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Le document présente le concept de l'intelligence artificielle appliquée à l'assistance technique, soulignant l'engagement de l'entreprise SID envers la qualité de ses produits. Il mentionne la formation d'une équipe d'assistance intelligente pour orienter et soutenir les clients. De plus, il aborde l'évolution des systèmes audio avec l'introduction du Digital Compact Cassette (DCC) par Philips, qui combine les avantages de l'enregistrement analogique et numérique.

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Pua el} Seca een Seo aE Lg arora mieten ner) inteligéncia para atender ‘a0 préprio homem. tem um compromisso om a qualidade de seus produtos, com Para isso a SID formou 0 gnipo de atenaimento intefigente; com protis: ‘iterenclados, treinados que estardo sempre na linha de frente, orientando, sugerindo e dando suporte técnica MoRCELETAON Atendimento Inteligente a Rua | Getede compos Secular 4571 020 Sa0 Paso SP Ba Risener) Teh seat 77 Rares 208 Riomagaeuicnenee mr eere nT Fax co1240 4189 caebetirennt ieee OLE ad FEIsO P38 SOPUEA~ AUN We so5e44 GG08 ZG (LLO) YF ANDI vain ss9S0woNa 3 savaiontanasa usavs MSaGSSs Win waesosyu 3 wucev syuanmos snunee snunoiz snunsse, =02 40002 “to epomwge seen ops SHE ee munose _eura1p 0 orssven Aco SOFC oo "Lone ae WesmDERERUEAISMS PON, poe Eid Cuomo eco , savor once | “saa “s42 uaNazomeun wera yoy Cope a8} Spo” ep SeommMANPAet yoLON “yt eummeaulN op ae ye ee cor “siee “ate sloozon sewee ot Ov 00 aueieD ONGE cece! 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Bas | se sondenivel, Segundo essa dptica, 0s prineipios moras ¢ —— ticos, a0 coibir atos prejudiciais a0 nosso préximo cereeiam arracsadee ET | + liberdade individual e, portanto, sio [Link], ‘esas US4) nuitos agem segundo essa filosofia ¢ o resultado é o ave © ee Ye em todos os nfveis da nossa sociedade. No caso especilid Naa hia Ane vias nosoas revistas, isso se traduzna forma da tentative de Fours pligio por parte de alguns candidatos a colaboradoves, © poste particular na Suber Ele6nica , Fora de Série. Esses reir OS Ste Np rivores que nao conseguem divisar a separagio entre 0 19 fo aético, nfo nos interessam como colaboradores. a ‘Nossas portas estio sempre abertas para agucles que Bot DINAP desejem divulgar seus trabalhos originals, aqueles que te- ‘ph ites ei Lh ftharn realmente alguma coisa nova a acrescentar, Como re sempre esses profissionais so benvindos. [SABER ELESIRONICA QSSN 0101-6717) € ‘Nesta edigao estamos publicando um novo artigo sobre steric na ii Sh Ls ‘o"DCC" (Digital Compact Cassete), ja deserito anteriormer Reine so dear IS te, mas que, por estar comeando a marcar sucesso no mundo Egp coer: Sie Pedo SP > TRASIL Sambém no Brasil merece nova matéria em nossa revist Tel (011) 296333 Maula daca eon ALcide lmprenes eb a 4164, vo A, 90 Seger de Tlos e Documentos - SP. mer strsador peer 3 Casa Posal aac osname dt ia ec barca mis day pests ta pes propritiria don eio eroste EDITOHA SABER LTDA. et EhrTORIAL-QUARK Cale zeae 24 pi Dane: Boose rena Greate Aneta Culee Un wexico nna, TLWNON AE CL So Bln 5 ergs Meno Gheteitiatekensceacl ‘Aewino &s ANER ere Nid 5 eos at Revi cu AATEC. Ano Short de baer ae Psicoses “Teese, Dips Eaesarad eae ‘Osage aeindoe sd cris apna sn nip tt apm ems, esc fae ok pos desmgere pcs maine stb porta dn lap rengsntn em esto deacon srk publican rata no pein oprindade Paes ANER ‘ ANATEC a i csfopcbidaicinpeiacccorsonmceichans. SAGER ELETRONICA ........ 4 CAPA 04 + DCC - 0 futuro da fita K7 SEGOES 26 + Noticias & Langamentos 32 * Segdo do Leitor 75 + Guia de Compras 73 + Reparagao Saber Eletrénica (fichas de mes 519 a 522) SABER PROJETOS 33 * LHO091 - Conversor RMS Real A DC 36 + Drivers para MOSFETs de poténcia 41 « Divisores de freqUncia CMOS + MONTAGEM 45 + Projetos de Leitores 17 + Alarme de cerca rompida 21 + Provador l6gico DIVERSOS 28 Disquetes de 21 MBytes —— 64 + 0 que é processamento DOLBY? SABER SERVICE 65 » Dicas para instalagao de auto ridio 41 « Pritica de “Service” 68 + Comparando comparadores de tensto 55 + Elomentos para a instaaglo de 71 + Testando SCRS com o multimetro sistemas de antenas (III) cum Pe Con esau Cea Cee OSB ee eee POMC oe cea eh SSC sel j@ chegaram no Brasil. Em vista disso, voltamos a focalizar esse Geet CRR sia Nec NC Reale RCN ce ieee ue mo com a. descrigéo do equipamento disponivel em nosso mercado Com 0 advento do CD as “ve thas’ fitas cassete convencionais pa- reciam estar condenadas. No entan- to, a quantidade de fitas existentes no mercado e em uso é grande de- mais, para que um sistema t&o prati- co deva ser simplesmente descarta- do, Segundo pesquisas, foram ven- didos mais de 180 mithdes de apare- Ihos reprodutores e as fitas chegam a2 bilhdes e 600 milhdes! O sucesso do sistema se deve basicamente as suas qualidades. Com as fitas cassete as vibragoes do aparetho que impedem a utiliza- 60 dos discos comuns no carro nao ‘840 sentidas, e o tamanho reduzido faciita 0 transporte isso sem se falar no grande tempo de gravagdo que se consegue. Se para muitos, a qualidade do sistema atingiu seu limite, para a Philips ndo, e ela foi além: a partir do sistema convencional inventou DCC (Digital Compact Cassette) que ‘consegue reunir todas as vantagens da gravac4o em fita convencional (Compact Cassette) as vantagens do som digital No sistema DCC transforma-se a informagao analégica de que con- siste um sinal de éudio, em informa- {40 digital que entao é gravada numa fita magnética semethante a dos cas eles comuns. Na reprodugao, o sistema digital do apresenta tuidos e a distorgao pode ser detectada e eliminada por meio de procedimentos puramente numéricos. O som em cada instante 6 dado por um byte, e se esse byte aptesentar um bit dterente do origi- nal na reprodugao, 0 que significa distorgdo, ele pode ser detectado por procedimentos simples e eliminado, Demonstra-se que a eliminagao traz muito menos prejuizo para 0 ouvide do que sua teprodugao de forma indevida! Quanto maior for a quantidade de bits utlizada para a digitalizagao do som, maior serd a fidelidade obti- da, 0 que nos leva a falar em um nove termo para a qualidade de um aparelho desse tipo: sua ‘resolucao’. © DCC da Philips uiliza o sis- tema de codificagao denominado PASC que possui uma resolugao de 18 bits, o que o leva a uma qualida- de de reproducao semelhante a ob- tida com um CD (Compact Dis) SABER ELETRONICA N? 256/04 Mas a gravagao digital, nao traz como vantagem apenas a qualidade de reproducao, Podemos ter acesso ‘a um outro tipo de recurso quena fita comum nao é possivel de se obter: tempos e posigGes podem ser inclu- {dos nas fitas. As fitas cassete DCC incluem codigos de tempo e localizacao que associados a fungéio auto-reverse permitem a selegao de faixas de uma forma facil e rapida. Além disso, in- formagées sobre a misica ou faixa que esta sendo reproduzida podem ser apresentadas num display a par- tir dessas informagées gravadas. Conforme explicamos na aca- sido em que a Philips anunciou o sistema, uma preocupacao importan te era que ele nao desbancasse to- talmente o sistema antecessor, ou seja, afita cassete comum. Com uma quantidade tao grande de fitas e apa rethos no mercado nao se pode sim- plesmente abolir seu uso com um novo sistema, Desta forma, os aparelhos que utilizam 0 sistema DCC foram projetados de uma maneira que eles também pudessem operar da forma tradicional com fitas cassetes co- muns. Evidentemente, com as fitas comuns em reprodugao a qualidade de Audio obtida, sera a das filas ‘no do novo sisterna. Com o tempo IMUSIC] ‘05 novos aparelhos DOG nao incor- porarao mais a leitura do cassete tra- dicional, Para que nossos leitores que possam estar interessados no novo equipamento tenham informacées diferenciadas, damos a seguir uma breve descricao do seu principio ge- ral de funcionamento. COMO FUNCIONA 1. A FITA CASSETE DCC O cassete DCC é um Compact Cassette ou Cassete tradicional com uma diferenga: tem as mesmas di- mensdes basicas, grava nas duas faixas (ida e volta) ¢ utiliza fitas con vencionais de cromo ou equivalente, No entanto, seu formato ¢ 0 modo de gravacao sao diferentes. ‘A fungao do auto-teverse é in- tegrante do sistema DCC. Isso signi- fica que o cassete nunca precisa ser Virado para o outro lado manualmen- te. As aberturas para encaixe do pino tracionador da fita, sao neces- satias apenas na face interior, dei- xando uma das faces do cassete per- feitamente plana e lisa. Nesta face podem ser colocadas ilustragdes, in- formagées e outros elementos refe- rentes ao aspecto promocional da gravacao. Na figura 1 temos o aspecto da fia, Conforme podemos perce- ber, as dimensoes deste cassete S40 menores do que as de um cassete ‘comum, Outro ponto importante que pode ser observado, é que a porgao da fita que permanece normaimente exposta, assim como as engrena- gens do sistema mecanico, sa0 co- bertas por uma tampa de encaixe garantindo assim uma protegao corporada, capaz de proteger a fita contra sujeira ¢ arranhoes. Esta tampa também tem uma outta finalidade importante, serve para bloquear os carretéis da fita, solucionando assim um velho pro- blema dos cassetes comuns. No DCC ha pouquissima possibilidade de uma fita desenrolar e ficar embaragada, travando o funciona- mento do aparetho. Quando 0 cassete DCC & colo- ado no gravadorltoca-ftas, a tam- pa de encaixe 6 automaticamente ‘empurrada para o lado expondo a fita a0 sistema de gravacao/leitura Este sistema tem ainda a van- tagem de permitir que a fita soja manuseada som problemas, mes mo quando fora dos estojos, além de exigir menos espago para armazenamento. ‘Os mecanismos do DCC sao derivados diretamente dos mecanis- ‘mos de auto-reversao ja existentes, fe que so confiveis e resistentes. Obtém-se dessa forma uma exce- lente relagao custo/desempenho uma eficiénoia muito grande o que é tum ponto extremamente favordvel a difusao do produto. Uma caracteristica importante a ser ressattada no DCC é a presenga de pinos de fixagao de Azimute ou ‘Azimuth Locking Pins (ALPS). Juntamente com 0 mecanismo de ‘Azimute Fixo por Guia de Fita ou Fixed ‘Azimuth Tape Guidance (FATG), mon- tado na cabega de gravacao/reprodu- 0, 0s ALPS garantem nao sé um melhor contato entre a fita e a cabe- a, como também um alinhamento perfeito das faces da fita, com as ca- begas de gravagao. A figura 2 mostra como ocorre a aco dos ALPs. (Os ALPs aumentam 0 “angulo supenvicis —/ benerenescin 7" ——ne Tits DO LAO NACE noracio ne de contato” da fta com a cabega, 0 ue implica também num aumento da superficie de contato da fita com a ceaboga, otimizando as condigées fist- cas necessérias para a reprodugao e gravagao de sinais. A fita também fica bem esticada nna area de atuagao do sistema-guia da fita, 0 que importante para asse- urar@ precisao do mecanismo FAGT. No mecanismo FAGT, 0 conjun- to gravacaalteproducao esta provido de encaixes especiais, de cada lado da cabeca. ‘As duas saliéncias superiores dos encaixes, formam duas superticies de referéncia, que servem para alinhar a fita com a cabeca. Simullaneamente, 0 perfil inciinado das saliéncias infer ores, forga suavemente a fta esticada contra as duas superticios de raferén- cia. © resultado final é que este siste- ma simples elimina os desvios de azimule, que podem afetar a leitura das informagées gravadas, © projeto dos ALPS/FAGT néo exige nenhum mecanismo complica- do nem uma tolerancia muito justa Sua simplicidade assegura alinhamen- to exato e permanente da fita com a cabeca ‘0 comprimento da fita ou dura- ‘go de uma gravagao DCC virgem, SABER ELETRONICA N° 256/94 podem ser indicados por furos na par- te traseira do corpo do cassele, o que permite aos toca-fitas DCC calcular © mostrar 0 tempo de gravacao remanescente. A fita é tevestida com uma cama- da padrao igual a das fitas de video, de didxido de cromo ou cobalto com ‘SABER ELETRONICA N* 255/08 ELEMENTOM uae puto ——| anearuna ne ” Tea | 3 ocansens 2 aeuacaie ‘ ; = 2 CABECAS esicnon wasrsiaideees ohne ee swoucrons Deven f 6xido de ferro de 3 a 4 wm de espes- ura, resultando numa espessura to- tal de 12 um. Como nas fitas convencionais de cassete, a fita DCC tem 3,78 mm de largura e ¢ dividida em dois setores. Este formato reduz 0 tempo de aces- 80, j@ que hé menos quantidade de fita para ser rebobinada, além de possibilitar a reprodugdo continua das misicas gravadas, 2. A CABECA DE GRAVACAO E REPRODUCAO Do DCC No sistema DCC 0 sinal de audio é gravado em tihas parale- las, cada uma com 1,85 mm de lar- gura. Para a reproducao, entretanto necessita-se de uma faa de ape- nas 0,70 mm. Este fator, contribui para reduzir a sensibilidade da cabeca aos des- vios de azimute. Uma tha adicio- ‘nal contém a gravacao subcodificada para controle do sistema e exibigio de informagies, . Para se chegar a estas dimen- soes reduzidas, a cabeca de grava- Gao/reproducao do DCC, utiliza uma tecnologia denominada “thin-film” que j& € empregada com pleno éxito os equipamentos profissionais de gravagao com canais miitiplos. Numa cabeca de gravacao/repro- dug “thin-fin’ sao montados trés onjuntos de elementos, conforme mostra a figura 3, Nestes tr8s conjuntos temos nove cabecas integradas de grava- 40 digital (IRH), nove cabecas magnetorresistivas’ (MAH) para re- produgao digital e mais duas cabe- ‘gas magneto resistivas (MAH) para teproducéo analégica de fitas co- muns. As cabegas digitals ocupam uma metade da face de contato do Conjunto, enquanto que as cabecas analégicas a outra. Assim, tanto fi tas digitais como fitas analégicas co- muns podem ser processadas pelo sistema de cabega “auto-reverse”. Numa cabega de gravagao in- tegrada, 0 elemento ative que pro- duz o sinal & envolvido por um guia de fluxo magnético, que concentra o campo magnético dentro do vao de maneira convencional ‘A cabega de reprodugao MRH por sua vez, tem um elemento ‘magneto resistivo avangado cuja re- sisténcia varia de acordo com o cam- Po magnético transterido pela fta guia de fluxo magnético. Na figura 4 temos esta cabega mostrada em pormeno- res. Uma corrente continua percor- re o elemento, de maneira que a ten- o eo) THevean OPERAGAO COM G TECH PELA SUA SERIEDA\ bel = taquauccetuba SP - CEP 232672 THEY B= Fax (O41) ©ANSTITUTO MONITO Prepare-se para o futuro com as vantagens da mais experiente e tradicional escola a distancia do Brasil. 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Com una inion mati, 1208 fa ado 0 a abi: BOLOS, DOCES £ FESTAS marks i percent oe 3 . CHOCOLATE pr croc, tna deson do dung & | PAO-DE-MEL ramen acpi bom datas «alana F SORVETES rat on onan. a 2c, MANEQUINS & MODELOS evinateades wmode ne cose So os enone Se mn 8 mata » DIRECAO E ADMINISTRAGAO DE EMPRESAS * = MARKETING * = GUIA DE IMPLANTAGAO DE NEGOCIOS * INSTITUTO MONITOR undo Tnbas, 269 (79 cnt do Sto Pa). a ara dan 0 voor, ao sibece al uz tres oo Bp) sor rt) sso rics ou PAu (or) zoe sb, Ff) rds se rere. envao copam pr * Poca nfomaztes sob consis de pagament a programas Cana fo = ——7 lil EzPoroan0- Sto Paves [k Anote no Cartio Consuta noize] =o —— Vs: cre Sua eu cue gent meu tise! Enveme ocuo de KITS OPCIONAIS \ an SERESE!__a © aluno adquire, se desejar. na época —_4Ggane Farelopsownenioen Smensaldadestuas olga de CRST7300 0086 ‘Spcrlina 6.46 Starts Ge ssi ESste (rena REAJUSTE, 2 1¥ mensaliade, acvescida da tarfa postal \ Masse vlna eee P RE, Neveressoreseneracieées no concn, nl stra ce Rees Pot os para cada curso “ | {ee ‘so que aparece na safda, varia de acordo com 0 campo magnético dos elementos da fita, que passam diante da cabeca ‘As cabecas magnetorresistivas sio excelentes para este tipo de api ccagao, onde se deseja a identificago de transigao de bits como no DCC. Na reprodugdo analégica, a ele- vada establidade © auséncia de ru dos, e de histerese das cabecas magnetorresistivas, so caracteristi- ‘cas importantes no sentido de se ob- ter a mais alta qualidade de som. 3. A CODIFICACAO AAs técnicas de codificagéo & decodtticagao do DCC, derivam dos mesmos principios gerais dos siste- mas de som digital ja existentes. O que se faz ¢ converter os sons (sinais analégicos) em sinais digitais, sendo entao feita sua gravacéo. Na leitura, as informagées digitais sao novamente convertidas em sinais analégicos e reproduzidas. Técnicas intermediarias de detecgao e corre- {g40 de erros foram otimizadas para utilizagao no DCC. Na figura 5 temos as curvas ca- racteristicas do DCC que serao cexplicadas em seguida. No DCG encontramos um siste- ma de codificagao denominado Precision Adaptive Sub-Coding ou PASC. ‘Neste sistema consegue-se um registro de som de alta eficiéncia, por ‘meio de principios novos que consis- tem na adaptagao, as caracteristicas naturals do ouvido humano dos sons ‘que devem ser gravados. Trata-se pois de um sistema “inteligente", auto- adaptavel que pode ser explicado da ‘seguinte maneira: ‘0 owvido humano sé é capaz de perceber sons acima de certa intensi- dade, determinada pelo, que se deno- mina, imiar da audigdo. 1380 significa que nao se nevessita registrar os sons abaixo desse limiar, pois eles nao se- 10 percebidos pelo nosso sistema auditivo, mesmo quando reproduzidos, O limiar da audigao, nao é fixe porque depende da existéncia de ou- {os sons no mesmo ambiente. Sons de maior intensidade, que estejam presentes ao mesmo tempo num lo- ‘eal, podem esconder ou mascarar os ‘sons mais fracos que devam ser 1e- 10 AuDIgAo produzidos. Um murmario perteita- ‘mente audivel num ambiente silencio 0, tomna-se inaudivel se ocotrer numa rua barulhenta, por exemplo, Em suma, 0 limiar da audigao ndo 6 fixo, deslocando-se em funcéo da presenga de outros sons mais inten- 50s. © PASC calcula e acompanha essa variagao dinamica do limiar em fungao do conjunto de sons, determi nando assim, quais S40 0s que preci- sam e que néo precisam ser registrados @ consequentemente re- produzidos. ‘Com este principio de atuagao 0 PASC consegue fazer um registro efi- ciente do som, com apenas 1/4 da velocidade de amostragem do PCM (Pulse Code Modulation), que & ull zado pelo Compact Disc (CD). Por este motivo, mesmo com uma veloci- dade telativamente baixa, 0 som do DCG 6 compardvel sob todos os as- pectos ao som do CD. 4, ACODIFICACAO PASC Para se obter 0 registro de sons na forma digital, diversos artticios sa0, utlizados aliados a uma tecnologia bastante avangada. Inicialmente, a faixa de sinal so- nore (PCM), & dividida em 22 subfaixas de igual largura, por meio dde um processador. Depois, com base ros niveis de sinal de cada subfaixa, fem relagao aos das subfaixas adja- centes, calcula-se o limiar de “masca‘amento’ de cada subfaixa Gom isso determina-se 0 que deve e 0 que nao deve ser gravado. Os sinais da subfaixa que estejam cima do limiar dinamico sao codif cados. Os sinais da subfaixa que es- tejam abaixo do limiar dindmico sao rejetados. Para esta codiicagao ‘in- teligents” o PASC utiliza uma repre: sentacio do tipo “ponto flutuante". O ponto flutuante exprime cada amostra na forma de duas componentes: 0 ex- poente ou fator de escala @ a mantissa ou resclucao. (0 procedimento € semelhante 0 que se utiliza para expressar uma distancia, por exemplo em termos de milimetos, metros ou quilometvos. A mantissa 6 o valor, € 0 fator de escala 6 0 mutipicador. Neste caso, a esca- la de 6 bits utiizada pode cobririnten- sidades que vao de -118 dB a +6 dB com passos de 2 4B conforme mos- trado na figura 6. © comprimento da mantissa & deterrrinado pelo nivel de quantizagao alribuido a amostra, Isso depende da amplitude da amostra acima do limit, da velocidade de variagao da forma de onca e da capacidade de dados disponivel. © comprimento da mantissa pode variar de 2 a 15 bits. Como 0 sinal de Audio varia relativamente de vager em relacao a velocidade de amostragem tanto o limiar de mascaramento como o fator de esca- la so calculados de uma ver para cada grupo de 12 amostras obtidas, 0 que foima entao um quadro PASC. Para a mantissa 0 némero de bits de informacao que devon sor codificados, varia de amostra para amostia, de acordo com o nivel de quantizagao. Os valores digitais re- sultantes, so distibuidos ao longo de toda a capacidade de dados do quadre PASC, por ordem de impor- Lancia. Esse process, chamado de ‘alibuigdo adaptaver’ olimiza a reso- lugao da amostra em relagao a capa- cidade de dados disponivel ‘A tepresentagao com ponto flu- tuante € a atribuigéo adaptavel me- SABER ELETRONICA N° 256/04 & Lita Da aubicio r"] = a OTTO LT OE PONT a LATTA] J Faron ne esata ED woes ne awosraacem PADRiO DE DADOSDA-FITA ‘SABER ELETRONICA N? 256/06 lhoram drasticamente a eficiéncia obtida pelo PASC. Observe que o PASC nao se baseia somente nas caracteristicas naturais do ouvido expressas mate- maticamente. Durante seu desen- volvimento ele foi constantemente avaliado por ouvintes treinados. Pardmetros crtcos, como as dime ses de um quadro PASC, 0 refina- mento da resolucao dos degraus do fator de escala, foram determinados nao por meio de célculos somente, mas por meio de intensos testes de audicao. Isso significa que 0 PASC foi stimizado pelo lado do desempe- Inho sonoro e nao pelo lado da efic- éncia. © resultado, como jé citado, ¢ uma qualidade equivalente ao CD 5. A CODIFICAGAO Do DCC Os sinais DCC sao gravados nafita em nove trlhas paralelas. Oito dolas sao usadas para os Dados Principals, e contém todos os da- dos PASC, dados para a corregao de ertos @ informagées usadas pelo sistema. ‘A nona triha é usada para Da- dos Auxiliares, € contém informa. ges relativas a Wiha e tempo de informagéo, semelhante ao usado nos CD, ‘As marcagées de inicio da ma- sica, por exemplo, toinam os aces- ‘808 @ uma determinada faixa bem mais facil, enquanto que as marca- ‘ges de reverséo sao deteciadas pelo sistema, de modo a dar 0 auto- reverse Os dados auxiliares podem ain- da ser visualizados, mesmo quando se faz afta correr com maior veloc- dade, para maior comodidade. Todos os dados DCC q to na fita sao agrupados em dros de Fita” auténomos. separa- dos por “Espagos Interquadros” (€1Qs). Para acomodar pequenos desvios que podem ocorrer na frequéncia de amostragem, durante a gravagao os Espagos Interquadros adem Variar um pouco de compri- mento. Eles também so usados para locaiizar os pontos de partida dos Quadros de Fita. Cada Quadro de Fita DCG contém 12 288 bytes de " informagao, nao incluindo a sincroni ‘zagao. Os dados PASC ocupam 8 192 bytes e as informagées do sistema 128 bytes. (Os dados PASC sao distribuidos através do Quadro de Fita numa dis- posigao semelhante a de um tabuleiro de xadrez, conforme mostra a figura 7 Esta disposigfio aumenta a imu- nidade do sistema contra drop-outs. Esta técnica guarda relagéo com 0 sistema de intercalagao, usado nos Cs, com a diferenca de que 0 “Yabu- leiro' de xadrez” & distribuido dentro de cada Quadro de Fita individual As informagoes do sistema for- necem dados para as mensagens na fungi texto e que sao projetadas num display, bem como dados de identi cages, como por exemplo informa: des relativas a direitos autorais ou 0 tipo de fta em utiizagéo. Os 3 968 bytes remanescentes formam uma reserva de 40 a 50% de informagées redundantes, destinadas a detecgao corregao de erros. Um cédigo Reed-Solomon de Intercalagem Cruzada (CIRC), prote- ge os dados principais contra erros aleatérios e de “transbordamento”. As duas camadas de dados CIRC, so distribuides através das 8 trihas de dados principais Este poderoso cédigo de corre 40 de erros, permite cortigit “drop- ‘outs’ de até'1,45 mm de diametro, cobrindo quase que inteiramente as cito faixas. Ele pode até compensar um “drop- cout’ maior do que uma tri inteira de dados. Finalmente, para otimizar a deteccdo da transigao de bits durante aleitura da fita, 0 sinal DCC adapta- do com preciso as caracteristicas do melo de reprodugao. Isso é feito por meio de uma modulagao de oito-para- dez" que traduz bytes de 8 bits em simbolos de 10 bits livres de corrente continua para gravar. Este proceso 6 compativel com a modulacao “oito- para-quatorze” (EFM = Eight-to Fourteen Modulation) usada no CD. ‘Observem que todas as técnicas que tornaram Compact Disc sinéni- mo de qualidade em som, foram api cadas no DCC. Todas estao intimamente integra das e otimizadas para a gravacao! reprodugao em fit, 6. A FUNGAO TEXTO (Display) Este recurso 86 6 possivel no DCC, pela ulizagao da técnica digital de gravacao e reprodugao. Com este recurso os cassetes DCC pré-grava- dos, podem transmit varios tipos de informagies na forma de texto, as quais podem ser mostradas num display ou na tela de monitores de video ou aparelhos de TV acoplados, conforme sugere a figura 8. Na fungao Texto, a informagao 6 organizada por tens. Até 256 tens diferentes podem ser incluidos numa fita DCC. Alguns exempios de infor- mages que este itens podem conter: * Titulo do album * Lista completa dos ttulos das musica * Nome do artista de cada rmisica * Lettas de misicas podem ser exibidas na tela ou display em sincronismo com sua execugéo. Os textos podem ser gravados ra fta em até sete idiomas, dando 20 usuério a possibilidade de selecionar © que Ihe interessa. Ereitos graficos simples podem ser obtidos, ja que 16 cores e varias fontes de tipos e ele tos visuais como 0 “scroling’ (texto que corre dentro do display), fazem parte da funcao texto. OS NOVOS DCC DA PHILIPS © DCC900 é © primeiro Deck DCC aisponivel em nosso mercado, apresentando caracterislicas que 0 diferenciam muito dos decks comuns. De fato, néo se trata de um simples Deck, que em lugar de trabalhar com fitas cassetes comuns (0 que ele tam- bém faz), opera com fitas DCC, mas sim muito mais. Na figura 9 temos DCC900 da Philips, destacando-se seu design moderno © 0 modo de insersdo da fita, semelhante a de um CD. ‘A operagao tanto pode ser feita acessando-se 0s diversos controles pelas teclas do painel como a partir de um controle remoto. (© DCC900 utiliza um recurso de- nominado ES! (Enhanced System Inteligence) que contém um link de comunizagées de alta tecnologia, que fazem com que ele ndo apenas res: onda aos comandos do controle re- ‘moto, mas proporcione ao usuario uma interagéo inteligente. Isso significa uma redugao das operagies, que 0 usuario deve real- zar para obier os efeitos desejados, pois mutas delas sao realizadas a partir de decisées do préprio sistema Um outro recurso muito impor- tante, nos dias em que 0 CD também deverd eatar presonte no sistema de som, 6 possiblidade de sincronizar gravagies comum CD, bastando para isso selecionar a fungao correspon- géeé SABER ELETRONICA N? 256/04 Eletronica sem choques KIT ANALOGICO DIGITAL NOVO CURSO DE ELETRONICA, RADIO E TV.. SUPER PRATICO E INTENSIVO. FEITO PRA VOCE. + Super atualizado, com a descri¢éo dos mais recentes receptores de radio, aparelhos de som e felevisores, + Antes mesmo da conclustio do curso vocé staré opto a efetuar reparos em aparelhos de radio. estritamente necesséiro. * Apresenia métodos de andlise, pesquise de defeitos e conserto de aparelhos eletrénicos, com um minimo de recursos e também através de instrumentos. + Apresenta roteiros para ojustes e *Yocé recebers o kit de injetor de sinais no calbragio, descrcéo ¢ uso de instrumentos decorrer do curso +E sua grande chance: curso por *Os céleulos matematicos estio reduzidos ao correspondéncia é muito mais prético. 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Isso é valido tanto para a safda que excita 0 sistema de som, como para as saidas de fone, O sistema DGC incorpora um SOMS (Serial Copy Management System), pemitindo que gravacoes di- gitais sejam feitas diretamente de fon- tes digitais, como por exemplo Compact Discs, cassetes DCC previ- amente gravadas, transmissées via satélite, sem a necessidade de con- vversées intermediatias, que certamen- te afetariam a qualidade do som, ‘Com este sistema também & pos- sivel fazer gravacées a pattir de fon- tes analégicas. No painel, encontra- mos ainda um display que formece in- forages sobre o contetido das ftas que estao sendo tocadas. ‘Como explicamos, ao analisar 0 principio de funcionamento, neste display sto apresentadas informagoes como 0 nome do album, a lista das misicas, nomes dos artistas, etc. No DCC900 o display 6 de 12 digitos. Dentreos recursos que permitem uma ‘operacio inteligente do DCC900 te- mos 0s sequintes em destaque: a) Playback Os controles de playback do DCC sao semelhantes ao dos CDs. O acesso ¢ facil e direto, com a ‘ajuda do controle remoto (teclas nu- méticas, Next e Previous). Passagens particulares de uma musica sao fa- ceis de serem encontradas utilizando- se as funcées Backward e Forward. b) Title Search © DCCE00 tem um sistema em que © usuario, pode pedir a apresen- tagao dos titulos das musicas num display, antes de executar uma fita. Desta forma, pode-se ter certeza de que naquela fta esta a musica que se pretende ouvir. ©) Gravacoes © DCC900 aceita entradas pticas digitais © coaxiais para grava- ao. Nao ha necessidade de ajuste 1“ de nivel de gravacio. Para entradas analégicas, 0 ajuste do nivel de gravagao é simples dada a enorme faixa dinamica do DCC, ‘no DCC200 ele ¢ facilmente executa- do a pattir de um controle rotativo, controle de balanco e um monitor de gravagio de elementos. 4) Funcio Append pi de gravagées diret automaticas procura ‘A funglo Append & um recurso poderoso para a busca de uma posi- a0 gravada numa fita, além da inicializagao de uma gravagso. num ponto livre da fia. Com a fungao ati- vada, temos om sequéncia as seguin- tes localizagaes: * 0 inicio da gravagao * 0 fim da ultima tiiha gravada * O inicio do lado B (© DCC900 também opera com fi- tas cassete comuns. Ossistema detecta automaticamen- te quando uma fita inserida € comum, posicionando a cabega de leituralgra- ‘vagao de modo apropriado, ‘A qualidade de som obtida nestas condigaes excelente gracas ao sis- tema de reducao de ruidos Dolby BIC. ESPECIFICACOES TECNICAS DO DCCs00 RESPOSTA DE FREQUENCIA: * Digital: 20 Hz a20 44,1 kHz) DCC pré-gravado, kHz 40,2 4B (fs + Freqiéncia de amostragem (Fs)...82kHz , 44,1kHz, 48kHz di 44,1kH2) entvada analogica, ~ Relago SIN.....Playback >= 92 dB Média >= 92 dB - Faia Dindm....Playback >= 95 dB Média >= 92 dB = THD vornnesPlayback <= 0,003% Média <= 0,005% - [Link] [Link] >= 95 dB Média >= 85 dB = Wow € Flutter...Preciséo do Cristal de Quartzo + Cassete Analigico playback) = [Link] freq..00 a 16 kHz (C102) = Rel, SinalRufdo...»= 50 dB (C102) (somente = Dolby B/C........Melhoria B: 10 dB Methoria C: 20 8 + Wowe Fiutter.....0,15 CCIR WTD = Sinal também fomecido para as saidas digitais + Entradas: + Enitada de linha analégica,....nao balanceada , impedancia >= 20k 0 = Coaxial Digital...de acordo com a IEC 958 = Optica Digital TOSLINK + Saides: - Fixa analogica. BV -Varival analégica......Motorizada, = Coaxial Digital...de acordo com a IEC 958 = Optica digital... see TOSLINK + Performance do Amplificador de Fone. - Faixa de impedancias de carga ..8 a 600 ohms: Faixa de freqdéncia....20 a 20 kHz 41.0.5 4B. =Relacao sinallruido - playback. .90 dB “THD (neluindo rUfdo) 80 4B + Diversos: ~ Controle remoto: - Soquete RC....ESI-Bus, 2 x Cinch + DiSplY....nnnnndicador de nivel de 16 segmentos, 2 escalas = Mecanismo, 2 motores = Velocidade da fita......4,76 om’s - Sistema Trayloader.....Motorizado + Gabinete: ~ Materiaacabamento.... Metal ~ Dimensoes....435 x 140 x 300 mm ~ Acesséris....... Controle Remoto , cabos ~ Peso... kg. 7 ‘SABER ELETRONICA N° 256/98 D Video aula é um método econémice e pritico de trelnamento, trazendo a esséncia do que ¢ mals Impor- tante. Voc’ pode assistir a qualquer hora, no seu oficina, além de poder treinar seus funclonarlos q vezes quiser. D Video aula nao é s6 0 professor que vocé lev casa, vocé também leva uma escola e um laboratérlo. D Cada Video aula é composto de uma fita de videocas- sete com 115 minutos aproximadamente, mals uma apostila para acompanhamento. Todas as aulas sto de autorla e responsabilidade do professor Sergio R. An- tunes Apresentamos a vocé a mais moderna videoteca didatica para seu aperfeigoamento profissional ESCOLHA JA AS FITAS DESEJADAS, E INICIE A SUA COLEGAO DE VIDEO AULA. + Videocassete 1 - Teoria (Céd. 150) + Videocassete 2 -Andlise de circuits (Céd. 151) Re PE ie Videocassete 3 - Reparagao (Cd. 152) Videocassete 4 - Transcodificagao (Céd, 183) + Diagnésticos de deteitos de som e CDP (Céd. 34) Feacsiile 1 « Teoria (Cod. 158) + Dlognéatces de dalotos de toloisdo C54, 86)” Facsimile 2 -Andive do ccutcs (Cid. 155) | Dlegnesteas de eto de vdeo pace elie) (CS, 26 Facsimile 3 - Reparacao (Céd. 156) ++ Diagnésticos de deteitos de video (parte mecanica) (Céd. 37) ‘Compact Disc - Teoria/Pritica (Céd. 157) + Diagnésticos de deteltos de tax (Céd. 38) CmeratCamcorder-TeoraPrsica (C6088) “Diagn de deft de mentor de deo (Cod. 9) TV PBiCores 1 - Teoria (Céd. 160) * Diagnésticos de defeitos de micro XT/AT/286 (Céd. 40) + TV PBICores 2 - Andlise de circuitos (Céd. 161) + Diagnésticos de defeitos de drives =FLoPpy E HARD= (Céd. 41) + TV PBiCores 3 - Reparagao (Céd. 162) * Diagnésticos de defeitos de COROM @ VIDEO LASER (Céd. 42) + Osciloscépio (Céd. 163) + Secretaria Elotrinica © Telefone som fo (Céd, 164) a + Administragdo de Oficinas Eletrénica (Céd. 165) _Peddos: Verfique as insrugées na solictagao de compra da + Eletrénica Digital e Microprocessadores (Céd. 166) _Litima pagina, Maiores informagées pelo telefone + Introdugéo a Eletrénica Basica (Céd, 168) + Memésia@ Letra Dindmica (Coa. 160) Disque + Rlparagao de Video Games (Csd. 207) + Reparagdo de Fornos de Microondas (Céd, 208) ° Compre (011) 942-8055, SABER PUBLICIDADE E PROMOGOES LTDA Flua Jacinto José de Arato, 309. 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O tinico cuidado a ser to mado @ para que nao se saiba que 0 eet aco? sot es sistema 6 usado, pois uma “ponte” pode ser usada para desviar o sinal e assim evitar 0 disparo do [Link] a detecgao ¢ feita por =, 4 fon * Fig. 1 = Principlo de operagao do sistema, ” aa um circulto muito sensivel que traba- Tha com alta impedancia de entrada, ‘as variagées da resistancia da cerca ‘ou as perdas em dias imidos podem ‘ser compensadas nos ajuste evitan- do-se assim o disparo erratico, Uma caracteristica importante do cireuito € © seu baixo consumo da ordem de alguns W apenas, o que significa pouco acréscimo, na conta de energia (praticamente desprezi- ve), capacidade de proteger cercas mut longas, com até alguns quilé- metros 6 outro ponto forte a ser con- siderado por quem deseja experimen- taro sistema, Caracteristicas: + Tensio de alimentagao: 110/ 220V ca + Freqiéncia de operagao: 15 ktiz 250 kHz * Consumo tipico: § W + Comprimento maximo de cerca protegido: 10 km (tip) * Sensibilidade de entrada: 20 mV + Carga maxima no relé: 10 A ‘COMO FUNCIONA J idéia basica do projeto & um transmissor de sinais de médias tre- qiiéncias entre 15 kHz que mantém tum receptor ‘atracado” através de um elo formado por um dos fios da cerca que deve ser protegida. Enquanto o sinal estver presente na entrada do reconhecedor que con siste num PLL com 0 NES67, sua saida se mantém no nivel baixo e © LED indicador aceso. O ajuste da sensibildade para que tenhamos um limiar seguro, e tam- bém uma protegao contra disparos erraticos, é feito no timpot Py. A fre- qiéncia ajustada em P,, Com 0 LED aceso e a saida de Cl, no nivel baixo, 0 transistor Q, se mantém no corte nestas condigées a entrada de disparo do monoestavel (formado por Cl,} se mantém no nivel alto via Fiz. Nao ha disparo nestas condi- goes, Se, por um instante, a corca for interrompida, o sinal deixa de ser re- conhecido @ a saida de Cl; vai a0 nivel alto, Nestas condigoes a base de Q, é polarizada e este compo- rnente satura por um instante aterran- do, via Cz, a entrada de disparo de Ch. Nestas condicées, a saida de Cl, (pino 2) que se encontrava no nivel baixo vai ao nivel alto, atracando 0 rel Mesmo que o contacto na cerca seja refeito, o moncestavel dispara- do se mantém desta forma por um tempo, que pode ser ajustado em Ps ‘entre alguns segundos até perto de 15 minutos. Fig. 2 - Diagrama completo do Alarme, 6 ‘SABER ELETRONICA N! 258/04 No final deste tempo, o relé de- sarma @ 0 alarme ligado a ele para de tocar. emissor de sinal consiste num astével com o circuito integrado 555 © cuja freqdéncia depende de Rs, Rs e de C;,. O sinal produzido é ampli cado por Q3 que 0 joga na cerca a pattir do ponto A. Para cercas menores, podemos usar em lugar de Q; um BCS58 e aumentar R, , para 220 2 ou mesmo 470 Q, caso em que teremos menor ‘consumo para a unidade. Para o setor de disparo usamos uma fonte estabilzada, assim como para o astavel, de modo a manter nce les ‘SABER ELETRONICA N” 256/94 fixa a freqiéncia de operagao.0 transformador na fonte, garante 0 iso- lamento da rede de energia, evitan- do-se assim perigos de choques. MONTAGEM 0 circuito completo do alarme de cerca rompida 6 mostrado na figura 2, @ na figura 3 temos nossa suges- ‘tao de disposigéo dos componentes numa placa de circuito impresso. Os circuitos integrados 567 © 555 serao montados em soquete. O Cl regulador de tensao Cl, assim como Qs precisam de radiadores de calor. Se howver dificuldades para obter 0 7806 pode ser usado um 7805 com dois diodos ligados, conforme mos: tra a figura 4, no terminal de ajuste de modo a se obter aproximadamen- te6,2V. Os resistores so todos de 1/8 W, com excegao de Ry;, que é de fio com § W ou mais, e trabalha leve- ‘mente aquecido, Os diodos admitem equivalentes, @ 0 transformador tem tensao de pri mario de acordo com a rede de ener- gia. O secundario de 9+9 V ou 7,547.5 V tem corrente minima de 500 mA. © relé admit equivalentes, mas ‘com eventual alteragao da placa Fig. 3 - Placa de circuito impresso do alarme. | Fig. 4- Obtendo 6 V com um 7805. ——~-—v—ve gador para manter a bateria sempre ‘em condigées plenas de entrar em aco quando solicitada. ‘Uma sirene potente com transis: tor de efeito de campo na saida tem © diagrama mostrado na figura 5 & pode ser alimentada diretamente a partir do ponto E do circuito ou entao ‘com uma fonte de maior [Link] esta sirene sugerimos a utilizagao de um transformador de 12+12 V x 1,5 sys oo > we C_ Fig. 8 - 10 do alarme. ‘Todo 0 conjunto pode ser instala- do numa caixa plastica na propria sede, ja que nao ha problema em se completar o circuito até a cerca com fios encapados comuns, desde que devidamente ocuttos. Uma possibilidade a ser estuda- da é um sitema nobreak com bateria que entraria em funcionamento em caso de corte de energia. Em diversos projetos de alarmes publicados nesta revista temos este tipo de circuito que inclui um carre- 20 ‘A em lugar do original. © FET de poténcia deve ser montado num bom adiador de calor. alto-falante devera ser instala- do numa caixa acustica para maior rendimento, INSTALAGAO E USO A idéia basica para o uso é trans- mitir 0 sinal em toda a volta de uma ea através de uma cerca de arame farpado, conforme mostra a figura 6. LISTA DE MATERIAL ‘Somicondutores: Cl, = NES67 - circuito integradc PLL Clp Cle - 855 - circuito integrado timer Cy - 7808 - circuit int sgulador de tensao Q,, Q, - BCS48 ou equivalents - transistores NPN do uso goral Q- 80136 - transistor PNP de ‘media potncia ,,D, = 1N4002 ou aquivatente diodes de silicio D3 = 1N6148 - dodo de silicio de uso geral LED, = LED vermetho comum Rosistores: (1/8 W, 5%) Ry 1kO Rr [Link], «10 ko Ri 47 KO Fg, Rp, Pho 4.7 KO Re 12 ka. Ry, 47/5 W- FIO P,P - 100 KA timpat Pye 1 MQ = timpot ‘capacitor CO - 22 nF - poliéstor ou C,- 220 uF - 12 V - olettoitico a. 47 nF - cerdmico ou potiester z= 100 nF - cerdmico ou polister Gy- 4,7 uF - 12 V-eletoliico G;- 11000 wF x 12 V - elatrolitco G10 pF x 12.V-- eletro} C5100 pF x 12 V- letroltico Cip- 1 000 pF x 25 V eletraltice Gur 10nF - poiéster ou cardico Cig 10 nF - polidster ou eerdmico Diverso: K,- GIACI - relé de 6 V ou equi valente Ty - Transformador com primatio de acordo com a rede local e se: ‘cundivio de 949 V x 500 mA ou Fy Fusivel de 1 A Placa de citeuito impresso, cabo de alimentagio, suporie de fusi val, soquetes para os circuitos in tagtados, radiador de calor para ), caixa para montagem, fs, selda ete, A cerca nao precisa estar isola- dda, se bem que os mourées de metal nao devam ser usados em nenhum ponte pois eles curto-circuitariam 0 sinal para a terra. Mesmo a umidade natural e da chuva que desviam par. te do sinal em cada mourdo de ma: deira ou cimento para 0 sélo néo causam uma perda total no sinal, de SABER ELETRONICA N* 256i04 ‘modo que uma parte dele consegue chegar de volta ao receptor que, en- a0 6 ajustado no seu ponto ideal de sensibilidade. O sinal, que sai com alguns V de amplitude do transmissor, mesmo ‘aindo a menos de 50 mV no recep- tor, ainda assim pode ser detectado com faciidade, No entanto, se houver um corte da cerca, o sinal 6 entdo reduzido para abaixo do ponto em que ocorre ‘a detecodo e 0 disparo acontece. Para ajustar inicialmente interi- gue 0 ponto E com o ponto A com um fio e alimente a unidade depois de colocar P; no minimo, Abra P; aproximadamente 20 % e ajuste P, até que 0 LED, acenda ‘Se nao conseguir, abra um pouco mais P, até conseguir um ajuste numa faixa estreita de P,. Desfaga as ligagdes entre Ae E e facaa conexao do aparelho na cerca a ser protegida. Ligue a unidade e aluste Py até obter 0 acendimento do LED. Nao coloque este ajuste muito pré- ximo do liar de acendimento para que alteragoes da umidade ou a pre- senga de chuva néo afetem o sinal a Ponto de haver 0 disparo Ajuste entéo P; para a temporizagao desejada. O disparo de Cl, pode ser simulado fazendo-se uma ponte com um fio entre 0 pino 2 eater. Comprovado 0 funcionamento do setor igque a sirene externa ou o sis- tema de protegao desejado. rovador Logico Para o projetista que trabalha com circultos log IfleSttatte Newton C. Braga 1s digitais com saidas Tri-state, ou ainda para nico de manutengio de computadores ou equipamentos Industrials, é fundamental dispar de uma ponta de prova ldgica que atenda a esta modalidade de circuito. O projeto que descrevemos neste artigo usa apenas um integrado sendo eficiente e simples de montar. Nos modernos circuitos digitais nao temos somente dois niveis légi- cos de saida (Alto e Baixo ou Hi ¢ LO), mas também um terceiro esta do (Tri-state), que corresponde a um circuito aberto, quando, nao se mani- festa tensao alguma na saida, Este tipo de componente é muito usado nas saidas de circuitos légi- 208 que operam multiplexados. Nes- tes casos, mesmo com suas saidas interconectadas, um nao interfere no outro, Para analise de tais circuitos, pre- cisamos entac de um equipamento que nao s6 detecte quando uma sa- ida esta no nivel baixo (tensao entre 00 0,8 V), ou no nivel alto (tense entre 4 Ve 5 V) mas também ten- SABER ELETRONICA N° 255/94 sées intermediarias, que corres- Ponderiam ao terceiro estado (circu to aberto).. projeto que descrevemos nes- te artigo tem justamente esta fin: dade, tendo uma faixa de detecgao conforme a mostrada na figura 1 Temos entéo 3 LEDs indicado- res, que podem ser de cores diferen- tes, operando da seguinte forma: LED, - HI vermeiho LED, - LO - verde LED; - Tri-state - amarelo © circuito € alimentado com 5 V que podem ser obtidos do préprio equipamento em teste, dado seu bai xo consumo. Caracteristicas: 5V + Tenses de detecoao: OV a0sVv-Lo 0.8 V.a4,0V - Tristate 4,0V.a5,0V-Hi * Consumo tipico: 5 mA COMO FUNCIONA Usamos como base pata este pro- jeto, um quadrupio comparador de tensdo LM139, LM239 ou LM339 (os tipos so equivalentes, diferindo ape- nas quanto a faixa de temperaturas de operacéo), Dois dos comparadores disponi- veis neste circuito integrado sao liga- +B: f Fig, 2 - Funclonamento do comparador de ja dos como um comparador de janela. A curva de resposta em fungao da tensao de entrada deste comparador 6 mostrada na figura 2 As tensées de limiar, que vao determinar quando um ou outro LED (alto ou baixo) acende, sao determi- nadas pelos resistores R., Rs © Re, Estes resistores foram dimensio- nados de modo a determinar uma faixa de operago de aproximada- mente 0,8 V (entre 0 Ve 0,8 V) para © nivel baixo, e uma faixa de 1 V (entre 4V e 5 V) para o nivel alto, Isso significa que quando a ten- so de entrada estiver fora destas faixas, as saidas dos dois compara: dores vao a0 nivel alto, e nenhum dos LED acende, ‘Quando a tenso de entrada en- tra numa ou na outra faixa, os LEDs acendem, pois as saidas dos compa: Fig. 3 - Diagrama completo do provador Tri-State. Ea radotes vao ao nivel [Link] uma saida dos comparadores no nivel baixo, 0 que cortesponde a um ou outro LED aceso, a entrada inverso. 1a do terceiroinversor estara no nivel baaixo @, portanto, com tensao maior que a da entrada nao inversora, al mentada pelo divisor tormado pot Rs eo Nestas condicées, a saida deste ‘comperador estara alta e 0 LEDs, in- dicader de terceiro estado, estara apagado. Noentanto, se as saidas dos dois comparadores de entrada estiverem no nivel alto, 0 que ocorre quando a faixa de tonsées de entrada estiver entre 0,8 Ve 4 V (Tristate), 0 resistor Ri, se encarraga de polarizar posit vamente a entrada inversora do ter- ceiro comparador, de modo que sua saida vai ao nivel baixo acendendo o LED amarelo Veja entao que este terceiro ‘comparador esta ligado a uma porta NOR formada pelos diodos ‘A alimentagao de § V do citcuito pode ser obtida do proprio equipa- mento que esta sendo analisado, ou se 0 letor preferir pode fazer uma fonte, mas neste caso, lembramos que © negativo desta fonte deve ser interligado a0 negative do equipa- mento em prova. MONTAGEM Comegamos por mostrar aos tores, na figura 3, 0 diagrama com- pleto do provador Tristate. ‘A montage numa placa de circuitoimpresso 6 mostrada na figura 4 © integrado SID LM139/239/339 deve ser instalado num soquete DIL de 14 pinos. C; 6 um eletrolitico _cujo valor pode ficar entre 47 uF e 470 uF, com tensao de trabalho igual ou maior que 6V. Os LEDs podem ser das cores indicadas, ou todos vermethos, com a indicagdo por esctito. Os diodos admitem equivalentes com 1N914 e até mesmo 1N4002. Uma caixa plastica pode alojar 0 conjunto, ¢ a ponta de prova é co- mum, Duas garras, uma vermelha uma preta, servem para conectar 0 provador & fonte de alimentagao do aparelho em prova, SABER ELETRONICA N° 256/04 J PROVA E USO Ligando a alimentagao do circu to, com a ponta de prova livre ou ligada a uma fonte de tensao entre 018 V e 4 V, deve acender o LED amarelo LEDs, com indicagao de cir- cuito aberto ou Tri-state. Com tensées abaixo de 0,8V deve acender 0 LED verde, e com tensses acima de 4 V deve acender o LED vermelho, SABER ELETRONICA N° 256.08 md Fig, 5 - Circuito de prova e calibragio do provador. © leitor pode verificar com um muttimetio e uma fonte de tensao va ridvel, como mostra a figura 5, 0s pon tos exatos de acionamentos dos LEDs Se por motivo de tolerancia dos componentes houver uma variagao grande das tenses de acionamento em relacao a0 desejado, os resistores Fe Re podem ser alterados, Para usar 6 s6 alimentar 0 circuto ¢ encostar a ponta de prova nos pon: tos em que se deseja saber os niveis légicos. . LISTA DE MATERIAL Semicondutores. Cl,» LNN99/2999999 - Quadruplo ‘comparador de tensao SID -Citcu to integrado, Dy. Dp - 1N4148 ov equivalente = diodos de silico LED,, LED,, LED, - LEDs verme: thos ou com as cores indicadas no diagrama (vermelha, verde e ama reo) Resistores: (1/8 W, 5 %) R,-56 ko R,.Ry FRR - 470 ke Capacitores: C, = 100 pF - cordmico C2 100 nF -eletrolitico Diversos: Placa de circuito impresso, saquete ava 0 circuto integrade, ponta de prov, gairas jacaré, caixa para montagem, fas, soda etc Ronse sa on] CURSO EM VIDEO LOM waa eC Ca a NAO INVISTA MAIS DE 2 SALARIOS M. Dwar waaay (Olt eu orpra corp Yee fa “aothon, boa doen frac pae bynicone crate tress {cars om eo apoatin os do scbie ak loa tampa serene carbo do vata envegpe, co Sree eee GUESS ena PROSERGRAF - Caixa Postal, 488 CEP 19001-970 - Pres, Prudente - SP Fene(0162) 47-1210 Fax (0182) 471291 [A Anote no Cartéo Consulta n?O1326 Leiaa Revista eletronica e<>tse Mensalmente nas BANCAS a COMPREFACIL - DATA BOOKS PHILIPS LIGUE JA (011) 942-8055. REMETEMOS PELO CORREIO PARA TODO O BRASIL. 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Jacinto José de Araijo, 309 - Tatuapé - CEP: 03087-020 - $. Paulo - SP - Brasil. = THEVEAR INSTRUMENTOS A DISTRIBUIGAO DESTES INSTRUMENTOS E FEITA POR: ANTHAS THEVEAR LTDA ELETRONICA WALGRAN LTDA. | ZAPPICOMELETRONLTDA [Link] 92 CEP 08597-860 a [Link] 1407 TTAQUAQUECETUBA-SAO PAULO | Oe eee ee 207.001 | SKOPAULOGKO PAULO TELT75-19,65 FAX 75-0495 TEL.968-02 74 CEP.03245-001 ASSISTENCIA TECNICA PERMANENTE EM ANTENAS THEVEAR ‘A. Anote no Cartéo Consulta n?0135) NOTICIAS & LANCAMENTOS NACIONAIS EMPRESAS ESTRANGEIRAS GARANTEM PRESENCA NA CES ‘SOUTH AMERICA A primeira edicao da Consumer Electronics Show/CES South America, a set realizada no periodo de 3.a7 de agosto préximo, no Pavi- Ihao de Exposigces do Parque Anhembi, Séo Paulo, j4 tem a pre senga garantida de mais de 70 em- presas estrangeiras, fabricantes de aparelhos eletrénicos @ eletrodomés- ticos para consumo, entre elas a ‘Audiovox, Emerson, Hifonics, Int? Jensen, Recoton, Kraco Enterprises, Kenwood Eletronics © Zenith Eletronics, GENTEK LANGA FAX PARA PEQUENOS EMPRESARIOS ‘A Gentek, empresa pioneira na comercializacao de fac-simile no Brasilanga um novo modelo deste equipamento, 0 Gefax 120. Com design compacto, cursos, facilidade de operacdo e cus- to reduzido, 0 Gefax 120 destina-se “s micro, pequenas empresas e pro- fissionais liberais. Trata-se do primei- ro langamento para atingir este publi- co, j& que os equipamentos comercializados pela Gentek eram apenas de linha profissional, destina- ‘Novo langamento da GENTEK 26 dos a grandes empresas. O Gefax 120 possui comutacao automatica para quem utliza a mesma linha para receber chamadas telefénicas, detec- taa chamada de fax etelef6nica, co- rmutando automaticamente para a mo- dalidade correta. (© equipamento também possui conexao para secretatia eletrénica, 10 memérias para discagem répida, rediscagem, discagem no gancho e relatérios de transmissao e de erros SERION LANGA NOVOS DISPLAYS EM LCD ASERION acaba de introduzir no mercado uma completa linha de Displays de Cristal Liquido Alfanumético @ Graficos com placa controladora e microprocessada para as mais diversas aplicagées, Fomecidos no formato desde 1 x 8 alé 4 linhas por 40 caracteres e de 16x 128 & 200 x 640 pontos, respec- tivamente, Disponiveis nas versées com ou sem Back-Light, fluido polarizador reflectvo, transflectivo, transmissive € negativo, com angulos de visio de 6H ou 12H. INTERNACIONAIS TEXAS E HITACHI LANCAM DRAM DE 64 MB Amosttas do circuito integrado DRAM (Dynamic Random Acess Memory) de 3,3 V ¢ 64 Mbytes, de- senvolvido em conjunto pela Texas Instruments (TI) e Hitachi Ltda, jd estdo disponiveis no mercado amer ano © as companhias lutam agora para desenvolver 0 DRAM de 256 Moytes. AT eaHitachi usaram tecnologia CMOS para fabricar esse chip. Cada célula de meméria mede 1,67 micron quadrado e é projetada em avancado capacitor em pilha. A nova pasta aplica-se as esta- .¢6es de trabalho, computadores pes- Soais e a outras fungées na area de computagao, que exijam armaze- namento de dados em larga escala trabalho conjunto para gerar ‘componentes de meméria é realiza- do nas instalages da Texas, em Miho, e no Centro de Desenvolvimen- to de Componentes, Hitact ‘Ohme (Japao) A HARRIS (EUA) ANUNCIA CORTES EM PREGOS. Reedugdes de até 5035 nos precos de amplficadores e butlers da Harris ‘Semiconductor. Esses cortes foram possibiltados por aprimoramentos @ melhoras no tendimento da produgao, na fabrica- ‘sao dos dispositvos. Uliizando a tecnologia bipolar ‘complata UHF-1, desenvolvida pola prépria empresa, JUSTIGA AMERICANA CONFIRMA DIREITO DA AMD ‘SOBRE MICROCODIGO INTEL Um tribunal federal dos Estados Unidos confirmou decisoes anterio- res assegurando & AMD o direito de utilizar em seus microchips 0 microcédigo da Intel. proceso teve inicio em 1990, quando a AMD langou um coprc cessador matemético a que era util- zado 0 microcédigo. Apesar de um acordo de licenciamento entre as duas empre- sas, a Intel argumentou que nao es- {aria leenciado 0 microcédigo usado ‘em microprocessadores e petiféticos. . ‘SABER ELETRONICA N* 256/89 | DIGISON CURSOS -ELETRONICA — Cursos de Técnico em: Radio, ) TV, Video, Teletonia, Telecomunicagio, Eletrodo- mésticos. Aulas para criangas © adultos de ambos os sexos, ‘com moderna método: ‘aprenda sem sair de casa! 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Anote no Cartio Consulta n°O1327 | cep: Rua Jurupari, 84 - Jabaqui Ligue ja: (011) 296 5333 Editora Saber Ltda DISQUETES DE 21 MBYTES Se os clroultes Integrados usados nos computadores de elementos, por que 1s cada vez malores de dados I de termos disquetes com capacidades crescent novo tipo de drive para disquetes especiais, pode “rodar crescent ‘se armazenar quantid: levam at necessidade natu Newton C, Braga tornam cada vez mais densos, reunindo quantid pensar na mesma evolugao para os disquetes? A necessidade de programas cada vez mais longos, (0 “Floptical”, um disquetes com a Incrivel capacidade de 21 Mbytes, conforme veremos neste artigo. Os disquetes com capacidade de ‘armazenar 360 kbytes em pouco tem po se tornaram insuficientes para operat com a maioria dos programas e com a grande quantidade de da- dos de muitos operadores. ‘A utilizagao de um novo formato na gravacéo dos dados, torando-os mais densos, logo levou estes disquetes a chegar a uma capacida- de de 1,44 Mbytes para os tipos HD (alta densidade). Fig. 2-Eetrutora do um daqucle. | 2 No entanto, com a tendéncia de se trabalhar com cada vez mais da- dos e a utiizagao de programas cada vez mais longos, mesmo os discos de 1,44 Mbytes se tornaram “pequenos’para muitos operadores. ‘Com a tendéncia que verios nos ‘equipamentos de som e video de nao se langar qualquer novidade que inu- tilize a antecessora, 0 mesmo ocorre ‘com a informatica, ‘Assim, a idéia de fazer um novo tipo de disquete, com um sistema de leitura a laser, levou em conta que 0 novo sistema paderia operar natural- mente com 0s disquetes no formato antigo (figura 1) (© novo sistema, denominado Floptical (de Floppy + Optical tem caracteristicas inéditas que em pou- ‘co tempo deve tomar obsoleto os drives de nossos micros, como os conhecemos e utiizamos hoje. Para entender methor o que signi- fica o sistema, recordemos o princi- pio de funcionamento de um drive de disquete e também como estes disquetes gravam as informacées. COMO SE GRAVA INFORMAGAO NUM DISQUETE Um disquete consiste numa pega de polister na qual sao depositadas | Fig. 3 - Proos .08 de leltura linear @ circular. nas duas faces, camadas muito finas de uma substancia magnetizavel, se- melhante a usada nas fitas de grava- dores cassete de som ¢ nas fitas de video, como mostra a figura 2 Esta substincia magnetizavel Io calmerte consiste em um éxido de ferro de granulagao muito fina, que corresponde a imas elementares que podem ser orientados por um campo magnéico ‘Quando um disquete gravado se desloca diante de uma cabega de leitura, que consiste numa bobina, a passagem dos imas elementares or entados, induz sinais que podem corressonder a informagao gravada neste disquete ‘A diferenga entre 0 disquete de computador @ as fitas de audio é que tenquanto nas ftas de audio se faz de ‘mane‘a linear, num movimento sem. pre no mesmo sentido, no disquete @ gravagao é feta com a cabega de leituragravagao cortendo em pistas concéntricas, conforme sugere a gura 3. ‘Assim, enquanto no caso de uma fita de audio o tempo que podemos gravar ou a quantidade de informa- ‘goes depende do comprimento dafita, no disquete, como temos limitagao de area nas duas faces, a quantida- de de informago depende da quan- SABER ELETRONICA NP 256/04 ec Ee * . “ tracking’ na leitura de pitas multo proximas. tidade de pistas que podemos distin- guir @ da densidade de informagies de cada pista, como mostra a figura 4 Nos disquetes atuais, a limitagao principal encontrada para se ter uma grande quantidade de informagses (bytes) gravadas até na dificuldade de se fazer a distingao das pistas, pelas cabecas gravadorasiletoras Se as pistas estiverem muito prd- ximas, ha uma tendéncia da cabeca ‘misturar’ informagaes de pistas adjacentes, ora saltando para um lado ora para outro, A exigéncia de sist: ‘mas mecanicos precisos toma-se cri tica, que difcuta um avango a partir de determinado ponto, A densidade de 1.44 Mbytes por disquete parecia indicar o limite para 695 sistemas mecanicos. Por outro lado, a granulagao do ride determinava'a limitagao em ter- mos de distingdo das informagoes no sentido linear, ou seja, dentro de uma ‘mesma pista. CR$ 25.000,00 Villido até 28/05/94 ‘Saber Publicidade e Promogées Ltda CEP:03087-020 - Sto Paulo - SP. Pedidos: SABER ELETAONICA N? 25694, R. Jacinto José de Arngjo, 309 - Tatuapé pelo telefone (011)942-8055 0} ‘ou veja as instrugdes da solicitardo de compra da tltime pagine Fig. 5-0 sistoma FLOPTICAL, Com 0 novo sistema Floptical, ori entado por /aser, foi possivel, entre- tanto, realizar um enorme avango no ‘aumento da densidade, Foi possivel passar entéo do va- lor de 53 pistas por centimetro, de um disquete comum HD (alta densi- dade), para 492 pistas por centime- {to, 0 que, levando em conta o tama- he do disquete comum de 3 1/2" significou, passar de 80 pistas para aproximadamente 755 pistas. Em re- sumo, obteve-se um aumento da ca- Pacidade de armazenamento do disquete (sem alterar 0 tamanho) de 1,44 kbytes para 21 Mbytes, © SISTEMA FLOPTICAL, Nas duas faces do disquete existem as pistas mais finas onde sao gravados os dados, mas na face interior temos uma pista adicional com caracteristicas épticas MINI-DRYL Furadeira indicada par Circuito impresso, Artesanato, Gravagoes etc. 12 V - 12 000 RPM Dimensées: diametro 36 x 96 mm. Compre NAO ATENDEMOS POR REEMBOLSO POSTAL e que serve de guia para um sistema a laser, conforme mostra a figura 5, ‘Assim, na cabega de leitura/gra- vagao, além do sistema magnético de captura de informagao temos tam: bém um sistema dptico de emissao e recepgao /aser, que orienta constan. temente 0 sistema de modo a evitar que ele escape da pista © importante neste sistema é @ manutengao do formato do disquete, ja que se for introduzido um disquete comum que nao tenha a pista dptica, o sistema tem a orientacao a laser desativada @ 0 disquete da maneira convencio- nal Os disquetes Floptical da 3M ja se encontram disponiveis em varios paises e dentro em breve certamen: te se tomarao comuns nos nossos equipamentos, juntamente com os drives correspondentes, . ne N snassos produtos endo com atengio as ht strugdes da wolicltagéo do compra dat ime pagina OSSC 11) 942 055 SABER PUBLICIDADE & PROMOGOES LTDA. 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FALCON "ene d5200;0 PL. bare, an Sins, 00 pron ‘Sai 780000, Para moyinenrantanas eres, PL.553: 6 barramentos, ‘presépios, cortinas, robés © Soneor: hore, 20 ponte ‘hoe ives em gol Saeiat on re | ORS 9490000 Placa para Frequencimetro Digltal de 32 MHz SE FOI (Aigo pubcado na Revista Saber Elonica a 184) ‘CRS 6880,00 .c8 DC Médula de Controle - SECLS (origo pubicado na Revista Saber Elorica 9° 188) (CRS 7.680,00 Placa PSB-1 (G7 188 mm. -Fonolits) ‘ranstia es montagens da placa xporimentl para uma define ‘CRS 51200,00 M4 Micro-rolés Nfotagem desta em crete ingesso 1 Dimenases parrizdas a ie” Zac pr? ab ‘Ont te.c,c0| MetanGa $2 v- 49 mA 200.0 ‘ene 1008600 Rolé Minlatura MSO ‘sxnas sora co cu cA “Htonaget wy soqule ou routs oozsia.. 10 Vea -s0ma 2600.2 WSbanan azo Vea -@ mA 20000 ne s7.38000, Fete Miniatura G Binet Te voC 00 mA-750 Ema #3000, Since VOC - 40 mA-2000 Relés Reed RD ‘Montage om eco impress LA's cron nomamerie seencaourevesion Relés para diversos fins Laboratérios para uito Impresso | CONJUNTO JME CContém: urdetia Super, parsioralo eft, carta, Loaner, orn rote, eovtador do paca, ogua do corte, vasihwme RS 40.000,00 | CONJUNTOCK-10 Estojo de Madeira Contém: placa de fenolit conor de placa, cane, esurador | fe placa, percloroto' do. ferro, ‘asihameparacorresto,suports para | | blac’ cons 51.050,00 ‘ers va 73000 ROINA 2 veo 20081 NA Micro relé rood MD Teor namalmerte who 6A) ‘rtagem sea gm cute eres, Rated de omar @ MOwac! 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Ajuste R, até obter na saida uma leitura das duas polaridades com o mesmo valor (aio necessariamente 10 V). Aplique 10 V a entrada e use Ry para ajustar uma safda de 10 V. > Repita os procedimentos até obter 1 preciso desejada. Na figura 6 temos um circuito com filtro passa-baixos que & aproveitado do préprio integrado. Na figura 7 temos um ctcuito de Fator de Crista. O Fator de Crista é definido ‘como valor de pico de uma forma de onda Aplique 100 mV rms de sinal senoidal na entrada e ajuste Ry até que seja obtida uma leitura de 100 mVe.c. na ‘SABER ELETRONICA Ne 256/04 saida, > Aplique um sinal de S Vrms na entrada ¢ ajuste Ry até que na safda seja lida uma tensfo de $ Ve.c. Repita as operagbes anteriores até obter a precisio desejada. Para entrada C.A. somente temos circuito da figura S com 4 ajustes a saber: Ry - Balango de simetria de R, - Offset de entrada Ry - Offset de saida Ry - Ajuste de ganho Com o procedimento de ajuste dado 2 seguir possivel obter preciso de 0,5 mV de offset + 0,059 na leitura para entradas de 0,05 V de pico a 10 V de pico. (© procedimento de sjuste € 0 se- ‘© anote o valor da safda > Aplique -50 [Link] entrada. Use R; para ajustar para uma saida igual a | obtida no item anterior, (valor anotado). > Aplique 50 mY a entrada ¢ use Ry para ajustar a saida para $O mV. > Aplique -50 mV a entrada e use R: para ajustar a saida para $O mV. PACOTE ELETRONCO N10 Fiche, os tomcorde ig 2 390,09 "TRANSISTORES - BC'S, tipos variados acohen? 11/100 Pega, {ORS 9950.00 acto n®217200 Peas. {ORS 191890,00 JELETROLITICOS - Capac. Volts, diverane Pacotan" 12180 Pega ‘ors #500.00 acolo n? 25/10 Pocas, (CRS 8850.00 lLeo's - Cores « tamanow acoto 10780 Posas Pacoto 128/100 Pocas. DIODOS - Zener's, Sinal e Divers: acolo n° 17/10 Poca, LORS 4 50,00 Pacoto 2/20 Pocas ‘ORS 0800.00, ICERAMICOS - Variadas Capacidades ‘CRs. 4200.00 ‘CRS. 8.280,00 cote 16/200 Poca. ‘ons. 2000.00 Pacoten 26/400 Pac. ‘GAS. 54600,00 CAPACITORES - Caj Variagse ecole 15/100 Pega (ors #1.850.00, Peale n? 257200 Pesas (ORS 21900.00, POTENCIOMETROS - Varlados Tipos Pacola 18/0 Posse (ORS @000.00, Peale? 28720 Pega ions 17500.00, 1 Pedido Minaro CRF 8.900 0 2 Incl dosposaspostals CRS 5.50000 13 Atonimento des pedis aravée A) Cheque anexo wo pido 04 +8) Vale Posi Ag Sto Pau | 400000 “Ae Waa, 1147 - Esquina Sant nia ‘CEP D1090 000 suo Paulo "Si 2 Saber Projetos DRIVERS PARA MOSFETs DE POTENCIA Newton C. Braga Os transistores de efeito de campo de poténcia, esto se tomando cada vez mais, ‘comuns nos equipamentos eletrénicos, em -substituigfo a outros componentes de es- tado sélido como transistores comuns © 'SRCs,¢ até mesmo eletromecinicos como relés, Suas caracteristicas de comutagio mais, mas para aproveitar toda .de destes componentes num projeto € preciso saber como, isso anali- samos a seguir baseados em informagies 4a Philips Componentes. Entre as grandes vantagens dos MOSFETs de poténcia nos circuitos de ‘comutagao, temtos a baixissima resistén- cia entre dteno e fonte que eles apresen- tam quando em plena condugfo, e # sua Dbaixa necessidade de poténcia para comu- tagio. De fato, em alguns tipos a resisténci centre o dreno ¢ a fonte na plena condugio pode ser inferior a 0,1 9, 0 que é bem ‘menor do que se obtém com transistores bipolares comuns, ¢ que também significa ‘uma baixissima dissipagio no préprio com- ponente. [estas condigées, correntes de varios ampéres podem ser controladas com ft lidade, com componentes pequenos e sem fa necessidade de grandes radiadores de calor. Por outro lado, o MOSFET de potén- cia apresenta uma elevadissima impedincia de entrada da ordem de muitos megohms, ‘0 que significa que praticamente ele opera com tensfo, no necessitando assim de corrente para ser disparado. ‘Além da baixa poténcia que isso signi- fica para disparo, temos indmeras outras, 5 em invélucros ° 10-220. vvantagens que devem ser consideradas nos Cireuitos de comut Jado das vantagens temos também algu- ‘mas desvantagens que precisa ser leva~ {das em conta, se desejarmos ter um de- sempenho étimo destes componentes. ‘Uma delas € a elevada capacitincia de ‘entrada do MOSFET de poténcia que re- dduz sua velocidade © que exige nos scus limites o emprego de uma poténcia exter- nna maior. Essa corrente seré usada para carregar este capacitor de entrada, que pode cchegar a 2nF nos tipos comuns. Para um tempo de comutagio de 10 1s, por exemplo, com uma tensio de 10 V, isso significa uma corrente de S00 mA para o disparo, © que nao € pouco. Assim, fem altas velocidades, # vantagem da ele- vvada impedncia do dispositive pode de saparecer, pela agio da capacitincia de entrada. CONFIGURAGGES versus so as configuragbes possi- veis pata citcuitos de disparo de FETs de pot Lembramos que para os tipos de canal NN, como o mostrado ns figura 2, a condu- {go ocorre com tensio positivas aplicadas & comporta (gate) € o corte com tensies préximas de 0 V ou negativas ‘Avnianeira mais simples de se comutar ditetamente um MOSFET de poténcia & a partir de safda de fungies légicas CMOS. Para isso, apenas um resistor limitador de corrente € usado, conforme mostra a figu- m3. Neste circuito, a condugio do transis tor ocorre no nivel alto, ¢ 0 re corrente de carga da capacitin entrada do MOSFET. {A velocidade de comvtago desta con- figuragio ¢ determinada basicamente pelo valor do resistor ,o qual é fixado pela cor- rente de carga do capacitor de entrada. Podemos reduzit este resistor e aumentar 1 velocidade de carga do capacitor de en- eoncueHo Fig. 2- Operagéo bisica do MOSFET ‘como comutador. Fig. 3 + Bxcitagéo a partir de porta CMOS. Fig. 4- Excitagao por buffers CMOS. ‘ada, com a ligagdo em paralelo de fun- {ges CMOS, como por exemplo os inver sores ce um 4049 ou mesmo os buffers ‘fo inversores de um 4050, conforme ‘mostra a figura 4, 'Nos casos em que uma safda tenha um cestado Nutuante de alta impedncia, ehaja 1 possibilidade de eaptagio de ruidos pela linha de comporta, um resistor adicional ‘que mentenha no nivel de 0 V, na ausén- cia de puso de excitagao pode ser interes- sante, conforme mostra a figura 5. ‘SABER ELETRONICA N 256/04

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