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Se 312

Le document présente divers kits didactiques pour l'enseignement de l'électronique pratique, chacun contenant des expériences variées et des composants électroniques. Il décrit également un mini-cours sur l'utilisation des microcontrôleurs COP8, visant à fournir des bases solides pour la programmation et le développement de circuits. Enfin, il aborde des considérations techniques sur l'architecture, l'alimentation et le fonctionnement des microcontrôleurs, en mettant l'accent sur l'importance du signal d'horloge et des systèmes de réinitialisation.

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of eg tre TN DE Sa a noes Sra cod ‘br Borer) 485 al ICA ry BaEYy pA | poll Pert i) ologi Creme Walaititicn A SOLUGAO PARA O ENSINO DA ELETRONICA PRATICA KITS DIDATICOS MK-906 Caracteristicas 300 experiéncias, dvididas nos seguintes grupos: Crcuitos BBasicos (Introdugao aos Com ponentes), Blocos Eletrnicos ‘Simples (Utlizados na Constru- {0 do Citcuitos mais Comple- 308), Gicuitos de Radio, Efe tos Sonoros, Jogos EletrGnicos, Ampilicadores Operacionais, Eletrénica Digital, Contadores, Circuitos de Computadores e Gircuitos de Testes e Medidas. + Alguns componenies e 0 proto-board séo pré-montados. Conectores simples em terminals espirais. ‘Almentacao: 6 pilhas (1,5 V) * Dimens6es: 340(L)x239(P)xS8(A)mm Contem LEDs, Display, Fotorresistor, Altofalante, Antena, Trans- formador, Capacitor Vardvel, Potenciometo, Chave, Tecias, Proto-board, Cicuitos Integrados (NAND, NOR, Contador, Decodticador, Flip-Flop, Amplicador de Audio), Transistors, Diodos, Capacitores, Trimpot, Fone de Ouvido e Resistores. Acessérios Manual de Experiéncias. Conjunto de componentes e Cabos. RS 178,00 + desp. de envio MK-902 Caracteristicas 190 experiéncias, divididas nos seguintes grupos: Cireuitos: de entretenimento (Efeitos Sonoros e Visuais), Circuitos sim- ples, com Semicondutores, Display, Digits, Logicas a Tran- sistor-Transistor, Aplicativos Baseados em Oscilador, Amy ficadores, de Comunicagao, de Testes e Medidas. = Componentes pré-montados, + Conectores simples em terminais espiral + Alimentagao: 6 pithas (1,5 V) Dimensdes: 361 (L)x270(A)x75(P}mm. Contém: Resistores, Capacitores, Diodos, Transistores, LEDs, Display LED de 7 segmentos, Capacitor Sintonizador, Fotorresistor, Antena, Potenciémetro, Transforma- dor, Alto-falante, Fone de ‘Quvido, Chave, Tecla e Cir- cuitos Integrados. ‘Acessérios Manual de Experiéncias ltustrado. Conjunto de Cabos para Montagem. MK-118 Caracteristicas: Conjunto de 118 experiéncias. ‘Alimentado por pilhas. Algumas das experiéncias: Radio AM, Ventilador Automat 9, Sirene de Bombeiro, Som de Fliperama, Telégrafo, Farol Au- tomatico @ muito mais. Dimensoes 280(L)x190(A)mm Conran: ircuitos Integrados (musical, alarme, sonoro e ampitica- dor de poténcia),Capacitores Eletroliticos, Ceramicos, Resistores, Variével, Fotorresistor, Antena, Alto‘alante, Micro: fone, Lampadas, Chave comum e Telégrafo, ransistores PNP @ NPN, Ampliicador de Alta Frequéncia, Base de montagens, Hélices e Barra de Ligagao. Acessérios: - Manual de experiéncias ilustrado, RS 107,00 + desp. de envio MK-904 Caracteristicas 1500 experigncias, com circuitos ele trénicos e programacao de microproces- sadores, divididas em 3 volumes: Hardware - Curso de Introdugao: In- ‘rodugao aos componentes, Pequenos Blocos EletrOnicos, Circuitos de Racio, Eieitos Sonoros, Jogos Eletrénicos, Am- plifcadores Operacionais, Circuitos Di- Gitais, Contadores, Decodificadores e Circuitos de Testes © Medias, Hardware - Curso avangado: Aprimoramento dos conheci- mentos adquiridos na etapa anterior, dividida nos mesmos gru- ‘Software - Curso de Programagao: Introdugao ao Microprocessador, Fluxograma de Programacao, Instrugoes, Formatos e Programacéo. Conectores simples em terminais espirais. ‘Alimentagao: 6 pilhas (1,5 V) Dimensoes: 406(L)x237(P)x85(A)mm. Contém: LEDs, Display de 7 segmentos, Folorresistor, Fototransistor, Alto-falante, Antena, Transformador, Capacitor Variavel, Potenciémetro, Chave, Tectas, Microprocessador com LCD, Te- Clado, Proto-board, Circuitos Integrados (NAND, NOR, Conta dor, Decodificador, Flip-Flop, Temporizador, Amplificador de Audio e Operacional), Transistores, Diodos, Capacitores, Fone de Owvido e Resistores. Acessérios RS 147,00 + desp. de envio Manual de Experiéncias (3 volumes) ~Conjato de Componentes e wd Gabos para Montagem Ampla rede de Assi Técnica no Pais “Re 4s7.00 + deap. de envio «st Ko was enh Compre agora e receba via SEDEX - LIGUE JA pelo telofone: (011) 6942-8055 \)\. oe 09 wr yeh ‘SABER PUBLICIDADE E PROMOGOES LTDA. wee i) DE 0 \ © objetivo do "Mini-Curso” & levar informagdes ao leitor que esta inician- do 0 uso de microcontroladores COPS da National. Nao temos a intengdo de substtuir um curso formal, devido ao ‘espago disponivel na revista e & com. plexidade do assunto, Seremos bem objetivos, conciando exemplos prati- cos & teoria exposta. ‘A National disponibiliza através da Intemet ou de seus distribuidores far ta documentagao técnica em inglés sobre 0 COP8, Podemos considerar que 0 “Mini-Curso” seré um guia de referéncia em Portugués. Iremos dividl-lo em 4 artigos onde sero explorados os conceitos basicos da arquitetura de hardware e de pro- gramagao, utilizaremos a familia COPBSAX como referéncia. Podemos afirmar que ao final do “Mini-Curso” oleitor tera condigdes de desenvolver montagens com progra- magdes simples, mas 0 mais impor- tante, ird adquirir uma base solidifica- da para prosseguir 0 seu aprendizado compreender methor os artigos que utiizam 0 COP, ‘SABER ELETRONICA N? 312 & Ws Revsas 1 Livros Técnicos VITORIA ‘Comercial. Ltda. denis paca todos os els "cric denlicade 8 me (1) 223-7872 as REE: MINI-CURSO Parte | Revisoes Antes de comecar, aconselhamos aos leitores que nao possuem experi éncia com sistemas digitais e nume- rages hexadecimal e bindria, a fazer uma revisao desses assuntos. Salien- tamos que recentemente foi publica- do um Curso de Eletrénica Digital nas revistas n? 297 an? 308. Outro con- Fioua t Luiz Henrique Corréa Bemardes [email protected] solho util 6 ler os artigos *Microcon- trolador National COPS" e “Primeiros Passos - COPS" da revista n® 308, Hardware Funcionamento da Arquitetura Na figura 1 é mostrada @ arquitetu- ra basica do COPBSAX Como todo microcentrolador, 0 COP8 fol desenvolvido para atividades de controle, basicamente ele 18 05 pi: nos de VO de entrada, processa in- formagées e modifica os pinos de VO de saida. Diferente dos processadores ‘que gerenciam uma grande quantida- de de meméria de dados (atvalmente acima dos GigaBytes), os mmicrocontroladores possuem uma pe- ‘quena quantidade de meméria de da- dos. Pode parecer uma limitagao, mas ‘como veremos adiante, dependendo da aplicacéo, no teremios necessida- de de meméria de dados. A figura 2 ilustra através de um flu- xograma um programa bem simples que Ié os pinos de V/O de Entrada e escreve esse valor nos pinos de VO de Saida. O acumulador “A” utiiza- do, pois a estrutura de programa nao consegue ler @ escrever um valor na mesma instrugao. Em linguagem ‘Assembler do COP8, 0 programa do fluxograma fica assim: Loop: LOA, Entrada X A, Saida JMP Loop (Observacao: ndo se preocupe com as instrugées, pois serdo abordadas futuramente, A figura 3 ilustra passo a passo dentro da estrutura de hardware como © programa ¢ executado. ‘Observamos no funcionamento do programa que nao houve necessida- de de utilizar meméria de dados. O programa apesar de simples mostra Uma fungao basica do funcionamento ‘do microcontrolador, que & movimen- tardados, mas outra atividade que ve- remos mais adiante @ se destaca no COPS 6 a faciidade de manusear bits em toda meméria , caracteristica mul- to uti nas taretas de controle. Dentro da Arquitetura (figura 3) notamos a presenga do PC (Program Gounter), responsével pelo enderego da meméria de programa. O PC & incrementado automaticamente nas instrugdes "LD A’ e"X A’, mas na ins- trugéo “IMP*, ele 6 modificado para 0 Aritmética) VO de Entrada VO de Saida enderego correspondente ao label Loop”, onde comega o programa, fa zendo o COPB executar essa tarefa in- definidamente (ou até acontecer um RESET, Interrupgao ou Watch Dog Timer). cLock (© COPS é uma maquina sincrona que depende de um sinal de “Clock” para funcionar, sem esse sinal o pro- ‘grama ficaria parado, sendo que a ve- locidade de execugao do programa & diretamente proporcional & frequéncia do “Clock”. Na figura 4 observamos as possi- bilidades de configuracao do “Clock” da famtlia COPS , a selego do modo de operagao 6 feita através dos bits 3 4 do registrador ECON (Veja Box do ECON). A programacao do ECON 6 fei ssomente no modo de gravagao do chip através do programador. Internamente, 0 sinal de “Clock” & dividido por 12, por exemplo, num cir- cuito com um cristal de 12 MHz 0 “tc” (tempo de ciclo interno) 6 de 1 microssegundo ou 12 MHz dividido por 12, que resulta em uma frequéncia de 1 MHz ou um periodo de 1 rossegundo, SABER ELETRONICA N# 812 O sinal de. “Clock” é de vital impor- tancia. para qualquer sistema microcontrolado @ no é diferente no COPB, portanto & necessatio ter a preocupagao de colocar o circuito de “Clock” o mais préximo do Cl e manté- lo longe de qualquer interferéncia ele- ‘tromagnética que possa gerar ruido no : Circuito. Outra consideragao importan- | te é a temperatura do sistema quando trabalhamos com o circuito AC inter- no que pode variar em torno de 35%. Tabelas de Valores dos componen- tes da figura 4. Ri Ri ct c2 CK (ew) (kM) (BF) (BF) (MHz) 0 1 9 8015 o 1 2 2 10 0 1 45 9035 4 56 1 100 100-156 0.455 Capacitor Frequincia Ciclo de Exerno (pF) RIC (Mi) Instrugdo (mSes) ° 5 20 @ 4 25 52 2 50 160 1 10 TBD 0.032, 312.5 ALIMENTAGAO Outra preocupagao muito grande ‘am sistemas microcontrolados é a ali- mentagdo. © COPBSAX opera em uma faixa de 2,7 a 5,5 com um ripple Tabela 1 - COP8SAx0TP Dispositivo ROMSize RAM -COP8SACT 4K 128 COPBSAC7 4K 128 COPBSAC7 4K. 128 cOPesAc7 = 4K 128 COPSSAB7 = 2K 128 COPSSAB7 2K 128 COP8SAAT 1K 64 COP8SAA7 1K 64 COPBSAA7 1K 64 ‘SABER ELETRONICA Ne 312, Ee VO de Entrada no superior a 10% da tensao de all- mentagdo com medida de pico a pico. A figura 5 mostra a forma desse sinal: Encapsulamento Numero de VO 20 DIP /SO 16 28 DIP /SO 24 4oDIP 86. 44 PLCC / POFP 40 20 DIP / SO. 16 28 DIP / SO. 24 16 DIP/ SO 12 20 DIP/ SO 16 28 DIP/SO 24 ey VO de Saida No desenho do lay-out da placa de circuito impresso devemos voltar a atencdo ao desacoplamento da ali- mentagao, utilizando um capacitor cerdimico de 100 KpF, se possivel de multicamada. Veja na figura 6 o lugar ideal para colocagao desse capacitor na placa Em relacdo as trihas de alimenta- 40, deverios nos preocupar com 0 Caminho do GND, esse deve sero mais curto possivel entre os elementos da placa, 0 caminho do VCC pode ser maior. Fazendo isso teremos uma étima referéncia dos sinais e diminuigao dos ruidos. ‘As placas multilayers s40 muito ut- lizadas devido a isso, pois mantém um piano de GND em todo o circuito. eae Crock interne, I cy rer ai peragdo com| Clock Nubian, ‘requéncia edomo ono maxima trequinca mee q 4 3 5 5 Clock Entrada ou Aberto Entrada ou exemo Hattrestat [ct Fat rota Halt restart Fouas * Verificar Tabela de Valores Registrador ECON Bit Bio Reserved} J Halt Whatch Dog Timer Desabiltado Bit6= 1 Ativa Power On Reset = 1 Whatch Dog Timer Habilitado = 0 Desativa Power On Reset Bi 7= X Irelevante o Valor Bit! =Reservado Bit5= 1 Ativa Protecdo de leitura do programa = 0. Desativa Protegao de leitura do programa Bit _= 0 Modo Halt desabilitado 1 Modo Halt habilitado Biis4e3-= 0,0 Clock Externo 0,1 Clock RIC interno 4,0 Oscilador com resistor de BIAS desabilitado ‘Oscilador com resistor de BIAS habilitado RESET Tem a fungao de Inicializar 0 microcontrolador e deve ser acionado durante 0 proceso de Power On (quando ligamos 0 circuito). O siste- ma de Reset, junto com "Clock" All ‘mentagdo compdem os 3 sistemas de maior importancia para o bom funcio- namento do microcontrolador. O ‘COPBSAX tem a vantagem de incor- porar internamente um sistema de Power On que 6 habiltado pelo bit 6 do Registrador ECON (Veja Box do ECON). Quando usarmos o circuito de Power On interno, devemos conectar 0 pino de RESET em VCC, conforme ilustra a figura 7. 4 ‘SABER ELETRONICA N? 312 | PINAGEM Observando a figura 8 podemos verificar as pinagens dos diversos encapsulamentos da Familia COPBSAX, temas desde 16 pinos até 44 pinos . Em todos somente 4 no so VOs (Veo, GND, CKI ¢ RESET). Todos tem em comum a mesma arquitetura, mu- dando somente a quantidade de VO e meméria, veja tabela 1 No total séo 5 Ports de 8 bits, totalizando 40 /Os na versdo de 44 pinos, em contrapartida, na menor ver- so de 16 pinos, possui 1 Port e melo, totalizando 12 VOs. CONCLUSAO Encerramos a primeira parte, es- perando que o leitor tenha aproveita- do bastante as informagdes aqui apre- sentadas, aconselhamos a leitura do outro artigo do COPS publicado nesta digo e andlise dos pontos que fo- ram discutidos no "Mini-Curso”. Na préxima parte, detalharemos mais os Fqua? SABER ELETRONICA NF 312 Ports de 1/0, suas fungdes e como programé-los. N&o perca o préximo numero da revista ! Nesse intervalo de tempo gostariamos de receber opi- nies e sugestbes dos leitores, que po- ‘dom ser enviadas através de carta, fax ‘ou E-mail. No Férum da revista (http: ‘/wwwr.edsaber.com.br) essa discussao jd iniciou, aguardamos a sua partci pagao! [enna 2 = Emulador (no-real-time) para microcontrolador OTP-COP8 SA Componentes do sistema: 1 - Placa com soquete de progra- magao DIP ice MASTER EPU- core 2 - Cabo de comunicagao D 3- Fonte de alimentagao 4 Cabo de interface para simula- ‘gdo de 40 pinos DIP 5 - Shunt de 16 pinos DIP 6 - Duas EPROMS COP 8SAC7409-40 pinos com janela 7 -Manual do Usuario ice MASTER EPU-COP 8 - Instalagao e demo para compi lar 9 - Literatura COPS da National contendo Assembler/Linker, Databook, Datashet 10- 01 soquete ZIF de 40 pinos PROMOGAO para os || primeiros 100 kits: Prego: RS 185,00 + Desp. de envio (Sedex) Brinde: Paoote com 10 pgs. OP@SA + 2 CDs Rom National LIGUE JA (011) 6942-8055 ‘Saber Publicidade © Promogdes Rua Jacinto José de Aratjo, 315 Tatuapé - S40 Paulo SP - CEP: 03087-020 ELETRONICA Alguns leitores esperam sempre encontrar, em todas 2s montagens que publicamos, verdadeiras “ro- cceitas” completas para a realizagao pratica de projetos, ‘que frequentemente sao apenas de seu restrto interes- ‘82 pessoal. Nossa revista, porém, tem um escopo bem mais amplo. Esforcamo-nos em fomecer projetos funcio- nals dos mais diversos, cuja associagdo criteriosa iré per- mitir a composigao de aplicagdes, estas sim especificas ‘para a satistacao das necessidades bem particulares de cada Mas ¢ preciso que © leitor acrescente aquela “pitadinha” de propria criatividade na associagao desses projetos, que mui ‘vezes estéo em edigSes muito diversas — e separadas no temy Isso pede um trabalho de “garimpagem” (agora muito pelo indexCe). sso no significa que sempre o leltor tenha de usar os seus ‘conhecimentos e seus dotes de criatividade na associacdo de “médulos" separados para obter o que deseja. Continuamos a pu- biicar a descrigo completa de montagens “dedicadas’, destinadas ‘@ uma aplicagéo espeoifica. Evidentemente, isto limita, na grande ‘maioria das vezes, a variedade de usos dessas montagens. Nesta edigao, iniciamos a publicagao de um Mini-curso do ‘COPS, feita “sob medida’ para os que desejarem se aprofundar no ‘conhecimento deste atualissimo assunto. Damos também o pro- jeto de uma Microimpressora de senha, de grande utlidade na emissio de senhas para 0 atendimento ordenado em estabe- lecimentos @ instituigbes com grande afluxo de clientes. Um assunto mui atual nos dias de hoje 6 o “grampo telefOnico” e por esse motivo dedicamos um artigo desta edigao a esse tema, procurando esclarecer o leitor sobre como ¢ felto © como pode ser evitado ou neutralizado. ‘Outros t6picos de interesse desta edido incluem um *Nédulo de controle remoto", um “Repetidor de cha- ‘mada celular’, “Por que um computador 6 digi tal?", “Procedimentos de limpeza em VCRS", Dolby surround e pro-logic’, para citar somente alguns. Como sempre, envidamos nossos me- Ihores esforgos para oferecer ao leitor uma selegao dos melhores artigos, sobre os mais variados temas. thictalp Editora Saber Ltda. Diretores Hélio Fitipaldi ‘Thereza Mozzato Ciampi Fitipaldi Revista Saber Eletrinica Diretor Responsével Halo Ftipald) Diretor Téenkeo Newton C, Braga Balitor Helio Ftipala Fotalito D&M. Consetho Ealtorial Allred W. Franke Fausto P. Chermont Hho Fitpaldh Jolo Antonio Zuffo José Paulo Raoul Newton C. Braga mpressio Cunha Facchin Distebuigio Brasil: DINAP Portugal: Electrol ber SAER ELETRONICA (OSSN - 0101 -6717)€ una publis- go mensal da Editora Saber Lids, (O11) 296-5333. Marcu de cor do com a Lei de Imprensa sob a {4764 livro A, no 5° Registro de Tts- los e Documentos - SP. Ndmeros atrasados: pedidos 2 Caixa Postal 10046 - CEP. 02199 - Sto Paslo - SP, ao prego da tltima edigdo em ‘banca mals despesae ‘Telefone (011) 296-5333 Empresa proprietria dos direitos de reprodu: EDITORA SABER LTDA. ‘Associado da ANER = Associaggo ‘Nacional dos Editors de Revisas © {da ANATEC - Associago Nacional fdas Editoras de PublicagSes Téeni- eas, Ditigidas e Especilizadas. www.edsaber.com.br e-mail - [email protected] PTT tLe te CAPA Mini-curso Cop& Grampo telefénico - como fazer/como evitar.... Impressora de senha microcontrolad Service Procedimentos de limpeza em VCR's Provador de fly-back. Praticas de service Diversos Dolby surround e Pro-logic - de temperatura .. como funcionam.. As caracteristicas técnicas do DVD Achados na Internet ... Telefone padrao brasileiro Faga-vocé-mesmo Termémetro digital multicanal empregando LM35 como sensor Dimmer para lampadas halégenas (SLB0587 - Siemens) ... Fonte de corrente e tensao Segdo do leitor . ‘0s amigos assinados to de exclusiva reponsablidade Ge sous autores. E vedade a reprodugdo ttl ou pari os textos e iutrates desta Revista, bom coro a industalzapdo elou comercialzagdo dos sparehos ou iis aso ha, 8 ‘usted erat ra primers oportunisace,Pragos@ dade pubes om ancl sto pornos acotos bos 16, Eom corrtos na data do fechemento edge, Nboaasumimas a responeabiidade por alragdos ns pregos @ na ‘feponibiidage dos produ ocarices apes ochamert Termoémetro Digital M LMI35 como Sensor de Este artigo descreve 0 projeto e construgao de um termémetro digital multicanal, empregando o sensor de temperatura de preci- 0 LM35. Este apareino pode medir temperaturas na faixa entre - 55 e + 150 °C com preciso de + 0.3 °C entre +5 and +95 °C, e de +£0.75 °C entre -55 € +150°C. ‘Como se trata de montagem complexa e 0 desenho da placa no é dado, 0 leitor deve ter condigdes minimas para seu projeto e elaboragao. Uma alternativa importante que pode minimizar 0 tra- balho de montagem consiste no uso do médulo 7106 display/ conversor A/D que pode ser comprado pronto em algumas empre- as que vendem por catélogo 1. Introdugao Termémetros digitais de estado sélido consistem basicamente de um sensor capaz de converter variagdes de temperatura em sinais elétricos pro- porcionais que, apds processamento matemético adequado, sao lidos por ‘um voltimetro digital, indicando valo- res de tenséo numericamente iguals @ temperatura medida, na unidade desejada (°C, °F ou °K). © componente eletrénico mais empregado nos titimos 30 anos para atuar como sensor de temperatura, especialmente na faixa entre -20 +150 °C, 6 0 diodo de silicio. Este, quando polarizado no sentido de per- mitra condugao de corrente elétrica, apresenta uma queda de tenso en- tre seus terminais (anodo e catodo) da ‘ordem de 600 a 700 mV, que depende de alguns fatores tais como a intensi- dade da corrente a temperatura ‘Quando alimentado por uma fonte de corrente constante, essa tensdo de- ‘eresce com 0 aumento da temperatu- ra numa razdo de aproximadamente 2,2 VAC. A figura 1 ilustra um circul- to simples para a converséo de tem- peratura em tensao, empregando um iodo ou um transistor. Cabe ressaltar que somente 0 diodo base-emissor é utiizado no caso do transistor, isto 6, o comportamento al 6 © mesmo observado para um iodo comum, sendo a geometria do encapsulamento a razéo de escolha ‘entre um ou outro, Q uso de diodos ¢ transistores ‘como sensores para temperatura apre- senta algumas desvantagens, a saber: 1, A tensdo de salda decrescente ‘com o aumento da temperatura repre- ssenta uma fungao inversa que neces- sita ser processada para que a leitura {inal apresentada ao operador seja di- retamente proporcional a temperatu- ra, Isto normalmente 6 conseguido ‘somando algebricamente uma tenso de referéncia constante e negativa a0 sinal vindo do sensor, seguido de in- vversao de polaridade. Para tal finali- dade é comum 0 uso de um amplifica dor operacional como, por exemplo, 0 LM 741 ou equivalente. 2.0 valor absoluto do sinal forne- cido pelo sensor nao corresponde ao valor numérico da temperatura (por ‘exemplo em °C). O ajuste destes valo- res implica na multiplicago do sinal Por um fator constante, ou seja, no uso de um amplficador operacional que pode ser ou nao o mesmo acima refe- 0 : -700mv 2amvre Fig. 1 - Conversores de temperatura para tensdo empregando diodo (a) ¢ transistor. ‘SABER ELETRONICA NP 312 ulticanal empregando Temperatura Jonas Gruber, Rosamaria Wu Chia Li e Mary Sanae Nakamura ‘email: [email protected] e [email protected] 3. A cada substituicao do sensor, mesmo tratando-se de um componen- te idéntico quanto a sua numeragao e fabricante, ha necessidade de uma nova calibra¢ao junto aos amplificado- res operacionais, pois a tolerancia de diodos e transistores introduz um erro na leitura da temperatura. Com a finalidade de minimizar es- sas desvantagens, diversos fabrican- tes de componentes semicondutores introduziram no mercado circuitos in- tegrados especificos para o sensora~ mento de temperatura como, por ‘exemplo, AD5SO (Analog Devices)’ © LM35 (National Semiconductor). Nes te projeto optamos pelo emprego do LM5, cujas principais caracteristicas descreveros a seguir. 2. Circuito Integrado LM 35 Trata-se de uma familia de circui- tos integrados destinados ao preciso ssensoramento de temperatura @ cali- brados internamente para fornecer 1046 &; Vista inferior (a 4500 “ | Saida: 10 mVAC (2c a +1508) - (©) Fig. 2- Pinagem do LMSS com Tose Ve GND] Vout Vista Interior (b) +5.Vee Saida: 10 mvec. T— (-s5°¢ a+150°0) 100K - (0) Veo metic fa) ¢ encapslamert ‘lésico (t). Confguranbes para Guas fas de temperatura (C) @ tensGes de saida diretamente propor- cionais e numericamente semelhantes a temperatura na escala Celsius. Apresentam 3 terminais, sendo dois para a alimentagao (+Vs e terra) um para a saida, cujo valor (V,,) € de 10 mVPC, linear em toda a faixa de operagdo. Assim, por exemplo, V, & 250, 1000 e -500 mV a 25, 100e- 50 °C, respectivamente. A acuidade +Vee 45V 365 Fa. 3 - Esauera da fore de amertagto, ‘SABER ELETRONICA N? 312 6 de #0,25 °C a temperatura ambiente € 40,75 °C sobre toda a faixa de “55°C a +150°C. ‘Afamfia dos LM35 engloba varios modelos (sete a0 todo) que diferem fundamentalmente no tipo de encapsulamento e faixa de tempera turas de operacao. A tabela 1 raiine estes dados para (08 dois modelos encontrados no mer- ccado nacional A figura 2 apresenta os diagramas de conexao para os dois encapsu- lamentos (Fig. 2a e 2b), assim como duas configuragdes possiveis, uma para a faixa de temperaturas entre 42°Ce +150°C (Fig. 2c) e outra para “55°C a +150 °C (Fig. 2d). £ importan- te salientar que a tensao de alimenta- Gao pode ser de qualquer valor entre 4 @ 30 V, ¢ que 0 valor de +5 Ve SV representa a tensdo de trabalho por nés escolhida, 3, Descrigdo do Projeto do ‘Termémetro Mutticanal © esquema da figura 2d corres- ponde ao primeiro prototipo por nés testado, sendo que a saida do Cl foi conectada diretamente a um multime- tro digital comercial, na escala de 2,000 V. Neste caso, a temperatura em SC corresponde ao valor indicado pelo multimetro muttipicado por 100. As- sim, por exemplo, uma leitura de 0,250 V equivale a 25,0°C. Entretanto, 0 baixo custo de conversores analégicos-digitais, tais como ICL7107 e ICL7106 da intersiP, aliado a nossa experiéncia prévia com esse tipo de componente’, além do fato de desejarmos um termémetro multicanal nos levaram a deixar de usar um mutimetro comercial e mon- tar um vottimetro digital dedicado 20 termometro. AAs figuras 3-5 apresentam os es- ‘quemas eletrénicos completos dos blo- cos que compéem o instrumento. © esquema da figura 3 corres- ponde & fonte de alimentagao simétri- ca © estabilizada, cuja fungao é a de converter a tensao da rede elétrica (110 ou 220 Vea) em + 5 € - 5Voc ne- ccessérios para a operacao dos circui- tos integrados ICL7107 e LM35. Como elementos reguladores foram usados os Cis LM7805 © LM7905, sendo que 0 primeiro foi montado so- bre um dissipador de calor com area aproximada de 6 cm ‘figura 4 representa o médulo dos dois sensores de temperatura (CI3 & C4) e a chave seletora (CH3) que per- mite comutar entre um @ outro. Cabe ressaltar que para os nossos propési- tos dois sensores eram suficientes, entretanto, este numero pode ser ref a . dee + Veo Fig. 4 - Circuito de comutagdo entre dos sensores. 10 Tabela 1 - Encapsviamento e faa de aperacéo de cfeentes tos de LN35, Modelo | __Encapsulamento Faixa de operacao (! LM35__|__TO-46 (metélico) ~-55.a+ 150 L350 | _TO-92 (plastico) 0a +100 faciimente aumentado desde que se empregue uma chave seletora ade- uada, isto 6, com 0 numero de posi- Ges igual ao niimero de sensores. Assim, & possivel com um tnico apa- relho efetuar leituras de temperatura ‘em diversos pontos de um equipamen- to ou instalagao quimica. (CO esquema da figura 5 correspon- de ao volimetro digital que emprega um conversor analégico digital ICL7107 com fundo de escala de 21,999 V. Desse modo, 6 possivel a leitura em toda a faixa de temperatura a qual o sensor responde, isto é de - 55,0 °C a +150,0 °C (-0,400 Va +1,500 V). © ponto decimal do digito das dezenas (DPS) é constantemente energizado via resistor R,. uma vez ue 0 sensor fornece uma tensdo de 410 mViPC. O digito DP1 foi montado no senti- do contrério ao usual, & direita dos demais, © seus segmentos a, b, co, ponto decimal, energizados conti- nuamente via resistores R, aR... Si ‘mulando a unidade de temperatura °C. A constante de tempo do circuito RC formado por R, € C, determina inlimero de amostragens por segundo. Com os valores por nés utiizados ob- tém-se aproximadamente 2 leituras ppor segundo. Diminuindo-se 0 valor do resistor R,, € possivel aumentar a fre- qoéncia dessa amostragem. © trimpot P, permite 0 ajuste do valor da leitura’ nos digitos para um valor numericamente igual ao de ura tensdo aplicada na entrada do voltimetro. Esta calibragao ¢ feita uma Uinica vez e de preferéncia com uma tensao proxima & do fundo de escala do conversor (1,999 V). 4, Montagem e Calibragéo © circuito eletrénico foi montado sobre uma placa de circuit impresso ppadrdo de 10 x 10 cm® e alojado num Gabinete plastico de 15 x 15 x 7 cm’, ssendo que em seu painel frontal fixa- ram-se os digitos (OP1 a DPS), por tras de uma placa de acrilico vermelho, Lista de Componentes Resistores (W, 1/3 W, 5% =R,=F,= 100k Semicondutores: Cl, = LM7805, Cl, = LM7905 l= Cl, = LM35 icL7107 DP1 - DP4 = PDS67 DPS = PD381PA PR1 = ponte retificadora 1,2 A/50 V Capacitores: C, = 2200 mF/16 V, eletrolitico C= 1000 mF/16 ¥, eletroltico C)=C, = 1 mF/95 V, tantalo ©, =C,=C,, = 0,1 mF/160 V, poliéster C,= 100pF, ceramica C, = 0,047mF/250 V, poliéster 0,22 mF/160 V, poliéster .01 mF/250 V, poliéster Diversos: T, = transformador 110/220 V, 19,1 F, = fusivel 1 A CH1=chave 2x2 CH2=CH3=chave 1x2 ‘SABER ELETRONICA N® 312 ais 15 161 7, 23 22 7 oor FF; Bas 4567 Fig. 5- Esquema do votimetro dil de 31/2 dgts @fundo de escala de 1,998 V, corespondendo a 199.9. além das chaves CH1 (liga-desliga) © CHS (comutadora dos sensores). No painel traseiro foram fixados a chave CH2 (110-220 V), 0 porta-fusivel e dois conectores DIN para permitir a cone- xo dos sensores. ‘Cada sensor foi colado a uma das extremidades de um tubo de vidro de diametro externo de 8 mm e 15cm de comprimento, de modo que sua car- caga permanece exposta Finalmente, a extremidade aberta de cada tubo foi selada com borracha de silicone, ao redor do fio biindado de trés vias utilizado para conectar cada sensor ao aparelho. ‘A Figura 6 representa um esque- ma do sensor. A calibracdo do apareiho foi reali- zada aplicando uma tensao de refe- rencia de +1,800 V nos terminais de entrada do voltimetro digital (figura 5), @ girando o parafuso do trimpot P, até ‘obtengao de uma leitura de 180,0 nos digitos do mesmo. 5. Teste de Desempenho ‘Aim de verificar o desempenho do instrumento, utilizou-se um sensor ‘SABER ELETRONICA N 312 M35 conectado diretamenta a um multimetro digital Beckman modelo 3050, e alimentado por 4 pilhas AA em série (6 V), conforme Figura 2c. Esse sensor foi mergulhado, jun- tamente com outros dois sensores conectados ao aparelho e ainda um termémetro convencional de mercirio, num banho de dleo termostatizado. ‘A temperatura do banho foi varia- da com incrementos de 5 °C entre 5°C e 90 °C eas leituras apresenta- as no voltimetro Beckman e no ter- 3 —Aotermometro Selante de silicone Fio ‘bindado | Tubo de viero Soldas fesivo epoxi M35; Fig. 6 - Montagem do sensor LMS. mémetro foram comparadas, O teste {oi ropetido diversas vezes, tanto para ‘aquecimento como para restriamento, sendo que o desvio maximo entre as lelturas era de = 0,3 °C. : Referéncias Bibliogréficas 1. Analog Devices Data-Acquisiion Databook, Analog Devices Inc.; 1984; vol.1, p 8-15. 2. National Semiconductor; Data Databook, ‘National Semiconductor ICL7106/C17107; Intersil inc; 1980. 4. J. Gruber, V.L. Pardini e H. Viertler, Quimica Nova, 18, 83 (1992). Instituto de Quimica da Universida: ‘de de Sio Paulo - Cx. P. 26077 - (0559-970 -S. Paulo- S.P. Este artigo foi publicado anterior- mente na revista Quimica Nova, vol 19(4), p.426 (1996) da Sociedade Bra- sileira de Quimica. © circuito integrado SLBO587 da Siemens 6 apresentado em invélucros DIP de & pinos e tam- bém na verso SMD com invélucro DSO-8-1, veja figura 1 Este componente substitui diretamente o ci cuito integrado SLBOS86A com pequenas altera- ‘gOes nas conexdes, conforme informagdes que po- ‘dem ser obtidas do proprio fabricante. ‘Temos os seguintes destaques para este com- ponente: - Pode ser usado no controle de fase de cargas: resistivas ou indutivas. ~ Operagao a partir de sensor - sem a necessi- dade de elementos mecanicos. ~ Capacidade de substituir diretamente chaves eletromecanicas de embutir na parede em instalagdes elétricas convencionais. = Grande imunidade a interferéncias, mesmo contra os ripples dos sinais de controle. - Entrada para a selecao de trés modos de operaao (A/B/C) - Partida suave. + Desligamento seguro, Na figura 2 temos um diagrama de blocos que mostra as fungGes internas disponiveis neste cuit integrado. FUNGOES DOS PINOS 1 Vdd Ponto de referéncia (OV) 2 |PROG —_ Entrada de programagao 3 PLL Integrador para o PLL 4 ISYNC _ Entrada de sincronismo 5 ISEN Entrada do sensor 6 IexT Entrada de extensao 7 Vss Alimentagao positiva 8 aT Saida do pulso de disparo ‘SABER ELETRONICA N® 312 © QUE 0 SLBOS87 FAZ ‘Com 9 SLB0587 ¢ possivel gerar um pulso efinido de corrente em cada semiciclo da tenséo da rede de energia. Desta forma, com um TRIAC e poucos com: Ponentes passivos extras € possivel ter um circui- to de controle de fase alimentado pela rede de energia. © ngulo de controle de fase (tempo de Tum- ‘on do TRIAC) pode ser ser fixado pelos dois pinos de controle do circuito integrado (pinos 5 e 6). OPERACAO COM LAMPADAS HALOGENAS DE BAIXA TENSAO Na operagao normal com cargas resistivas, te- mos a aplicagao de modo alternado de parte do semiciclo positivo © do semiciclo negativo da ten- so da rede da energia através de um TRIAC. TRIAC conduz gragas a aplicagao de um forte pul- 80 de disparo na sua comporta. A operagao do circuito com um transformador ‘e uma lampada halégana de baixa tensaio 6 qua- se idéntica @ operagéo com uma lampada incandescente comm, devi- do as caracteristicas indu- tivas e resistivas da carga. Na operagao com cargas Intogredor ——Ertrada do Se, por exemplo, um pulso de disparofaltar num semiciclo, devido a algum problema, pode ocorrer um considerdvel aumento da corrente no transfor- ‘mador, depois da passagem da tensdo da rede por Zero - depois do disparo seguinte do TRIAC, quan- do em angulos grandes de controle de fase. Se o préximo pulso de disparo. vier em fase, quando o TRIAC estiver ainda conduzindo, devido ao inter- valo de corrente, ele nao teré eteito sobre o circui- to. Sera somente no pulso subsequente de disparo que 0 TRIAC vai entrar em condugo novamente. Para previnir estados ociosos nos semiciclos, o ‘SLBO587 possui os seguintes recursos: - Permissao para 0 estado de condugao do TRIAC quando os pulsos de disparo sao fixados. Se 0 pulso de disparo, determinado pelo ajuste do ‘angulo de disparo e estado do PLL interno coinci- dem com 0 angulo de conducao de fase do TRIAC, © pulso de disparo ndo serd levado ao TRIAC, a 1ndo ser depois da passagem da corrente por zero = Deteopao de altas correntes de saturacdo em ngulos de corrente maiores que 180 graus pela amostragem dos niveis de entrada de sincronismo. - Recisparo do TRIAC se ele nao permanecer Gisparado depois de um pulso de cisparo. Isso pode ‘ocorrer em especial com cargas altamente indutivas Enirada Entrada de Entrada de de sensor extenséo programapio resistivas e indutivas, 0 pon- to de passagem por zero da corrente (crossover) € com- arado com aquele em que a tensao da rede ¢ retarda- da, Com cargas altamente indutivas como, por exemplo, um transformador, quando corre uma falha na condu- ‘go da lampada, um alto es- tado de perda (na operagao um semiciclo) pode ocorrer, tendo como consequéncia uma eventual destruicao tér- mica do transformador. © SLB0S87 possui recur- 0s internos para proteger a carga caso esta situagdo ocorta. SABER ELETRONICA N® 312 ‘como, por exemplo, transformador com baixa cor- rente de magnetizagao ou TRIACS pouco sens/- veis, aproximadamente 1,5 ms (1,25ms em 60 HZ). Depois de cada pulso de disparo do SLBO587, 0 estado de condugao do TRIAC @ amostrado via pino 4. Se 0 TRIAC ainda permanecer desligado, um novo pulso de redisparo é produzido. Se a frequéncia de redisparo exceder um valor limite, ‘corre um corte, CORTE DE SEGURANGA A finalidade do corte de seguranca é a preven- 0 da destrui¢ao de cargas indutivas (transfor- ‘mador) no caso de ocorrerem problemas de per- das em funcionamento. ‘Apesar deste recurso, recomenda-se ainda 0 uso de transformadores que possuam protegao térmica interna. (corte de seguranga ocorre quando o conta- dor (contador up/down de 4 bits) alcangar 15. ‘A contagem ¢ determinada pela relagao das relagdes de contagem up/down. A contagem “up” (orogressiva) ¢ a dada pelas correntes de satur go e redisparo. ‘Acontagem “down (regressiva) &incrementada ‘quando a contagem ¢ diferente de zero em cada décimo quinto semiciclo da rede de energia. A ‘contagem é zerada no estado offe quando curtos na saida sao detectados. CIRCUITO DE APLICACAO Na figura 3 temos um circuito de aplicagao tipi- co para lampada halégena ou comum com contro- le de toque: ‘A placa de circulto impresso para um protétipo no muito grande é mostrada na figura 4. ‘OTRIAC usado no protttipo foi 0 TIC226, mas equivalentes de maior corrente como os TIC236 TIC246 podem ser usados. O tamanho do dissipador depende da corrente a ser controlada. Para o tamanho indicado na figura 4, a carga ma- xima 6 da ordem de 100 W na rede de 110 V. Nesta aplicagao, 0 circuito integrado pode dis- tinguir comando ON/OFF e mudar o angulo de controle de fase pela duragao do toque no sensor. Para ligar e desligar (ON/OFF) um toque curto no sensor (60 a 400 ms) é suficiente, dependendo do estado precedente. O processo de comutacao 6 ativado to logo 0 sensor seja liberado. ara ajustar o Angulo de controle de fase, bas- ta tocar no sensor por um tempo maior que 400 ms. Nestas condigdes, 0 angulo de controle de fase ird variar continuamente, O tempo total do ciclo de controle (up/down) é de aproximadamen- te 7,6 segundos (0 ciclo completo 6 definido por claro-escuro-claro). A operagao simples, mesmo na faixa de operago de baixa intensidade de lam- padas incandescentes, é habilitada pelo seguinte procedimento: ‘© Angulo de controle de fase controlado de maneira que o brio da lampada varie de forma SABER ELETRONICA N* 312 pPsicologicamente linear com o tempo de opera- 0 @ para por um pequeno intervalo de tempo uando 0 britho minimo 6 alcangado, Usando R, @ C, (entrada de sintonizagao), como no circuito de aplicagao, o angulo de corrente de condugao pode ser controlado para cargas resistivas puras entre 45 graus e 152 graus de cada samiciclo. Imunidade a interteréncias: Os componentes C,, C, @ R, do circuito pro- porcionam uma tens&o de operacao estavel e com isso ofuncionamento livre de ert0s do circuit, mes- mona presenga de interferéncias de alta frequéncia como, por exemplo, as causadas pela comutagao répida da corrente nas cargas. No caso de uma interrupeao curta da alimen- tagdo (menor que 200 ms), o estado de funciona- mento ajustado sera mantido. Se 0 corte da ali- ‘mentagao for mais longo, quando a tensao Vs cair ara menos de 3,6 V. 0 circuito voltard ao estado OFF. Sob um eventual corte da energia, o sincronismo da légica interna com a linha é perdi- do. Se 0 corte de energia durar menos que trés cialos da alimentagdo, 0 sincronismo do PLL se toma visivel na forma de uma breve oscilagao da luz, O ajuste do PLL pode ser influenciado dentro de certos limites pela selegao dos valores de C, Ri. Em termos gerals, menores valores de C, e maiores valores de R,, produzem menores tem- pos de ajuste do PLL. Linhas Longas: Se fios muito compridos nas instalagoes elétri- cas forem usados, eles podem causar problemas de acoplamentos de sinais devido a capaciténcias parasitas. Estruturas internas limitadoras e logica apro- priada asseguram um funcionamento sem SABER ELETRONICA N° 312 interferéncias mesmo com capacitancias parasi- tas até 100 nF. ‘Se.a operagdo for realizada com circultos usan- do fios longos, a rede RC usando R,, eC, pode ser ligada entre os pinos 3 e 7, conforme indica a figura 3. FUNGOES DO CIRCUITO PRATICO No circuito exemplo dado na figura 3, os com- ponentes t8m as seguintes fungSes: Corrente de alimentagao para os crcuitos:R, Ry Cy.Cy Cy, Dy, Dy + Sinal fitrado para o sincronismo da base de tempo interna com a frequéncia da linha de ali mentago: R, @ C,. - Para aplicagbes especiticas C, € R, podem ser alterados, conforme indicado na figura 5. Um aumento de C, @ R, val provocar uma leve redu- {¢€0 do brilho da lampada, mas ao mesmo tempo, um aumento da imunidade a interferéncias do PLL interno contra picos de tensao da rede de energia, = Unidade de integrago do circuito interno do PLL: C,, R,,. A combinagao de R,, @ C, determina dentro de certos limites os seguintes fatores: = Procedimento de partida do PLL interno de- pols de uma falha de linha - Procedimento de controle de ripple (variagoes de briho da lampada, caso sinais de controle com ripple aparegam) - Dre C, so usados para a supressao de inter- = Protegao do usuario: A, @ R,, feréncias eletromagnéticas (EMI). Para Dr, valores de indutancia entre 1,4. 2 mH e fator Q entre 11 € t - Ajuste de sensibilidade do sensor: R,. 24 so recomendados. A espessura do fio usado a montagem desta indutdncia depende da cor- - Limitagao de corrente no caso de reverséo da rente aser controlada, Para cargas até 100W (lém- polaridade da extensao: A, R,. Os dois resistores padas comuns) de 8 a 15 espiras de fio 28 num podem ser omitidos se nenhuma extensdo for liga-bastao de ferrite de 0,8 a 1 cm de diametro e 1,54 da. Neste caso, 0 pino 6 deve ser conectado ao 2 cm de comprimento podem ser usadas . ss (pino 7). - Redugao das tensdes positivas que podem chegar & comporta durante 0 estado de disparo dos TRIACs para valores abaixo de Vdd + 0,3 V pela polarizagao direta do diodo: D;. Collection) Express SISTEMA PARA GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS Um software especialmente para publicagées de Eletrnica Uma ferramenta para os profissionais da area Caracteristicas: SS Cadastrado uma parte da colegao de sua revista Saber EletrO- nica. (do ndmero 276 jar/96 a0 310 nov/98) Eletrénica Total do n?72 a0 84 - Fora de Série do n? 19 ao 24, Classificado por assunto, titulo, segao, components, palavras- haves e autor. Permite acrescentar novos dados das revistas posteriores. Requisitos minimos: PC 486 ou superior, Windows 95 ou mais atual,16 Mbytes de RAM e 9 Mbytes disponivais no Disco rigido Brea tata nts fique as instrugbes na solcitagao de comora da Litma Eee eeu Ras Pca ewe en bec ees UULUTOTESUG TENG Instituto Monitor MAIS DE 5.000.000 DE ALUNOS MATRICULADOS! Eletrénica (amare Voce gostria de conhecerEltronia a ponto td tornarae um peoisetonal competects ‘caper de montar seu proprio wegecio? PRM. Sickssicsasciecntamtcnyan mse sta Enrolador VOCE ji pote tazer, no contorto de sua casa, 0 caseanreioansin eer inclbor curso a Wstlinghe'g sas cease egy 6 precisa estudar um pouco melhores universidades e os melhores empregos. 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Se vocé quer saber como tudo fun- ciona e até evitar que seu telefone seja grampeado, tera neste artigo técnico as informagdes que 0 grande piiblico nao encontra nos jornais e revistas comuns. As recentes noticias de escutas telefGnicas envolvendo altos funciona rios de bancos e de instituigses do governo mostram a fragilidade dos sis- temas de comunicagdes que nao ga- rantem sigilo nem privacidade mesmo em locais aparentemente seguros, como também, 0 fato de que qualquer um pode ser vitima de escutas. Se 0 leltor acha que ninguém vai querer ouvi-lo porque nao esta ligado ao go- vverno, nao avalia 0 perigo que isso representa para o cidadao comum. Chantagens, sequestros, roubo de idéias para um novo produto ou nova campanha publictéria de sua empre- ‘sa mostram que os interesses dos bandidos nao visam apenas cidadaos “especiais". Os jornais e revistas tém noticiado muito sobre os modos como © grampeamento ¢ feito ou pode ser evitado e detectado, mas tais publica- Ges ndo so técnicas e, &s vezes, 0S proprios repérteres usam termos distorcidos ou mal entendidos que passam aos leltores uma falsa idéia de como tudo funciona. Nada melhor, portanto, do que uma revista técnica para discutir com ter- mos que nossos letores entendem to delicado assunte. Se bem que diversos projetos ¢ artigos tenham sido publicados ao lon- {go dos titimos anos abordando a es- pionagem eletronica e o prdprio gram- 0 como, por exemplo, 0 "Protefone” da SE232, eo artigo “Espionagem Ele- ‘rénica’ da SE241 e até mesmo um I vio “Grampo - 0 Universos das Es- cutas Eletronicas” de Bernhard Wolfgang Schén, nada methor do que voltar ao assunto de forma atualizada com destaque para o que ¢ possivel executar hoje em termos de escuta te- lefonica. SABER ELETRONICA N? 312

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