0% ont trouvé ce document utile (0 vote)
31 vues92 pages

Se 259

Le document présente un certificat de conformité de la société SID Microeletrônica, attestant que son système de gestion de la qualité respecte les normes internationales. Il souligne les réalisations de l'entreprise en matière de qualité, notamment l'obtention de certifications nationales et internationales, et décrit divers équipements électroniques proposés à la vente. Enfin, il aborde l'importance croissante des technologies de communication et d'information, évoquant les 'infovias' comme un moyen d'accès interactif à l'information.

Transféré par

Cesar Lima Eugenio
Copyright
© © All Rights Reserved
Nous prenons très au sérieux les droits relatifs au contenu. Si vous pensez qu’il s’agit de votre contenu, signalez une atteinte au droit d’auteur ici.
Formats disponibles
Téléchargez aux formats PDF ou lisez en ligne sur Scribd
0% ont trouvé ce document utile (0 vote)
31 vues92 pages

Se 259

Le document présente un certificat de conformité de la société SID Microeletrônica, attestant que son système de gestion de la qualité respecte les normes internationales. Il souligne les réalisations de l'entreprise en matière de qualité, notamment l'obtention de certifications nationales et internationales, et décrit divers équipements électroniques proposés à la vente. Enfin, il aborde l'importance croissante des technologies de communication et d'information, évoquant les 'infovias' comme un moyen d'accès interactif à l'information.

Transféré par

Cesar Lima Eugenio
Copyright
© © All Rights Reserved
Nous prenons très au sérieux les droits relatifs au contenu. Si vous pensez qu’il s’agit de votre contenu, signalez une atteinte au droit d’auteur ici.
Formats disponibles
Téléchargez aux formats PDF ou lisez en ligne sur Scribd
Wa mc ™ IMFOVIAS Sra ACAO He By toc oe ~~ e aa J - han el < Bre =e: iH ai Cone ete ;| ~graficade : ee Z re | Crepe 0 3 COS eee Cc Ltr Oe eS SAIU NOSSO VISTO DE ENTRADA. ae FAppro val ito Certificate o du SID MICRORLIETRONICA 8. oR s Quality International certify that the Quality Management System ofthe above supplier ‘has been asesed and found to be in accordance the requirements ofthe quality standards and scope of supply detailed below Bureau Ver N/29001967 150 50021987 RSH: PART 2: 1967 WATER FAMICATION, ASENRLY, “TEST AND sats _oF ‘TmANsisTONS, INTHORA TED UnCLITS AND ELECTAGNIC MOBILES - — Sg So gs stow ‘Acabamos de entrar para o seleto clube das empresas reconhecidas pela exceléncia da qualidade. Primeiro foi © Certificado Nacional do INMETRO (Normas ISO 9002), pelo tercairo ano conseculivo, e agora o Certificado Internacional do BVQI, Tudo isso garante aos nossos produtos, a partir de agora, maior espaco internacional e a entrado ‘nos paises mais exigentes. E também a prova definiliva de que a qualidade é a alma do nosso negécio. Hé dez anos S!D MICROELETRONICA 10 ANOS DE QUALIDADE 0 SHOPPING DA INSTRUMENTACAO PROVADOR DE CINESCOPIOS PROVADOR RECUPERADOR, (GERADOR DE BARRAS DE CINESCOPIOS - PRC40 cB seM Permte vericaraemissio decatacarhio Gera pacioer quaicus, portos, escala Gora padres cite, porto, quacticulae, Go cnescépo em provaereatvo,possul de ciza, brace, vermoo, verde, coma cule com quaciicua, Inhas vereale, {gavanémeto com precido de 1% emede comSbarras,PALM,NTSCpuos./erstal inhas horizontals, escola de cna MAT at8 304 Acomparha porta de prove. Soldas para AF, Video, bars de cores, cates cotadas, vermeta, a paces (2 sents), Shounome oF ‘ce ar orncsve PALMNTSS poe ia seo me 200.0 om crea sain do Fl anise 8 Sonano, ta de RF carte 203 Re enee GERADOR DE FUNGOES GERADOR DE RADIO ANALISADOR DE 'FREQUENCIMETRO ‘2MHe-GF39 FREQUENCIA-120MHz-GRF30 _-VIDEOCASSETE/TV AVC-s4 DIGITAL or Otmaectaiidase epreciso,p/getartormas Sete escalas de equéneas: A-1008 250 Possut Inetrumerto de mesioaa com excelente de onda. seroiéal,quadrada, tiangular Kix. 250a6S0 iz, 65001700 kHz. tegddrcimeto ats 100 Mz. gerdor de ertabildade @ precze. ‘sige de02 Hea 2M Signs VCP TTL D', 7 9 4¥iie, €-4 9 10Mb2,F- 10 baran sida de Fl 45 75 Neie. Conversot FD30~ 1H2/230 MHZ... RB 390,00 MOS, ater 20 35 '2 30 MHz, G-85 2 120MHz. moduagio_ de vdeccassee, ese decabeca de video, FDS1P - THZ/SSOMHZ.... RS 400,00 rae, i 320,00 rtm o externa ‘asveador de sem rem. Fos 1H 2GH2 480,00 (GF200 Oita. AS 410,00 Rs 260,00 is 570,00 ‘TESTE DE TRANSISTORES ‘TESTE DE FLY BACKS E PESQUISADOR DE SOM FONTE DE TENSAO. ‘DIODO - To29 ELETROLITICO - VPP -TEFS1 PS 25P ede trancistores, FETe, TRIACS, SCRe, Mede FLYBACKIVOXE estiico quando se E o mai A nstumenta para pesquisa de Fortevarivelde0a30V .Correrteméxima Identica elemertos © polarzagdo dos tem acesso a0 envolameri. Mede deletos em ccutos de som Capia 2 som de saidaZA Protegso de cure, permie-se Ccongonentes no ccuta, Mede diodos FLYBACK encapsuiado através do Ura que podeser den ampltcadr, rio AM fazer leturas de tenado e corer AS (atero ou em cute) no creut. porta MAT. Made eapacttes eetoitcas @S5KHr,FM-107 Na. TWMeacassete teedo: gost fe AS conerta fs 18300 ro ercuto e VPP. S250 “as MMe. TR 24000 FRSA: Digital... RS 210,00 FAIS. Analégica...RB 20000 MULTIMETRO DIGITAL MULTIMETRO CAPACIMETRO MULTIMETRO/ZENER! ‘CAPACIMETRO DIGITAL Moa2 DIGITAL MC27_ ‘TRANSISTOR-MOZS7 ‘C044 Tenséo ce 1000 V- precsio %, torsio Tersdo cc. 1000V- prcisio 05% tera Tensio cc. -1000V, 13 dB | | | | | | I ee oe ert pe ! I | | | | | | | | TSM - Telefonia Rural RS509 - KM 9 N° 6948 STA MARIA - RS | I | I I | I I ! | | | (08 conectores tipo “N" macho banhados em prata e our; 5 elementos | I I | | I I | I | | I | PABX / FAX - (055) 226.1961 | | A Anote no Cartéo Consulta n? 01505. a gp al soe eats re es Ge fee STITUTO MONITOR Prepare-se para o futuro com as vantagens da mais experiente e tradicional escola a distancia do Brasil. Esto 60 momento carto de vocé conqustar sua independénciananceta Atavés Go cursos Cudadosamente panejados vocs ra especialza-so Tuma nova profsedo oso estabelecer por conta pda, sto & posse em ova tempo, e com menseiGades a0 seu alrce,O Instuto Monitor 6 Benoro no ensino a dslanca no Brest, Connecido por sua sorcdade, apacicade e experéncia, vem desde 1009 desomvendo teorioas Go trano, olerecendo um méiaco excusto e fomadgr do grandes proto nai Esto métodochama so APRENDAPAZENDO- Pravea tora sonore [uias, proporconando 20 aluno um eprendizadoiniegrado e de grande ootncia » ELETRONICA, RADIO E TELEVISAO _ § . CALIGRAFIA _ 3 « CHAVEIRO ELETRICISTA ENROLADOR SILK-SCREEN LETRISTA/CARTAZISTA FOTOGRAFIA PROFISSIONAL. Gi » DESENHO ARTISTICOE =a _ PUBLICITARIO DESCUBRA UMA ELETRICISTA INSTALADOR ey Ouro: MONTAGEM E REPARACAO DE APARELHOS ELETRONICOS ‘CAPACIOADE ‘moceros do noms ‘atondimenta rapido © EXPERENCIA Peneroneensroade Urea, conqusou doe fitwamonte. eres ade erespetoemiodo pats Maniém equipe tons a expects, go fantnaalermagiode Competantes pots: MINA DE (Cam uma cnica macula, 28 fae todos os crsos abana: BOLOS, DOCES E FESTAS CHOCOLATE PAO-DE-MEL Caso voct quel : SORVETES meat Bt 5. En MANEQUINS E MODELOS de serem reaproveiados fon 7 (moda, postura corporal, cuidados com 0 corpo, pemuito bem pago, ; urpen pocien de bom os) CO DIRECAO E ADMINISTRACAO DE EMPRESAS * MARKETING * GUIA DE IMPLANTACAO DE NEGOCIOS * * Pega inforagdes sot condipdes de pagamentoo programas. [ Anote no Cartéo Consulta n° 01221 INSTITUTO MONITOR a8, 253 (no centro de Sto Paule), de 2a Gera ra aoe Sabecon ata 2 Porat ov gue 22 ou FAX (O11) 224-8350. noo [5) Kinda so preter, enveo conan par Cova Pot 2728 GMT GePoraen 70. sao Paulo - =e eee ee Ys ove: Sean Eu quer garam tual Enveme oso de ‘ | KITS OPCIONAIS ae \ SE-259 \ Salsa salts fs ens nn ata eae — Vcore mn Sotrcdoaovocmaacpatt (GgWSS OS Veuuheune est Re nara coouager eee E | faiimarimtscrpateesse COMPARE } dos para cada curso. Sai Ses, a SE FONE: (011) 220-7422 10) Fig, 10 - Comportamento tipico de uma fibra éptica comum. | calar um amplificador para “recupe- rar’ esse sinal, conforme mostra a figura 9 Com sinais de altas freqiéncias como por exempio as imagens e mesmo sinais codificados por um computador, 0 problema é ainda maior As perdas so mais importantes e causam problemas como por exem- plo a deterioragao da imagem, no caso do video. b) Imunidade 4 interferéncia. Um cabo de metal funciona como uma antena, e qualquer interferéncia de natureza elétrica pode ser capta- da pelo cabo no seu percurso, sobre~ pondo-se ao sinal. Numa linha telefénica temos rui dos e sons estranhos. Quem ja nao ouviu os sons de uma estagao de radio no proprio telefone? ORDEM MAIS ALTA OF pponscacio —__| ‘S40 0 resultado da captagao des- ses sinais pela propria linha que se ‘comporta como uma antena. No caso da fibra éptica isso nao corre. sinal que percorre a fibra é a luz e ela, como onda nao softe a interferéncia de quaisquer radiagao eletromagnética que atravessem seu caminho. ©) Largura de Faixa Mas, sem dovida, a vantagem maior esté na largura do espectro da luz que pode ser transmitida. Na verdade, as fibras dpticas nao se prestam & transmisséo somente da luz visivel, mas de um espectro maior que é mostrado na figura 10. Este espectro € milhdes de vezes mais amplo que a faixa de radio que usamos hoje para transmissao de si- nais, desde ondas médias até VHF Isso significa que, em teoria, cada fibra pode transmit milhdes de ca- nais de audio, ou mihares de canais, de TV, sem problema de mistura. E claro que o problema maior, e que ainda apresenta algumas dificul- dades técnices, € 0 de se fazer a sintonia do canal desejado. Mas, baseados neste fato, pode- mos dizer que no futuro, num termi- nal de fibras dpticas doméstico, po- dem chegar milhares de canais de dudio e de TV, € muitas outras for- mas de informagdes que seriam *sin- tonizadas" com faciidade. @) Seguranga Um ponto importante a ser consi- derado no uso das fibras épticas 6 que o material usado nao € condutor elétrico 0 que de imediato significa a impossibilidade da ocorréncia de cur- to-circuitos. Da mesma forma, nao existe qualquer perigo de uma fibra icar acidentalmente submetida a po- tenciais perigosos. ©) Resisténcia ( vidro & 20 vezes mais forte que 0 ago e além disso é inerte agao de substancias corrosivas, 0 que nao acontece com os fios metalicos. f) Custo O vidro é feito de silicio que é 0 material basico de que é feito nosso planeta. Desta forma, existe uma abundan- cia de sua matéria prima que nao ‘ocorre com os metais. Com o desen- volvimento das técnicas de fabrica- G0 0 custo das fibras vai se reduzin- £ A Fig. 11 4 {OROEM HAIE BAIKA OF PROPAGAGRO Defoimago de um sinal 20 longo de uma fra éptica SABER ELETRONICA N° 259/04 do. A medida que o tempo passa, 0 metal tende a ficar mais caro (a nao ser que novas jazidas sejam encon- tradas) enquanto que as fibras vao se tomando mais baratas. OS PROBLEMAS TECNICOS As fibras so hoje disponiveis com perdas muito pequenas e a capaci- dade de transmitir sinais numa am- pla faixa do espectro visivel e infravermetho, Muitas linhas telef6ni- cas convencionais, ¢ interligacoes de sistemas de computadores ja esto sendo substituidas por fibras 6pticas, dadas suas evidentes vantagens. No entanto, a substituicéo n&o & tao simples, e além dos proble- mas que ja foram vencidos existem muitos outros a serem considerados de modo a se aproveitar todo seu potencial. Voltando & maneira basica de se transmitir sinais modulando simples- mente um feixe de luz, consideremos tuma fibra conforme mostra a figura 11 Na verdade nao teremos um Gni- co feixe propagando-se por esta fi- bra, mas diversos que entao se refle- tem em varios locais e de modos di ferentes no percurso a ser coberto, ‘A. trajet6ria do feixe de luz vai determinar 0 modo de operagao da fibra Se esse percurso for pequeno nada de anormal é detectado, mas se ele for longo, a diferenga entre os tempos que os diversos réios da mesma fonte levam para percorrer a fibra comega a tornar-se importante, principalmente se a modulagao for muito répida, ou seja, se estivermos transmitindo sinais em frequéncia muito elevada. Conforme mostra a figura 11, 0 feixe de luz de um pico de sinal, pode se atrasar e aparecer no intervalo, com uma deformagao sensivel, ou seja, hd um “espalhamento” do sinal que leva a perdas na qualidade da informagao a ser transmitida. Deve ser considerado também que, se a luz usada nao for mono- cromatica (frequéncia Unica) as di- versas frequéncias se comportam de maneira diferente quanto & refracao. Normalmente este comportamen- to da fibra Optica é especificado em MHz/km. SABER ELETRONICA N° 259/04 ‘Assim, uma fibra de 100 MHz/km pode transmitir sinais até 100 MHz se Seu comprimento for de 1 km, mas 86 pode trabalhar com sinais até 50 MHz se seu comprimento for de 2 km. As fibras em que isso ocorre sa0 denominadas “multimodos” pois exis- tem diversos raios transportando a mesma informagao. ‘Mas, por outro lado, é possivel a ‘operacao mono-modo, em que temos, apenas um feixe estreito, e esse espalhamento nao ocorre Um outro problema a ser consi- derado é em relagao as fontes de luz Fig. 12- Especto de emissio de LEDs comuns. usadas nas transmissdes. Os LEDs ‘so dispositivos que produzem luz numa faixa estreita de frequéncias, e além disso podem ser _modulados por sinais de freqiéncias bastante elevadas. Por isso so ideais para a trans- miso de sinais pelas fibras épticas. Na figura 12 temos 0 espectro de LEDs comuns. Mas, para 0 acoplamento dos LEDs as fibras sao necessarias téc- nicas especiais. Dispositivos para esta finalidade ja existem e sao usa- dos em grande quantidade nos siste- mas de comunicagao por fibras opticas. Da mesma maneira temos de pen- Sar nos sensores, que convertem os sinais modulados em sinais elétricos. Os foto-diodos, pela sua veloci- dade de resposta sao os mais usados nas aplicagdes de atas freqdéncias. Para frequéncias mais baixas po- dem set usados foto-transistores & até foto-triggers, como os mostrados na figura 13. ‘CONCLUSAO Nao vai demorar muito para que uma parcela significativa das comu- nicagdes que hoje utizam cabos con- vencionais passe a empregar fibras 6pticas. Isso significa que 0 técnico de manutengao, projetista e mesmo 0 instalador se vejam diante da neces: sidade de trabalhar com dispositivos um pouco diferentes dos atvais. A Opto-eletronica devera entéo ‘ocupar um lugar de destaque nas te lecomunicagdes do futuro, com uma grande quantidade de circuitos e dis Fig. 13 - Um Foto-tigger. positivos que operem no interfa- ‘ceamento de fibras com circuito e no processamento de sinais com carac- teristicas diferentes daquelas que 0 técnico atual esté acostumado. Nossos leitores devem entéo se preparar para mais este passo na evo- lugdo das técnicas eletronicas, nao deixando de se atualizar, As Infovias ver ai, ¢ logo os ins- taladores de antenas, instaladores de linhas telefénicas e técnicos de ma- nutengao de equipamentos eletrani- cos vao comecar a ouvir falar e rece- ber em suas oficinas aparelhos que trabalhem com luz € nao mais com os tradicionais sinais de radio! . © que vocé achou deste artigo? Saber Eletronica precisa de ‘sua opiniao. No cartao-consulta com postagem paga, marque o nime- To que avalia melhor, na sua opi- niao, este artigo. Bom marque 04 Regular marque 05 Fraco marque 06 Eletronice sem choques KIT ANALOGICO DIGITAL NOVO CURSO DE ELETRONICA, RADIO E TV. SUPER PRATICO E INTENSIVO. FEITO PRA VOCE. + Super atualizado, com a descri¢do dos mais estritamente necesséirio. recentes receptores de rédio, aparelhos de + Apresenta métodos de anélise, pesquisa de som e televisores. defeitos e conserto de aparelhos eletrénicos, + Antes mesmo da conclusdio do curso vocé com um minimo de recursos e também estard apto a efetuar reparos em aparelhos através de instrumentos. de récio. + Apresenta roteiros para ojustes +Vocé receberd o kitde injetor de sinais no calibracéo, descrigdo e uso de instrumentos. decorrer do curso. MESES VOCE + Ea sua grande chance: curso por +s céleulos matematicos esto reduzidos ao VIRA FERA. correspondéncia é muito mais pratico. OCCIDENTAL SCHOOLS Demnets ss08 cursos técnicos especializados sua disposicdo: oneal & Av. Sao Joao, 1588, 2: s/loja - Tel. (011) 222-0061 - CEP 0121-900 - SP “erica Digi SD Le a. + Audio e Radio = i “Teeviso PAB e Cores 2 me celdentnlsehoales SE-259 * Eletrotécnica i wo perce cos CEPOI0S9-970 Siio Paulo SP * Refrigeragco e § Desejo receber, GRATUITAMENTE, o catilogo ilustrado do curso de: ‘Ar Condicionado yea ee ie s ee *Programagao Basic = Sng *Programacao Cobol £ a es es aA Steves Wel) ideng *Microprocessadores © Bojrro, wa + Software de Base Cidade__ Estado. INFORME PUBLICTARIO uDX - CONTROLADOR PROGRAMAVEL PESSOAL - parte 2 Nesta edicao descreveremos a pro- gramagao do DX e algumas aplica- ‘96es. Na edigao anterior foi explicado ‘© esquema elétrico do controlador programavel e como conecté-lo ao “mundo reat’. © controlador programavel DX & programado através de um programa chamado PG (programador grafico), ‘que acompanha o equipamento. Este programa roda em ambiente DOS (versa 3.0 ou mais recente) & necesita de microcomputador AT 286, 386 ou 486 (nao funciona corre- tamente em PC-XT, devido a veloci- dade muito lenta destes computado- res). Além disso, deve ser instalado no computador um mouse e o video precisa ser VGA (monocromético ou colorido), O computador € conectado a0 DX (ou a uma rede DXNET com varios »OX) através de um cabo ade- quado (que também acompanha o DX) ligado a porta paralela do PC. O programa PG é um ambiente para de- senvolver aplicagées para o uDX de forma grafica e amigavel. Assim, nao existem linhas de programacao nem instrugdes, mas blocos (“icones”) que ao interligados, como se fossem com- onentes elétricos reais. Todas as ope- Tages sao feitas através do mouse, ‘com poucas intervengdes do teclado. Como Programar ‘Ao rodarmos © programa PG sur- ge a tela de apresentacao. Ao pressi- onar qualquer tecla, esta tela é subs- tituida pela tela principal do programa: Na tela da figura 1, notamos a di- reita, uma série de desenhos que re- presenta os diferentes “componen- tes" que iro formar 0 “circuito” a ser transmitido para 0 DX. A area livre & esquerda 6 onde 0 “circuito” é monta- do. Basta capturar com 0 mouse os blocos existentes e ir montando 0 cir- cuito. Por exemplo, se quisermos fa- zer um relé temporizador que, uma vez ativado, fique ligado durante 10 ‘SABER ELETRONICA N° 259/94 segundos, veja atela da figura 2.Note que a entrada utiizada é E, e a sai- da, S,. Se transmitirmos este progra- ma ao uDX, cada vez que for energizada a entrada E; a saida sera acionada durante 10 segundos. Figura t Foi utilizado 0 bloco de monoes- tavel programado para 10 segundos. Para transmitir 0 programa basta conectar 0 uDX a porta paralela do microcomputador via cabo proprio (acompanha 0 uDX) e entra na janela Figura 2 7 Ine oRME FUBLICTARI Figura 3 _ existente na tela principal Esta tecla abre uma janela com vari- ‘as opgées, entre elas compilagao do programa e transmissao para 0 uDX, Exemplos de aplicacoes ‘Vamos tentar mostrar algumas apli- cagées do uDX. O objetivo aqui é dar uma idéia da facitidade de programa: ¢40 e suas particularidades. Uma apli- cacao particular possivelmente seria melhor satisfeita com um programa es- pecifico para ela, elaborado pelo usu- tio, Note que, devido & programacao ‘ser por blocos é muito facil ter mais de um proceso sendo controlado pelo mesmo DX. Basta desenhar 0 dia- grama de controle de cada proceso independentemente na tela do com- putador. ‘A tela real de programagao é bem maior que a area visivel de tela, pois 0 programa permite “scroll (mover atela SESS Ge, SEE wave LIGA7OESLIGA BLARME Taras stbisier conforme a figura 3. para cima ou para baixo) Figura 4 NF SEG:14 Descricéo dos blocos Entrada (© MDX possui 4 entradas que podem ser tlizadas através deste simbolo (E, a E,). Es- tas entradas permitem até 48 V diretamente, ‘Além disso, tém alta impediincia, permitindo sensores de baixo “fan-out Saida ‘As saidas do uDX (S, aS, acionam relés, capazes de comandar até 1 000 W. Esti dis- ponivel tanto © contato direto quanto © reverso do rel Chave NA ‘AChave NA (normalmente aberta) 5 per- mite @ passagem de sinal por ela caso 0 node de controle (inha pontihada}esteja igado, fe cchando a chave (similar a uma chave interru- VA__ | As tungées permitidas so somas, subtfagao, mo- pplora comum).. [mov] > ver valor, destocamento de bit & delta ou & es- ‘Chave NF 76 _| queria e operagées légicas como AND, OR & A chave NF (normaimente fechada) permi XOR, Além disso, este bloco permite testes como, te a passagem de sinal caso nao esteja aciona- se a varivel 6 maior ou menor que determinaco da via node de controle (linha pontihada). & valor, € teste de bit. similar ds chaves usadas em porta de geladel- DXNET +a, que quando pressionadas (nodo de controle Este 6.0 bloco que permite a intercomunicagéo ‘tivado) interrompem a passagem de energia com virios wDX utlizando-se.a rede local DXNET. létrica, DXNET] CoM ele podemos tansterir o estado de uma Relégio L enci:s 5] ligaslo (ative ou desativa) ou valor de uma Este bloco permite disparar um processo variavel de um uDX para qualquer outro .OX. ‘em um determinado horério. E possivel espe- Rot:25 ‘Com este recurso, pode-se fazer programas: ificar dia da semana, hora e minuto. Gragas bastante complexos apenas distribuindo as tare- ‘80 relégio interno do DX, ele sabe que horas {fas entre os varios controladores ligados em rede. ‘sfo e qual o dia da semana atual. Note 0 nodo Expansio de controle pontithado, at esquerda. Este nodo © bloco de expansio acessa 0 conector de deve estar ativo para que 0 nodode saida ligue EX

100 0 relé ira ligar e 36 desligar se Figua Figura 6| [tal rea] ales issT ‘vp<90. Portanto, teros uma histerese de 10. O valor de vo pode ter corres- pondéncia direta com o valor de tem- peratura (ou seja, v = 100 significa que estamos detectando 100 graus celsius) desde que 0 circuito externo seja calibrado corretamente. bloco de expansao utilizado no programa permite ler o valor de vo em um display ligado & porta de expan- 80 do uDX. . ae om marque 07 a ee, Reguiar marque 08 b — 2 Irgua7 |__Fraco marque 09 [O que voeé achou deste artigo? | Saber Eletrénica precisa de sua opinido. No cartéo-consuita com posta-gem page, marque o niimero que avalia melhor, na sua opiniéo, este artigo. SABER ELETRONICA N° 259/94 ELETRONICA WALGRAN LTDA RUA: AURORAN*248 SAO PAULO “SP. Campo mea ‘ZAPICOM. ELETRON. LTDA = THEVEAR INSTRUMENTO: ELETRONICA CATV LTDA SLIM EQUALIZER Newton C, Braga Nao é simplesmente mais um equalizador que descrevemos neste artigo. exige um projeto préprio e mals do que nunca isso ¢ valldo no caso de equalizadores. Este, que levamos aos nossos leitores, possul caracteristicas préprias que © diferenciam em muitos aspectos dos equalizadores comuns. Somente apés a anélise deste interessante projeto é que os leitores poderao confirmar o que afirmamos, e verifi- car que ele pode significar muito mais para o som de seu carro. A introdugao deste artigo fala de algo que muitos leitores talvez nao levem em conta ao abordar um pro- jeto de audio, quer seja ele um am- plificador, um mixer ou um equa- lizador, Este “algo” é a finalidade do projeto e que determina basicamen- te seu circuito e também seu modo de operacao. Isso quer dizer que um equalizador nao é simplesmente um equalizador, se bem que esta seja uma maneira um tanto quanto estra- nha de abordar o problema Na nossa opiniao, um equalizador nao pode ser simplesmente um equalizador: tem que ser algo mais, tem que ser um equalizador para uma determinada aplicagao, apresentan- do caracteristicas especificas para esta aplicacao. Um equipamento dessetipo, para operar com um sistema de som do- méstico nao deve ter as mesmas ca- racteristicas de um equalizador para 0 carro. Se um projeto precisar atender 4s duas aplicagées, o que é possi- vel, ele deve ter caracteristicas ainda mais diferenciadas. Do mesmo modo, 0 tipo de circui- to e a montagem estao também de- terminados pelo poder aquisitive do montador, ou seja, por quanto ele pretende gaster. Reunir as caracteristicas que 0 leitor dseja para um equalizador ¢, portanto, uma tarefa que exige cui dados especiais e se bem feita, cer- tamente levara um projeto incomum, para algo mais que um simples ‘equalizador. projeto Slim Equalizer (Slim = fino), que apresentamos aos leitores, tem as caracteristicas de um projeto interessante e que podem ser resu- midas da seguinte maneira: @) Baixo custo, sendo acessivel aos que desejam fazer uma monta- gem eficiente e econdmica. Utiizan- do uma solucao simplificada para permitir o uso de potenciémetros co- muns, seu custo é reduzido. b) Pode ser usado tanto em casa, ro sistema de som doméstico como no carro, melhorando o desempenho de toca-fitas que tenham amplifica- dores externos, ©) Tamanho reduzido, faciltando sua instalagao no carro ou junto a um ampificador comum, ) Quatro frequéncias de equa- lizagao, atendendo @ sensibilidade normal do ouvido de bom gosto do leitor. @) Instalagao facil e montagem simples. (COMO FUNCIONA Por que equalizar 0 som de um amplificador ou toca-fitas? Ja tive- ‘mos a oportunidade de abordar este problema em diversas oportunidades € ele se resume no seguinte: Cada ambiente é um ambiente, € ele “teage” aos sons de um amplif- cador ou qualquer sistema de modo diferentes. Em outras palavras, o ambiente pode ser responsavel pela absorcao de determinadas frequéncias da fai- xa audivel de uma forma mais inten- ‘sa, prejudicando assim a fidelidade de reproducao, conforme mostra a curva da figura 1. A absorgao de frequéncias altas pelos objetos de uma sala, ou ainda elos materiais de forragéo em uma sala ou automével, pode fazer com que a miisica fique pobre em agu- dos. Do mesmo modo, a ree | eee Figura 1 absorc4o dos sons de baixas freqiéncias afe- tara os graves que tam- ene | bém terao sua intensida- de reduzida, A finalidade de um wive.ge | equalizador é justamen- te adaptar 0 som do am- plificador a5 condigdes do meio ambiente, Se o ambiete absorve graves, com a ajuda do equa- lizador, podemos re- forga-los de modo a ha- 2 -SABER ELETRONICA N° 259/94 Figura 3 ver sua compensagao. O equalizador deve entéo ser ajustado de acordo com 0 ambiente, tendo como refe- réncia a sensibilidade do ouvinte. Na figura 2 mostramos um graf co em que aparecem as 4 faixas de freqiéncia de atuacao do equ lizador. ‘A primeira, certralizada em 200 Hz, corresponde aos sons graves, a se- gunda e terceira, centralizadas em 1 kHz e 4 kHz corresponde aos mé- dios, e finalmente a terceira, centrali- zada em 10 kHz, corresponde aos agudos. O equalizador pode ser ajustado de dois modos: para reforcar deter- minada faixa de freqiéncia ou para atenué-la, ou seja, diminuir sua in- tensidade. ‘Assim, se todos os controles do equalizador forem mantidos na pos ‘¢40 central, nao teremos nem refor- go nem atenuagao. O sinal que entra, sai do mesmo modo. Esta seria a posicao ideal para ‘9s controles num ambiente ideal, ou sseja, que nao refletisse nem absor- ‘SABER ELETRONICA N? 259/94 vesse 0s sons de todas as frequéncias (figura 3). Se os potenciémetros forem levados para a di- teita, teremos um reforgo da faixa de freqiéncias correspondente. Do mesmo modo, se 0s potenciémetros forem levados para a esquerd: teremos uma atenuagao. ‘A combinagao de re- forgos @ atenuagées per- mite obter a reproducao ideal para cada ambiente © para cada gosto. Na figura 4 temos os circuitos usados na equa- lizagéo de cada freqdéncia. Os valo- res dos capacitores determinam a fre- qiiéncia central da equalizacao. Sao usados dois transistores como elementos ativos do circuito. primeiro é um pré-ampiificador de audio e tem por finalidade aumen- tar a intensidade do sinal de modo que ele possa excitar conveniente- mente os circuitos de filtro dos potenciémetros de equalizagao. © segundo & formado por dois transistores que formam um ampli cador, onde a realimentacao neg va 6 justamente dada pela rede de equalizagao. Esta realimentagao determina 0 ganho desta etapa em cada freqiién- cla, obtendo-se com isso 0 reforco ou atenuagao desejados. Figura 6 LEDI~00,5e0 PaPe~ 2 Figura 6 Pacanes © uso de potenciémetros duplos 6 justificado pelo fato de termos que equalizar do mesmo modo os dois canais de um sistema estéreo, o que quer dizer que o circuito deve ser montado em duplicata. ‘placa que damos na parte pra- tica ja prevé isso, pois jé contém os ‘componentes para a versao estéreo. importante neste tipo de mon- tagem & a manutengdo de ligagdes curtas e diretas, para que roncos ou oscilagdes nao prejudiquem seu fun- cionamento. A alimentagao do circuito é feita com tensao de 12 V que pode ser obtida tanto de fonte como da pré- pria instalagao elétrica do carro. Se for usada fonte, deve ser pre- vista uma excelente fittragem para que nao ocorram problemas de ron- cos. OS COMPONENTES Uma das caracteristicas deste equalizador esta na utilizagao de componentes comuns de baixo cus- to. Nem por isso, seu desempenho deixa de ser tao bom como de equi- pamentos mais caros, pois solugoes simples nao implicam necessaria- mente em perda de qualidade. Figura 7 ed abt ae eee tee —fo of RRR 24 ‘SABER ELETRONICA N° 259/94 Rte cCae 1B nie @ SABER ELETRONICA N° 259/94 cana & ae = id Sea eA) bias o 7 Sot as tr | Fgura 9 Outra caracteristica esté na caixa de reduzidas dimensées, conforme mostra a figura 5, Este formato de caixa permite a instalagao facil no carro e também para 0 uso doméstico. Os transistores usados podem ser do tipo BCS48 ou equivalentes. Tr pos de menor nivel de rudo como os BC549 para o caso do pré-amplifica- dor séo recomendaveis. Os potenciémetros sao comuns duplos lineares de 100 ke2. Dada a ‘montagem em placa de circuito im- presso, sao usados tipos miniatura com terminais para fixagao direta nesta placa. Os resistores sao de 1/8W com 5% ou mais de tolerancias. Os capacitores eletroliticos tém tensbes conforme a lista de materiais, enquan- to que os demais podem ser ceramicos ou poliéster Veja quena placa também existe umachave comutadora de 4 pélos x 2 posigées do tipo pressao para des- ligar 0 equalizador, fazendo o sinal assar diretamente da fonte para o amplificador. Veja que esse equalizador vai ser intercalado entre afonte de sinal, que pode ser 0 toca-fitas, sintonizador, radio, CD-player e o ampiificador de poténcia, conforme mostra a figura 6. Material adicional pode ser con- seguido com facilidade, como por ‘exemplo os fios, parafusos e porcas de fixagao, separadores para a pla- ca, botdes para os potenciémettos, ete. MONTAGEM Na figura 7 temos 0 circuito com- pleto de um dos canais de nosso ‘equalizador. 26 A placa de circuito impresso para ‘8 dois canais de um sistema estéreo 6 mostrada na figura 8. Na montagem recomendamos os seguintes cuidados para que ela seja perfeita: * Solde em primeiro lugar os transis- tores observando sua posicao. Seja rapido nesta operagao para que 0 calor nao afete estes componen- tes. + Solde os resistores,observando com Cuidado seus valores. + Na soldagem dos capacitores eletroliticos & importante observar ua polaridade. Tenha cuidado com 08 cédigos usados nas marcagées, principalmente dos capacitores ceramicos. * Os jumpers sao pequenos pedagos de fios que interligam dois pontos da placa. Use fio ni ou encapado, conforme o comprimento, que sem- pre deve ser 0 mais curto possivel, ‘Sao 8 os jumpers usados nesta montagem. Nao esqueca de ne- hum! *-Para soldar os potenciémetros bas- ta encaixé-los nos furos. Veja bem ‘© comprimento do exo antes de fazer esta operacao, pois ele deter- minard a posigao da placa no inte- rior da caixa * Complete esta fase da montagem com a soldagem dos fios da chave ‘comutadora, segundo mostra 0 de- senho. ‘Com a placa pronta, o leitor deve passar & fase seguinte que corresponde as ligagdes externas. S06 as ligagdes que devem ser feitas na placa: a) Duas correspondentes a all- mentagao (positivo e terra) b) Duas correspondentes as en- tradas (canal esquerdo e direito) ©) Duas correspondentes as sai- das (canal esquerdo e direito). Observe que 0 terra correspon- dentes a entrada e saida de sinais 6 ‘comum. Terminada amontagem, con- fira tudo e nao tendo dividas passe A prova de funcionamento. PROVA E USO Na figura 9 temos o modo de fa- zer a ligagao do equalizador entre uma fonte de sinal (toca-fitas, radio, etc) eo ampificador de poténcia. Dependendo do aparelho pode ‘ser importante ligar em cada saida um resistor de fio de 10.2 x 5 W para manter a carga, sem o qual podem ‘ocorrer distorgdes. Ligue o amplifica- dor, 0 toca-fitas e finalmente o ‘equalizador pressionando a chave. Coloque todos os potenciémetros ‘na posigao normal, ou seja, no meio de seu curso, que corresponde ao zero da escala (ao fixar os botdes, cuide para que a marcacao de zero fique correspondente 20 meio cur- 80). Ajuste 0 volume do toca-fitas ou outra fonte de sinal, e do amplifica- dor para que seja obtida uma repro- dugo normal. Esse ajuste deve ser feito com o menor volume possivel da fonte de sinal, que deve operar ‘com poténcia reduzida, j4 que a po- ‘téncia final de audio sera determina- da pelo amplificador. A seguir, atue sobre cada potenciémetro verificando o corte ou reforgo das faixas de frequéncias cor- respondentes. Desligando agora o equalizador, © sistema deve continuar funcionan do notmalmente sendo apenas ne- cessério um eventual retoque no vo- lume do ampiificador. SABER ELETRONICA N° 259/94 LISTA DE MATERIAL ‘Semicondutores: ©}, Q - BO548 -transistores NPN do Resistores: (1/6W, 5%) Rr, Reo, Ras, Flas - 180 KW Fo, Rar = 220 kK Fa, Rap - 68 ko Pi, Rap - 47 KO Fes, Riss Pres Fao: Ran, Ro ~ 1,5 KO Fe, Rea, Fo. ae ~ 330. ry, ho, Fis, Pas, Rae, Ry = 2,2 k Re: Pia: Fis. Fae » Fae: Rao ~ 10 ko AO, R14, Rat, RAZ - 3.3K IZ, R18, R43, 44 ~ 33k io, RAS -1,2k Ft, R46 - 4,7 kO Rea, Ra7 - 1500 Fed - 82.0. 4B -1 ko P; Py - 100 ka - potenciémetros du- plos para placa de circulto Impresso Capacitores: Cy, Che 100 nF - cordmicos ou poliée- ter Cz, Cy, Co, Cra, Cis, Cre, Cra, Cas ~ 47 uF x16 V- eletaliicos, 4: C47 - 68 nF -cerdicos ou poiéster 5, Ca, Ci, Cie - 4,7 nF cordmicos ou poliéster Gy, Cap = 22 nF -cerdimicos ou poliéster Cy, Cay - 15 nF - cerdmicos ou poliéster hos Cae = 100 pF - cordicos ins Cop = 220 pF x 16 V- eletroiticos C13, Cog - 10 WF x 16 V - eletrolitico Diversos: CH, - Chave de 4 pdlos x 2 posigées com tava, Placa de crcuitoimpresso, botbes para ‘08 potenciémetros, fios blindados, fios, separadores, caixa de metal com for: ‘mato © medidas indicadas, et. Para usar 0 equalizador, basta ajustar os potencidmetros de modo a haver o reforgo das faixas de fre- giéncias, que o bom ouvido de cada um deve perceber quando nao esto ‘sendo reproduzidas de forma conve- niente. Para cada tipo de misica ou pro- grama, haverd uma equalizacao ide- al . © que vocé achou deste artigo? Saber Eletrénica precisa de sua opiniao. No cartao-consulta com postagem paga, marque o niime- fo que avalia melhor, na sua opi- nido, este artigo. Bom marque 16 Regular marque 17 Fraco ‘marque 18 CONTROLE DE TOQUE COM FET DE POTENCIA Newton C. Braga Cargas resistivas de alta poténcia podem ser controladas por um simples toque com o circulto apresentado. O “segredo” do projeto que transistor de efelto de campo de poténcia. O circulto opera com tensdes de 6 a 12 V. Apresentamos um controle de to- ‘que temporizado para cargas de po- téncia que ndo faz uso de relés, mas sim de um transistor de efeito de cam- po de poténcia. A principal caracteristica deste transistor, que o diferencia muito dos transistores comuns de poténcia, & ‘que na plena conducdo a resisténcia entre seu dreno e fonte (equivalente 0 coletor e emissor) é de fragao de ‘ohm, 0 que significa que praticamen- te ndo ha queda de tensao e perdas no circuito.. Fig. 1 = Diagrama completo do aparelho, SABER ELETRONICA N? 259/94 © nosso projeto é temporizado e a temporizagao pode ser ajustada por P, numa faixa que vai de alguns se- gundos a diversos minutos. Isso significa que, a0 tocarmos no sensor, a carga sera ativada (ou desativada) por um tempo que de- pende do ajuste de P, O circuito é bastante simples e na condicao de espera apresenta um consumo de corrente muito baixo, da ordem de 0,5 mA o que o toma pré- prio para aplicagdes automotivas, onde ele deve permanecer constan- temente ligado @ uma bateria. Caracteristicas * Tensao de alimentacao: 6 a 12 V * Corrente maxima de carga: 5 A * Corrente em repouso: 0,5 mA 1940: 2 segundos a 20 - ar COMO FUNCIONA O circuito integrado 40938 consis- te em 4 portas NAND disparadoras CMOS. A primeira dessas portas usada como sensivel sensor de to- que, cuja saida vai ao nivel alto quan- do a resisténcia de X; cai, com 0 to- que dos dedos. ‘Com a passagem para o nivel ato, © capacitor C, carrega-se e descarre- ga-se lentamente através de P; O nivel alto que C; determina nas ‘entradas das trés portas restantes, que funcionam como inversoras, faz com que a safda vé ao nivel baixo, polari- zando o FET de poténcia no sentido de condugao. Com isso, a carga é ativada. Téo logo ocorra a descarga de C,, ao pon- to em que as portas ndo reconhegam. mais a tensao como nivel alto, ocorre a comutagao e 0 FET de poténcia vai a0 controle desativando a carga. MONTAGEM Na figura 1 teros o diagrama com- pleto do aparelho. A disposicao dos ‘componentes numa placa de circuito impresso é mostrada na figura 2. transistor de poténcia deve ser dotado de um radiador de calor, e para © circuito integrado sugerimos a util- zacao de um soquete DIL (Dual In Line) de 14 pinos. Os resistores podem ser de 1/8 W ou 1/4 W com 5% de tolerancia e o sensor consiste em duas plaquinhas de me- tal separadas que devem ser tocadas simultaneamente. capacitor eletrolitico tera valo- fes que dependem da temporizacao desejada, podendo variar entre 1 uF e 1,000 uF. Maiores valores proporcio- nam maiores temporizagies. A fonte de alimentacao deve estar apta a for- necer a corrente exigida pela carga controlada, LISTA DE MATERIAL ‘Semicondutores: CC, - 40838 - circuito integrado CMOS , - IRF630, IRFE40, IRF720 ou equiva- lente - FET de poténcia, D, - 1N6148 - diodo de silicio Rosistores (1/8 W, 5%): Ry - 10 MQ - (marrom, preto, azul) FR - 10 ka - (marrom, preto, laranja) Fy - 1 kQ - (marom, preto, verrelho) P, - 1 MQ - potenciémetro Capacitores: G,- 1 Fa 1 000 uF x 12 Vou 126 V- latroltico Diversos: X;j = Sensor - ver texto Placa de circuito impresso, caixa para ‘montage, radiador de calor para o tran- sistor, conector pera a carga, botdo para © potenciémetto, fos, solda etc. Fig. 3 - Adaptago para ativagdo inversa, Se forem controladas cargas indutivas como solendides, motores ou relés, deve ser ligado em paralelo com estes dispositivos um diodo 11N4002 ou equivalente, a titulo de pro- tego. PROVA E USO Para provar o aparelho podemos ligar como carga uma lampada de 12.V por 200 mA a 2 A, ou outro tipo de carga resistiva, dentro dos limites admitidos pelo aparelho. Para operagao inversa, podemos modificar 0 circuito, com a utlizagao , do sensor e capacitor de forma mos- trada na figura 3. . ‘© que voed achou deste artigo? ‘Saber Eletrénica precisa de sua opi- no. No cartéo-consulta com postagk aga, marque 0 niimero que avalia ‘melhor, na sua opinido, este artigo. Bom ‘marque 13 Regular marque 14 Fraco marque 15 QUANTO TEMPO DURA UM CD? Um estudo realizado pela Netherlands Organization for Applied Scientific Research (TNO) determinou que a vida util esperada para um CD é de aproximadamente 30 anos. Apés esse periodo, os CDs deixam de produzir som devido a oxidagao que afeta ‘0s pequenos ressaltos na superficie do metal, que correspondem a informagao digital. Por outro lado a mesma organizacao revela que a vida ttil para as fitas de video é bem menor. Uma pesquisa realizada em arquivos de fitas de video, revelou que unida- des com mais de 3 anos de idade jé apresentava certa “descoloragao” para 0 azul, devido a perda da magnetizagao. 28 + SABER ELETRONICA N° 259194 COMPREFACIL - DATA BOOKS PHILIPS LIGUE JA (011) 942-8055. REMETEMOS PELO CORREIO PARA TODO O BRASIL. ENCOMENDA: Verifique as instrugdes na solicitagao de compra da ultima pagina. VIA SEDEX: Telefone para (011) 942-8055 DISQUE E COMPRE ATENGAO: * Estoque limitado. * Pedido minimo de R$ 20,00 * Precos validos até 29/08/94 ou até terminar o estoque. * Descontos de 12% nas compras até o dia 15/08/94 ‘coDIGo ma PUBLICAGAO VALOR (3) ESTOQUE | . ic2a VIDEO AND ASSOCIATED SYSTEMS: ‘TYPES FOB61C95 (U/L) TO TDA 26558 25,00 [eee as 128 VIDEO ANO ASSOCIATED SYSTEMS BIPOLAR MOS | TYPES TDA 1525 TO wA 7330 |___ 2800 5 10s HIGH-SPEED CMOS 74 HCIHCTIHCU LOGIC FAMILY _| 25,00 | 10 1eat (GENERAL - PURPOSE/LINEAR IGs-1032 T 200 | 1c ‘0048 BASED 8 - BIT NICROGONTROLLEA | 2500 [__10 1C16 FASTTILLOGICSERIES | 2300 7 1c15 FAST TTL LOGIC SERIES SUPLEMENT TO IC 15 I = sCo1 DIODES [2500 [35 sco ‘SMALL - SIGNAL TRANSISTORS 2200 2 sco7 SMALL SIGNAL FELD EFFECT TRANGISTORS [2000 : | sc13 | __POWERMOS TRANSISTORS | 20.00 [ 4 SABER PUBLICIDADE E PROMOCOES LTDA. R, Jacinto José de Araijo, 309 - Tatuapé - CEP: 03087-020 - S. Paulo - SP - Brasil. Reaves 2 va~ Grn Curae o NOTICIAS & LANCAMENTOS SID INFORMATICA TEM NOVO DIRETOR-SUPERINTENDENTE Nestor de Mattos Cunha Jr. 6 0 novo diretor-superintendente da SID INFORMATICA, em substituicao a Jorge Roberto do Carmo, que ocu- ava até entao o cargo, e atualmente & superintendente da’ SHARP S/A Equipamentos Eletrénicos. No periodo de 1984 a 86, Nestor de Mattos Cunha J. ja atuou no gru- como diretor-industrial da Sid icroeletrénica pela Escola Politéc- icada USP, em 1971, com mestrado na instiuigao. De 1972 a 1975 atuou na Fundacdo de Desenvolvimento Tecnolégico da propria Escola Pol- técnica. (© novo superintendente da SID possui larga experiéncia profissional no segmento eletrénico, em areas de desenvolvimento e industrial, Atuou na Hewlet Packard, de 1975 a 1979, justrial da Scopus entre 79 e 81, diretor-superintendente da Digirede de 81 2 84, diretor da Icatel Telecomunicagées de 86 a 90 e dire- tor de operacdes da Scopus/Digilab de 90 a 94. Ele acredita que 6 preciso focar a aluagdo da empresa, em segmentos de mercado onde ela vem se desta- cando na lideranca, ha varios anos, ‘como Automagao Bancaria e Auto- magéo Comercial. Ele afirmou que, somente atuando em nichos onde ja desenvolvemos profundo conheci- mento das necessidades dos clien- tes, é que teremos condicbes de com- peti. PHILIPS INVESTE, RECEBE ‘ISO 9001' E EXPORTA A PARTIR DO ‘ABC’ Através da sua diviséo de com- ponentes eletrénicos - Philips Com- ponents -, 0 grupo Philips planeja in- vestir nos préximos trés anos US$ 10 milhées nas suas duas fabricas instaladas em Ribeiréo Pires, muni- cipio do ABC paulista. Essas duas Unidades respondem _pela produgao de resistores, 30 capacitores, potencidmetros e produtos magnéticos, itens essenci- ais para a produgao de aparelhos de udio, video, telecomunicagées e nuos feitos pela Philips no Brasil nos iltimos anos, algumas fabricas do grupo assumiram a posicao de cen- tro mundial de desenvolvimento, pro- ducao e exportacao. Isso ocorreu com a fabrica de resistores - a maior do mundo dentro do grupo Philips -, Cuja produgao anual em Ribeiro res passa dos 4 bilhdes de pegas (cerca de 11 milhdes de pegas pro- duzidas a cada dia). A receita obtida pela Philips com a producao em beirdo Pires chega aos US$ 45 mi- Iinges anuais, sendo que as exporta- des respondem por 40% desse vo- lume. Desde a instalagao de suas fabri- ‘cas no ABC, a Philips ja investiu cer- ca de US$ 51 milhes na moderni- zagao de sua produgao. Boa parte desses recursos englobaram a ade- ‘quaco dos processos de gestao de qualidade as normas internacionais 1SO 9000. A linha de ferrites (produ- tos magnéticos) foi certificada com a ISO 9001 em 1991 e teve essa cettiicagao revalidada no ano pas- sado. Ja a producao de resistores capacitores recebeu a mesma certficagao no titimo mas de margo. INTERNACIONAIS PHILIPS COMPONENTS LANGA © MAIS RAPIDO MICROCONTROLADOR OTP DE 3 VOLTS BASEADO NA ‘ARQUITETURA 80C51 Com a introdugao do S87L51F, a PHILIPS COMPONENTS 6 0 pri- meio fabricante mundial a oferecer um microcomputador baseado na ar- quitetura 80C51 que opera em até 20MbHz, verso OTP (‘One Time Pro- grammable") e com apenas 3 vols. Este microcontrolador, que ¢ 0 primeiro de uma série de disposi vos OTP de 3 volts que a PHILIPS pretende langar, oferece um desem- penho duas vezes maior que 0s ou- {ros também de baixa tensao, larga- mente utilizados em equipamentos portateis. Em adig4o ao seu alto desempe- nho aliado & sua baixa tensao de alimentagao, 0 S87L51FB possuitam- bém o PCA (‘Programmable Counter Array"), que pode ser programado para desempenhar uma larga varie- dade de distintas tarefas, incluindo medigbes de caracteristicas de sinais, digitais pulsados, tais como: fase, ci- clo de trabalho, largura de pulso, ge- ragao de seqiiéncias de pulsos de alta velocidade com precisao tempo- ral e sintese de controladores analégicos baseados em modulagdes PWM (‘Pulse Width Modulator’) de alta resolugao. Por estas razées, o S87LS1FB é largamente utiizado em servo-siste- ‘mas, tais como precisos controles de velocidade de motores. Outras facilidades internas inolu- ‘em: 16 Kbytes de meméria EPROM, 256 bytes de RAM, quatro portas de VO (InpuvOutput’) de 8 bits e trés contadores do tipo “timer/event" de 16 bits, ‘A meméria interna EPROM pode ser programada através de gravado- res convencionais que operam com © algoritmo "5 Volts Quick-Pulse” e tanto a RAM quanto a ROM podem ser expandidas externamente ao micro-controlador para até 64 Kbytes. A sua estrutura interna de interrup- des priorizadas de multi-fontes pro- Vé entradas em tempo real, enquan- to a sua UART “full-duplex” aprimo- rada permite a comunicagao em so- fisticados sistemas. Para sistemas que necessitam ainda de maior funcionabilidade, o S87L51FB pode ser expandido util- zando-se a nova tecnologia compati- vel TTL de 3,3 Volts. O S87L51FB esta disponivel nos encapsulamentos DIL, LCC e QFP, nas verses OTP e EPROM, nas fre- giéncias maximas de operagao de 16 MHz e 20 MHz, nas faixas de temperatura de 0°C a + 70°C e de - 40°C a +85°C. . __ SABER ELETRONICA Ne 259/04

Vous aimerez peut-être aussi

  • Se 321
    Pas encore d'évaluation
    Se 321
    84 pages
  • Se 264
    Pas encore d'évaluation
    Se 264
    92 pages
  • Se 174
    Pas encore d'évaluation
    Se 174
    100 pages
  • Se 330
    Pas encore d'évaluation
    Se 330
    84 pages
  • Se 279
    Pas encore d'évaluation
    Se 279
    84 pages
  • Se 243
    Pas encore d'évaluation
    Se 243
    100 pages
  • Se 405
    Pas encore d'évaluation
    Se 405
    84 pages
  • Se 262
    Pas encore d'évaluation
    Se 262
    92 pages
  • Se 323
    Pas encore d'évaluation
    Se 323
    84 pages
  • Se 177
    Pas encore d'évaluation
    Se 177
    85 pages
  • Se 313
    Pas encore d'évaluation
    Se 313
    84 pages
  • Se 338
    Pas encore d'évaluation
    Se 338
    84 pages
  • Se 222
    Pas encore d'évaluation
    Se 222
    99 pages
  • Se 258
    Pas encore d'évaluation
    Se 258
    92 pages
  • Se 278
    Pas encore d'évaluation
    Se 278
    84 pages
  • Se 410
    Pas encore d'évaluation
    Se 410
    83 pages
  • Se 263
    Pas encore d'évaluation
    Se 263
    92 pages
  • Se 281
    Pas encore d'évaluation
    Se 281
    76 pages
  • Se 178
    Pas encore d'évaluation
    Se 178
    84 pages
  • Se 155
    Pas encore d'évaluation
    Se 155
    84 pages
  • Se 176
    Pas encore d'évaluation
    Se 176
    84 pages
  • Se 435
    Pas encore d'évaluation
    Se 435
    68 pages
  • Se 298
    Pas encore d'évaluation
    Se 298
    84 pages
  • Se 171
    Pas encore d'évaluation
    Se 171
    84 pages
  • Se 436
    Pas encore d'évaluation
    Se 436
    68 pages
  • Se 365
    Pas encore d'évaluation
    Se 365
    84 pages
  • Se 348
    Pas encore d'évaluation
    Se 348
    84 pages
  • Se 215
    Pas encore d'évaluation
    Se 215
    84 pages
  • Se 363
    Pas encore d'évaluation
    Se 363
    84 pages
  • Se 296
    Pas encore d'évaluation
    Se 296
    84 pages
  • Se 210
    Pas encore d'évaluation
    Se 210
    84 pages
  • Se 156
    Pas encore d'évaluation
    Se 156
    82 pages
  • Se 119
    Pas encore d'évaluation
    Se 119
    84 pages
  • Se 157
    Pas encore d'évaluation
    Se 157
    92 pages
  • Se 345
    Pas encore d'évaluation
    Se 345
    77 pages
  • Se 270
    Pas encore d'évaluation
    Se 270
    84 pages
  • Se 223
    Pas encore d'évaluation
    Se 223
    84 pages
  • Se 269
    Pas encore d'évaluation
    Se 269
    80 pages
  • Se 187
    Pas encore d'évaluation
    Se 187
    84 pages
  • Se 154
    Pas encore d'évaluation
    Se 154
    82 pages
  • Se 422
    Pas encore d'évaluation
    Se 422
    85 pages
  • Se 194
    Pas encore d'évaluation
    Se 194
    84 pages
  • Se 374
    Pas encore d'évaluation
    Se 374
    84 pages
  • Se 181
    Pas encore d'évaluation
    Se 181
    100 pages
  • Se 271
    Pas encore d'évaluation
    Se 271
    84 pages
  • Se 226
    Pas encore d'évaluation
    Se 226
    92 pages
  • Se 220
    Pas encore d'évaluation
    Se 220
    108 pages
  • Se 217
    Pas encore d'évaluation
    Se 217
    84 pages
  • Se 227
    Pas encore d'évaluation
    Se 227
    92 pages
  • Se 314
    Pas encore d'évaluation
    Se 314
    84 pages
  • Se 283
    Pas encore d'évaluation
    Se 283
    84 pages
  • Et 143
    Pas encore d'évaluation
    Et 143
    68 pages
  • Se 363
    Pas encore d'évaluation
    Se 363
    84 pages
  • Se 255
    Pas encore d'évaluation
    Se 255
    84 pages
  • VK Amateur Radio 03-1973
    Pas encore d'évaluation
    VK Amateur Radio 03-1973
    28 pages
  • Se 248
    Pas encore d'évaluation
    Se 248
    92 pages
  • Se 352
    Pas encore d'évaluation
    Se 352
    84 pages
  • Se 387
    Pas encore d'évaluation
    Se 387
    68 pages
  • Se 188
    Pas encore d'évaluation
    Se 188
    62 pages
  • Se 402
    Pas encore d'évaluation
    Se 402
    69 pages
  • Se 302
    Pas encore d'évaluation
    Se 302
    84 pages
  • Se 403 e
    Pas encore d'évaluation
    Se 403 e
    36 pages
  • Se 301
    Pas encore d'évaluation
    Se 301
    71 pages
  • Se 312
    Pas encore d'évaluation
    Se 312
    84 pages
  • Se 303
    Pas encore d'évaluation
    Se 303
    84 pages
  • Se 306
    Pas encore d'évaluation
    Se 306
    84 pages
  • Se 340
    Pas encore d'évaluation
    Se 340
    70 pages
  • Se 336
    Pas encore d'évaluation
    Se 336
    84 pages
  • Se 357
    Pas encore d'évaluation
    Se 357
    72 pages
  • Se 370
    Pas encore d'évaluation
    Se 370
    51 pages
  • Se 355
    Pas encore d'évaluation
    Se 355
    83 pages
  • Se 359
    Pas encore d'évaluation
    Se 359
    68 pages
  • Se 367
    Pas encore d'évaluation
    Se 367
    52 pages