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Se 263

Le document traite de l'importance des cristaux de quartz dans les appareils électroniques, soulignant leur rôle crucial dans le maintien de la précision et de la synchronisation des opérations. Il explique comment ces cristaux fonctionnent et leur capacité à générer des charges électriques sous pression, ce qui les rend essentiels pour divers dispositifs comme les horloges et les ordinateurs. Enfin, il aborde les propriétés piézoélectriques des cristaux et leur utilisation dans des circuits électroniques complexes.

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PMU e ac} Sea) Sead toa eee eae Ln eee ry Serer Sere ter eee ert) Oo eee ES Lid Em todo momento 0 homem utiliza a sua inteligéncia para atender 20 préprio homem, am a= A SID Meeroeletrénica fem um compromisso com a qualidade de seus produtos, coma evolugao das solugdes tecnolbgicas principaimente de assegurar o melhor relacionamento entre 0 cliente @ 0 nosso Para isso a SID formou 0 grupo de atendimento Inteligente: com profissionais diferenciados, treinados que estardo sempre na linha de frente, crientando, sugerindo & dando suporte técnico Fale com a gente. S/D MIGROELETRONICA Atendimento Inteligente ‘Av Eng Le Cavs Bur 1253 "OF andar CEP. 04571.010, ‘Sto Paulo - SP - Bas Fone: (011) 895-9700, Fax (or) 2104388 TST PROVADOR DE CINESCOPIOS ~——_-PROVADOR RECUPERADOR. 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Dice wid ‘Helio Fittipaldi ha 4 The Moto C Fi lows Ane REVISTA SABER ELETRONICA Dir Repo as Die ene Nomone Bp Ate uso bat ‘ted ete Fao cron Hao Fapae ‘ost to ead rts ta Spratt cn Hae Sing es Rein Race ona re RibeoSatonal ocr Cian casina ae gc) Pans Meare Awe Fog Foto ner St Ineee wea, Douek Baa Foro Die Las Contra de Marat Clea CAGALE MODUS Cones SABER EIETRONICA(SSN-0101- 67196 Ss lon moma Bors Ser i Go Goer Si Yaue “sho Tet auym6 88 Manca de sean con ei de fress eh ot 4964, 7 ino A, no Registo de Tika e Documentos * SP. Nomeratsriadon! pide Cana Postal 14427-CEP02199- So Paulo- SP so prego Sina eda em tne mse apes psi Engr pets do dhs ie soa Sito sane cro ier ees aaceenna EDITORIAL OUARK Cate Ame fio 2c t-Daxns Ais Pep Err aot Chee Goa exico EDTORIAL TLEVIONS.A, DF C0 cio Blane 28 ferptaeo Men CirvulogSo: México e América Central Be ‘Aino ANER ~ Avec Naan St aN Ao sijeoNseua ou Eden Pace ‘Técnicas, Diiglae Especttente ‘erminadas as cleigbes,conhecido o resultado, chegou fnalmente, 0 momento dea Nacho artepagar as mangas ¢comegar» pense © tabalhar - “Ertameat plo Bem comum. Oxals os homens elevados pelo voto poses de exponsabilidade nos governos - © Govern também so a Cimara dos Deputidos, 0 Senado ¢ as Assombléias Legislativas Esaduais - tenbam fnvforconsséncia de seus dveresprincipais. Eire estes, esto a dafesa do interes do povo desi nogio ~ © no a promogio dos préprics. Lugar de Depetedo Federal & em Brsli, no Congress eno junto as "bases (sj 2 cue forgo), O pas est cansado de trabalar soho. & hora des "pals da plat fazerem js a seus *minguados? sls. © que faz 0 rel6gio eletrOnico manter a hora exata? ‘Como 0 computador consegve sincronizar 0 enorme fluxo de informa- ‘gbes que processa? ‘Qual o segredo dos transmissores das estagbes de rédio, que sempre trabatham exatamente na mesma freqdéncia? “Todos eles possuem um componente em comum, o cristal de quartza, responsdvel por essa preciso. Mas, como funciona? Como consegue e353 levada preciso? De que modos é aplicado? ‘Base € 0 assunto principal do nosso artigo de fundo *Cristas - 0 ritmo da eletrGnica’ de Newton C. Braga, onde também sao abordados os cireuitos fosciladores conttolados por cristal, © como sempre, muitos outros assuntos de seu interesse. ‘Terminames mais este ano, cheio de incertezas ¢, 20 mesmo tempo esperangs de um fluro melhor. Aos nossos leitores, colaboradores ¢anun- SRet deacjamos que 1995, aponte 0 rum certo para que ~ Finalmente - ecsamosreapirr normalmente, sem temor de choguesesurpresasdesagra- Avels Que 1995 aga supress - mas somenteagradévels, Toga FELICI- DADE, PAZ, COMPREENSAO, no soment 0 nosso povo, mas. a teas poves do Planeta Terra Cristais- 0 ritmo da [Link] A Minuscuos cristae de quartzo vibram com preciosa om varios equipamentos eletrorios garantnce ace 500s cicutos uneionem de manta proenace ¢ Sincronizada. A importincia destes cicals © seu funcionamento sera toma cental dese attgo se interesse geral Ea Pesquisadores de minérios raros, Controle de poténcia digital... el aiitoy) Fontes para cD player. 4 Oscitadores controlados por cristal .. 22 Atenuadores varisveis. Tom 7217 /1cm 7227 cmos controtadores UP/DOWN de 4 digits para driver. 72 Redes etétricas em escada... SABER PROJETOS Desarme magnético de alarme.. 233 Booster com divisor ativo 0 35 Vottimetro com FET... Projetos dos leitores. Novidates da eletrénica..... Noticias & Langamentos.... .. 30 - 32 Segao do Leitor. Reparagao Saber Eletrénica (tichas de n's 547 a 550)... Guia de Compras... 83 Pratica de "Service"... 243 Os simetrizadores para recuperagao de TV... 50 Provador universal de componentes, 54 Eteito pé de vento... Ea SABER ELETRONICA N° 263 - DEZEMBRO/1994 TS a3] CRISTAIS O RITMO DA ELETRONICA Dentro de muitos equipamentos ele- trénicos, bate um “coragao invisivel” que determi na com ritmo preciso 0 seu funcionamento, Nos reldgios, crondmetros, computadores e muitos ou- tros equipamentos, mindsculos cristais de quartz ibram com preciso, garantindo que seus circui tos funcionem de maneira totalmente ordenada @ sinoronizada. E dificil prever o que seria da eletr<- nica em nossos dias sem a presenca desses ele- mentos. A importancia dos cristais de quartzo ¢ seu funcionamento sera o tema central deste artigo de interesse geral Newton C. Braga (© que faz com que um reldgio ele- ‘ronieo mantenha seu ritmo exato in- dependentemente das variages de temperatura ambiente, das diversas situagées em que ele deve funcionar @ alé do proprio estado de sua bate: fia? Q que faz com que todas as ‘operagdes de um computador sejam totalmente sincronizadas numa velo- cidade enorme, com um minimo de variagées? (0 que faz com que os transmisso- res das estagdes de radio e de Tele- ‘comunicagdes mantenham suas fre- quéncias com grande precisao, nao interferindo uma nas outras e perm: tindo que vocé as sintonize sempre ‘no mesmo ponto do mostrador de seu radio, ou sempre que tocar a mesma tecla de seu televisor? Se o leitor respondeu que é 0 cris- tal de quartzo, acertou, mas acredita- mos que na maioria dos casos, essa respesta deve estar acompanhada de uma grande interrogagao: mas como. tum cistal de quartzo pode fazer i390? ‘A maioria dos equipamentos ele- trdnicos que exige alguma espécie de sincronismo preciso, ou seja, um “r2- l6gio interno", para funcionar, aprovel- ta as propriedades dos ciistais de quarizo, que entao podem ser encon- trades na forma de componentes ele- GABER ELETRONICA N° 263704 {ténicos, como mostra a figura 1. Evidentemente, 0 que temos nes: ta figura € 0 involucro com os termi- ais de ligagao, ja que 6 no interior dele que temos 0 cristal Como funciona a pequena peca de cristal transparente que é coloca- da nestes invélucros é algo que pode ‘maravilhar tanto pela sua simplicida de como pelo seu significado. Mais uma vez, a natureza se manifesta em ‘SABER ELETRONICA N* 263/04 simples propriedades que podem ser sofisticadas a ponto de signiticar todo O sincronismo das operagdes que seu PC realiza, © CRISTAL DE QUARTZO Os cristais sao estruturas em que os atomos se dispéem de uma forma ordenada que se repete em toda a sua extenso. Assim, forma-se uma espécie de rede de atomos com uma disposigdo totalmente ordenada, con forme mostra a figura 2. Os atomos de um cristal nao pre cisam ser necessariamente todos do mesmo elemento. Um cristal pode ser formado por atomos de dois tipos, como por exempio, de um metal como © slic, o aluminio, etc. ¢ 0 oxigénio. Muitos cristais de grande efeito deco- fativo e também muito valiosos, como © rubi, a turmalina, etc séo estruturas formadas por étomos de dois tpos. ‘A maioria dos cristais apresentam uma estrutura perfeitamente siméti a, 0 que significa que as forgas de natureza elétrica manifestadas pe- los atomos no seu interior sao balangeadas, e nada de anormal ocor- © 0u é notado em termos de seu com- Portamento, No entanto, pela disposigao dos {tomas formando o cristal, pode ocor- fer que haja uma assimetria em rela- 0 as forcas elétvicas manifestadas Polos atomos. O resultado & a mani festagao de forcas de natureza elétii- ca em determinadas condigdes, Assim, existem os casos em que essa assimetria se manifesta de tal maneira que nas faces do cristal pre- dominem cargas de determinadas polaridades, ou soja, o material per manece constantemente catregado com cargas estaticas, conforme mos- tra a figura 3. Um material deste tipo & denomi: nado pizoelétrco, ou soja, trata'se de tum eletreto, As cargas que este mate- fial manifesta so intrinsecas, bem diferente das cargas que um corpo acumula quando, por exemplo, 0 alritamos com outro, Mas 0 caso que mos ineressa & um pouco diferente: existom crisais que em Ccondigdes nora nao manifestam qual quer desequiftrio interio. No entanto, ‘quando estes cristais sofrem algum tipo 9 delormagio homogénea, come por ‘exemplo uma compressao, extenséo ou {orgao, aparecem cargas eiéticas local ada, ou seja, eles se tornam polarza- os (igura 4) ualquer cristal que nao possua um centro. de simetria, apresenta esta propriedade, que é a de ser Piezoelético, A intensidade com que o efeto se manifesta depende da diregao do des ecamento que os atomos sotrem com owe Fig. 1 = Cristais de quartzo ‘em ivOlueos comuns. a deformagao, em relagao as suas posigdes originais de equilibrio. efeito contrario também ocorre: se aplicarmos nas faces de um cristal deste tipo uma tensao elétrica, ele se deforma, Um material que pode manifestar esta propriedade ¢ 0 quartzo, isso ‘quando seus cristais so cortados de determinada maneira que é mostrada na figura 7, Desta forma, 0 corte de um cristal de quartzo comum, que é uma forma de 6xido de silicio, em qualquer das maneiras mostradas na figura, resulta ‘em cristais piezoelétricos. RESSONANCIA 0s cristais piezoetétricos de quart 20, em consequéncia do fato de apre- sentarem uma polarizagao eldtrica em suas faces devido a deformagies, tam ‘utras propriedades importantes con- seqientes. Uma dessas propriedades ¢ a res- sondncia. Qualquer corpo possui_uma frequéncia natural de vibragéo. Quan- 0 batemos numa lamina de metal presa numa morsa, conforme mostra a figura 5, esta lamina tende a vibrar numa dnica frequéncia que depende de seu formato, tamanho & material de que 6 feito. ‘As vibragdes mecéinicas fazem com que as forgas elésticas entrem fm acéo, determinando o modo como cessas vibragbes se realimentam e por tanto a freqiéncia natural com que © corpo tende a oscilr. Este 60 principio de funcionamen- to do diapasdo que produz sempre a mesma nota musical quando excitado mecanicamente, ou das teclas de um xilofone. Até 0 ar no interior de um os 1sPOsI¢KO ORDENAOR OE Fig. 3- As cargas das faces do um oltreto so natura. Fig. 2 - Um cristal sttura atic, Fig 4 - Com a delormagdo, 0s cistas do ‘quarto manifestam tensbes eléicas. tubo vibra em freqUéncia que depen- de de suas dimensdes, 0 que resulta 1no principio de funcionamento de to- dos os instrumentos de sopro. No caso do cristal de quartzo, as suas dimensdes e também as forgas eldsticas que agem no seu interior (que dependem da diregao de sua atuagao determinada pelo corte), fa- zem com que ele tenda a vibrar sem: pre_numa tnica frequéncia quando excitado mecanicamente ou elet ‘camente. Em outras palavras, podemos di- zer que um cristal de quartzo se com- porta, quando excitado, como um diapasio eletrOnico. Para termos correntes elétricas ou sinais de determinadas frequéncias, a partir de um cristal de quartzo, basta cortar este cristal com as dimensdes apropriadas e excité-o eletricamente ‘vORAcSes NUN Ucn FREER Wu Joupsszo oe chin DE REssonaNciA Fig, 5 - Uma limina de metal em forquiha (Gaba vba na bea Wehinca de modo que ele entre em vibragéo. ‘As vioragbes vao entao ocorrer na sua freqiéncia de ressonancia, ou entéo em harménicas. ‘© que ovorre em relagdo &s har- énicas pode ser entendido tomando por base uma corda de violao, confor me mostra a figura 6 ‘Uma corda de violdo quando exci- tada pode vibrar somente de determi- nadas maneiras, as quais séo estipu- ladas pelos seus pontos fixos, ou seja, pelos nodos, conforme mostra a figu: ra. Assim, a frequéncia mais baixa que ela pode produzir é a denomina- da fundamental e € aquela em que temos os dois nodos nos pontos de fixago da corda e um ventre em seu meio, ‘Masa vibragao também pode ocor- ter de tal forma que tenhiamos um segundo nodo no meio, 0 que cortesponde ao dobro da frequéncia, ‘ou & segunda harménica, Da mesma forma, podemos ter {rés, quatro, cinco, etc. nodos que vao permitindo que a corda vibre sempre fem freqdéncias mitiplas da funda- mental. © mesmo ocorre com um cris tal, pois ele pode ser forgado a operar fem modos de vibrago que venham a produzir frequéncias harmonicas da oNoAMeNTAL wanubuice DDD): noronece Fig. 6 ~ Modos de vibragéo de uma corda pres pelas extreidades, ‘SABER ELETRONICA N° 263/04 denominada fundamental Esta possibilidade ¢ interessante se considerarmos que, quanto maior for a frequéncia que um cristal deve produzir, menor devem ser suas di- ‘mensdes, 0 que nos leva a um ponto ‘em que © componente se torna muito delicado. Podemos entao usar os cristais desta forma, para produzir sinais que tenham frequéncias muito mais ele- vadas que a fundamental e que de outra forma exigitiam componentes ex ‘tremamente finos e delicados. OS CORTES ‘Ao explicarmos inicialmente que 0 modo como um cristal é cortado influt na maneira como ele pode vibrar & também a intensidade com que o efei- to piezoelétrico se manifesta, demos apenas trés orientagdes possiveis, Na prdtica, a eletrénica pode apro- veitar muito mais orientagoes e assim existem muitos tipos de cortes, os quais resultam em cristais com api: cagoes especificas. Na figura 7 s40 mostrados todos 05 tipos de corte de cristal com as suas denominagées, Estes cortes vao determinar nao 86 0 modo segundo 0 qual o cristal vibra quando excitado, na sua aplica- ‘G80 principal, como também a faixa de freqiéncias e 0 uso a que se des- tina, Temos entéo os seguintes cortes principais: 4) Duplex 5 X - Designacao J. Neste corte o cristal vibra no sen- tido de seu comprimento e pode ope- rar em frequéncias entre 0,8 @ 10 kHz Trata-se_pois de um corte para bai- xas freqdéncias, obtendo-se um coe: ficiente nulo de temperatura na tem- peratura ambiente, by xY Neste corte, o cristal pode vibrar tanto no sentido de comprimento como na largura, numa faixa de frequéncias entre 3e 50 kHz. Também temos neste caso um corte destinado a operagao ‘em baixas frequéncias, ©) NT - designagao N. Os cristais ‘com este corte vi- bram no sentido de seu compri- ‘SABER ELETRONICA N? 263104 mento em — freqdéncias entre 4. 150 kHz, sendo indicados para aplicagdes em osciladores de baixas freqiéncias e fitros. Uma estabilidade de frequénci- as de 0,0025% pode ser obtida na temperatura ambiente sem a neces sidade de controles de temperatura. d) +5 X- designagao H. cristal neste corte vi- bra no sentido de flexionar, numa faixa de frequéncias. de 5 a 140 kHz. As varia- {ges relativamente grandes da frequéncia deste cristal ‘com a temperatura limita suas aplicagoes afitros em ambientes com temperatu: ras controladas. Dentre as dificuldades que podem ser citadas para este cristal, esta a dificuldade na sua fabricagao, que deve ser uma barra fina e longa, f xada em suporte especial ¢) BT - designagao B. Nesta modalidade de Corte o cristal vibra no sen- tido de sua espessurae em Fig, 7 - Os comts possiveis de um cristal de quartz, uma faixa de frequéncias ‘compreendida entre 1 e 75 kHz, Dentre as dificuldades apresentadas ppor este tipo de cristal, esté a dificul- dade para sua fabricagao, f) 18 -1/2 X- designagao F. Neste corte o cristal vibra no senti do de seu comprimento, numa faica de frequéncias que pode ficar entre 50 e 250 kHz. Este tipo de cristal & utilizado em fitros e pode ser encon- trado em aplicagdes mutti-eletrodos. 9) +5 X- designagao E. Os cristais que apresentam este corte vibram no sentido de seu com- primento, numa faxa de frequéncias de 50 a 250 kHz, sendo usados em aplicagées como fitros de baixa fre- quéncia, gragas a seu baixo coefici- ente de temperatura que Ihe d& uma oa estabilidade, h) DT - designagao D Este tipo de cristal tem suas osci- lagdes rente as faces © pode operar em freqiéncias na faixa de 80 @ 500 kHz. Este tipo de cristal & usado como calibrador e base de tem- poem freqiencimetros, além de trans- missores de FM e TV. No entanto, ele ‘nao pode operar satisfatoriamente aci- ma de 500 kHz. i) MT-- designagao M As vibragées neste tipo de cristal ‘correm ao longo de sua exten: ‘so, numa faixa de frequéncias de 50 a 250 kHz. Seu baixo coeficiente de temperatura tomna-o ideal para con- tole de osciladores e filtros. No en- tanto, trata-se de um tipo de cristal pouco usado, porque existem unida- des mais compactas que 0 substitu- em. . i) GT - designagao G. Neste cristal as vibragoes ocor- rem no sentido de sua extensao, numa faixa de freqiéncias entre 85 e 400 kHz. E 0 tipo de corte que apresenta a maior estabilidade, nao or ‘As Eecolas intenacionais do Brasil oferecom, com absoluia exclusividade, um sistema into ‘grade de ensinoindependente,aravés do qual \vo08 © propera profissionaimente econo zando tempo. cinheeo. Seu Curso de Elation ‘ca, Rado, Audio & TV é 0 mais completo, modemo e atualizado, O ASSISTENCIA AO ALUNO programa de estudos, abordagens técnicas © didaticas sequem Durante 0 cutso protessores estar @ sue fielmente 0 padréo estabelecido pela “INTERNATIONAL — disposigdo para ajuctclo na resoligdo de CORRESPONDENCE SCHOOLS", escola americana com sedenos _ dividas e avaliar seu progresso. 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E utilzado em padres de freqiéncia nos quais a estabilidade ‘sem 0 controle de temperatura é es- sencial ‘A desvantagem esta no seu pre- go, j& que é 0 mais caro de todos os tipos, devido ao grande trabalho que existe em se encontrar a direcao exa- ta de seu core. ky) CT - designacao C. As vibragées neste cristal ocorrem, rente a superficie de suas faces, numa faixa de frequéncias de 300 kHz a 1,1 MHz, Trata-se de um cristal com coeficiente de temperatura nulo nas bbaixas freqiéncias. E utiizado em filtros e osciladores: que nao necessitam do controle de temperatura de funcionamento. No entanto, como desvantagem, este cris- tal é dificil de ser fabricado em frequéncias muito baixas, devido as suas dimensées. Dx Neste corte, 0 cristal vibra ao lon- g0 de sua extensio, podendo fazer isso numa faixa de frequéncias que vai de 950 Kz 20 MHz, Tratase de lm tipo de cristal mecanicamente es: tével e de baixo custo. No entanto, além do coeficiente de temperatura {algo eleva), ele tem tendencias a mmudar seu modo de osclagao. m) SL As vibragées deste cristal ocorrem rente & face, mas acopladas por flexao, isso numa faixa de freqiéncias entre 800 e 800 kHz. As caracteristicas elé- tricas deste cristal sao similares as do corte DT, no entanto, ele é maior, pos sui melhor Q e uniformidade de ca- racteristicas acima de 300 kHz. Estas caracteristicas tornam-no ideal para 0 uso em filtro. 1) Y - designa Este cristal vibra com ondas su- perficiais acopladas por flexao numa faixa de freqiéncias que vai de ‘500 kHz a 20 MHz. Este tipo de cristal 0 mais ativo. ©) AT designagio A Este tipo de corte faz com que 0 cristal vibre no sentido de sua espes- ‘ura, numa faixa de frequéncias entre 1550 kHz e 20 MHz para o modo fun- 10 damental e de 10 MHz a 60 MHz nos modos em terceiros sobretons. As caracteristicas excelentes de temperatura e frequéncia fazem des- te tipo de corte 0 escolhido para os ‘casos em que a frequéncia nao deve se alterar com as variagoes de reatancia do oscilador. Estas carac- teristicas tornam este tipo de cristal bastante usado no controle de osciladores de altas trequéncias. Dentre as desvantagens apresen tadas, podemes citar a dificuldade de fabricagao. ~ weRLiWEWTAR MN Fig, 8 - Um oscilador 6 um amplifador com reaimentacdo posiva OS OSCILADORES Um ctistal sozinho nao pode en- ‘rar em vibragao espontaneamente. A excitago que coloca um cristal em oscilagao e depois mantém esta osci- lagdo 6 obtida por meio de um circuito especial. Este circuto, conforme su- ere a figura 8, nada mais 6 do que ‘um ampificador, e a0 conjunto assim ‘obtido denominamos “oscilador. Desta forma, os circuitos que pro- para {que as piscadas ocorram na trequén: cia que julgar conveniente para a aplicagao que tem em [Link] uilizar 0 apareino 6 s6 iluminar os objetos pesquisados coma luz Ultvioleta. Pegue objetos diver 0s como areia, objetos de deco- ragao, substancias quimicas, pe- Gras, papel cartao, e verifique a fluorescéncia obtida em cada ‘caso. Para alimentar por fonte exter- na, mude de posigao S, e conecte 2 fonte em Jp observando a polaridade previamente: © que voce achou deste artigo? MONTE VOCE MESMO UM SUPER ALARME ULTRA-SONS. Nao se trata de um alarme co- mum e sim de um detector de intrusao com 0 integrado VF 1010. (Leia artigo da revista SABER ELE ITRONICA N? 251 - dez, 93). Um integrado desenvolvide pela VSI - Vértice Sistemas Integrados, Jatendendo as exigéncias da indus. tia automobitistica, A venda apenas 0 conjunto dos principais componentes, ou seja: Cl VF1010 * Um par do sensor T/R 40-12 + Cristal KBF-400 BATS (ressonado) ESTOQUES LIMITADOS R$ 16,10 VALIDO ATE 28/12/94 Disque e Compre (011) 942 Boss Pedidos: Verifique as insirugdes na solictagao. e compra da uitima pagina, Maiores informagées pelo teletone. ‘SABER PUBLICIDADE E PROMOCOES LTDA Flua Jacinto José de Aradjo, 909 - Tatuapé - CEP:03087-020 - Sao Paulo SABER ELETRONICA N® 263/94 ches os sonconauces 90) [TRANSISTORES - BC'S, tipoe variedos. Rs 5.00 Pacote 0" 11/100 Pages, Pacoton* 21/200 Pera, ELETAOLITICOS - 6 Pacoten* 13150 Posa Peale n* 23/100 Pec. LED'S" c Pracote nt 10/50 Pagas Pace? 20/100 Paras }D10008 - Zener's, Sin Pacte n° 17/100 Para, is 505 Paceten 217200 Poca 5.990 ICERAMICOS - Vari 2 Capscidedes e390 Paccte wi 227200 Pe S748 Pacoten* 167200 Poros, 8 2205 Pacoten* 26/400 Perse. 539 ‘CAPACITORES « Capacid Pacote a 15/100 Pog Poot n? 257200 Poca, POTENCIOMETROS - Vari Pacoton 8D Pagan Paceto 28/20 Peeas 1 Pegi Minimo RS 35,00, 5 Mndenests doc we sis A) Cheque aneso a0 pio ou 18) Valeo ag. Ss Po 40008 7 Iganga, 147 — Eq, Sana igiia ‘CEP 0038.00 - Sa Pau SP Tetsor) 227-0733 4 Ante no Gartio Consulta SE 5? 01997 OSCILADORES CONTROLADOS POR CRISTAL Uma infinidade de equipamentos modernos tem seu ritmo de funciona: mento controlado por pequenos cristais de quartzo. Como esses cri ia que eles tem na vida moderna, foi justamente o alvo de outro artigo desta ‘exemplos de circuitos que gerem nal de froqi funcionam bem clas fixas, determinadas por cristais de ‘quartzo, Estes circuitos podem ser a base de muitos projetos que vao desde transmisso- ras ou geradores de sinais de altas freqiéncias, freqiiencimetros, Um oscilador 6 simplesmente um ampiiicador em que parte do sinal de saida & aplicado @ entrada de modo a produzir um efeito de real: mentacao, Nos osciladores com cristais, 0 cristal de quartzo influi na velocidade com que a realimentagao ocorre, de- terminando assim a sua frequéncia de operagao, conforme indicado na nat Em principio, 0s osciladores com cristal possuem uma Gnica frequén- cia de operagao, que depende justa: {OP Fi tetsce nines | uses aes cronémetros, e mesmo computadoré 08 de osciladores que podem ser usados em qualquer freq Newton C. Braga mente das caracteristicas deste ele- mento © que nao podem ser altera- das. No entanto, como 0 acoplamento do cristal ao circuito & capacitive, uma capacitancia externa pode alterar le- vemente a frequéncia natural de suas oscilagées e isso pode ser aproveita- do em algumas configuragoes. Assim, existem circuitos cuja fre- qiéncia 6 determinada pelo cristal, mas que pode ser levemente altera- dda por meio de um trimmer ligado em série com este elemento. Por outro lado, a poténcia que podemos obter de um oscilador a cris {al élimitada pela energia de RF que 6 aplicada a este elemento na manu- tengo das oscilagdes. Uma potén- cia elevada causa seu aquecimento e se ele superar um certo valor, pode ocorrer a perda das suas caracteris ticas piezoelétricas com uma incapa- cidade de oscita. Observamos também que o sinal obtido por muites osciladores com ctistais nao 6 absolutamente puro & que hatménicas podem estar presen- tes, Nos casos em que elas sao inte- ressantes, por exemplo num dobrador, sua eliminagao nao nk (8 instrumentos de precisao como Damos a segi uma boa quan- cesséria, mas existem os casos em que devem ser utiizados fitros com esta finalidade, (Os osciladores com cristais tem diversas modalidades de operagdo conforme a freqiéncia de oscilagao. Temos entaéo 0s osciladores que operam na freqiéncia fundamental do cristal, os que operam em harma- nicas do cristal ¢ finalmente os cir- Ccuitos de sobretom, que sao 0s que ‘operam em harménicas impares, ou seja, um muttplo par da freqaéncia fundamental Diversos so 0s motivos pelos quais um oscilador com cristal pode ndo funcionar. Um deles & a real mentagao insuficiente de sinal Um segundo motivo, iguaimente importante & a carga excessiva do Circuito de saida, quer seja por pro- blemas de casamento de impedancia, ‘quer seja por exigéncia das etapas seguintes de oscilagao. “Também é causa de anormalida- de de funcionamento num oscilador com cristal a produgao de oscilagoes parasites, principaimente na faixa de ‘VHF e que podem causar interferén- cias principaimente em televisores, SABER ELETRONICA NF 285/94 quando estes cristais so emprega- dos em transmissores. Fillros espe- Ciais para sua eliminagao devem ser usados quando isso ocorrer. O elemento ativo de um oscilador a cristal pode ser uma valvula, um transistor bipolar, um transistor de feito de campo ou ainda um ampiti- ‘cador contido num circuito integrado. O importante para que as oscita- ‘goes possam ser mantidas 6 que 0 circuito tenha ganho, de modo que parte do sinal possa sor reaplicado na entrada e sobre alguma coisa para ser usada no circuito externo, confor- me sugere a figura 2, a v3so0 seat | Fig, 2 Um osciadr @ uma etapa _ampificadora, com ganho maior ‘ue 1, qu se reaimenta © cIRCUITOS Comegamos por dar alguns cit- Cuitos mais simples com transisto- res, tecomendados para uso em pe- uenos transmissores ou instrumen- tos de prova, por gerarem sinais qua- Se que senoidais (as pequenas dife Tengas sao devidas & presenga de harménicas ¢ eventualmente oscila- (G0es parasitas). a) uitos de Frequiéneia Fixa O primeiro circuito é 0 mostrado na figura 3 e faz uso de um transistor 2N2222 ou equivalente, Este circuito ode operar em frequiéncias na faixa Fig. 3 - Oscilador Cops de 500 kH a 20 MHz ou mais ‘SABER ELETRONICA N* 263/04 de 500 kHz até algumas dezenas de megahertz. Trata-se de um oscilador Colpitts em que a realimentagao 6 feita por derivago capacitiva, com o sinal re- tirado do emissor do transistor e teaplicado & base. A alimentagéo do Circuito 6 feita com uma tensao de 12 V e a poténcia de saida é da ordem de alguns miliwatts, Neste cir- Cuito, 0 cristal opera em sua frequen cia fundamental. (O segundo circuito é um oscilador ¢o tipo Pierce © também opera na frequéncia fundamental do cristal. Este circuito emprega um transistor de efeito de campo de jungo como 0 BF245 e pode gerar sinais na faixa de algumas centenas de quilohertz até algumas dezenas de megahertz. Na figura 4 mostramos o circuito que é alimentado com uma tensao de 12, O importante neste circuito que © choque XRF tenha uma reatancia elevada na freqdéncia de operagao. Para operar numa harménica da frequéncia do cristal, sintonizada num trimmer no circuito ressonante de Coletor do transistor, temos o circuito da figura 5. Fig 5 - Oscilador harmerica com erst O transistor utlizado 6 0 2N2222 ou equivalente, que possa oscilar na freqdéncia desejada. A alimentacéo deste circuto também ¢ feita com uma tensao de 12 V. Alertamos que nestes circuitos osciladores de trequéncias elevadas, deve-se dar preferéncia a0 uso de capacitores cerémicos e até mesmo de mica nas fungdes mais erticas. 0 circuito da figura 6 opera em ‘um sobretom da treqiéncia do cris- tal, ou seja, na freqiéncia fundamen- tal ou ainda em harménicas que correspondam a mikiplos impares da freqiéncia fundamental, como 3, 5, 7, etc. Fig. 6- Osclador para hatmnicas impares (sobelo). Observe que o circuito LC no are- no do transistor de efeito de campo deve ser sintonizado na freqiéncia em que desejamos as oscilagées. O transistor de efeito de campo pode ser de qualquer tipo que oscile na faixa de freqiéncias desejadas, Este circuito opera em freqiéncias de algumas centenas de megahertz, circuito da figura 7 opera em freqdéncias de 4 a 20 MHz e utiliza também um FET de junc&o comum ‘como 0 BF244 ou BF245, A freqiéncia de operagao é a fun- damental, e o choque de RF deve ter Fig. 7 - Osclador de 4 a 20 MH com J-FET. uma reatdncia elevada na freqiéncia de operagio do circuito, Para a faixa indicada, choques de 100 uF a1 mH podem ser usados. A falxa de tensbes de alimenta- 40 deste circuito pode variar entre 5 e 15.V, quando entao teremos um consumo tipico de corrente da or- dem de 6 mA. Na figura 8 temos um oscilador ‘com um Gnico transistor que pode ‘gerar sinais na faixa de 7 a 100 MHz, com 0 emprego de um cristal que ‘oscile em sobretom. Fig. 8 - Oscar por sobretom de 7 a 100 Mz O transistor usado 6 0 2N2222 ou qualquer equivalente que oscile na freqiéncia desejada, (© choque de RF(XRF) deve ter uma reatancia elevada na frequéncia de operagao, podendo ser usados tipos de 200 @ 500 iH tipicamente. Ly @ Lz dependem da freqdéncia de oscilagao conforme a tabela 1 Abbobina La é enrolada sobre L; € consiste em 32 04 33 espiras do mes- mo fio. A corrente ideal de funciona: mento deste circuito esté em torno de 12 mA, 0 préximo circuto a ser sugerido 6 mostrado na figura 9 e pode operar de 4a 100 MHz, com base em um Fig, 9- Oscar na treqiéncia fundamental de 4 a 100 MHz transistor 2N2222 ou equivalent. A tensao de alimentagdo reco- mendada para este cifcuilo é de 12 Ve como a poténcia do sinal ge- rado ¢ baixa, para pequenos trans- missores devem ser usadas pelo menos duas etapas de amplificagao antes da modulagao. (© capacitor entre 0 emissor © 0 terra do circuito deve ter seu valor ‘obtido experimentalmente na faixa de 22.a 100 pF, conforme as caracteris ticas do cristal e do choque de RF usado, Este choque deve ter valores entre 100 wH e 1 mH conforme a frequéncia do circuito. iladors © circuito da figura 10 apresenta uma caracteristica que pode ser im portante em muitos projetos, que é a de poder alterar sua frequéncia numa certa faixa. Entretanto, a faixa em toro da freqiléncia do cristal que se pode ajus- tar com estes cicuitos & pequena. ‘O transistor usado, mais uma vez 6 0 2N2222 @ a tens&o de alimenta- TABELA1 | Didmetro das Fregaéncia | “"pebines | _P=pes io G 7-9MHz | O9mmeniceo | 90/018mm | 0 pF 10-15 MHz | 9mm! nécleo | 25/ 0,20 mm 16-24MHz | 9mme/nicleo | _15/0,20mm 25-30MHz | Smme/niceo | 12/0,30mm | | 31-80MHz | Smme/nicleo | 7/ 0,40 mi [S1-70MHz | Smms/nicleo | 6/040 mm — | “Tt 100MH2 | §mms/nicioo | 4/040mm | 22 pF 2 Fig, 10 - Osciador Cops ajustive, do é de 12V. Este oscilador & do tipo Colitts © ajuste de frequéncia ¢ feito no trimmer em série com 0 cristal. A faixa de freqdéncias vai de 500 kHz 20 MHz. Para freqiéncias abaixo de 4 MHz 0 capacitor C; deve ter seu valor aumentado, Uma outra configuragao de oscilador que pode ser ajustado le- verente por meio de um capacitor Fig. 11 - Oscllaor Pie ajustado por Cb (C¥), que pode ester emtomo de 100 pF para trequéncias entre 3.5¢ 20 MH, 6 mostrada na figura 11. Trata-se de um oscilador Pierce com um transistor de efeito de cam- po de jungao como 0 BF245 ou qual- quer equivalente que opere na fre- quéncia desejada. A elimentagao do circuito 6 feita ‘com 12 V o consumo é da ordem de alguns miiampéres. Para uma oscilagao numa fre- @iéncia harmonica daquela do cis- tal usado, com a possiblidade de va- riagées numa faixa estreita, temos 0 interessante circuito da figura 12com base num transistor de efeto de cam- po de jungéo. Esle citcuito também deve operar satisfatoriamente com cristais na fai- xa de 3,5 a 20 MHz, e 0 capacitor Cy deve fazer juntamente com Ly a sintona na frequéncia da harménica que se desejar na saida. ‘SABER ELETRONICA N? 259/84 Fig, 19 - Oscar para 0 treo scat st 0 circuito deve ser alimentado com 9 V de uma tensao estabilizada © 08 capacitores de 25 e 100 pF do divisor capacitvo de realimentacao eventualmente devem ser alterados conforme a frequéncia especitica de operagao, principaimente no caso de freqiéneias mais baixas, quando va- lores maiores devem ser usados no sentido de manter o nivel dessa rea- limentacao, Anda para um oscilador que pode ter sua frequéncia ajustada numa fai- xa estreita de valores, temos 0 cir- ‘uito com transistor de efeito de cam. po da figura 13. Este circuito opera no tercelro sobretom do cristal, em frequéncias de até 50 MHz. Veja que existem duas possibil dades de se fazer a conexao do cris. Fig. 14 Acaptagdes para usar MOSFET de duas compertas tal no sentido de manter a trequén- cia de oscilagao nos valores dese- jados. Uma possibilida de interessan- te que deve ser considerada em to- dos 08 osciladores que vimos com FETs de jungao (J-FET), 6 que po- demos ter configuragoes absoluta- mente equivalentes com MOSFETS de dupla comporta, bastando polari- zara segunda comporta (néo usa- da) com uma tenséo positiva de 2.a3V, o que pode ser consegui- do facilmente com um divisor resistivo. Conforme mostra a figura 14, bas- tater um resistor de 270 kao posi- tivo de 12 V @ um resistor de 100 k&2 a0 terra para obtermos facilmente esta polarizacao, Em principio, qualquer MOSFET e dupla comporta pode ser usado em todos 08 circuitos vistos. ©) VXO VXO € a sigla de Variable frequency Crystal Oscillator e usada para designar circuits osciladores que usam cristais, mas que podem ter suas freqiéncias variadas na fai xa de alguns quilohertz até algumas dezenas de quilohertz, ‘Sao 0s cristais com corte AT que proporcionam as variagées maiores de frequéncia neste tipo de circuito, mas para se obter os melhores efei tos € preciso reduzir a capacitancia residual do circuito 0 maximo possivel Isso significa que devem ser em- pregadas chaves comutadoras de baixa capactncia, capacitores vari- veis com capaciténcias minimas bem baixas, e tipos especiais de soquetes para os préprios cristais que devem ficar bem distanciados de qualquer parte metélica do aparetho, que possa representar a armadura de um capacitor. Para um cristal de 3,5 MHz, por exemplo, pode-se desiocar a frequén- cia de 3 kHz, enquanto que para um Cristal de 7 MHz esse valor pode che- gar a 10 kHz, Fig. 17 - Osclador TTL-7400. SABER ELETRONICA N* 263/94 Evidentemente, nestas condigbes, as caracteristicas de estabilidade dadas pelo cristal so perdidas. Na figura 15 temos um primeiro circuito de VXO empregando um FET de jun: 0. Este circuito pode fornecer uma variagao de § kHz numa frequéncia de 7 MHz Este circuito deve ser alimentado or uma tenséo estabiizada de 9V ea sintonia 6 feta pelo indutor varidvel XL. Um segundo circuito de VXO de maior faixa de variagao & mostrado na figura 16. Neste circuito temos uma faixa de variagdes de 15 kHz na frequen cia de 7 MHz, Para isso, XL deve ter sua reatincia fixada de tal forma a se ‘obter o maximo de destocamento de freqiéncia quando C; for sintoniza do na faixa de operacao do circuito. 6) Osciladores para Circuitos Légicos Digitais © fitmo de funcionamento de muitos circuitos digitals como relégi 6, timers, freqiencimetros, etc., 6 determinado por osciladores contro: lados por cristas, Damos a seguir alguns circutos interessantes para servir de clocks para equipamentos digitais. © primeiro deles & mostrado na figura 17 e tem por base 0 conhecido 7400, ssendo indicado para aplcages ‘TTL. com cristais de 500 KHz a 10 MHz Evidentemente, este circuito gera tum sinal retangular @ 0 ponto exato de funcionamento é ajustado no timer CV, de modo que se obte- nha um desvio de fase de 180 graus necessario a manutengao das osc Perec rer Cores Eareb0s Pasa esc Toms. ESCOLAS E sniauzsos Ocuraroo Un Peaueno semg0 ‘OcURED Ew voto € Doe UosTaal {SOWREVENTAROUTIOG NEOUS Eran cede Comrie vere ae Corer ar) ‘Anote no Caro Consultan 01329, Fig. 19 - Osclador CMOS-40C1 lagdes. O citcuito seguinte, mostra- do na figura 18, usa um integrado "7402 que consiste em quatro portas NOU de duas entradas @ pode ope: ra com cristais de 500 kHz a 10 MHz Evidentemente, trata-se também 4e circuito TTL com um sinal retan gular de saida e 0 ponto de funciona- mento ajustado no trimmer. Com a utilizagao de circuitos inte-

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