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Sra cod ‘br Borer)
485 al ICA
ry BaEYy
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poll Pert i) ologi
Creme WalaititicnA SOLUGAO PARA O ENSINO DA ELETRONICA PRATICA
KITS DIDATICOS
MK-906
Caracteristicas
300 experiéncias, dvididas
nos seguintes grupos: Crcuitos
BBasicos (Introdugao aos Com
ponentes), Blocos Eletrnicos
‘Simples (Utlizados na Constru-
{0 do Citcuitos mais Comple-
308), Gicuitos de Radio, Efe
tos Sonoros, Jogos EletrGnicos,
Ampilicadores Operacionais,
Eletrénica Digital, Contadores, Circuitos de Computadores e
Gircuitos de Testes e Medidas.
+ Alguns componenies e 0 proto-board séo pré-montados.
Conectores simples em terminals espirais.
‘Almentacao: 6 pilhas (1,5 V)
* Dimens6es: 340(L)x239(P)xS8(A)mm
Contem
LEDs, Display, Fotorresistor, Altofalante, Antena, Trans-
formador, Capacitor Vardvel, Potenciometo, Chave, Tecias,
Proto-board, Cicuitos Integrados (NAND, NOR, Contador,
Decodticador, Flip-Flop, Amplicador de Audio), Transistors,
Diodos, Capacitores, Trimpot, Fone de Ouvido e Resistores.
Acessérios
Manual de Experiéncias.
Conjunto de componentes e Cabos.
RS 178,00 + desp. de envio
MK-902
Caracteristicas
190 experiéncias, divididas nos seguintes grupos: Cireuitos:
de entretenimento (Efeitos Sonoros e Visuais), Circuitos sim-
ples, com Semicondutores, Display, Digits, Logicas a Tran-
sistor-Transistor, Aplicativos Baseados em Oscilador, Amy
ficadores, de Comunicagao, de Testes e Medidas.
= Componentes pré-montados,
+ Conectores simples em terminais espiral
+ Alimentagao: 6 pithas (1,5 V)
Dimensdes: 361 (L)x270(A)x75(P}mm.
Contém:
Resistores, Capacitores, Diodos, Transistores, LEDs,
Display LED de 7 segmentos, Capacitor Sintonizador,
Fotorresistor, Antena,
Potenciémetro, Transforma-
dor, Alto-falante, Fone de
‘Quvido, Chave, Tecla e Cir-
cuitos Integrados.
‘Acessérios
Manual de Experiéncias
ltustrado.
Conjunto de Cabos para
Montagem.
MK-118
Caracteristicas:
Conjunto de 118 experiéncias.
‘Alimentado por pilhas.
Algumas das experiéncias:
Radio AM, Ventilador Automat
9, Sirene de Bombeiro, Som de
Fliperama, Telégrafo, Farol Au-
tomatico @ muito mais.
Dimensoes 280(L)x190(A)mm
Conran:
ircuitos Integrados (musical, alarme, sonoro e ampitica-
dor de poténcia),Capacitores Eletroliticos, Ceramicos,
Resistores, Variével, Fotorresistor, Antena, Alto‘alante, Micro:
fone, Lampadas, Chave comum e Telégrafo, ransistores PNP
@ NPN, Ampliicador de Alta Frequéncia, Base de montagens,
Hélices e Barra de Ligagao.
Acessérios:
- Manual de experiéncias ilustrado,
RS 107,00 + desp. de envio
MK-904
Caracteristicas
1500 experigncias, com circuitos ele
trénicos e programacao de microproces-
sadores, divididas em 3 volumes:
Hardware - Curso de Introdugao: In-
‘rodugao aos componentes, Pequenos
Blocos EletrOnicos, Circuitos de Racio,
Eieitos Sonoros, Jogos Eletrénicos, Am-
plifcadores Operacionais, Circuitos Di-
Gitais, Contadores, Decodificadores e Circuitos de Testes ©
Medias,
Hardware - Curso avangado: Aprimoramento dos conheci-
mentos adquiridos na etapa anterior, dividida nos mesmos gru-
‘Software - Curso de Programagao: Introdugao ao
Microprocessador, Fluxograma de Programacao, Instrugoes,
Formatos e Programacéo.
Conectores simples em terminais espirais.
‘Alimentagao: 6 pilhas (1,5 V)
Dimensoes: 406(L)x237(P)x85(A)mm.
Contém:
LEDs, Display de 7 segmentos, Folorresistor, Fototransistor,
Alto-falante, Antena, Transformador, Capacitor Variavel,
Potenciémetro, Chave, Tectas, Microprocessador com LCD, Te-
Clado, Proto-board, Circuitos Integrados (NAND, NOR, Conta
dor, Decodificador, Flip-Flop, Temporizador, Amplificador de
Audio e Operacional), Transistores, Diodos, Capacitores, Fone
de Owvido e Resistores.
Acessérios
RS 147,00 + desp. de envio Manual de Experiéncias (3 volumes)
~Conjato de Componentes e wd
Gabos para Montagem
Ampla rede de Assi Técnica no Pais “Re 4s7.00 + deap. de envio «st Ko was
enh
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‘SABER PUBLICIDADE E PROMOGOES LTDA. wee i) DE 0
\© objetivo do "Mini-Curso” & levar
informagdes ao leitor que esta inician-
do 0 uso de microcontroladores COPS
da National. Nao temos a intengdo de
substtuir um curso formal, devido ao
‘espago disponivel na revista e & com.
plexidade do assunto, Seremos bem
objetivos, conciando exemplos prati-
cos & teoria exposta.
‘A National disponibiliza através da
Intemet ou de seus distribuidores far
ta documentagao técnica em inglés
sobre 0 COP8, Podemos considerar
que 0 “Mini-Curso” seré um guia de
referéncia em Portugués.
Iremos dividl-lo em 4 artigos onde
sero explorados os conceitos basicos
da arquitetura de hardware e de pro-
gramagao, utilizaremos a familia
COPBSAX como referéncia.
Podemos afirmar que ao final do
“Mini-Curso” oleitor tera condigdes de
desenvolver montagens com progra-
magdes simples, mas 0 mais impor-
tante, ird adquirir uma base solidifica-
da para prosseguir 0 seu aprendizado
compreender methor os artigos que
utiizam 0 COP,
‘SABER ELETRONICA N? 312
&
Ws Revsas 1
Livros Técnicos VITORIA
‘Comercial. Ltda.
denis paca todos os els
"cric denlicade 8
me (1) 223-7872 as
REE:
MINI-CURSO
Parte |
Revisoes
Antes de comecar, aconselhamos
aos leitores que nao possuem experi
éncia com sistemas digitais e nume-
rages hexadecimal e bindria, a fazer
uma revisao desses assuntos. Salien-
tamos que recentemente foi publica-
do um Curso de Eletrénica Digital nas
revistas n? 297 an? 308. Outro con-
Fioua t
Luiz Henrique Corréa Bemardes
[email protected]
solho util 6 ler os artigos *Microcon-
trolador National COPS" e “Primeiros
Passos - COPS" da revista n® 308,
Hardware
Funcionamento da Arquitetura
Na figura 1 é mostrada @ arquitetu-
ra basica do COPBSAX
Como todo microcentrolador, 0
COP8 fol desenvolvido para atividades
de controle, basicamente ele 18 05 pi:
nos de VO de entrada, processa in-
formagées e modifica os pinos de VO
de saida. Diferente dos processadores
‘que gerenciam uma grande quantida-
de de meméria de dados (atvalmente
acima dos GigaBytes), os
mmicrocontroladores possuem uma pe-
‘quena quantidade de meméria de da-
dos. Pode parecer uma limitagao, mas
‘como veremos adiante, dependendo
da aplicacéo, no teremios necessida-
de de meméria de dados.
A figura 2 ilustra através de um flu-
xograma um programa bem simplesque Ié os pinos de V/O de Entrada e
escreve esse valor nos pinos de VO
de Saida. O acumulador “A” utiiza-
do, pois a estrutura de programa nao
consegue ler @ escrever um valor na
mesma instrugao. Em linguagem
‘Assembler do COP8, 0 programa do
fluxograma fica assim:
Loop: LOA, Entrada
X A, Saida
JMP Loop
(Observacao: ndo se preocupe com
as instrugées, pois serdo abordadas
futuramente,
A figura 3 ilustra passo a passo
dentro da estrutura de hardware como
© programa ¢ executado.
‘Observamos no funcionamento do
programa que nao houve necessida-
de de utilizar meméria de dados. O
programa apesar de simples mostra
Uma fungao basica do funcionamento
‘do microcontrolador, que & movimen-
tardados, mas outra atividade que ve-
remos mais adiante @ se destaca no
COPS 6 a faciidade de manusear bits
em toda meméria , caracteristica mul-
to uti nas taretas de controle.
Dentro da Arquitetura (figura 3)
notamos a presenga do PC (Program
Gounter), responsével pelo enderego
da meméria de programa. O PC &
incrementado automaticamente nas
instrugdes "LD A’ e"X A’, mas na ins-
trugéo “IMP*, ele 6 modificado para 0
Aritmética)
VO de Entrada
VO de Saida
enderego correspondente ao label
Loop”, onde comega o programa, fa
zendo o COPB executar essa tarefa in-
definidamente (ou até acontecer um
RESET, Interrupgao ou Watch Dog
Timer).
cLock
(© COPS é uma maquina sincrona
que depende de um sinal de “Clock”
para funcionar, sem esse sinal o pro-
‘grama ficaria parado, sendo que a ve-
locidade de execugao do programa &
diretamente proporcional & frequéncia
do “Clock”.
Na figura 4 observamos as possi-
bilidades de configuracao do “Clock”
da famtlia COPS , a selego do modo
de operagao 6 feita através dos bits 3
4 do registrador ECON (Veja Box do
ECON).
A programacao do ECON 6 fei
ssomente no modo de gravagao do chip
através do programador.
Internamente, 0 sinal de “Clock” &
dividido por 12, por exemplo, num cir-
cuito com um cristal de 12 MHz 0 “tc”
(tempo de ciclo interno) 6 de 1
microssegundo ou 12 MHz dividido
por 12, que resulta em uma frequéncia
de 1 MHz ou um periodo de 1
rossegundo,
SABER ELETRONICA N# 812O sinal de. “Clock” é de vital impor-
tancia. para qualquer sistema
microcontrolado @ no é diferente no
COPB, portanto & necessatio ter a
preocupagao de colocar o circuito de
“Clock” o mais préximo do Cl e manté-
lo longe de qualquer interferéncia ele-
‘tromagnética que possa gerar ruido no
: Circuito. Outra consideragao importan-
| te é a temperatura do sistema quando
trabalhamos com o circuito AC inter-
no que pode variar em torno de 35%.
Tabelas de Valores dos componen-
tes da figura 4.
Ri Ri ct c2 CK
(ew) (kM) (BF) (BF) (MHz)
0 1 9 8015
o 1 2 2 10
0 1 45 9035 4
56 1 100 100-156 0.455
Capacitor Frequincia Ciclo de
Exerno (pF) RIC (Mi) Instrugdo (mSes)
° 5 20
@ 4 25
52 2 50
160 1 10
TBD 0.032, 312.5
ALIMENTAGAO
Outra preocupagao muito grande
‘am sistemas microcontrolados é a ali-
mentagdo. © COPBSAX opera em
uma faixa de 2,7 a 5,5 com um ripple
Tabela 1 - COP8SAx0TP
Dispositivo ROMSize RAM
-COP8SACT 4K 128
COPBSAC7 4K 128
COPBSAC7 4K. 128
cOPesAc7 = 4K 128
COPSSAB7 = 2K 128
COPSSAB7 2K 128
COP8SAAT 1K 64
COP8SAA7 1K 64
COPBSAA7 1K 64
‘SABER ELETRONICA Ne 312,
Ee
VO de Entrada
no superior a 10% da tensao de all-
mentagdo com medida de pico a pico.
A figura 5 mostra a forma desse sinal:
Encapsulamento Numero de VO
20 DIP /SO 16
28 DIP /SO 24
4oDIP 86.
44 PLCC / POFP 40
20 DIP / SO. 16
28 DIP / SO. 24
16 DIP/ SO 12
20 DIP/ SO 16
28 DIP/SO 24
ey
VO de Saida
No desenho do lay-out da placa de
circuito impresso devemos voltar a
atencdo ao desacoplamento da ali-
mentagao, utilizando um capacitor
cerdimico de 100 KpF, se possivel de
multicamada. Veja na figura 6 o lugar
ideal para colocagao desse capacitor
na placa
Em relacdo as trihas de alimenta-
40, deverios nos preocupar com 0
Caminho do GND, esse deve sero mais
curto possivel entre os elementos da
placa, 0 caminho do VCC pode ser
maior.
Fazendo isso teremos uma étima
referéncia dos sinais e diminuigao dos
ruidos.
‘As placas multilayers s40 muito ut-
lizadas devido a isso, pois mantém um
piano de GND em todo o circuito.eae
Crock interne, I cy
rer ai peragdo com|
Clock Nubian, ‘requéncia
edomo ono maxima
trequinca mee
q 4 3
5 5
Clock Entrada ou Aberto Entrada ou
exemo Hattrestat [ct Fat rota Halt restart
Fouas
* Verificar Tabela de Valores
Registrador ECON
Bit Bio
Reserved} J Halt
Whatch Dog Timer Desabiltado
Bit6= 1 Ativa Power On Reset = 1 Whatch Dog Timer Habilitado
= 0 Desativa Power On Reset
Bi 7= X Irelevante o Valor
Bit! =Reservado
Bit5= 1 Ativa Protecdo de leitura do programa
= 0. Desativa Protegao de leitura do programa Bit _= 0 Modo Halt desabilitado
1 Modo Halt habilitado
Biis4e3-= 0,0 Clock Externo
0,1 Clock RIC interno
4,0 Oscilador com resistor de BIAS desabilitado
‘Oscilador com resistor de BIAS habilitado
RESET
Tem a fungao de Inicializar 0
microcontrolador e deve ser acionado
durante 0 proceso de Power On
(quando ligamos 0 circuito). O siste-
ma de Reset, junto com "Clock" All
‘mentagdo compdem os 3 sistemas de
maior importancia para o bom funcio-
namento do microcontrolador. O
‘COPBSAX tem a vantagem de incor-
porar internamente um sistema de
Power On que 6 habiltado pelo bit 6
do Registrador ECON (Veja Box do
ECON). Quando usarmos o circuito
de Power On interno, devemos
conectar 0 pino de RESET em VCC,
conforme ilustra a figura 7.
4 ‘SABER ELETRONICA N? 312|
PINAGEM
Observando a figura 8 podemos
verificar as pinagens dos diversos
encapsulamentos da Familia
COPBSAX, temas desde 16 pinos até
44 pinos .
Em todos somente 4 no so VOs
(Veo, GND, CKI ¢ RESET). Todos tem
em comum a mesma arquitetura, mu-
dando somente a quantidade de VO e
meméria, veja tabela 1
No total séo 5 Ports de 8 bits,
totalizando 40 /Os na versdo de 44
pinos, em contrapartida, na menor ver-
so de 16 pinos, possui 1 Port e melo,
totalizando 12 VOs.
CONCLUSAO
Encerramos a primeira parte, es-
perando que o leitor tenha aproveita-
do bastante as informagdes aqui apre-
sentadas, aconselhamos a leitura do
outro artigo do COPS publicado nesta
digo e andlise dos pontos que fo-
ram discutidos no "Mini-Curso”. Na
préxima parte, detalharemos mais os
Fqua?
SABER ELETRONICA NF 312
Ports de 1/0, suas fungdes e como
programé-los. N&o perca o préximo
numero da revista ! Nesse intervalo de
tempo gostariamos de receber opi-
nies e sugestbes dos leitores, que po-
‘dom ser enviadas através de carta, fax
‘ou E-mail. No Férum da revista (http:
‘/wwwr.edsaber.com.br) essa discussao
jd iniciou, aguardamos a sua partci
pagao!
[enna
2
=
Emulador (no-real-time)
para microcontrolador
OTP-COP8 SA
Componentes do sistema:
1 - Placa com soquete de progra-
magao DIP ice MASTER EPU-
core
2 - Cabo de comunicagao D
3- Fonte de alimentagao
4 Cabo de interface para simula-
‘gdo de 40 pinos DIP
5 - Shunt de 16 pinos DIP
6 - Duas EPROMS COP
8SAC7409-40 pinos com janela
7 -Manual do Usuario ice MASTER
EPU-COP
8 - Instalagao e demo para compi
lar
9 - Literatura COPS da National
contendo Assembler/Linker,
Databook, Datashet
10- 01 soquete ZIF de 40 pinos
PROMOGAO para os
|| primeiros 100 kits:
Prego: RS 185,00 + Desp.
de envio (Sedex)
Brinde: Paoote com 10 pgs.
OP@SA + 2 CDs Rom National
LIGUE JA
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‘Saber Publicidade © Promogdes
Rua Jacinto José de Aratjo, 315
Tatuapé - S40 Paulo
SP - CEP: 03087-020ELETRONICA
Alguns leitores esperam sempre encontrar, em
todas 2s montagens que publicamos, verdadeiras “ro-
cceitas” completas para a realizagao pratica de projetos,
‘que frequentemente sao apenas de seu restrto interes-
‘82 pessoal. Nossa revista, porém, tem um escopo bem
mais amplo. Esforcamo-nos em fomecer projetos funcio-
nals dos mais diversos, cuja associagdo criteriosa iré per-
mitir a composigao de aplicagdes, estas sim especificas
‘para a satistacao das necessidades bem particulares de cada
Mas ¢ preciso que © leitor acrescente aquela “pitadinha” de
propria criatividade na associagao desses projetos, que mui
‘vezes estéo em edigSes muito diversas — e separadas no temy
Isso pede um trabalho de “garimpagem” (agora muito
pelo indexCe).
sso no significa que sempre o leltor tenha de usar os seus
‘conhecimentos e seus dotes de criatividade na associacdo de
“médulos" separados para obter o que deseja. Continuamos a pu-
biicar a descrigo completa de montagens “dedicadas’, destinadas
‘@ uma aplicagéo espeoifica. Evidentemente, isto limita, na grande
‘maioria das vezes, a variedade de usos dessas montagens.
Nesta edigao, iniciamos a publicagao de um Mini-curso do
‘COPS, feita “sob medida’ para os que desejarem se aprofundar no
‘conhecimento deste atualissimo assunto. Damos também o pro-
jeto de uma Microimpressora de senha, de grande utlidade na
emissio de senhas para 0 atendimento ordenado em estabe-
lecimentos @ instituigbes com grande afluxo de clientes.
Um assunto mui
atual nos dias de hoje 6 o “grampo
telefOnico” e por esse motivo dedicamos um artigo desta
edigao a esse tema, procurando esclarecer o leitor sobre
como ¢ felto © como pode ser evitado ou neutralizado.
‘Outros t6picos de interesse desta edido incluem um
*Nédulo de controle remoto", um “Repetidor de cha-
‘mada celular’,
“Por que um computador 6 digi
tal?", “Procedimentos de limpeza em VCRS",
Dolby surround e pro-logic’, para citar somente
alguns. Como sempre, envidamos nossos me-
Ihores esforgos para oferecer ao leitor uma
selegao dos melhores artigos, sobre os
mais variados temas.
thictalp
Editora Saber Ltda.
Diretores
Hélio Fitipaldi
‘Thereza Mozzato Ciampi Fitipaldi
Revista Saber Eletrinica
Diretor Responsével
Halo Ftipald)
Diretor Téenkeo
Newton C, Braga
Balitor
Helio Ftipala
Fotalito
D&M.
Consetho Ealtorial
Allred W. Franke
Fausto P. Chermont
Hho Fitpaldh
Jolo Antonio Zuffo
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Newton C. Braga
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Brasil: DINAP
Portugal: Electrol ber
SAER ELETRONICA
(OSSN - 0101 -6717)€ una publis-
go mensal da Editora Saber Lids,
(O11) 296-5333. Marcu de cor
do com a Lei de Imprensa sob a
{4764 livro A, no 5° Registro de Tts-
los e Documentos - SP. Ndmeros
atrasados: pedidos 2 Caixa Postal
10046 - CEP. 02199 - Sto Paslo -
SP, ao prego da tltima edigdo em
‘banca mals despesae
‘Telefone (011) 296-5333
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‘Associado da ANER = Associaggo
‘Nacional dos Editors de Revisas ©
{da ANATEC - Associago Nacional
fdas Editoras de PublicagSes Téeni-
eas, Ditigidas e Especilizadas.
www.edsaber.com.br
e-mail -
[email protected]PTT tLe te
CAPA
Mini-curso Cop&
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Impressora de senha microcontrolad
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Procedimentos de limpeza em VCR's
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Praticas de service
Diversos
Dolby surround e Pro-logic - de temperatura ..
como funcionam..
As caracteristicas técnicas do DVD
Achados na Internet ...
Telefone padrao brasileiro
Faga-vocé-mesmo
Termémetro digital multicanal
empregando LM35 como sensor
Dimmer para lampadas halégenas
(SLB0587 - Siemens) ...
Fonte de corrente e tensao
Segdo do leitor .
‘0s amigos assinados to de exclusiva reponsablidade Ge sous autores. E vedade a reprodugdo ttl ou pari
os textos e iutrates desta Revista, bom coro a industalzapdo elou comercialzagdo dos sparehos ou iis
aso ha, 8
‘usted erat ra primers oportunisace,Pragos@ dade pubes om ancl sto pornos acotos bos 16,
Eom corrtos na data do fechemento edge, Nboaasumimas a responeabiidade por alragdos ns pregos @ na
‘feponibiidage dos produ ocarices apes ochamertTermoémetro Digital M
LMI35 como Sensor de
Este artigo descreve 0 projeto e construgao de um termémetro
digital multicanal, empregando o sensor de temperatura de preci-
0 LM35. Este apareino pode medir temperaturas na faixa entre -
55 e + 150 °C com preciso de + 0.3 °C entre +5 and +95 °C, e de
+£0.75 °C entre -55 € +150°C.
‘Como se trata de montagem complexa e 0 desenho da placa
no é dado, 0 leitor deve ter condigdes minimas para seu projeto e
elaboragao. Uma alternativa importante que pode minimizar 0 tra-
balho de montagem consiste no uso do médulo 7106 display/
conversor A/D que pode ser comprado pronto em algumas empre-
as que vendem por catélogo
1. Introdugao
Termémetros digitais de estado
sélido consistem basicamente de um
sensor capaz de converter variagdes
de temperatura em sinais elétricos pro-
porcionais que, apds processamento
matemético adequado, sao lidos por
‘um voltimetro digital, indicando valo-
res de tenséo numericamente iguals
@ temperatura medida, na unidade
desejada (°C, °F ou °K).
© componente eletrénico mais
empregado nos titimos 30 anos para
atuar como sensor de temperatura,
especialmente na faixa entre -20
+150 °C, 6 0 diodo de silicio. Este,
quando polarizado no sentido de per-
mitra condugao de corrente elétrica,
apresenta uma queda de tenso en-
tre seus terminais (anodo e catodo) da
‘ordem de 600 a 700 mV, que depende
de alguns fatores tais como a intensi-
dade da corrente a temperatura
‘Quando alimentado por uma fonte de
corrente constante, essa tensdo de-
‘eresce com 0 aumento da temperatu-
ra numa razdo de aproximadamente
2,2 VAC. A figura 1 ilustra um circul-
to simples para a converséo de tem-
peratura em tensao, empregando um
iodo ou um transistor.
Cabe ressaltar que somente 0
diodo base-emissor é utiizado no caso
do transistor, isto 6, o comportamento
al 6 © mesmo observado para um
iodo comum, sendo a geometria do
encapsulamento a razéo de escolha
‘entre um ou outro,
Q uso de diodos ¢ transistores
‘como sensores para temperatura apre-
senta algumas desvantagens, a saber:
1, A tensdo de salda decrescente
‘com o aumento da temperatura repre-
ssenta uma fungao inversa que neces-
sita ser processada para que a leitura
{inal apresentada ao operador seja di-
retamente proporcional a temperatu-
ra, Isto normalmente 6 conseguido
‘somando algebricamente uma tenso
de referéncia constante e negativa a0
sinal vindo do sensor, seguido de in-
vversao de polaridade. Para tal finali-
dade é comum 0 uso de um amplifica
dor operacional como, por exemplo, 0
LM 741 ou equivalente.
2.0 valor absoluto do sinal forne-
cido pelo sensor nao corresponde ao
valor numérico da temperatura (por
‘exemplo em °C). O ajuste destes valo-
res implica na multiplicago do sinal
Por um fator constante, ou seja, no uso
de um amplficador operacional que
pode ser ou nao o mesmo acima refe-
0 :
-700mv
2amvre
Fig. 1 - Conversores de temperatura para tensdo empregando diodo (a) ¢ transistor.
‘SABER ELETRONICA NP 312ulticanal empregando
Temperatura
Jonas Gruber, Rosamaria Wu Chia Li e Mary Sanae Nakamura
‘email:
[email protected] e
[email protected]
3. A cada substituicao do sensor,
mesmo tratando-se de um componen-
te idéntico quanto a sua numeragao e
fabricante, ha necessidade de uma
nova calibra¢ao junto aos amplificado-
res operacionais, pois a tolerancia de
diodos e transistores introduz um erro
na leitura da temperatura.
Com a finalidade de minimizar es-
sas desvantagens, diversos fabrican-
tes de componentes semicondutores
introduziram no mercado circuitos in-
tegrados especificos para o sensora~
mento de temperatura como, por
‘exemplo, AD5SO (Analog Devices)’ ©
LM35 (National Semiconductor). Nes
te projeto optamos pelo emprego do
LM5, cujas principais caracteristicas
descreveros a seguir.
2. Circuito Integrado LM 35
Trata-se de uma familia de circui-
tos integrados destinados ao preciso
ssensoramento de temperatura @ cali-
brados internamente para fornecer
1046
&;
Vista
inferior (a
4500 “
| Saida: 10 mVAC
(2c a +1508)
-
(©)
Fig. 2- Pinagem do LMSS com
Tose
Ve GND]
Vout
Vista
Interior (b)
+5.Vee
Saida: 10 mvec.
T— (-s5°¢ a+150°0)
100K
-
(0)
Veo
metic fa) ¢
encapslamert
‘lésico (t). Confguranbes para Guas fas de temperatura (C) @
tensGes de saida diretamente propor-
cionais e numericamente semelhantes
a temperatura na escala Celsius.
Apresentam 3 terminais, sendo
dois para a alimentagao (+Vs e terra)
um para a saida, cujo valor (V,,) €
de 10 mVPC, linear em toda a faixa
de operagdo. Assim, por exemplo, V,
& 250, 1000 e -500 mV a 25, 100e-
50 °C, respectivamente. A acuidade
+Vee
45V
365
Fa. 3 - Esauera da fore de amertagto,
‘SABER ELETRONICA N? 312
6 de #0,25 °C a temperatura ambiente
€ 40,75 °C sobre toda a faixa de
“55°C a +150°C.
‘Afamfia dos LM35 engloba varios
modelos (sete a0 todo) que diferem
fundamentalmente no tipo de
encapsulamento e faixa de tempera
turas de operacao.
A tabela 1 raiine estes dados para
(08 dois modelos encontrados no mer-
ccado nacional
A figura 2 apresenta os diagramas
de conexao para os dois encapsu-
lamentos (Fig. 2a e 2b), assim como
duas configuragdes possiveis, uma
para a faixa de temperaturas entre
42°Ce +150°C (Fig. 2c) e outra para
“55°C a +150 °C (Fig. 2d). £ importan-
te salientar que a tensao de alimenta-
Gao pode ser de qualquer valor entre
4 @ 30 V, ¢ que 0 valor de +5 Ve SV
representa a tensdo de trabalho por
nés escolhida,3, Descrigdo do Projeto do
‘Termémetro Mutticanal
© esquema da figura 2d corres-
ponde ao primeiro prototipo por nés
testado, sendo que a saida do Cl foi
conectada diretamente a um multime-
tro digital comercial, na escala de
2,000 V. Neste caso, a temperatura em
SC corresponde ao valor indicado pelo
multimetro muttipicado por 100. As-
sim, por exemplo, uma leitura de 0,250
V equivale a 25,0°C.
Entretanto, 0 baixo custo de
conversores analégicos-digitais, tais
como ICL7107 e ICL7106 da intersiP,
aliado a nossa experiéncia prévia com
esse tipo de componente’, além do fato
de desejarmos um termémetro
multicanal nos levaram a deixar de
usar um mutimetro comercial e mon-
tar um vottimetro digital dedicado 20
termometro.
AAs figuras 3-5 apresentam os es-
‘quemas eletrénicos completos dos blo-
cos que compéem o instrumento.
© esquema da figura 3 corres-
ponde & fonte de alimentagao simétri-
ca © estabilizada, cuja fungao é a de
converter a tensao da rede elétrica
(110 ou 220 Vea) em + 5 € - 5Voc ne-
ccessérios para a operacao dos circui-
tos integrados ICL7107 e LM35.
Como elementos reguladores foram
usados os Cis LM7805 © LM7905,
sendo que 0 primeiro foi montado so-
bre um dissipador de calor com area
aproximada de 6 cm
‘figura 4 representa o médulo dos
dois sensores de temperatura (CI3 &
C4) e a chave seletora (CH3) que per-
mite comutar entre um @ outro. Cabe
ressaltar que para os nossos propési-
tos dois sensores eram suficientes,
entretanto, este numero pode ser
ref
a
.
dee
+ Veo
Fig. 4 - Circuito de comutagdo
entre dos sensores.
10
Tabela 1 - Encapsviamento e faa de aperacéo de cfeentes tos de LN35,
Modelo | __Encapsulamento Faixa de operacao (!
LM35__|__TO-46 (metélico) ~-55.a+ 150
L350 | _TO-92 (plastico) 0a +100
faciimente aumentado desde que se
empregue uma chave seletora ade-
uada, isto 6, com 0 numero de posi-
Ges igual ao niimero de sensores.
Assim, & possivel com um tnico apa-
relho efetuar leituras de temperatura
‘em diversos pontos de um equipamen-
to ou instalagao quimica.
(CO esquema da figura 5 correspon-
de ao volimetro digital que emprega
um conversor analégico digital
ICL7107 com fundo de escala de
21,999 V. Desse modo, 6 possivel a
leitura em toda a faixa de temperatura
a qual o sensor responde, isto é de -
55,0 °C a +150,0 °C (-0,400 Va
+1,500 V). © ponto decimal do digito
das dezenas (DPS) é constantemente
energizado via resistor R,. uma vez
ue 0 sensor fornece uma tensdo de
410 mViPC.
O digito DP1 foi montado no senti-
do contrério ao usual, & direita dos
demais, © seus segmentos a, b, co,
ponto decimal, energizados conti-
nuamente via resistores R, aR... Si
‘mulando a unidade de temperatura °C.
A constante de tempo do circuito
RC formado por R, € C, determina
inlimero de amostragens por segundo.
Com os valores por nés utiizados ob-
tém-se aproximadamente 2 leituras
ppor segundo. Diminuindo-se 0 valor do
resistor R,, € possivel aumentar a fre-
qoéncia dessa amostragem.
© trimpot P, permite 0 ajuste do
valor da leitura’ nos digitos para um
valor numericamente igual ao de ura
tensdo aplicada na entrada do
voltimetro. Esta calibragao ¢ feita uma
Uinica vez e de preferéncia com uma
tensao proxima & do fundo de escala
do conversor (1,999 V).
4, Montagem e Calibragéo
© circuito eletrénico foi montado
sobre uma placa de circuit impresso
ppadrdo de 10 x 10 cm® e alojado num
Gabinete plastico de 15 x 15 x 7 cm’,
ssendo que em seu painel frontal fixa-
ram-se os digitos (OP1 a DPS), por tras
de uma placa de acrilico vermelho,
Lista de Componentes
Resistores (W, 1/3 W, 5%
=R,=F,= 100k
Semicondutores:
Cl, = LM7805,
Cl, = LM7905
l= Cl, = LM35
icL7107
DP1 - DP4 = PDS67
DPS = PD381PA
PR1 = ponte retificadora 1,2 A/50 V
Capacitores:
C, = 2200 mF/16 V, eletrolitico
C= 1000 mF/16 ¥, eletroltico
C)=C, = 1 mF/95 V, tantalo
©, =C,=C,, = 0,1 mF/160 V, poliéster
C,= 100pF, ceramica
C, = 0,047mF/250 V, poliéster
0,22 mF/160 V, poliéster
.01 mF/250 V, poliéster
Diversos:
T, = transformador 110/220 V,
19,1
F, = fusivel 1 A
CH1=chave 2x2
CH2=CH3=chave 1x2
‘SABER ELETRONICA N® 312ais 15 161
7,
23 22
7
oor
FF;
Bas 4567
Fig. 5- Esquema do votimetro dil de 31/2 dgts @fundo de escala de 1,998 V, corespondendo a 199.9.
além das chaves CH1 (liga-desliga) ©
CHS (comutadora dos sensores). No
painel traseiro foram fixados a chave
CH2 (110-220 V), 0 porta-fusivel e dois
conectores DIN para permitir a cone-
xo dos sensores.
‘Cada sensor foi colado a uma das
extremidades de um tubo de vidro de
diametro externo de 8 mm e 15cm de
comprimento, de modo que sua car-
caga permanece exposta
Finalmente, a extremidade aberta
de cada tubo foi selada com borracha
de silicone, ao redor do fio biindado
de trés vias utilizado para conectar
cada sensor ao aparelho.
‘A Figura 6 representa um esque-
ma do sensor.
A calibracdo do apareiho foi reali-
zada aplicando uma tensao de refe-
rencia de +1,800 V nos terminais de
entrada do voltimetro digital (figura 5),
@ girando o parafuso do trimpot P, até
‘obtengao de uma leitura de 180,0 nos
digitos do mesmo.
5. Teste de Desempenho
‘Aim de verificar o desempenho do
instrumento, utilizou-se um sensor
‘SABER ELETRONICA N 312
M35 conectado diretamenta a um
multimetro digital Beckman modelo
3050, e alimentado por 4 pilhas AA em
série (6 V), conforme Figura 2c.
Esse sensor foi mergulhado, jun-
tamente com outros dois sensores
conectados ao aparelho e ainda um
termémetro convencional de mercirio,
num banho de dleo termostatizado.
‘A temperatura do banho foi varia-
da com incrementos de 5 °C entre
5°C e 90 °C eas leituras apresenta-
as no voltimetro Beckman e no ter-
3 —Aotermometro
Selante
de silicone
Fio
‘bindado |
Tubo
de viero
Soldas
fesivo epoxi
M35;
Fig. 6 - Montagem do sensor LMS.
mémetro foram comparadas, O teste
{oi ropetido diversas vezes, tanto para
‘aquecimento como para restriamento,
sendo que o desvio maximo entre as
lelturas era de = 0,3 °C. :
Referéncias Bibliogréficas
1. Analog Devices Data-Acquisiion
Databook, Analog Devices Inc.;
1984; vol.1, p 8-15.
2. National Semiconductor; Data
Databook,
‘National Semiconductor
ICL7106/C17107; Intersil inc;
1980.
4. J. Gruber, V.L. Pardini e H.
Viertler, Quimica Nova, 18, 83
(1992).
Instituto de Quimica da Universida:
‘de de Sio Paulo - Cx. P. 26077 -
(0559-970 -S. Paulo- S.P.
Este artigo foi publicado anterior-
mente na revista Quimica Nova, vol
19(4), p.426 (1996) da Sociedade Bra-
sileira de Quimica.© circuito integrado SLBO587 da Siemens 6
apresentado em invélucros DIP de & pinos e tam-
bém na verso SMD com invélucro DSO-8-1, veja
figura 1
Este componente substitui diretamente o ci
cuito integrado SLBOS86A com pequenas altera-
‘gOes nas conexdes, conforme informagdes que po-
‘dem ser obtidas do proprio fabricante.
‘Temos os seguintes destaques para este com-
ponente:
- Pode ser usado no controle de fase de cargas:
resistivas ou indutivas.
~ Operagao a partir de sensor - sem a necessi-
dade de elementos mecanicos.
~ Capacidade de substituir diretamente chaves
eletromecanicas de embutir na parede em
instalagdes elétricas convencionais.
= Grande imunidade a interferéncias, mesmo
contra os ripples dos sinais de controle.
- Entrada para a selecao de trés modos de
operaao (A/B/C)
- Partida suave.
+ Desligamento seguro,
Na figura 2 temos um diagrama de blocos que
mostra as fungGes internas disponiveis neste
cuit integrado.
FUNGOES DOS PINOS
1 Vdd Ponto de referéncia (OV)
2 |PROG —_ Entrada de programagao
3 PLL Integrador para o PLL
4 ISYNC _ Entrada de sincronismo
5 ISEN Entrada do sensor
6 IexT Entrada de extensao
7 Vss Alimentagao positiva
8 aT Saida do pulso de disparo
‘SABER ELETRONICA N® 312© QUE 0 SLBOS87 FAZ
‘Com 9 SLB0587 ¢ possivel gerar um pulso
efinido de corrente em cada semiciclo da tenséo
da rede de energia.
Desta forma, com um TRIAC e poucos com:
Ponentes passivos extras € possivel ter um circui-
to de controle de fase alimentado pela rede de
energia.
© ngulo de controle de fase (tempo de Tum-
‘on do TRIAC) pode ser ser fixado pelos dois pinos
de controle do circuito integrado (pinos 5 e 6).
OPERACAO COM LAMPADAS
HALOGENAS DE BAIXA TENSAO
Na operagao normal com cargas resistivas, te-
mos a aplicagao de modo alternado de parte do
semiciclo positivo © do semiciclo negativo da ten-
so da rede da energia através de um TRIAC.
TRIAC conduz gragas a aplicagao de um forte pul-
80 de disparo na sua comporta.
A operagao do circuito com um transformador
‘e uma lampada halégana de baixa tensaio 6 qua-
se idéntica @ operagéo com uma lampada
incandescente comm, devi-
do as caracteristicas indu-
tivas e resistivas da carga.
Na operagao com cargas
Intogredor ——Ertrada do
Se, por exemplo, um pulso de disparofaltar num
semiciclo, devido a algum problema, pode ocorrer
um considerdvel aumento da corrente no transfor-
‘mador, depois da passagem da tensdo da rede por
Zero - depois do disparo seguinte do TRIAC, quan-
do em angulos grandes de controle de fase. Se o
préximo pulso de disparo. vier em fase, quando o
TRIAC estiver ainda conduzindo, devido ao inter-
valo de corrente, ele nao teré eteito sobre o circui-
to. Sera somente no pulso subsequente de disparo
que 0 TRIAC vai entrar em condugo novamente.
Para previnir estados ociosos nos semiciclos, o
‘SLBO587 possui os seguintes recursos:
- Permissao para 0 estado de condugao do
TRIAC quando os pulsos de disparo sao fixados.
Se 0 pulso de disparo, determinado pelo ajuste do
‘angulo de disparo e estado do PLL interno coinci-
dem com 0 angulo de conducao de fase do TRIAC,
© pulso de disparo ndo serd levado ao TRIAC, a
1ndo ser depois da passagem da corrente por zero
= Deteopao de altas correntes de saturacdo em
ngulos de corrente maiores que 180 graus pela
amostragem dos niveis de entrada de sincronismo.
- Recisparo do TRIAC se ele nao permanecer
Gisparado depois de um pulso de cisparo. Isso pode
‘ocorrer em especial com cargas altamente indutivas
Enirada Entrada de Entrada de
de sensor extenséo programapio
resistivas e indutivas, 0 pon-
to de passagem por zero da
corrente (crossover) € com-
arado com aquele em que
a tensao da rede ¢ retarda-
da,
Com cargas altamente
indutivas como, por exemplo,
um transformador, quando
corre uma falha na condu-
‘go da lampada, um alto es-
tado de perda (na operagao
um semiciclo) pode ocorrer,
tendo como consequéncia
uma eventual destruicao tér-
mica do transformador.
© SLB0S87 possui recur-
0s internos para proteger a
carga caso esta situagdo
ocorta.
SABER ELETRONICA N® 312‘como, por exemplo, transformador com baixa cor-
rente de magnetizagao ou TRIACS pouco sens/-
veis, aproximadamente 1,5 ms (1,25ms em 60 HZ).
Depois de cada pulso de disparo do SLBO587, 0
estado de condugao do TRIAC @ amostrado via
pino 4.
Se 0 TRIAC ainda permanecer desligado, um
novo pulso de redisparo é produzido. Se a
frequéncia de redisparo exceder um valor limite,
‘corre um corte,
CORTE DE SEGURANGA
A finalidade do corte de seguranca é a preven-
0 da destrui¢ao de cargas indutivas (transfor-
‘mador) no caso de ocorrerem problemas de per-
das em funcionamento.
‘Apesar deste recurso, recomenda-se ainda 0
uso de transformadores que possuam protegao
térmica interna.
(corte de seguranga ocorre quando o conta-
dor (contador up/down de 4 bits) alcangar 15.
‘A contagem ¢ determinada pela relagao das
relagdes de contagem up/down. A contagem “up”
(orogressiva) ¢ a dada pelas correntes de satur
go e redisparo.
‘Acontagem “down (regressiva) &incrementada
‘quando a contagem ¢ diferente de zero em cada
décimo quinto semiciclo da rede de energia. A
‘contagem é zerada no estado offe quando curtos
na saida sao detectados.
CIRCUITO DE APLICACAO
Na figura 3 temos um circuito de aplicagao tipi-
co para lampada halégena ou comum com contro-
le de toque:
‘A placa de circulto impresso para um protétipo
no muito grande é mostrada na figura 4.
‘OTRIAC usado no protttipo foi 0 TIC226, mas
equivalentes de maior corrente como os TIC236
TIC246 podem ser usados. O tamanho do
dissipador depende da corrente a ser controlada.
Para o tamanho indicado na figura 4, a carga ma-
xima 6 da ordem de 100 W na rede de 110 V.
Nesta aplicagao, 0 circuito integrado pode dis-
tinguir comando ON/OFF e mudar o angulo de
controle de fase pela duragao do toque no sensor.
Para ligar e desligar (ON/OFF) um toque curto
no sensor (60 a 400 ms) é suficiente, dependendo
do estado precedente. O processo de comutacao
6 ativado to logo 0 sensor seja liberado.
ara ajustar o Angulo de controle de fase, bas-
ta tocar no sensor por um tempo maior que
400 ms. Nestas condigdes, 0 angulo de controle
de fase ird variar continuamente, O tempo total do
ciclo de controle (up/down) é de aproximadamen-
te 7,6 segundos (0 ciclo completo 6 definido por
claro-escuro-claro). A operagao simples, mesmo
na faixa de operago de baixa intensidade de lam-
padas incandescentes, é habilitada pelo seguinte
procedimento:
‘© Angulo de controle de fase controlado de
maneira que o brio da lampada varie de forma
SABER ELETRONICA N* 312pPsicologicamente linear com o tempo de opera-
0 @ para por um pequeno intervalo de tempo
uando 0 britho minimo 6 alcangado,
Usando R, @ C, (entrada de sintonizagao), como
no circuito de aplicagao, o angulo de corrente de
condugao pode ser controlado para cargas
resistivas puras entre 45 graus e 152 graus de cada
samiciclo.
Imunidade a interteréncias:
Os componentes C,, C, @ R, do circuito pro-
porcionam uma tens&o de operacao estavel e com
isso ofuncionamento livre de ert0s do circuit, mes-
mona presenga de interferéncias de alta frequéncia
como, por exemplo, as causadas pela comutagao
répida da corrente nas cargas.
No caso de uma interrupeao curta da alimen-
tagdo (menor que 200 ms), o estado de funciona-
mento ajustado sera mantido. Se 0 corte da ali-
‘mentagao for mais longo, quando a tensao Vs cair
ara menos de 3,6 V. 0 circuito voltard ao estado
OFF.
Sob um eventual corte da energia, o
sincronismo da légica interna com a linha é perdi-
do. Se 0 corte de energia durar menos que trés
cialos da alimentagdo, 0 sincronismo do PLL se
toma visivel na forma de uma breve oscilagao da
luz, O ajuste do PLL pode ser influenciado dentro
de certos limites pela selegao dos valores de C,
Ri. Em termos gerals, menores valores de C, e
maiores valores de R,, produzem menores tem-
pos de ajuste do PLL.
Linhas Longas:
Se fios muito compridos nas instalagoes elétri-
cas forem usados, eles podem causar problemas
de acoplamentos de sinais devido a capaciténcias
parasitas.
Estruturas internas limitadoras e logica apro-
priada asseguram um funcionamento sem
SABER ELETRONICA N° 312
interferéncias mesmo com capacitancias parasi-
tas até 100 nF.
‘Se.a operagdo for realizada com circultos usan-
do fios longos, a rede RC usando R,, eC, pode
ser ligada entre os pinos 3 e 7, conforme indica a
figura 3.
FUNGOES DO CIRCUITO PRATICO
No circuito exemplo dado na figura 3, os com-
ponentes t8m as seguintes fungSes:
Corrente de alimentagao para os crcuitos:R,
Ry Cy.Cy Cy, Dy, Dy
+ Sinal fitrado para o sincronismo da base de
tempo interna com a frequéncia da linha de ali
mentago: R, @ C,.
- Para aplicagbes especiticas C, € R, podem
ser alterados, conforme indicado na figura 5. Um
aumento de C, @ R, val provocar uma leve redu-
{¢€0 do brilho da lampada, mas ao mesmo tempo,um aumento da imunidade a interferéncias do PLL
interno contra picos de tensao da rede de energia,
= Unidade de integrago do circuito interno do
PLL: C,, R,,. A combinagao de R,, @ C, determina
dentro de certos limites os seguintes fatores:
= Procedimento de partida do PLL interno de-
pols de uma falha de linha
- Procedimento de controle de ripple (variagoes
de briho da lampada, caso sinais de controle com
ripple aparegam)
- Dre C, so usados para a supressao de inter-
= Protegao do usuario: A, @ R,, feréncias eletromagnéticas (EMI). Para Dr, valores
de indutancia entre 1,4. 2 mH e fator Q entre 11 €
t - Ajuste de sensibilidade do sensor: R,. 24 so recomendados. A espessura do fio usado
a montagem desta indutdncia depende da cor-
- Limitagao de corrente no caso de reverséo da rente aser controlada, Para cargas até 100W (lém-
polaridade da extensao: A, R,. Os dois resistores padas comuns) de 8 a 15 espiras de fio 28 num
podem ser omitidos se nenhuma extensdo for liga-bastao de ferrite de 0,8 a 1 cm de diametro e 1,54
da. Neste caso, 0 pino 6 deve ser conectado ao 2 cm de comprimento podem ser usadas .
ss (pino 7).
- Redugao das tensdes positivas que podem
chegar & comporta durante 0 estado de disparo dos
TRIACs para valores abaixo de Vdd + 0,3 V pela
polarizagao direta do diodo: D;.
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‘3 mensalidocos de RE 36,40
tutamante mate nformagiee sobre of) eurote
ua conte de So Paul)
Aedimento de 2" 3G fore das 838,
‘208 s8bodos até és 12h 1 eva ”
ara atendients ride tzu para nessa Centra fale COM Wr
lima de notas operadores:
To: (014) 220-7422 - Fax: (014) 2248350 es
erste eee =
* Cacrane + Lemna e Carrizo cones
* Guano * SuxSenten + Pho oe Met
+ Dest Arrisneo * Tecwoo Errno + Somers
Prsucrine + Momcho PessonELEFONICO
COMO FAZER
COMO EVITAR
Ninguém esta livre de ter
suas conversas telefénicas
gravadas ou interceptadas
Por criminosos ou pessoas
mal intencionadas. Os re-
centes acontecimentos en-
volvendo autoridades como
comprometimento até mes-
mo da seguranga da nagao
mostram que as modernas
tecnologias podem entrar
mesmo nos locais conside-
rados mais seguros. Se vocé
quer saber como tudo fun-
ciona e até evitar que seu
telefone seja grampeado,
tera neste artigo técnico as
informagdes que 0 grande
piiblico nao encontra nos
jornais e revistas comuns.
As recentes noticias de escutas
telefGnicas envolvendo altos funciona
rios de bancos e de instituigses do
governo mostram a fragilidade dos sis-
temas de comunicagdes que nao ga-
rantem sigilo nem privacidade mesmo
em locais aparentemente seguros,
como também, 0 fato de que qualquer
um pode ser vitima de escutas. Se 0
leltor acha que ninguém vai querer
ouvi-lo porque nao esta ligado ao go-
vverno, nao avalia 0 perigo que isso
representa para o cidadao comum.
Chantagens, sequestros, roubo de
idéias para um novo produto ou nova
campanha publictéria de sua empre-
‘sa mostram que os interesses dos
bandidos nao visam apenas cidadaos
“especiais". Os jornais e revistas tém
noticiado muito sobre os modos como
© grampeamento ¢ feito ou pode ser
evitado e detectado, mas tais publica-
Ges ndo so técnicas e, &s vezes, 0S
proprios repérteres usam termos
distorcidos ou mal entendidos que
passam aos leltores uma falsa idéia
de como tudo funciona.
Nada melhor, portanto, do que uma
revista técnica para discutir com ter-
mos que nossos letores entendem to
delicado assunte.
Se bem que diversos projetos ¢
artigos tenham sido publicados ao lon-
{go dos titimos anos abordando a es-
pionagem eletronica e o prdprio gram-
0 como, por exemplo, 0 "Protefone”
da SE232, eo artigo “Espionagem Ele-
‘rénica’ da SE241 e até mesmo um I
vio “Grampo - 0 Universos das Es-
cutas Eletronicas” de Bernhard
Wolfgang Schén, nada methor do que
voltar ao assunto de forma atualizada
com destaque para o que ¢ possivel
executar hoje em termos de escuta te-
lefonica.
SABER ELETRONICA N? 312