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Le document présente le concept de l'intelligence artificielle appliquée à l'assistance technique, soulignant l'engagement de l'entreprise SID envers la qualité de ses produits. Il mentionne la formation d'une équipe d'assistance intelligente pour orienter et soutenir les clients. De plus, il aborde l'évolution des systèmes audio avec l'introduction du Digital Compact Cassette (DCC) par Philips, qui combine les avantages de l'enregistrement analogique et numérique.
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REVISTA SABER ELETRONICA
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Newton. Bas | se sondenivel, Segundo essa dptica, 0s prineipios moras ¢
—— ticos, a0 coibir atos prejudiciais a0 nosso préximo cereeiam
arracsadee ET | + liberdade individual e, portanto, sio [Link],
‘esas US4) nuitos agem segundo essa filosofia ¢ o resultado é o ave ©
ee Ye em todos os nfveis da nossa sociedade. No caso especilid
Naa hia Ane vias nosoas revistas, isso se traduzna forma da tentative de
Fours pligio por parte de alguns candidatos a colaboradoves, ©
poste particular na Suber Ele6nica , Fora de Série. Esses reir OS
Ste Np rivores que nao conseguem divisar a separagio entre 0 19
fo aético, nfo nos interessam como colaboradores.
a ‘Nossas portas estio sempre abertas para agucles que
Bot DINAP desejem divulgar seus trabalhos originals, aqueles que te-
‘ph ites ei Lh ftharn realmente alguma coisa nova a acrescentar, Como
re sempre esses profissionais so benvindos.
[SABER ELESIRONICA QSSN 0101-6717) € ‘Nesta edigao estamos publicando um novo artigo sobre
steric na ii Sh Ls ‘o"DCC" (Digital Compact Cassete), ja deserito anteriormer
Reine so dear IS te, mas que, por estar comeando a marcar sucesso no mundo
Egp coer: Sie Pedo SP > TRASIL Sambém no Brasil merece nova matéria em nossa revist
Tel (011) 296333 Maula daca eon
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ELETRONICA ........
4 CAPA
04 + DCC - 0 futuro da fita K7
SEGOES
26 + Noticias & Langamentos
32 * Segdo do Leitor
75 + Guia de Compras
73 + Reparagao Saber Eletrénica
(fichas de mes 519 a 522) SABER PROJETOS
33 * LHO091 - Conversor RMS Real A DC
36 + Drivers para MOSFETs de poténcia
41 « Divisores de freqUncia CMOS
+ MONTAGEM 45 + Projetos de Leitores
17 + Alarme de cerca rompida
21 + Provador l6gico
DIVERSOS
28 Disquetes de 21 MBytes
—— 64 + 0 que é processamento DOLBY?
SABER SERVICE 65 » Dicas para instalagao de auto ridio
41 « Pritica de “Service” 68 + Comparando comparadores de tensto
55 + Elomentos para a instaaglo de 71 + Testando SCRS com o multimetro
sistemas de antenas (III)cum
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j@ chegaram no Brasil. Em vista disso, voltamos a focalizar esse
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com a. descrigéo do equipamento disponivel em nosso mercadoCom 0 advento do CD as “ve
thas’ fitas cassete convencionais pa-
reciam estar condenadas. No entan-
to, a quantidade de fitas existentes
no mercado e em uso é grande de-
mais, para que um sistema t&o prati-
co deva ser simplesmente descarta-
do, Segundo pesquisas, foram ven-
didos mais de 180 mithdes de apare-
Ihos reprodutores e as fitas chegam
a2 bilhdes e 600 milhdes!
O sucesso do sistema se deve
basicamente as suas qualidades.
Com as fitas cassete as vibragoes
do aparetho que impedem a utiliza-
60 dos discos comuns no carro nao
‘840 sentidas, e o tamanho reduzido
faciita 0 transporte isso sem se falar
no grande tempo de gravagdo que
se consegue.
Se para muitos, a qualidade do
sistema atingiu seu limite, para a
Philips ndo, e ela foi além: a partir do
sistema convencional inventou
DCC (Digital Compact Cassette) que
‘consegue reunir todas as vantagens
da gravac4o em fita convencional
(Compact Cassette) as vantagens do
som digital
No sistema DCC transforma-se
a informagao analégica de que con-
siste um sinal de éudio, em informa-
{40 digital que entao é gravada numa
fita magnética semethante a dos cas
eles comuns.
Na reprodugao, o sistema digital
do apresenta tuidos e a distorgao
pode ser detectada e eliminada por
meio de procedimentos puramente
numéricos. O som em cada instante
6 dado por um byte, e se esse byte
aptesentar um bit dterente do origi-
nal na reprodugao, 0 que significa
distorgdo, ele pode ser detectado por
procedimentos simples e eliminado,
Demonstra-se que a eliminagao traz
muito menos prejuizo para 0 ouvide
do que sua teprodugao de forma
indevida!
Quanto maior for a quantidade
de bits utlizada para a digitalizagao
do som, maior serd a fidelidade obti-
da, 0 que nos leva a falar em um
nove termo para a qualidade de um
aparelho desse tipo: sua ‘resolucao’.
© DCC da Philips uiliza o sis-
tema de codificagao denominado
PASC que possui uma resolugao de
18 bits, o que o leva a uma qualida-
de de reproducao semelhante a ob-
tida com um CD (Compact Dis)
SABER ELETRONICA N? 256/04
Mas a gravagao digital, nao traz
como vantagem apenas a qualidade
de reproducao, Podemos ter acesso
‘a um outro tipo de recurso quena fita
comum nao é possivel de se obter:
tempos e posigGes podem ser inclu-
{dos nas fitas.
As fitas cassete DCC incluem
codigos de tempo e localizacao que
associados a fungéio auto-reverse
permitem a selegao de faixas de uma
forma facil e rapida. Além disso, in-
formagées sobre a misica ou faixa
que esta sendo reproduzida podem
ser apresentadas num display a par-
tir dessas informagées gravadas.
Conforme explicamos na aca-
sido em que a Philips anunciou o
sistema, uma preocupacao importan
te era que ele nao desbancasse to-
talmente o sistema antecessor, ou
seja, afita cassete comum. Com uma
quantidade tao grande de fitas e apa
rethos no mercado nao se pode sim-
plesmente abolir seu uso com um
novo sistema,
Desta forma, os aparelhos que
utilizam 0 sistema DCC foram
projetados de uma maneira que eles
também pudessem operar da forma
tradicional com fitas cassetes co-
muns. Evidentemente, com as fitas
comuns em reprodugao a qualidade
de Audio obtida, sera a das filas
‘no do novo sisterna. Com o tempo
IMUSIC]
‘05 novos aparelhos DOG nao incor-
porarao mais a leitura do cassete tra-
dicional,
Para que nossos leitores que
possam estar interessados no novo
equipamento tenham informacées
diferenciadas, damos a seguir uma
breve descricao do seu principio ge-
ral de funcionamento.
COMO FUNCIONA
1. A FITA CASSETE DCC
O cassete DCC é um Compact
Cassette ou Cassete tradicional com
uma diferenga: tem as mesmas di-
mensdes basicas, grava nas duas
faixas (ida e volta) ¢ utiliza fitas con
vencionais de cromo ou equivalente,
No entanto, seu formato ¢ 0 modo de
gravacao sao diferentes.
‘A fungao do auto-teverse é in-
tegrante do sistema DCC. Isso signi-
fica que o cassete nunca precisa ser
Virado para o outro lado manualmen-
te.
As aberturas para encaixe do
pino tracionador da fita, sao neces-
satias apenas na face interior, dei-
xando uma das faces do cassete per-
feitamente plana e lisa. Nesta face
podem ser colocadas ilustragdes, in-formagées e outros elementos refe-
rentes ao aspecto promocional da
gravacao.
Na figura 1 temos o aspecto
da fia, Conforme podemos perce-
ber, as dimensoes deste cassete S40
menores do que as de um cassete
‘comum,
Outro ponto importante que
pode ser observado, é que a porgao
da fita que permanece normaimente
exposta, assim como as engrena-
gens do sistema mecanico, sa0 co-
bertas por uma tampa de encaixe
garantindo assim uma protegao
corporada, capaz de proteger a fita
contra sujeira ¢ arranhoes.
Esta tampa também tem uma
outta finalidade importante, serve
para bloquear os carretéis da fita,
solucionando assim um velho pro-
blema dos cassetes comuns. No
DCC ha pouquissima possibilidade
de uma fita desenrolar e ficar
embaragada, travando o funciona-
mento do aparetho.
Quando 0 cassete DCC & colo-
ado no gravadorltoca-ftas, a tam-
pa de encaixe 6 automaticamente
‘empurrada para o lado expondo a
fita a0 sistema de gravacao/leitura
Este sistema tem ainda a van-
tagem de permitir que a fita soja
manuseada som problemas, mes
mo quando fora dos estojos, além
de exigir menos espago para
armazenamento.
‘Os mecanismos do DCC sao
derivados diretamente dos mecanis-
‘mos de auto-reversao ja existentes,
fe que so confiveis e resistentes.
Obtém-se dessa forma uma exce-
lente relagao custo/desempenho
uma eficiénoia muito grande o que é
tum ponto extremamente favordvel a
difusao do produto.
Uma caracteristica importante a
ser ressattada no DCC é a presenga
de pinos de fixagao de Azimute ou
‘Azimuth Locking Pins (ALPS).
Juntamente com 0 mecanismo de
‘Azimute Fixo por Guia de Fita ou Fixed
‘Azimuth Tape Guidance (FATG), mon-
tado na cabega de gravacao/reprodu-
0, 0s ALPS garantem nao sé um
melhor contato entre a fita e a cabe-
a, como também um alinhamento
perfeito das faces da fita, com as ca-
begas de gravagao. A figura 2 mostra
como ocorre a aco dos ALPs.
(Os ALPs aumentam 0 “angulo
supenvicis —/
benerenescin 7"
——ne
Tits DO LAO NACE
noracio ne
de contato” da fta com a cabega, 0
ue implica também num aumento da
superficie de contato da fita com a
ceaboga, otimizando as condigées fist-
cas necessérias para a reprodugao e
gravagao de sinais.
A fita também fica bem esticada
nna area de atuagao do sistema-guia
da fita, 0 que importante para asse-
urar@ precisao do mecanismo FAGT.
No mecanismo FAGT, 0 conjun-
to gravacaalteproducao esta provido
de encaixes especiais, de cada lado
da cabeca.
‘As duas saliéncias superiores dos
encaixes, formam duas superticies de
referéncia, que servem para alinhar a
fita com a cabeca. Simullaneamente,
0 perfil inciinado das saliéncias infer
ores, forga suavemente a fta esticada
contra as duas superticios de raferén-
cia.
© resultado final é que este siste-
ma simples elimina os desvios de
azimule, que podem afetar a leitura
das informagées gravadas,
© projeto dos ALPS/FAGT néo
exige nenhum mecanismo complica-
do nem uma tolerancia muito justa
Sua simplicidade assegura alinhamen-
to exato e permanente da fita com a
cabeca
‘0 comprimento da fita ou dura-
‘go de uma gravagao DCC virgem,
SABER ELETRONICA N° 256/94podem ser indicados por furos na par-
te traseira do corpo do cassele, o que
permite aos toca-fitas DCC calcular
© mostrar 0 tempo de gravacao
remanescente.
A fita é tevestida com uma cama-
da padrao igual a das fitas de video,
de didxido de cromo ou cobalto com
‘SABER ELETRONICA N* 255/08
ELEMENTOM
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= 2 CABECAS
esicnon wasrsiaideees
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Deven
f
6xido de ferro de 3 a 4 wm de espes-
ura, resultando numa espessura to-
tal de 12 um.
Como nas fitas convencionais de
cassete, a fita DCC tem 3,78 mm de
largura e ¢ dividida em dois setores.
Este formato reduz 0 tempo de aces-
80, j@ que hé menos quantidade de
fita para ser rebobinada, além de
possibilitar a reprodugdo continua
das misicas gravadas,
2. A CABECA DE GRAVACAO
E REPRODUCAO Do DCC
No sistema DCC 0 sinal de
audio é gravado em tihas parale-
las, cada uma com 1,85 mm de lar-
gura. Para a reproducao, entretanto
necessita-se de uma faa de ape-
nas 0,70 mm.
Este fator, contribui para reduzir
a sensibilidade da cabeca aos des-
vios de azimute. Uma tha adicio-
‘nal contém a gravacao subcodificada
para controle do sistema e exibigio
de informagies, .
Para se chegar a estas dimen-
soes reduzidas, a cabeca de grava-
Gao/reproducao do DCC, utiliza uma
tecnologia denominada “thin-film”
que j& € empregada com pleno éxito
os equipamentos profissionais de
gravagao com canais miitiplos.
Numa cabeca de gravacao/repro-
dug “thin-fin’ sao montados trés
onjuntos de elementos, conforme
mostra a figura 3,
Nestes tr8s conjuntos temos
nove cabecas integradas de grava-
40 digital (IRH), nove cabecas
magnetorresistivas’ (MAH) para re-
produgao digital e mais duas cabe-
‘gas magneto resistivas (MAH) para
teproducéo analégica de fitas co-
muns.
As cabegas digitals ocupam
uma metade da face de contato do
Conjunto, enquanto que as cabecas
analégicas a outra. Assim, tanto fi
tas digitais como fitas analégicas co-
muns podem ser processadas pelo
sistema de cabega “auto-reverse”.
Numa cabega de gravagao in-
tegrada, 0 elemento ative que pro-
duz o sinal & envolvido por um guia
de fluxo magnético, que concentra o
campo magnético dentro do vao de
maneira convencional
‘A cabega de reprodugao MRH
por sua vez, tem um elemento
‘magneto resistivo avangado cuja re-
sisténcia varia de acordo com o cam-
Po magnético transterido pela fta guia
de fluxo magnético. Na figura 4 temos
esta cabega mostrada em pormeno-
res.
Uma corrente continua percor-
re o elemento, de maneira que a ten-
oeo) THevean
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MANEQUINS & MODELOS evinateades wmode ne cose
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DE EMPRESAS *
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INSTITUTO MONITOR
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KITS OPCIONAIS \ an SERESE!__a
© aluno adquire, se desejar. na época —_4Ggane Farelopsownenioen Smensaldadestuas olga de CRST7300 0086
‘Spcrlina 6.46 Starts Ge ssi ESste (rena REAJUSTE, 2 1¥ mensaliade, acvescida da tarfa postal \
Masse vlna eee P RE, Neveressoreseneracieées no concn, nl stra ce Rees Pot
os para cada curso “ |
{ee‘so que aparece na safda, varia de
acordo com 0 campo magnético dos
elementos da fita, que passam diante
da cabeca
‘As cabecas magnetorresistivas
sio excelentes para este tipo de api
ccagao, onde se deseja a identificago
de transigao de bits como no DCC.
Na reprodugdo analégica, a ele-
vada establidade © auséncia de ru
dos, e de histerese das cabecas
magnetorresistivas, so caracteristi-
‘cas importantes no sentido de se ob-
ter a mais alta qualidade de som.
3. A CODIFICACAO
AAs técnicas de codificagéo &
decodtticagao do DCC, derivam dos
mesmos principios gerais dos siste-
mas de som digital ja existentes.
O que se faz ¢ converter os sons
(sinais analégicos) em sinais digitais,
sendo entao feita sua gravacéo. Na
leitura, as informagées digitais sao
novamente convertidas em sinais
analégicos e reproduzidas. Técnicas
intermediarias de detecgao e corre-
{g40 de erros foram otimizadas para
utilizagao no DCC.
Na figura 5 temos as curvas ca-
racteristicas do DCC que serao
cexplicadas em seguida.
No DCG encontramos um siste-
ma de codificagao denominado
Precision Adaptive Sub-Coding ou
PASC.
‘Neste sistema consegue-se um
registro de som de alta eficiéncia, por
‘meio de principios novos que consis-
tem na adaptagao, as caracteristicas
naturals do ouvido humano dos sons
‘que devem ser gravados. Trata-se pois
de um sistema “inteligente", auto-
adaptavel que pode ser explicado da
‘seguinte maneira:
‘0 owvido humano sé é capaz de
perceber sons acima de certa intensi-
dade, determinada pelo, que se deno-
mina, imiar da audigdo. 1380 significa
que nao se nevessita registrar os sons
abaixo desse limiar, pois eles nao se-
10 percebidos pelo nosso sistema
auditivo, mesmo quando reproduzidos,
O limiar da audigao, nao é fixe
porque depende da existéncia de ou-
{os sons no mesmo ambiente. Sons
de maior intensidade, que estejam
presentes ao mesmo tempo num lo-
‘eal, podem esconder ou mascarar os
‘sons mais fracos que devam ser 1e-
10
AuDIgAo
produzidos. Um murmario perteita-
‘mente audivel num ambiente silencio
0, tomna-se inaudivel se ocotrer numa
rua barulhenta, por exemplo,
Em suma, 0 limiar da audigao ndo
6 fixo, deslocando-se em funcéo da
presenga de outros sons mais inten-
50s.
© PASC calcula e acompanha
essa variagao dinamica do limiar em
fungao do conjunto de sons, determi
nando assim, quais S40 0s que preci-
sam e que néo precisam ser
registrados @ consequentemente re-
produzidos.
‘Com este principio de atuagao 0
PASC consegue fazer um registro efi-
ciente do som, com apenas 1/4 da
velocidade de amostragem do PCM
(Pulse Code Modulation), que & ull
zado pelo Compact Disc (CD). Por
este motivo, mesmo com uma veloci-
dade telativamente baixa, 0 som do
DCG 6 compardvel sob todos os as-
pectos ao som do CD.
4, ACODIFICACAO PASC
Para se obter 0 registro de sons
na forma digital, diversos artticios sa0,
utlizados aliados a uma tecnologia
bastante avangada.
Inicialmente, a faixa de sinal so-
nore (PCM), & dividida em 22
subfaixas de igual largura, por meio
dde um processador. Depois, com base
ros niveis de sinal de cada subfaixa,
fem relagao aos das subfaixas adja-
centes, calcula-se o limiar de
“masca‘amento’ de cada subfaixa
Gom isso determina-se 0 que
deve e 0 que nao deve ser gravado.
Os sinais da subfaixa que estejam
cima do limiar dinamico sao codif
cados. Os sinais da subfaixa que es-
tejam abaixo do limiar dindmico sao
rejetados. Para esta codiicagao ‘in-
teligents” o PASC utiliza uma repre:
sentacio do tipo “ponto flutuante". O
ponto flutuante exprime cada amostra
na forma de duas componentes: 0 ex-
poente ou fator de escala @ a mantissa
ou resclucao.
(0 procedimento € semelhante
0 que se utiliza para expressar uma
distancia, por exemplo em termos de
milimetos, metros ou quilometvos. A
mantissa 6 o valor, € 0 fator de escala
6 0 mutipicador. Neste caso, a esca-
la de 6 bits utiizada pode cobririnten-
sidades que vao de -118 dB a +6 dB
com passos de 2 4B conforme mos-
trado na figura 6.
© comprimento da mantissa &
deterrrinado pelo nivel de quantizagao
alribuido a amostra, Isso depende da
amplitude da amostra acima do limit,
da velocidade de variagao da forma
de onca e da capacidade de dados
disponivel.
© comprimento da mantissa
pode variar de 2 a 15 bits. Como 0
sinal de Audio varia relativamente de
vager em relacao a velocidade de
amostragem tanto o limiar de
mascaramento como o fator de esca-
la so calculados de uma ver para
cada grupo de 12 amostras obtidas, 0
que foima entao um quadro PASC.
Para a mantissa 0 némero de
bits de informacao que devon sor
codificados, varia de amostra para
amostia, de acordo com o nivel de
quantizagao. Os valores digitais re-
sultantes, so distibuidos ao longo
de toda a capacidade de dados do
quadre PASC, por ordem de impor-
Lancia. Esse process, chamado de
‘alibuigdo adaptaver’ olimiza a reso-
lugao da amostra em relagao a capa-
cidade de dados disponivel
‘A tepresentagao com ponto flu-
tuante € a atribuigéo adaptavel me-
SABER ELETRONICA N° 256/04&
Lita Da aubicio
r"]
=
a OTTO LT OE PONT a LATTA]
J Faron ne esata ED woes ne awosraacem
PADRiO DE DADOSDA-FITA
‘SABER ELETRONICA N? 256/06
lhoram drasticamente a eficiéncia
obtida pelo PASC.
Observe que o PASC nao se
baseia somente nas caracteristicas
naturais do ouvido expressas mate-
maticamente. Durante seu desen-
volvimento ele foi constantemente
avaliado por ouvintes treinados.
Pardmetros crtcos, como as dime
ses de um quadro PASC, 0 refina-
mento da resolucao dos degraus do
fator de escala, foram determinados
nao por meio de célculos somente,
mas por meio de intensos testes de
audicao.
Isso significa que 0 PASC foi
stimizado pelo lado do desempe-
Inho sonoro e nao pelo lado da efic-
éncia.
© resultado, como jé citado, ¢
uma qualidade equivalente ao CD
5. A CODIFICAGAO Do DCC
Os sinais DCC sao gravados
nafita em nove trlhas paralelas. Oito
dolas sao usadas para os Dados
Principals, e contém todos os da-
dos PASC, dados para a corregao
de ertos @ informagées usadas pelo
sistema.
‘A nona triha é usada para Da-
dos Auxiliares, € contém informa.
ges relativas a Wiha e tempo de
informagéo, semelhante ao usado
nos CD,
‘As marcagées de inicio da ma-
sica, por exemplo, toinam os aces-
‘808 @ uma determinada faixa bem
mais facil, enquanto que as marca-
‘ges de reverséo sao deteciadas
pelo sistema, de modo a dar 0 auto-
reverse
Os dados auxiliares podem ain-
da ser visualizados, mesmo quando
se faz afta correr com maior veloc-
dade, para maior comodidade.
Todos os dados DCC q
to na fita sao agrupados em
dros de Fita” auténomos. separa-
dos por “Espagos Interquadros”
(€1Qs). Para acomodar pequenos
desvios que podem ocorrer na
frequéncia de amostragem, durante
a gravagao os Espagos Interquadros
adem Variar um pouco de compri-
mento.
Eles também so usados para
locaiizar os pontos de partida dos
Quadros de Fita. Cada Quadro de
Fita DCG contém 12 288 bytes de
"informagao, nao incluindo a sincroni
‘zagao. Os dados PASC ocupam 8 192
bytes e as informagées do sistema
128 bytes.
(Os dados PASC sao distribuidos
através do Quadro de Fita numa dis-
posigao semelhante a de um tabuleiro
de xadrez, conforme mostra a figura
7
Esta disposigfio aumenta a imu-
nidade do sistema contra drop-outs.
Esta técnica guarda relagéo com 0
sistema de intercalagao, usado nos
Cs, com a diferenca de que 0 “Yabu-
leiro' de xadrez” & distribuido dentro
de cada Quadro de Fita individual
As informagoes do sistema for-
necem dados para as mensagens na
fungi texto e que sao projetadas num
display, bem como dados de identi
cages, como por exemplo informa:
des relativas a direitos autorais ou 0
tipo de fta em utiizagéo.
Os 3 968 bytes remanescentes
formam uma reserva de 40 a 50% de
informagées redundantes, destinadas
a detecgao corregao de erros.
Um cédigo Reed-Solomon de
Intercalagem Cruzada (CIRC), prote-
ge os dados principais contra erros
aleatérios e de “transbordamento”. As
duas camadas de dados CIRC, so
distribuides através das 8 trihas de
dados principais
Este poderoso cédigo de corre
40 de erros, permite cortigit “drop-
‘outs’ de até'1,45 mm de diametro,
cobrindo quase que inteiramente as
cito faixas.
Ele pode até compensar um “drop-
cout’ maior do que uma tri inteira de
dados.
Finalmente, para otimizar a
deteccdo da transigao de bits durante
aleitura da fita, 0 sinal DCC adapta-
do com preciso as caracteristicas do
melo de reprodugao. Isso é feito por
meio de uma modulagao de oito-para-
dez" que traduz bytes de 8 bits em
simbolos de 10 bits livres de corrente
continua para gravar. Este proceso
6 compativel com a modulacao “oito-
para-quatorze” (EFM = Eight-to
Fourteen Modulation) usada no CD.
‘Observem que todas as técnicas
que tornaram Compact Disc sinéni-
mo de qualidade em som, foram api
cadas no DCC.
Todas estao intimamente integra
das e otimizadas para a gravacao!
reprodugao em fit,
6. A FUNGAO TEXTO (Display)
Este recurso 86 6 possivel no
DCC, pela ulizagao da técnica digital
de gravacao e reprodugao. Com este
recurso os cassetes DCC pré-grava-
dos, podem transmit varios tipos de
informagies na forma de texto, as
quais podem ser mostradas num
display ou na tela de monitores de
video ou aparelhos de TV acoplados,
conforme sugere a figura 8.
Na fungao Texto, a informagao
6 organizada por tens. Até 256 tens
diferentes podem ser incluidos numa
fita DCC. Alguns exempios de infor-
mages que este itens podem conter:
* Titulo do album
* Lista completa dos ttulos das
musica
* Nome do artista de cada
rmisica
* Lettas de misicas podem ser
exibidas na tela ou display em
sincronismo com sua execugéo.
Os textos podem ser gravados
ra fta em até sete idiomas, dando 20
usuério a possibilidade de selecionar
© que Ihe interessa. Ereitos graficos
simples podem ser obtidos, ja que 16
cores e varias fontes de tipos e ele
tos visuais como 0 “scroling’ (texto
que corre dentro do display), fazem
parte da funcao texto.
OS NOVOS DCC DA PHILIPS
© DCC900 é © primeiro Deck
DCC aisponivel em nosso mercado,
apresentando caracterislicas que 0
diferenciam muito dos decks comuns.
De fato, néo se trata de um simples
Deck, que em lugar de trabalhar com
fitas cassetes comuns (0 que ele tam-
bém faz), opera com fitas DCC, mas
sim muito mais.
Na figura 9 temos DCC900 da
Philips, destacando-se seu design
moderno © 0 modo de insersdo da
fita, semelhante a de um CD.
‘A operagao tanto pode ser feita
acessando-se 0s diversos controles
pelas teclas do painel como a partir
de um controle remoto.
(© DCC900 utiliza um recurso de-
nominado ES! (Enhanced System
Inteligence) que contém um link de
comunizagées de alta tecnologia, que
fazem com que ele ndo apenas res:
onda aos comandos do controle re-
‘moto, mas proporcione ao usuario uma
interagéo inteligente.
Isso significa uma redugao das
operagies, que 0 usuario deve real-
zar para obier os efeitos desejados,
pois mutas delas sao realizadas a
partir de decisées do préprio sistema
Um outro recurso muito impor-
tante, nos dias em que 0 CD também
deverd eatar presonte no sistema de
som, 6 possiblidade de sincronizar
gravagies comum CD, bastando para
isso selecionar a fungao correspon-
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marca é registrada, a qual é ultiizada
para teinicio de gravagoes ou ainda
para o auto-reverse,
‘As saidas de sinais possuem
niveis ajustaveis remotamente. Isso é
valido tanto para a safda que excita 0
sistema de som, como para as saidas
de fone,
O sistema DGC incorpora um
SOMS (Serial Copy Management
System), pemitindo que gravacoes di-
gitais sejam feitas diretamente de fon-
tes digitais, como por exemplo
Compact Discs, cassetes DCC previ-
amente gravadas, transmissées via
satélite, sem a necessidade de con-
vversées intermediatias, que certamen-
te afetariam a qualidade do som,
‘Com este sistema também & pos-
sivel fazer gravacées a pattir de fon-
tes analégicas. No painel, encontra-
mos ainda um display que formece in-
forages sobre o contetido das ftas
que estao sendo tocadas.
‘Como explicamos, ao analisar 0
principio de funcionamento, neste
display sto apresentadas informagoes
como 0 nome do album, a lista das
misicas, nomes dos artistas, etc. No
DCC900 o display 6 de 12 digitos.
Dentreos recursos que permitem uma
‘operacio inteligente do DCC900 te-
mos 0s sequintes em destaque:
a) Playback
Os controles de playback do
DCC sao semelhantes ao dos CDs.
O acesso ¢ facil e direto, com a
‘ajuda do controle remoto (teclas nu-
méticas, Next e Previous). Passagens
particulares de uma musica sao fa-
ceis de serem encontradas utilizando-
se as funcées Backward e Forward.
b) Title Search
© DCCE00 tem um sistema em
que © usuario, pode pedir a apresen-
tagao dos titulos das musicas num
display, antes de executar uma fita.
Desta forma, pode-se ter certeza de
que naquela fta esta a musica que se
pretende ouvir.
©) Gravacoes
© DCC900 aceita entradas
pticas digitais © coaxiais para grava-
ao. Nao ha necessidade de ajuste
1“
de nivel de gravacio.
Para entradas analégicas, 0 ajuste
do nivel de gravagao é simples dada
a enorme faixa dinamica do DCC,
‘no DCC200 ele ¢ facilmente executa-
do a pattir de um controle rotativo,
controle de balanco e um monitor de
gravagio de elementos.
4) Funcio Append pi
de gravagées diret
automaticas
procura
‘A funglo Append & um recurso
poderoso para a busca de uma posi-
a0 gravada numa fita, além da
inicializagao de uma gravagso. num
ponto livre da fia. Com a fungao ati-
vada, temos om sequéncia as seguin-
tes localizagaes:
* 0 inicio da gravagao
* 0 fim da ultima tiiha gravada
* O inicio do lado B
(© DCC900 também opera com fi-
tas cassete comuns.
Ossistema detecta automaticamen-
te quando uma fita inserida € comum,
posicionando a cabega de leituralgra-
‘vagao de modo apropriado,
‘A qualidade de som obtida nestas
condigaes excelente gracas ao sis-
tema de reducao de ruidos Dolby
BIC.
ESPECIFICACOES TECNICAS
DO DCCs00
RESPOSTA DE FREQUENCIA:
* Digital:
20 Hz a20
44,1 kHz)
DCC pré-gravado,
kHz 40,2 4B (fs
+ Freqiéncia de amostragem
(Fs)...82kHz , 44,1kHz, 48kHz di
44,1kH2) entvada analogica,
~ Relago SIN.....Playback >= 92 dB
Média >= 92 dB
- Faia Dindm....Playback >= 95 dB
Média >= 92 dB
= THD vornnesPlayback <= 0,003%
Média <= 0,005%
- [Link] [Link] >= 95 dB
Média >= 85 dB
= Wow € Flutter...Preciséo do Cristal
de Quartzo
+ Cassete Analigico
playback)
= [Link] freq..00 a 16 kHz (C102)
= Rel, SinalRufdo...»= 50 dB (C102)
(somente
= Dolby B/C........Melhoria B: 10 dB
Methoria C: 20 8
+ Wowe Fiutter.....0,15 CCIR WTD
= Sinal também fomecido para as
saidas digitais
+ Entradas:
+ Enitada de linha analégica,....nao
balanceada , impedancia >= 20k 0
= Coaxial Digital...de acordo com a
IEC 958
= Optica Digital TOSLINK
+ Saides:
- Fixa analogica. BV
-Varival analégica......Motorizada,
= Coaxial Digital...de acordo com a
IEC 958
= Optica digital... see TOSLINK
+ Performance do Amplificador de
Fone.
- Faixa de impedancias de carga
..8 a 600 ohms:
Faixa de freqdéncia....20 a 20 kHz
41.0.5 4B.
=Relacao sinallruido - playback.
.90 dB
“THD (neluindo rUfdo) 80 4B
+ Diversos:
~ Controle remoto:
- Soquete RC....ESI-Bus, 2 x Cinch
+ DiSplY....nnnnndicador de nivel
de 16 segmentos, 2 escalas
= Mecanismo, 2 motores
= Velocidade da fita......4,76 om’s
- Sistema Trayloader.....Motorizado
+ Gabinete:
~ Materiaacabamento.... Metal
~ Dimensoes....435 x 140 x 300 mm
~ Acesséris....... Controle Remoto ,
cabos
~ Peso... kg.
7
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trelnamento, trazendo a esséncia do que ¢ mals Impor-
tante. Voc’ pode assistir a qualquer hora, no seu
oficina, além de poder treinar seus funclonarlos q
vezes quiser.
D Video aula nao é s6 0 professor que vocé lev
casa, vocé também leva uma escola e um laboratérlo.
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sete com 115 minutos aproximadamente, mals uma
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Videocassete 3 - Reparagao (Cd. 152)
Videocassete 4 - Transcodificagao (Céd, 183) + Diagnésticos de deteitos de som e CDP (Céd. 34)
Feacsiile 1 « Teoria (Cod. 158) + Dlognéatces de dalotos de toloisdo C54, 86)”
Facsimile 2 -Andive do ccutcs (Cid. 155) | Dlegnesteas de eto de vdeo pace elie) (CS, 26
Facsimile 3 - Reparacao (Céd. 156) ++ Diagnésticos de deteitos de video (parte mecanica) (Céd. 37)
‘Compact Disc - Teoria/Pritica (Céd. 157) + Diagnésticos de deteltos de tax (Céd. 38)
CmeratCamcorder-TeoraPrsica (C6088) “Diagn de deft de mentor de deo (Cod. 9)
TV PBiCores 1 - Teoria (Céd. 160) * Diagnésticos de defeitos de micro XT/AT/286 (Céd. 40)
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+ Secretaria Elotrinica © Telefone som fo (Céd, 164) a
+ Administragdo de Oficinas Eletrénica (Céd. 165) _Peddos: Verfique as insrugées na solictagao de compra da
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°
omolida
Newton [Link]
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durante a noite e o gado é levado facilmente para caminhdes parados ni
sma que propomos neste artigo dispat
Usando um sinal de média freqiiéncia que se propaga pela cerca monitorad
cerca é cortada
proximidades.
um alarme na sede se a cerca for cortada.
, ele nao causa
qualquer perigo de choque e nao é facilmente detectado pelos ladrées,
A cerca de um pasto ¢ feta de fio.
condutor e portanto se toma facil ela-
borar dispositivos de protecso que
detectem quando ela ¢ interrompida
No entanto, alguns cuidados deve
ser tomados neste projeto como por
exemplo, o de se evitar energizacao
com altas tenses que possam cau-
‘sar choques em quem nela tocar, ou
([Link] de sinais multo fracos que pos-
sam ser afetados pela umidade, pe:
las perdas nos mourdes ou ainda
elas variagoes que ocorrem com a
chuva e que podem causar o disparo
erratico
A idéia de nosso projeto é sim-
ples: jogamos numa cerca um sinal
‘com freqiiéncia entre 15 kHz © 50
kHz, © captamos no final da cerca
conforme mostra a figura 1
circuito receptor reconhece
constantemente esse sinal enquanto
© sistema permanece ligado ¢ a cer-
ca se mantém inteira
Se houver uma interrupgao em
qualquer ponto, o sinal desaparece e
portanto o receptor detecta esta au
séncia disparando um relé.
disparo 6 temporizado, © que
fica que o relé acionara um alar-
SABER ELETRONICA N° 256194
me por um tempo determinado, pos:
sibitando assim uma agao répida
dos vigias. O tinico cuidado a ser to
mado @ para que nao se saiba que 0
eet
aco? sot es
sistema 6 usado, pois uma “ponte”
pode ser usada para desviar o sinal
e assim evitar 0 disparo do
[Link] a detecgao ¢ feita por
=, 4
fon *
Fig. 1 = Principlo de operagao do sistema,
”
aaum circulto muito sensivel que traba-
Tha com alta impedancia de entrada,
‘as variagées da resistancia da cerca
‘ou as perdas em dias imidos podem
‘ser compensadas nos ajuste evitan-
do-se assim o disparo erratico,
Uma caracteristica importante do
cireuito € © seu baixo consumo da
ordem de alguns W apenas, o que
significa pouco acréscimo, na conta
de energia (praticamente desprezi-
ve), capacidade de proteger cercas
mut longas, com até alguns quilé-
metros 6 outro ponto forte a ser con-
siderado por quem deseja experimen-
taro sistema,
Caracteristicas:
+ Tensio de alimentagao: 110/
220V ca
+ Freqiéncia de operagao: 15 ktiz
250 kHz
* Consumo tipico: § W
+ Comprimento maximo de cerca
protegido: 10 km (tip)
* Sensibilidade de entrada: 20 mV
+ Carga maxima no relé: 10 A
‘COMO FUNCIONA
J idéia basica do projeto & um
transmissor de sinais de médias tre-
qiiéncias entre 15 kHz que mantém
tum receptor ‘atracado” através de um
elo formado por um dos fios da cerca
que deve ser protegida.
Enquanto o sinal estver presente
na entrada do reconhecedor que con
siste num PLL com 0 NES67, sua
saida se mantém no nivel baixo e ©
LED indicador aceso.
O ajuste da sensibildade para que
tenhamos um limiar seguro, e tam-
bém uma protegao contra disparos
erraticos, é feito no timpot Py. A fre-
qiéncia ajustada em P,, Com 0
LED aceso e a saida de Cl, no nivel
baixo, 0 transistor Q, se mantém no
corte nestas condigées a entrada
de disparo do monoestavel (formado
por Cl,} se mantém no nivel alto via
Fiz. Nao ha disparo nestas condi-
goes,
Se, por um instante, a corca for
interrompida, o sinal deixa de ser re-
conhecido @ a saida de Cl; vai a0
nivel alto, Nestas condigoes a base
de Q, é polarizada e este compo-
rnente satura por um instante aterran-
do, via Cz, a entrada de disparo de
Ch.
Nestas condicées, a saida de Cl,
(pino 2) que se encontrava no nivel
baixo vai ao nivel alto, atracando 0
rel
Mesmo que o contacto na cerca
seja refeito, o moncestavel dispara-
do se mantém desta forma por um
tempo, que pode ser ajustado em Ps
‘entre alguns segundos até perto de
15 minutos.
Fig. 2 - Diagrama completo do Alarme,
6
‘SABER ELETRONICA N! 258/04No final deste tempo, o relé de-
sarma @ 0 alarme ligado a ele para
de tocar.
emissor de sinal consiste num
astével com o circuito integrado 555
© cuja freqdéncia depende de Rs, Rs
e de C;,. O sinal produzido é ampli
cado por Q3 que 0 joga na cerca a
pattir do ponto A.
Para cercas menores, podemos
usar em lugar de Q; um BCS58 e
aumentar R, , para 220 2 ou mesmo
470 Q, caso em que teremos menor
‘consumo para a unidade.
Para o setor de disparo usamos
uma fonte estabilzada, assim como
para o astavel, de modo a manter
nce
les
‘SABER ELETRONICA N” 256/94
fixa a freqiéncia de operagao.0
transformador na fonte, garante 0 iso-
lamento da rede de energia, evitan-
do-se assim perigos de choques.
MONTAGEM
0 circuito completo do alarme de
cerca rompida 6 mostrado na figura
2, @ na figura 3 temos nossa suges-
‘tao de disposigéo dos componentes
numa placa de circuito impresso.
Os circuitos integrados 567 © 555
serao montados em soquete. O Cl
regulador de tensao Cl, assim como
Qs precisam de radiadores de calor.
Se howver dificuldades para obter 0
7806 pode ser usado um 7805 com
dois diodos ligados, conforme mos:
tra a figura 4, no terminal de ajuste
de modo a se obter aproximadamen-
te6,2V.
Os resistores so todos de 1/8 W,
com excegao de Ry;, que é de fio
com § W ou mais, e trabalha leve-
‘mente aquecido,
Os diodos admitem equivalentes,
@ 0 transformador tem tensao de pri
mario de acordo com a rede de ener-
gia. O secundario de 9+9 V ou
7,547.5 V tem corrente minima de
500 mA.
© relé admit equivalentes, mas
‘com eventual alteragao da placa
Fig. 3 - Placa de circuito impresso do alarme.| Fig. 4- Obtendo 6 V com um 7805.
——~-—v—ve
gador para manter a bateria sempre
‘em condigées plenas de entrar em
aco quando solicitada.
‘Uma sirene potente com transis:
tor de efeito de campo na saida tem
© diagrama mostrado na figura 5 &
pode ser alimentada diretamente a
partir do ponto E do circuito ou entao
‘com uma fonte de maior [Link]
esta sirene sugerimos a utilizagao de
um transformador de 12+12 V x 1,5
sys
oo
>
we
C_
Fig. 8 -
10 do alarme.
‘Todo 0 conjunto pode ser instala-
do numa caixa plastica na propria
sede, ja que nao ha problema em se
completar o circuito até a cerca com
fios encapados comuns, desde que
devidamente ocuttos.
Uma possibilidade a ser estuda-
da é um sitema nobreak com bateria
que entraria em funcionamento em
caso de corte de energia.
Em diversos projetos de alarmes
publicados nesta revista temos este
tipo de circuito que inclui um carre-
20
‘A em lugar do original. © FET de
poténcia deve ser montado num bom
adiador de calor.
alto-falante devera ser instala-
do numa caixa acustica para maior
rendimento,
INSTALAGAO E USO
A idéia basica para o uso é trans-
mitir 0 sinal em toda a volta de uma
ea através de uma cerca de arame
farpado, conforme mostra a figura 6.
LISTA DE MATERIAL
‘Somicondutores:
Cl, = NES67 - circuito integradc
PLL
Clp Cle - 855 - circuito integrado
timer
Cy - 7808 - circuit int
sgulador de tensao
Q,, Q, - BCS48 ou equivalents -
transistores NPN do uso goral
Q- 80136 - transistor PNP de
‘media potncia
,,D, = 1N4002 ou aquivatente
diodes de silicio
D3 = 1N6148 - dodo de silicio de
uso geral
LED, = LED vermetho comum
Rosistores: (1/8 W, 5%)
Ry 1kO
Rr [Link], «10 ko
Ri 47 KO
Fg, Rp, Pho 4.7 KO
Re 12 ka.
Ry, 47/5 W- FIO
P,P - 100 KA timpat
Pye 1 MQ = timpot
‘capacitor
CO - 22 nF - poliéstor ou
C,- 220 uF - 12 V - olettoitico
a. 47 nF - cerdmico ou potiester
z= 100 nF - cerdmico ou polister
Gy- 4,7 uF - 12 V-eletoliico
G;- 11000 wF x 12 V - elatrolitco
G10 pF x 12.V-- eletro}
C5100 pF x 12 V- letroltico
Cip- 1 000 pF x 25 V eletraltice
Gur 10nF - poiéster ou cardico
Cig 10 nF - polidster ou eerdmico
Diverso:
K,- GIACI - relé de 6 V ou equi
valente
Ty - Transformador com primatio
de acordo com a rede local e se:
‘cundivio de 949 V x 500 mA ou
Fy Fusivel de 1 A
Placa de citeuito impresso, cabo
de alimentagio, suporie de fusi
val, soquetes para os circuitos in
tagtados, radiador de calor para
), caixa para montagem, fs,
selda ete,
A cerca nao precisa estar isola-
dda, se bem que os mourées de metal
nao devam ser usados em nenhum
ponte pois eles curto-circuitariam 0
sinal para a terra. Mesmo a umidade
natural e da chuva que desviam par.
te do sinal em cada mourdo de ma:
deira ou cimento para 0 sélo néo
causam uma perda total no sinal, de
SABER ELETRONICA N* 256i04‘modo que uma parte dele consegue
chegar de volta ao receptor que, en-
a0 6 ajustado no seu ponto ideal de
sensibilidade.
O sinal, que sai com alguns V de
amplitude do transmissor, mesmo
‘aindo a menos de 50 mV no recep-
tor, ainda assim pode ser detectado
com faciidade,
No entanto, se houver um corte
da cerca, o sinal 6 entdo reduzido
para abaixo do ponto em que ocorre
‘a detecodo e 0 disparo acontece.
Para ajustar inicialmente interi-
gue 0 ponto E com o ponto A com
um fio e alimente a unidade depois
de colocar P; no minimo,
Abra P; aproximadamente 20 %
e ajuste P, até que 0 LED, acenda
‘Se nao conseguir, abra um pouco
mais P, até conseguir um ajuste
numa faixa estreita de P,. Desfaga
as ligagdes entre Ae E e facaa
conexao do aparelho na cerca a ser
protegida. Ligue a unidade e aluste
Py até obter 0 acendimento do LED.
Nao coloque este ajuste muito pré-
ximo do liar de acendimento para
que alteragoes da umidade ou a pre-
senga de chuva néo afetem o sinal a
Ponto de haver 0 disparo
Ajuste entéo P; para a
temporizagao desejada. O disparo de
Cl, pode ser simulado fazendo-se
uma ponte com um fio entre 0 pino 2
eater.
Comprovado 0 funcionamento do
setor igque a sirene externa ou o sis-
tema de protegao desejado.
rovador Logico
Para o projetista que trabalha com circultos log
IfleSttatte
Newton C. Braga
1s digitais com saidas Tri-state, ou ainda para
nico de manutengio de computadores ou equipamentos Industrials, é fundamental dispar de
uma ponta de prova ldgica que atenda a esta modalidade de circuito. O projeto que descrevemos
neste artigo usa apenas um integrado sendo eficiente e simples de montar.
Nos modernos circuitos digitais
nao temos somente dois niveis légi-
cos de saida (Alto e Baixo ou Hi ¢
LO), mas também um terceiro esta
do (Tri-state), que corresponde a um
circuito aberto, quando, nao se mani-
festa tensao alguma na saida,
Este tipo de componente é muito
usado nas saidas de circuitos légi-
208 que operam multiplexados. Nes-
tes casos, mesmo com suas saidas
interconectadas, um nao interfere no
outro,
Para analise de tais circuitos, pre-
cisamos entac de um equipamento
que nao s6 detecte quando uma sa-
ida esta no nivel baixo (tensao entre
00 0,8 V), ou no nivel alto (tense
entre 4 Ve 5 V) mas também ten-
SABER ELETRONICA N° 255/94
sées intermediarias, que corres-
Ponderiam ao terceiro estado (circu
to aberto)..
projeto que descrevemos nes-
te artigo tem justamente esta fin:
dade, tendo uma faixa de detecgao
conforme a mostrada na figura 1
Temos entéo 3 LEDs indicado-
res, que podem ser de cores diferen-
tes, operando da seguinte forma:
LED, - HI vermeiho
LED, - LO - verde
LED; - Tri-state - amarelo
© circuito € alimentado com 5 V
que podem ser obtidos do préprio
equipamento em teste, dado seu bai
xo consumo.Caracteristicas:
5V
+ Tenses de detecoao:
OV a0sVv-Lo
0.8 V.a4,0V - Tristate
4,0V.a5,0V-Hi
* Consumo tipico: 5 mA
COMO FUNCIONA
Usamos como base pata este pro-
jeto, um quadrupio comparador de
tensdo LM139, LM239 ou LM339 (os
tipos so equivalentes, diferindo ape-
nas quanto a faixa de temperaturas
de operacéo),
Dois dos comparadores disponi-
veis neste circuito integrado sao liga-
+B: f
Fig, 2 - Funclonamento do comparador de ja
dos como um comparador de janela.
A curva de resposta em fungao da
tensao de entrada deste comparador
6 mostrada na figura 2
As tensées de limiar, que vao
determinar quando um ou outro LED
(alto ou baixo) acende, sao determi-
nadas pelos resistores R., Rs © Re,
Estes resistores foram dimensio-
nados de modo a determinar uma
faixa de operago de aproximada-
mente 0,8 V (entre 0 Ve 0,8 V) para
© nivel baixo, e uma faixa de 1 V
(entre 4V e 5 V) para o nivel alto,
Isso significa que quando a ten-
so de entrada estiver fora destas
faixas, as saidas dos dois compara:
dores vao a0 nivel alto, e nenhum
dos LED acende,
‘Quando a tenso de entrada en-
tra numa ou na outra faixa, os LEDs
acendem, pois as saidas dos compa:
Fig. 3 - Diagrama completo do provador Tri-State.
Ea
radotes vao ao nivel [Link] uma
saida dos comparadores no nivel
baixo, 0 que cortesponde a um ou
outro LED aceso, a entrada inverso.
1a do terceiroinversor estara no nivel
baaixo @, portanto, com tensao maior
que a da entrada nao inversora, al
mentada pelo divisor tormado pot Rs
eo
Nestas condicées, a saida deste
‘comperador estara alta e 0 LEDs, in-
dicader de terceiro estado, estara
apagado.
Noentanto, se as saidas dos dois
comparadores de entrada estiverem
no nivel alto, 0 que ocorre quando a
faixa de tonsées de entrada estiver
entre 0,8 Ve 4 V (Tristate), 0 resistor
Ri, se encarraga de polarizar posit
vamente a entrada inversora do ter-
ceiro comparador, de modo que sua
saida vai ao nivel baixo acendendo o
LED amarelo
Veja entao que este terceiro
‘comparador esta ligado a uma porta
NOR formada pelos diodos
‘A alimentagao de § V do citcuito
pode ser obtida do proprio equipa-
mento que esta sendo analisado, ou
se 0 letor preferir pode fazer uma
fonte, mas neste caso, lembramos
que © negativo desta fonte deve ser
interligado a0 negative do equipa-
mento em prova.
MONTAGEM
Comegamos por mostrar aos
tores, na figura 3, 0 diagrama com-
pleto do provador Tristate.
‘A montage numa placa de
circuitoimpresso 6 mostrada na
figura 4
© integrado SID LM139/239/339
deve ser instalado num soquete DIL
de 14 pinos.
C; 6 um eletrolitico _cujo valor
pode ficar entre 47 uF e 470 uF, com
tensao de trabalho igual ou maior
que 6V.
Os LEDs podem ser das cores
indicadas, ou todos vermethos, com
a indicagdo por esctito. Os diodos
admitem equivalentes com 1N914 e
até mesmo 1N4002.
Uma caixa plastica pode alojar 0
conjunto, ¢ a ponta de prova é co-
mum, Duas garras, uma vermelha
uma preta, servem para conectar 0
provador & fonte de alimentagao do
aparelho em prova,
SABER ELETRONICA N° 256/04J
PROVA E USO
Ligando a alimentagao do circu
to, com a ponta de prova livre ou
ligada a uma fonte de tensao entre
018 V e 4 V, deve acender o LED
amarelo LEDs, com indicagao de cir-
cuito aberto ou Tri-state.
Com tensées abaixo de 0,8V deve
acender 0 LED verde, e com tensses
acima de 4 V deve acender o LED
vermelho,
SABER ELETRONICA N° 256.08
md
Fig, 5 - Circuito de prova e calibragio do provador.
© leitor pode verificar com um
muttimetio e uma fonte de tensao va
ridvel, como mostra a figura 5, 0s pon
tos exatos de acionamentos dos LEDs
Se por motivo de tolerancia dos
componentes houver uma variagao
grande das tenses de acionamento
em relacao a0 desejado, os resistores
Fe Re podem ser alterados,
Para usar 6 s6 alimentar 0 circuto
¢ encostar a ponta de prova nos pon:
tos em que se deseja saber os niveis
légicos. .
LISTA DE MATERIAL
Semicondutores.
Cl,» LNN99/2999999 - Quadruplo
‘comparador de tensao SID -Citcu
to integrado,
Dy. Dp - 1N4148 ov equivalente =
diodos de silico
LED,, LED,, LED, - LEDs verme:
thos ou com as cores indicadas no
diagrama (vermelha, verde e ama
reo)
Resistores: (1/8 W, 5 %)
R,-56 ko
R,.Ry FRR - 470 ke
Capacitores:
C, = 100 pF - cordmico
C2 100 nF -eletrolitico
Diversos:
Placa de circuito impresso, saquete
ava 0 circuto integrade, ponta de
prov, gairas jacaré, caixa para
montagem, fas, soda etc
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fissionais liberais. Trata-se do primei-
ro langamento para atingir este publi-
co, j& que os equipamentos
comercializados pela Gentek eram
apenas de linha profissional, destina-
‘Novo langamento da GENTEK
26
dos a grandes empresas. O Gefax
120 possui comutacao automatica
para quem utliza a mesma linha para
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taa chamada de fax etelef6nica, co-
rmutando automaticamente para a mo-
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conexao para secretatia eletrénica,
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TEXAS E HITACHI LANCAM
DRAM DE 64 MB
Amosttas do circuito integrado
DRAM (Dynamic Random Acess
Memory) de 3,3 V ¢ 64 Mbytes, de-
senvolvido em conjunto pela Texas
Instruments (TI) e Hitachi Ltda, jd
estdo disponiveis no mercado amer
ano © as companhias lutam agora
para desenvolver 0 DRAM de 256
Moytes.
AT eaHitachi usaram tecnologia
CMOS para fabricar esse chip.
Cada célula de meméria mede
1,67 micron quadrado e é projetada
em avancado capacitor em pilha.
A nova pasta aplica-se as esta-
.¢6es de trabalho, computadores pes-
Soais e a outras fungées na area de
computagao, que exijam armaze-
namento de dados em larga escala
trabalho conjunto para gerar
‘componentes de meméria é realiza-
do nas instalages da Texas, em
Miho, e no Centro de Desenvolvimen-
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CORTES EM PREGOS.
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Esses cortes foram possibiltados
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tendimento da produgao, na fabrica-
‘sao dos dispositvos.
Uliizando a tecnologia bipolar
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prépria empresa,
JUSTIGA AMERICANA
CONFIRMA DIREITO DA AMD
‘SOBRE MICROCODIGO INTEL
Um tribunal federal dos Estados
Unidos confirmou decisoes anterio-
res assegurando & AMD o direito de
utilizar em seus microchips 0
microcédigo da Intel.
proceso teve inicio em 1990,
quando a AMD langou um coprc
cessador matemético a que era util-
zado 0 microcédigo.
Apesar de um acordo de
licenciamento entre as duas empre-
sas, a Intel argumentou que nao es-
{aria leenciado 0 microcédigo usado
‘em microprocessadores e petiféticos.
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Editora Saber LtdaDISQUETES DE 21 MBYTES
Se os clroultes Integrados usados nos computadores
de elementos, por que
1s cada vez malores de dados
I de termos disquetes com capacidades crescent
novo tipo de drive para disquetes especiais, pode “rodar
crescent
‘se armazenar quantid:
levam at necessidade natu
Newton C, Braga
tornam cada vez mais densos, reunindo quantid
pensar na mesma evolugao para os disquetes? A necessidade de
programas cada vez mais longos,
(0 “Floptical”, um
disquetes com a Incrivel capacidade de
21 Mbytes, conforme veremos neste artigo.
Os disquetes com capacidade de
‘armazenar 360 kbytes em pouco tem
po se tornaram insuficientes para
operat com a maioria dos programas
e com a grande quantidade de da-
dos de muitos operadores.
‘A utilizagao de um novo formato
na gravacéo dos dados, torando-os
mais densos, logo levou estes
disquetes a chegar a uma capacida-
de de 1,44 Mbytes para os tipos HD
(alta densidade).
Fig. 2-Eetrutora do um daqucle. |
2
No entanto, com a tendéncia de
se trabalhar com cada vez mais da-
dos e a utiizagao de programas cada
vez mais longos, mesmo os discos
de 1,44 Mbytes se tornaram
“pequenos’para muitos operadores.
‘Com a tendéncia que verios nos
‘equipamentos de som e video de nao
se langar qualquer novidade que inu-
tilize a antecessora, 0 mesmo ocorre
‘com a informatica,
‘Assim, a idéia de fazer um novo
tipo de disquete, com um sistema de
leitura a laser, levou em conta que 0
novo sistema paderia operar natural-
mente com 0s disquetes no formato
antigo (figura 1)
(© novo sistema, denominado
Floptical (de Floppy + Optical tem
caracteristicas inéditas que em pou-
‘co tempo deve tomar obsoleto os
drives de nossos micros, como os
conhecemos e utiizamos hoje.
Para entender methor o que signi-
fica o sistema, recordemos o princi-
pio de funcionamento de um drive de
disquete e também como estes
disquetes gravam as informacées.
COMO SE GRAVA INFORMAGAO
NUM DISQUETE
Um disquete consiste numa pega
de polister na qual sao depositadas
| Fig. 3 - Proos
.08 de leltura linear @ circular.
nas duas faces, camadas muito finas
de uma substancia magnetizavel, se-
melhante a usada nas fitas de grava-
dores cassete de som ¢ nas fitas de
video, como mostra a figura 2
Esta substincia magnetizavel Io
calmerte consiste em um éxido de
ferro de granulagao muito fina, que
corresponde a imas elementares que
podem ser orientados por um campo
magnéico
‘Quando um disquete gravado se
desloca diante de uma cabega de
leitura, que consiste numa bobina, a
passagem dos imas elementares or
entados, induz sinais que podem
corressonder a informagao gravada
neste disquete
‘A diferenga entre 0 disquete de
computador @ as fitas de audio é que
tenquanto nas ftas de audio se faz de
‘mane‘a linear, num movimento sem.
pre no mesmo sentido, no disquete @
gravagao é feta com a cabega de
leituragravagao cortendo em pistas
concéntricas, conforme sugere a
gura 3.
‘Assim, enquanto no caso de uma
fita de audio o tempo que podemos
gravar ou a quantidade de informa-
‘goes depende do comprimento dafita,
no disquete, como temos limitagao
de area nas duas faces, a quantida-
de de informago depende da quan-
SABER ELETRONICA NP 256/04ec
Ee * .
“ tracking’ na leitura
de pitas multo proximas.
tidade de pistas que podemos distin-
guir @ da densidade de informagies
de cada pista, como mostra a figura
4
Nos disquetes atuais, a limitagao
principal encontrada para se ter uma
grande quantidade de informagses
(bytes) gravadas até na dificuldade
de se fazer a distingao das pistas,
pelas cabecas gravadorasiletoras
Se as pistas estiverem muito prd-
ximas, ha uma tendéncia da cabeca
‘misturar’ informagaes de pistas
adjacentes, ora saltando para um lado
ora para outro, A exigéncia de sist:
‘mas mecanicos precisos toma-se cri
tica, que difcuta um avango a partir
de determinado ponto,
A densidade de 1.44 Mbytes por
disquete parecia indicar o limite para
695 sistemas mecanicos.
Por outro lado, a granulagao do
ride determinava'a limitagao em ter-
mos de distingdo das informagoes no
sentido linear, ou seja, dentro de uma
‘mesma pista.
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Fig. 5-0 sistoma FLOPTICAL,
Com 0 novo sistema Floptical, ori
entado por /aser, foi possivel, entre-
tanto, realizar um enorme avango no
‘aumento da densidade,
Foi possivel passar entéo do va-
lor de 53 pistas por centimetro, de
um disquete comum HD (alta densi-
dade), para 492 pistas por centime-
{to, 0 que, levando em conta o tama-
he do disquete comum de 3 1/2"
significou, passar de 80 pistas para
aproximadamente 755 pistas. Em re-
sumo, obteve-se um aumento da ca-
Pacidade de armazenamento do
disquete (sem alterar 0 tamanho) de
1,44 kbytes para 21 Mbytes,
© SISTEMA FLOPTICAL,
Nas duas faces do disquete
existem as pistas mais finas onde
sao gravados os dados, mas na
face interior temos uma pista
adicional com caracteristicas épticas
MINI-DRYL
Furadeira indicada par
Circuito impresso, Artesanato, Gravagoes etc.
12 V - 12 000 RPM
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e que serve de guia para um
sistema a laser, conforme mostra a
figura 5,
‘Assim, na cabega de leitura/gra-
vagao, além do sistema magnético
de captura de informagao temos tam:
bém um sistema dptico de emissao e
recepgao /aser, que orienta constan.
temente 0 sistema de modo a evitar
que ele escape da pista
© importante neste sistema é
@ manutengao do formato
do disquete, ja que se for
introduzido um disquete comum que
nao tenha a pista dptica, o sistema
tem a orientacao a laser desativada
@ 0 disquete da maneira convencio-
nal
Os disquetes Floptical da 3M ja
se encontram disponiveis em varios
paises e dentro em breve certamen:
te se tomarao comuns nos nossos
equipamentos, juntamente com os
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Faixa de tensdes de operacao = 5 is % | +20 Vv
ie Corrente quiescente I Vs + 15V - “14 18 mA
Ganho do operacional Vs=+10V,Ri>2K 7 15 160 - vimv
Banda passante do operacional E 1 eS MHz
Resisténcia de entrada do operacional E = 25 - | Ma
‘SABER ELETRONICA N 256/04Saber Projetos
if
SRR
Fig. 4 = Circuito bésico
LH009i com ajuste
Talatatat
|Fig. $-Cireuito bésico LH0091 para CA.|
Hy af se a pecs Ds
fia ere rt! — >
Fig. 7 - Cireuito com Jator de erista
|@evssen) "teen
Aplique * 10 V altemadamente na
entrada. Ajuste R, até obter na saida uma
leitura das duas polaridades com o mesmo
valor (aio necessariamente 10 V).
Aplique 10 V a entrada e use Ry
para ajustar uma safda de 10 V.
> Repita os procedimentos até obter
1 preciso desejada.
Na figura 6 temos um circuito com
filtro passa-baixos que & aproveitado do
préprio integrado.
Na figura 7 temos um ctcuito de Fator
de Crista. O Fator de Crista é definido
‘como valor de pico de uma forma de onda
Aplique 100 mV rms de sinal
senoidal na entrada e ajuste Ry até que
seja obtida uma leitura de 100 mVe.c. na
‘SABER ELETRONICA Ne 256/04
saida,
> Aplique um sinal de S Vrms na
entrada ¢ ajuste Ry até que na safda seja
lida uma tensfo de $ Ve.c.
Repita as operagbes anteriores até
obter a precisio desejada.
Para entrada C.A. somente temos
circuito da figura S com 4 ajustes a saber:
Ry - Balango de simetria de
R, - Offset de entrada
Ry - Offset de saida
Ry - Ajuste de ganho
Com o procedimento de ajuste dado 2
seguir possivel obter preciso de 0,5 mV
de offset + 0,059 na leitura para entradas
de 0,05 V de pico a 10 V de pico.
(© procedimento de sjuste € 0 se-
‘© anote o valor da safda
> Aplique -50 [Link] entrada. Use
R; para ajustar para uma saida igual a |
obtida no item anterior, (valor anotado).
> Aplique 50 mY a entrada ¢ use Ry
para ajustar a saida para $O mV.
> Aplique -50 mV a entrada e use R:
para ajustar a saida para $O mV.
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‘CRs. 4200.00
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cote 16/200 Poca. ‘ons. 2000.00
Pacoten 26/400 Pac. ‘GAS. 54600,00
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Peale n? 257200 Pesas (ORS 21900.00,
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Peale? 28720 Pega ions 17500.00,
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‘CEP D1090 000 suo Paulo "Si
2Saber Projetos
DRIVERS PARA MOSFETs DE POTENCIA
Newton C. Braga
Os transistores de efeito de campo de
poténcia, esto se tomando cada vez mais,
‘comuns nos equipamentos eletrénicos, em
-substituigfo a outros componentes de es-
tado sélido como transistores comuns ©
'SRCs,¢ até mesmo eletromecinicos como
relés, Suas caracteristicas de comutagio
mais, mas para aproveitar toda
.de destes componentes num
projeto € preciso saber como, isso anali-
samos a seguir baseados em informagies
4a Philips Componentes.
Entre as grandes vantagens dos
MOSFETs de poténcia nos circuitos de
‘comutagao, temtos a baixissima resistén-
cia entre dteno e fonte que eles apresen-
tam quando em plena condugfo, e # sua
Dbaixa necessidade de poténcia para comu-
tagio.
De fato, em alguns tipos a resisténci
centre o dreno ¢ a fonte na plena condugio
pode ser inferior a 0,1 9, 0 que é bem
‘menor do que se obtém com transistores
bipolares comuns, ¢ que também significa
‘uma baixissima dissipagio no préprio com-
ponente.
[estas condigées, correntes de varios
ampéres podem ser controladas com ft
lidade, com componentes pequenos e sem
fa necessidade de grandes radiadores de
calor.
Por outro lado, o MOSFET de potén-
cia apresenta uma elevadissima impedincia
de entrada da ordem de muitos megohms,
‘0 que significa que praticamente ele opera
com tensfo, no necessitando assim de
corrente para ser disparado.
‘Além da baixa poténcia que isso signi-
fica para disparo, temos indmeras outras,
5 em invélucros
° 10-220.
vvantagens que devem ser consideradas nos
Cireuitos de comut
Jado das vantagens temos também algu-
‘mas desvantagens que precisa ser leva~
{das em conta, se desejarmos ter um de-
sempenho étimo destes componentes.
‘Uma delas € a elevada capacitincia de
‘entrada do MOSFET de poténcia que re-
dduz sua velocidade © que exige nos scus
limites o emprego de uma poténcia exter-
nna maior. Essa corrente seré usada para
carregar este capacitor de entrada, que pode
cchegar a 2nF nos tipos comuns.
Para um tempo de comutagio de 10
1s, por exemplo, com uma tensio de 10 V,
isso significa uma corrente de S00 mA
para o disparo, © que nao € pouco. Assim,
fem altas velocidades, # vantagem da ele-
vvada impedncia do dispositive pode de
saparecer, pela agio da capacitincia de
entrada.
CONFIGURAGGES
versus so as configuragbes possi-
veis pata citcuitos de disparo de FETs de
pot
Lembramos que para os tipos de canal
NN, como o mostrado ns figura 2, a condu-
{go ocorre com tensio positivas aplicadas
& comporta (gate) € o corte com tensies
préximas de 0 V ou negativas
‘Avnianeira mais simples de se comutar
ditetamente um MOSFET de poténcia & a
partir de safda de fungies légicas CMOS.
Para isso, apenas um resistor limitador de
corrente € usado, conforme mostra a figu-
m3.
Neste circuito, a condugio do transis
tor ocorre no nivel alto, ¢ 0 re
corrente de carga da capacitin
entrada do MOSFET.
{A velocidade de comvtago desta con-
figuragio ¢ determinada basicamente pelo
valor do resistor ,o qual é fixado pela cor-
rente de carga do capacitor de entrada.
Podemos reduzit este resistor e aumentar
1 velocidade de carga do capacitor de en-
eoncueHo
Fig. 2- Operagéo bisica do MOSFET
‘como comutador.
Fig. 3 + Bxcitagéo a partir de
porta CMOS.
Fig. 4- Excitagao por buffers CMOS.
‘ada, com a ligagdo em paralelo de fun-
{ges CMOS, como por exemplo os inver
sores ce um 4049 ou mesmo os buffers
‘fo inversores de um 4050, conforme
‘mostra a figura 4,
'Nos casos em que uma safda tenha um
cestado Nutuante de alta impedncia, ehaja
1 possibilidade de eaptagio de ruidos pela
linha de comporta, um resistor adicional
‘que mentenha no nivel de 0 V, na ausén-
cia de puso de excitagao pode ser interes-
sante, conforme mostra a figura 5.
‘SABER ELETRONICA N 256/04
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