABER ELETRONICA N° 194/69 6 13 ‘ou us Proracacio OF tA ty NO BREAK PCs :NERGIA PARA O MICRO. ‘SEGURANCA PARA VOCE. Gréfico do atraso de grupo emtempo real com variagdo de frequéncia FFT de tempo de propagacao das. baixas e das altas frequéncias 6 feita em relacao uma freqiéncia posicionada no cen- tro da faixa; no caso do canal de voz com fa = 0,3kHz e fg = 3,4kH2, 6 es- colhida a frequéncia de 1,8kHz, posi- cionada no centro da faixa. Assim, 0 tempo de propagagao de todas as fre- ‘quéncias do canal de voz é tomado em relagdo a este valor central, adotado ‘como tempo de referéncia zero. Te- mos assim uma medida de tempo de propagagdo comparativa endo abso- luta Na figura 13 temos a projegio do atraso de grupo vista na tela do TRC ‘em tempo real, medido sobre uma li- nha telef6nica a ser usada na trans- miso de dados. A medida foi reali- zada usando-se 0 método da variag30, de freqiiéncia FFT. Neste caso, a varia- 0 do tempo de propagagao esté ex- ressa em valor absoluto e no com- parativo. . 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