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Le document présente des informations sur divers multimètres et leur spécifications techniques, ainsi que sur le phénomène de superconductivité. Il explique comment certains matériaux peuvent devenir des superconducteurs à des températures très basses, éliminant ainsi la résistance électrique. La recherche continue pour découvrir des matériaux superconducteurs à température ambiante, ce qui pourrait révolutionner le domaine de l'électronique.
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(NAO ATENDEMOS REEMBOLSO POSTAL)SUPERCONDUTORES
Materiais que nao apresentam resisténcia elétrica alguma constituem 0
sonho de todo projetista de instalagées elétricas ou dispositives e circuitos
eletrénicos. Ndo havendo resisténcia, a corrente pode fluir sem gerar calor
ou dissipar energia e com isso problemas que hoje atligem qualquer proje-
tista de chips ou de circuitos deixam de existir. © “milagre” da auséncia da
resisténcia elétrica existe e chama-se supercondutividade. Materiais que
perdem a resisténcia esto sendo pesquisados e podem revolucionar a ci-
éncia Eletrénica nos préximos anos. Neste artigo falaremos dos
supercondutores e do que eles podem nos fornecer no futuro.
‘Todo material, por melhor condutor que seja,
apresenta uma certa resisténcla elétrica, uma
‘oposigo & movimentagdo dos portadores de
cargas,
(© material sera tanto melhor condutor quan-
to menor oposigéo olerecer & passagem da cor-
rente @ esta caracteristica 6 inerente a este ma-
terial, nao dependendo do seu formato ou dimen-
00s.
Esta caracteristica é dada pela condutividade
e varia de material para material. Assim, 0 Ouro,
a prata ¢ 0 cobre so excelentes condutores por
aapresentarem uma elevada condutividade elétri-
ca ou baixa resistividade, enquanto que mater'-
ais como 0 ferro ou o mercurio saio maus condu-
{ores por terem baixa condutividade ou elevada
resistividade (a resistividade 6 0 inverso da
‘condutividade). Isso significa que dois conduto-
res de mesma espessura e comprimento feito de
rmateriais de condutividades diferentes terdo re
sisténcias elétricas diferentes.
Dois fatores influem nos problemas que ocor-
rem quando correntes elétricas devem ser trans-
mmitidas por meios que apresentam uma certa
resistencia:
Newton C. Braga
AAlém do fato de que a circulagao de uma cor
rente por um meio que tenha uma certa resistén-
cia provoca a geragio de calor, devemos ainda
Considerar que a resistividade ¢ portanto, a aif
culdade de passagem desta corrente varia com
‘a temperatura
Quanto mais o material se aquece, maior se
toma sua resistencia elétrica, observe a curva
caracteristica de uma lampada incandescente
apresentada na figura 1
No entanto, observamos que abaixando
gradativamente a temperatura dos materiais, elas
‘eonvergem num grafico para um ponto em que
‘sua resistividade se torna nula.
Isso significa que neste ponto, um condutor
fabricado com este material néo terd resisténcia
clétrica alguma, ou seja, sera um supercondutor,
voja a figura 2.
Na prdtica, em determinada temperatura,
‘corre uma transigao da resisténcia e no sou
desaparecimento de forma gradual.
Em temperaturas da ordem de 1 a 7 graus
kelvin (entre -272 © -266 graus centigrados) a
Tesisténcia desaparece © 0 material se toma um
supercondutor.
SABER ELETRONICA Nt 301/98
dade relava
Resist
Ate
grau de
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dos
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ZERO ABSOLUTO
‘A temperatura de um corpo é a medida do
‘grau de agitaco de suas particulas, ou seja, dos
seus atomos, Esta agitagao, na verdade, traduz
‘a quantidade de energia que os atomios possu-
fam e pode ser expressa por um valor.
Diversas escalas podem ser usadas para ex:
pressar este valor, no Brasil a mais usada é a de
‘graus centigrados ou Celsius. Esta escala tem
‘como ponto de referéncia, onde marcamos 0 0,
‘© ponto em que ocorre a fusao do gelo.
‘Temperaturas de objetos mais frios que 0 pon-
ta de fusdo do gelo serao expressas por valores
negativos de temperatura,
Veja, entretanto, que se a temperatura 6 uma
medida do grau de agitacdo das particulas, va-
lores negativos ndio tém muito significado.
‘Se formos esfriando cada vez mais um cor-
9, s2us atomos iro diminuindo sua vibragao
até um instante em que teoricamente deverao
parar completamente de vibrar. Como um movi-
mento mais lento que 0 parado nao existe, este
onto seria muito melhor para marcar 0 zero do
‘que 0 ponto de fuséo do gelo.
Este seria 0 minimo absoluto de estriamento
de qualquer objeto, pois nao seria possivel ob-
tertemperatura mais baixa:ndo existe movimento
mais lento que 0 parado.
Experiéncias e célculos mostram que a tem-
peratura em que isso ocorre € de aproximada-
‘monte 278 graus centigrados ou seja, 273 graus
‘entigrados abaixo do zero da escala Celsius.
[Nesta temperatura temos 0 “Zoro Absoluto".
Pademos entao estabelecer uma escala mi
to melhor para designar temperaturas se usar-
mos este ponto como zero, Esta escala existe ©
POA Fie.2 an |
sas
eo
abruplamerts
wae
309
4
[ Resieuwdac
SABER ELETRONICA Ne 901/98
6 denominada escala absoluta de temperaturas
(ou escalla kelvin,
‘Temos entéo os graus Kelvin que sao do
mesmo tamanho que os centigrades, de modo
que 0 0 grau centigrado passa a corresponder a
273 kelvin, conforme verificamos nos dois ter-
‘mémetros da figura 3.
‘Assim, quando falamos nas menores tempe-
raturas que podem existt, nos referimos as tem
peraturas perto do zero absoluto em que quase
{oda agitagao térmica dos étomos desaparece &
fendmenos como o da supercondutividade po-
‘dem se manifestar.
‘SUPERCONDUTIVIDADE
Este fenémeno fol descoberto pelo fisico ho-
landés Kamertingh Onnes em 1911 e recebe jus-
tamente o nome de supercondutividade.
Na figura 4 apresentamos um grafico em que
6 mostrada a transigéo de um material para 0
estado de supercondutar com 0 desaparecimento
a resistividade.
Nao sdio todos os elementos que podem che-
‘gar a este estado, Assim, nas pesquisas inicials,
foi observado o fendmeno em diversos metals
puros como 0 telério, cédmio, estanho, meret-
rio, chumbo, bismuto, etc.
grande problema é que, quando tratamos
de materiais puras como os metais citados, 0
fenémeno s6 se manifesta com temperaturas
préximas do zero absoluto, o que dificulta bas-
tante sua utilizacdo.
Manter 0 material na temperatura em que 0
fenémeno ocorre implica na utlizagéo de vasos
de Dewar (garrafas térmicas) e em banhos de
hélio ou nitragénio liquldo, © que significa um
custo muito alto e a necessidade de equipamen-
to especial, verfique a figura 6.
No entanto, observamos que diversos metais
podem ser usados na forma de ligas que, de-
pendendo de sua composi¢ao, podem manifes-
tar o efeito da supercondulividade em tempera-
‘uras mais altas,
‘A busca dos clentistas 6 justamente um ma
terial que seja supercondutor na temperatura,
|(Posces, 273 ~Fig. 4- Como supercondutor 0
male deca de apresertar |
resstinca eltica,
a
Prresstvidad)
Ponta
e transiggo
\
Faia do temporaturas
‘om que o material 6
suporcondutor
o re 7%
Ses
supercondutor
ambiente, mas isso esta ainda muito longe de
ser conseguido.
Assim, para os compostos de niébio com car-
bono se consegue uma temperatura de transi-
40 da ordem de 15 graus kelvin, enquanto que
para onidbio com estanho esta temperatura che-
{ga a0s 18 graus kelvin. Novas ligas com tempe-
raluras mais altas como a liga de chumbo com
arsénio e bismuto que chega aos 90 graus kelvin
estdo sendo pesquisadas!
OUTRAS PROPRIEDADES
Nao @ apenas a
resistividade que cai a zer,
mas diversas outras pro
priedades interessantes se
‘manifestam
Uma das propriedades
‘que se modifica é a capaci-
dade térmica. A taxa de
absoredo de calor de um
material depende de sua natureza e é um nume-
ro que varia pouco com a temperatura ou varia
de forma linear.
'No entanto, quando o material passa para 0
estado de supercondutor, a capacidade térmica
passa a apresentar uma caracteristica de
descontinuidade com pontos de variagao por
saltos.
utra caracteristica que muda no estado de
supercondutividade 6 a magnética. Os
supercondutores sao diamagnéticos ideais onde
‘a induco magnética interna é nula,
Este fendmeno é explicado pelo fato de exis-
tirem numa finissima camada externa do materi-
al supercondutor correntes que compensam a
ago de qualquer cam-
po magnético externo. jt
Este fato faz com
que os supercondu-
tores possam ser
*destruidos” por
@
campos magnéticos —
intensos, pies
Eletron
\@,
Helio ou Nivegénio
liquid
Superconditr
vvaevo
Parede
espethada
Fig. 5 - As babes tomperaturas
exigam 0 uso Ge equgamentos
lespocais como vasos de Dewar
(garatas trmicas),
AEXPLICAGAO CIENTIFICA
© que realmente ocorre com o material para
‘le perder a resisténcia quando sua temperatura
baixa até 0 ponto de transi¢ao para super-
ccondutor?
‘As especulagdes tedricas sobre o que levaria
lum corpo a se tornar um supercondutor vem de
longe, mas foi somente a partir de 1956 que o
fisico americano Cooper demonstrou que 0 pon:
to fundamental para a ob-
tencéo do estado de
supercondutividade de um
corpo 6 a formacao de pa-
res de elétrons com momen-
tos de spin situados parale-
lamente, figura 6.
Em 1957 uma explica-
{¢40 adicional foi proposta: a
e que os pares de elétrons
‘com spin opostos seriam sincronizados pela vi-
bragdo térmica do material, criando assim uma
‘espécie de barreira energética na sua superficie
No interior do material seria formada uma
lespécie de nuvem de elétrons com grande mobi
lidade, e que poderia conduzir com extrema faci
lidade a corrente elétrica,
Com isso os elétrons do interior do material
entrariam num estado de “superfluidez” podendo
se movimentar livremente, sem encontrar resis:
téncia alguma,
‘COMO OBTER
Para obter um mate-
rial supercondutor, bas-
ae: 0.0m] tetera liga OU mela
some eumseton| Soropriado » estilo
) opens Spctecey até a tomperatura em
rlsmerge| quo ofonmono ge ma
rosie | nitete, Experioncias
‘SABER ELETRONICA N? 301/98
|
‘muitoir
orator
hélio ot
peratur
de supr
Umi
nalem
materig
um pec
Cor
campo
no mat
‘corrent
campo
Des
liro im
Og
materi
ambie!
Oten
campo.
oosoe
superefal para
peratura
: super
elevaria
‘vem de
6 que O
eopon-
ra.a ob-
do de
ede um
0 de pa-
momen
sparale-
explica-
sonst: a
elétrons
pela Vie
sm uma
wertice.
sda uma
de mobi-
ema faci-
material
podendo
rar resis-
sm mate-
tor, bas:
Du metal
estrié-lo
ura em
se ma-
riéncias
Ne 201096
———————————————————————l
muito iteressantes podem ser realizadas em la-
boralérios usando supercondutores estriados em
hiélio ou nitrogénio Iiquido, dependendo da tern-
peratura necessdria & manifestagSo do estado
{de supercondutividade.
Uma delas € a mostrada na figura 7, tradlcio-
‘nal em todas as demonstragdes envolvendo este
‘material, onde um pequeno ima "flutua” sobre
tum pedaco de supercondutor.
Gonforme observamos as linhas de forga do
‘campo magnético do ima ndo podem penetrar
‘no material semicondutor que entao “cria’ uma
Corrente em sentido tal que tenda a se opor ao
‘campo externo.
Desta forma, 0 supercondutor passa a repe-
lira im& que entdo “futua” sobre 0 material
0 grande desafio para os cientistas & obter
materials supercondutores em temperaturas
ambientes © nao somente proximas co zero
SABER ELETRONICA Nt 201208
Fig. 7- Expedia de repulsio
‘cam supereondutres.
absoluto, Isso permitiria a construgéo de diver-
0s dispositives com aplicagdes praticas impor-
tanies
(© conhecido trem experimental que “futua”
‘sobre mas seria um que aproveltaria este fend-
meno.
O trtho deste trem seria formado por muitos
‘supercondutores alinhados oriando fortes cam-
pos magnéticos, conforme a figura 8,
Na parte inferior do trem haveria um
supercondutor que repeliria os supercondutores
fixos de modo a manter o veiculo flutuando, ou
soja, sem contato com os tithos.
CO sistema de propulsdo seria dado pelo pré-
prio 2ngulo de propulsao que poderia ser altera-
do a vontade por um sistema mecéinico. A gran-
de vantagem do sistoma seria a auséncia com-
pleta de atritos e portanto, de vibragoes, O trem
‘se movimentaria de modo totalmente silenciosoe suave, Outra aplicagao é
na obtencao de sistemas
de acoplamento de mece
nismos sem ato, a que
Isso pode sor foto pelo
campo magnetico clade Ly,
polo material
No espaco fala-se
numa nave de propulsao
iénica com supercon
dutores.
‘Andis supercondutores
acelerariam feixes de elé-
‘rons a velocidades da or-
‘dem de 80 000 quiléme-
tos por segundo, confira
a figura 9
Uma nave com este
tipo de motor aleangaria
velocidades que qualquer
‘outra tecnologia conheci-
dda no conseguir.
APLICAGOES NA
ELETRONICA,
A possibilidade de ob-
ter materiais com proprie-
dades supercondutora em
temperaturas ambientes
abre portas para aplica-
00s fantasticas,
Uma aplicacdo extre:
mamente importante seria
na transmissao de ener:
la, ja que 0s fios poder
‘am ser consideravelmen-
te mais finos endo teria
nenhuma perda, mesmo
ue transportando corren-
tes muito intensas.
Nao haveria a neces:
dade de uma elevagao tao
grande da tensao que t
bem 6 uma causa de per-
Fig, 9 Poseiel uo dos superconduores ra propusio de una nave espacial, yy
das considerdveis causa-
das polas fugas de cargas para o So cargas que escoam para 0 ar Ee
O chiado que ouvimos nos dias imidos per- Em qualquer tipo de equipamento elétricd
to das linhas de transmissao de alta tensao 6 (maquinas industrials, por exemplo) a resistenginge
m indicativo dessas perdas de energia. cia responsdvel por perdas poderia ser elimina
da completamente, ous
Na Eletronica, quando for possivel obter ois-U
positives supercondutores operando na tempe fune
Angis supercondutores acelerariam fei- x
ratura ambiente, uma nova revolugao tecnologica
xes de eletrons a velocidades dA Gr dove ocorrer. Equipamentos com velocidades eS
dem de 80000 quilémetros porsegun- _—capacidades até entao inimaginaveis passarac.
do, confine & igure a Ser construidas eestardo ao nosso alcance. HE
tent
ELETRONICA N® 201/98MANUTENGAO DE
COMPUTADORES
GUIA PARA FUTUROS PROFISSIONAIS
Newton oe NAS LIVABIAS
© que 0 técnico de
computadores, 0 usuario avangado
_€ 0 futuro técnico precisam saber
sobre configuragao, defeitos e
utilzagéo racional
Interpretacdo das mensagens
H| de eto com as possiveis causas e
})| plocedimentos para sanar
problemas de hardware e software.
As ameagas ao PC: como
B | evitor problemas devidos a ma
instalacéo, eneigia elética
imprépiia @ até mesmo fenomenos
7) aimostéricos como descargas
elétricas e temmpestades.
‘Como deve funcionar um
‘computacior bom: racionalize o uso.
@ configure de modo a obter 0
mehot desempenho.
Coro instalar peritéricos e
‘plocas de expansdes. Como instalar
uma nova fonte, ura placa de
expansdio ou ligar uma nova
Impressora.
Defeitos explicados por
" |Sintomas e causas - quase tudo que: PREGO DE
‘© usuario ou tecnico precisa saber
| tier ais }quando © computador nao LANCAMENTO
[funciona ou funciona de modo:
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E cada vez maior o interesse pelas fontes de energia
‘limpas’, no poluidoras. E entre estas, a energia elétrica ¢,
sem dtivida, a principal. No entanto, a sua aplicacéo ainda
6 pouco eficiente, se feita por processos tradicionais.
Uma forma de uso da energia elétrica em transporte
de massa, que vem tendo um desenvolvimento crescente é
a levitacdo magnética, onde a eletricidade, alm de deslocar
© veiculo, responde também pela redugdo (ou eliminagao)
do atrito, Nessa técnica, o supercondutor é de fundamental
importancia, raz&o pela qual estamos oferecendo aos
leitores, no artigo “Supercondutores”, nogdes basicas
importantes para 0 entendimento desse assunto.
De autoria do nosso colaborador Patrice Oguic,
apresentamos a descricao da montagem de um
frequencimetro digital, um instrumento de medida muito
utilizado © que agiliza bastante o trabalho do técnico de
manutengéo e reparacéo. Por falar em manutencao, temos
também nesta edigao, 0 artigo “Service de circuitos digitais”,
importante para quem pretende atualizar-se na area de
service, que no futuro estaré cada vez mais voltada a area
digital.
Também na érea relacionada a “service”, temos o
artigo “Ainda 0 osciloscépio”, descrevendo este importante
instrumento, cada vez mais necessario para diagnéstico
dos defeitos nos modems circuitos, té0 complexos que
no basta 0 tradicional multimetro.
Finalmente, 0 leitor vai encontrar em “O disco rigido”
informagées que Ihe permitiréo conhecer melhor o
funcionamento das ubiquas ‘Winchesters” e , através disso,
diagnosticar falhas e, quig4, elimind-las. Outros assuntos
completam a edig&o, que certamente seré de agrado de
todos os leitores.
tijden
Editora Saber Eletrénica
Diretores
Helio Ftp
Tereza Mozzato Ciampi Fitipald
‘Saber Eltron
Diretor Responsive
Helio Fiiplch
Newon C. Braga
Ealtor
Helio Fiala
Fototte
D&M
‘Consetho Edtoriad
Alfred W. Franke
Fausto [Link]
Hii Fiipaa
Toi Antonio Zt
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Newaon C. Braga
Impressto
Canta Faccint
Diss
Beall: DINAP
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(101 - 67175 ¢ um pbioagso men
‘da Editors Saber Lids Reda,
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Pasio» SP - Besa -Tel. (011) 296
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‘as, Digi e Expects,
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e-mail - rsel@[Link]
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RSet
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[Link]
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CAPA
Supercondutores..
Os discos rigidos.
Helio ou Nirogério
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Suporcodutor
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Ainda 0 osciloscépio
Service de circuitos digitais
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Noticias intemacional
por danas resutanies de
‘Nous eta na pee eporunisede rages
care stad toveonco Ga exis ao asus a espns Sas fs ateopS0s Pes ODE
{Spent dos prooosacr"aaa poco eeharen.S DISCOS
‘Também conhecidos como Winchesters, os discos rigidos (hard
disks) s&0 a principal meméria do computador, pois gravam demédo
permanente:dados e programas normalmente utilizados, A |
tecnologia que envolve o funcionamento de um disco rigido é hoje
uina das mafavilhas da Eletrénica e Mecanica. Todo o usuario’ou |
técnico de computador deve ter nogdes sobre 0 principio de funci-
onamento dos discos rigidos ¢ ¢ exatamente isso que pretende- |
mos dar neste artigo.
ce
Fig,
Newton C. Brags 3
(Os programas usados pelos com- Nem sempre os discos rigidos fo- Posteriormente, novos meios dOntor
putadores, assim como aquantidade ram usados nos PCs. Os primelros _armazenamento de informagdes base¥@408
de dados com que eles devem traba- modelos lancados pela IBM nao t- ados em magnetismo foram criada, OU
liar crescem todos os dias. Aneces- ham discos rigidos e tudo que era comoas fitas continuas e os prépria
ssidade de um meio em que estes da- feito precisava ser previamente carre- __disquetes. re
dos possam ser gravados em quanti-.~ gado & partir de disquetes. Aidéia do disco rigido vem do préMals ¢
Os primeiros discos rigidos dos. prio disquete: um disco recoberto aiment®
ddados cada voz maiores ¢ senda por
todos os usudrios de computadores. PCs eram extremamente “pequenos” —_uma substancia que pode ser ‘magneforme
‘© principal dispositivo [Link] em comparacao com os atuais, pois _tizada,por um [Link]étrico aplicado UNS, 2
‘moméria de massa nos PCs é o disco.” armazenavam algoem tore de 10 ou” uma cabeca, figura 2 ne
rigido, um peritéico que funciona ba- 20 megabytes. Dependendo do bit que se dese!
seado em principios magnéticos eque No enfant, tecnologia foram grav, 0 pequentos ims elemenia!U
pode armazenarcentenas de milhdes _evoluindo e hojes tipos com mais dees que formam 0 material da super!
ou bilhdes de bytes (megabytes ou —_10 gigabytes ja comegam ase tornar _ cle do disco se orientam criando one
sloabytes) de informagdo que nao sa. frequentes, os mais comune esto na__pos que podem ter diregdes opostaéti
perdem mesmo quando energia 6 faixa'de 1 a 4 gigabytes. ‘Quando 0 disco gira, a cabeca criflexive
cortada. tegides magnetizadas em sequénoiM@i0r
co rig
e aa AIDEIA BASICA [cave enor
Campos Yagndiccs Andi orev
y i | @s primeiros computadores que pu
usaram sistemas baseados em mag- Campeasesrogees | AB
hetism pa armazenarinformagoos moment cen
tram enormes.e gastavam uma quan um dt
| dade de energia suicient para al- tancie
mentar uma vila. Neles, as memérias- ‘Capa Magn eae
consistiam em anéis de ferrite que se pis
| magnetizavam na presenga de um si- aie0 PeST
Nal. Dependo do sentido do campo. ce
mmagnétice deste anel, 0 bt armaze raat
| nado serla interpretado como 0 ou 1.
Fi: Maré deans ce ote tela GS ee |
(Cada anelarmazera {bit 4 = au
SABER ELETRONICA Nt 3018SABE!IGIDOS .
possivel gravar muito mais inforrma- a
seca tgntnera ene ~
Sane: Pe
Além disso, seria possivel ee
“empilhar’ varios discos, de modo que Partoules
Capa eles funcionassem paralelamente, fa- ecg
magnétca ___citando assim 0 acesso répido as in- 8) Menor densidads de inormagtes |
formagdes e ao mesmo tempo obten-
do-se uma capacidade multo grande
de armazenamento, ee Pe
E claro que, com 9 aumento da
densidade das informagbes, surgiu a
timas elemontaros
|, 743.08 desacatem dace _necessidade de uflizar um sistema Peace
Braga) espioconavtstacioco ina muito mais deicadoe preciso de rar renee
passa date dacabe. _ yapao eletura
b) Maioc donsidado de informagdes
‘Assim, com a utilizagao de um —|Fi.¢- Matsal "mais no” permite a gravacio
ceios de) tlorme os bits que precisam sergre- mecanismo muito mais preciso que o | deals omagte or ale de era. |
Fosbase, YH08 tomava vulnerdvel & presenca das Tose
variados Ovando a mesma cabega passa —_menores particulas de sujera, como:
proprios S0bre o material para fazer a leitura, por exemplo, pogira em suspensao fol a) Winchester
as repi6es magnatizadas induzem si necesséro vedartodo osistarmanuma _ Este, sam divida, €um dos nomes,
mdo pro- Mas cua polaridade depende justa- caixa evitando seu contato com 0 ar mais usados para o HD, @ ndo so
pero, gegen ce sua oietagso, Assim con. ambiente poucas as pessoas que relerindo-so
Pete Cet emo ostitsgravados Gejam 2210s u Uma simples particu depocim ou este melo de armazenamento de
vlcauo a us, osnalobtido toréna saida ao- defumoquepenatieno sistema ocala arqulvosdizem quo sou PC tem ‘uma
laridade comespondente @ pode ser ~ na superticio magnetizavel pode im" Winchester dé tantos gigabytes".
ss dosejg preiadoporum circultodeleiture, pediraletura de verses bits, afetan- _Na vordada, estas pessoas esto
lementar "Ua 3. do assim o funcionamento de um dis- @ssociando um tipo de disco rigido
weer, Quandoeste principio defunciona- co rigido. (quo talvez néo seja o usado no seu
mdooam mevode uma memériaemmelomag- __E poreste motivo que 0s discos r-_ PO) como tipo de dispositive.
Mopostas, nto usada nos disquetes (que 880 ids usados nos computadores so, _ Winchester 6 nome da teonotogia
serascria exis) paSsOU a Ser Usado Com —vadados © de modo algum devemos”_ usada num po especial de disco rg
equencia Mo" efiéncia utlizando-se um dis- ares do @ que foilangada peta IBM quando
Co rgido de metal, surgiu 0 que Se Amanutengo'destes discos 6 fei. _epresentou sua unidade de sco ri
enorinade disco rigdo ou harc-disk, ta em salas especiais com atimostera do 080, Ela recebau aste nome, por-
brevado por HD em multos manuals contolada (semimpurezas) @ porpes~. quePossulaum disco de dues faces ©
‘ou publicagdes técnicas. ‘s0as trajando roupas especiais. ‘em cada uma delas era possivel gra-
Aoesar do, principio de funciona- : var 20 megabytes de informagGes.
rerio ser 0 mesmo, a idéia de usar Multas pessoas associam 9 nome
| um disco de metal recoberto de subs- ASTECNOLOGIAS ‘Winchester @ famosos ritifes usados.
titela magnetizavel em lugar de urn
‘dco flexivel de pléstico (como nos [Link] disco rigido, harc-disk ou [_ ee a
digieles) nfo era deviéoapenas sin- HO nd 66 rico usado para Ganon: nei
sane Posmenie a mudanca do material. nar este disposiivo. AIBM, porexem- |
‘Com um disco rigido de metal um po, o chama de disco fxo (fixed isk),
Seistimageiaisalisianicce olsen tng seein |
Idementares mais finas, seria possi- guns deles associados a tecroiogia | aoa
c [el grovar-cade’ bit num espagd! »emptéyada e que merocem exples: ig.5-Unacabera
e Mereciess vas sore 'ghea = | gravadoratetore de 600 rio.
0 sENETNA 200 1
NSee
0 fato [Link] ndo
tocar na superficie do dis-
co é muito importante, pois
evita o desgaste por atrito,
Se
pelos cowboys e que ajudram na con
quista [Link] americano, enquanto
outros dizem que 0 nome se deve a0
fato da tecnologia ter sido desenvoli-
da na cidade de mesmo nome. NAO
consaguiainda saber qual das afirma-
.gBes € verdadeira.
‘© importante ¢ saber que na
tecnologia Winchester para os discos
tigidos existe um cabecote de leitura
e gravacao que ¢ dotado de um pe-
queno aerofdlio, como nos carros de
corrida, figura 5.
Quando. disco gira em alta velo-
cidade 6 criada uma corrente de ar,
que passando pelo aerofélio que tem
perfil de uma aga de avido, faz apa-
recer uma forca que o levanta alguns
rilionésimos de polegada,
Desta forma, a cabeca de leitura
*fjutua” acima do disoo rigido sem to-
car nele, mas a uma distancia sufic!-
‘entemente pequena para poder mag-
netizar os imas elementares quando
‘ele estiver gravando ou para perceber
‘08 campos dos imas elementares,
‘quando astiver sendo feita aleltura de
informagoes.
( fato do cabecote néo tocar na
‘superficie do disco é muito importan-
te, pois evita o desgaste por atfto.
Este funcionamento explica porque
se recomenda com tanta énfase nao
balangar o computador com um disco
rigid tipo Winchester funcionando,
ois se o cabecote tocar na superficie
do disco, ele pode raspéclo detal modo
ue os dados no local do risco sergio
perdlidos.
») Tecnologia Whitney
Uma forma de obter um disco rig
do mais eficionte, com a eliminacao
do alguns problemas da tecnologia
Winchester 6 a dos discos tipo Whitney.
Neles, tomas um cabegote que se
rmovimenta através de um liquido que
tem o mesmo efeito do ar, mas. com
‘maior visoosidade, impedindo assim
‘oscilagées que eventualmente possam
‘correr devido a turbuléncias,
©) Tecnologia Bernoulli
Esta 6 uma teenologia extoma-
mente interessante, apresentada pela
primeira vez pola omega Corporation
Adi de fazer com que 0 disco rig
do (no to igo) se dobre pela fora
do ar em movimento quando gira jur-
fg acabeca de letura de modo a no
encostarnela,
Selegao
Fig, 7 -Divarsos discos so empihados e acessados 20
2
‘mes tampa por um eorumlo de caberas de let
ravage.
Fa 6-Noewetanedo dita pesto vauminaawecen ohio. |
disso, uw
sii 0b incised
oe ERT coe cee
quando um tuxo de at ou qualquer fijgminas
dose moyimenta, a energia total eigadas,
qualquer ponio do sistema é constavnas 5 ¢
te, De uma manelra simples, i880 Sigg qu
nica qua, e acelerarmos apassagstnas cr
<[Link] fuido, por exemplo, esteitands g, 4,
© tubo por onde ele passa, a pressEats mer
nestes pontos diminu, observe a fitque en
a6. laptops.
ta
(08 DISCOS RIGIDOS NA PRATICIoujares
alumin
Os discos rigidos modernos contmente f
tam de diversos discos de meticyra |
‘empilhados que giram em conjutimmicropa
acionados por um motor em COmUNsitos dk
Para os discos ou face em qU® 88 mica, O,
formagSes podem ser gravades exligs que:
tem cabogas de leltura © gravacdo. sustain
© uso de diversos discos. emjaminas
Ihados tem vantagens e desvantagen
‘A vantagem esté:no fato de que ef
‘um daterminad instante temos dive
‘sas cabecas posicionadas para ale
tura em discos diferentes 20 mesmn
tempo, figura 7,
‘As trilhas que estao prontas pet
sserem acessadas naquele instante
zem com que seja formada uma e
ppécie de superficie que lembra ume
lindro virtual
Este conjunto de tlhas acessade
‘ao mesmo tempo pelas cabegas «
‘cebe 0 nome de cllindro. Assin
gerenciando 0 modo como sao fei
as gravacdes, podemos aumentar
velocidade de acesso, pois existe un
probabllidade maior de uma cabeg
estar perio da informagae desejadac
do local em que desejamos fazé
‘quando usamos diversas delas, dog
‘nO fato de od
diversos discos significa, uma ind Figo
‘ia maior para acionamento © ale’ ds
SABER ELETRONICA N? 201 agenZ apa: ate wai
4 ‘anid
g
Z omba de vacuo
4 | Q@>—+
; Fig 8-Deposcd de etl em clmar de vcun
{iso um aureno a ature co dispo- fabricate, mas aprincioalcaracteris-
rincipo dso, tica 6 dada pela densidade espacial
;
edz que) Os primeiros discoS rigidos usavary Ou Seja, quanto de ‘dados pode ser
salquor ful jgminas crculares de metal de 8 pole- gravado por unidade de area do ma-
Jia total mT gadas, que logo passaram a ter ape- _tetial usado.
@ constan nas § @ 1/4". Hoja temos disoos rigi- Nos primeiros tipos de discos rigi-
dos utilizava-se 0
'pss208T nasciclacsc2. — mesmo material das
fitas comuns de dudio,
‘ou seja, Gxido de fer
ro ouferroso ou ainda
cromne..No entanto,
como essas particulas
rao tem as proprieda-
des exigidas para 0
armazenamento de
8. 1880 S197 gos que usam lami-
favotande 1,13 polgadas © (Os primeiros discos
\ ‘alg menorescomoos yj |.
re a igupaemenorescomos.. rigidos usavam lami
laptops. notebooks e —_-&S circulares de metal
palmtops. de 8 polegadas, que
Esias laminas cir jogo passaram a ter
SPRATICAT res sao ftas de 09° Passaram
apenas 5 @ 1/
| aluminio extrema
2108 CONS! mente ino (a espe ——
informagoes
com
{do metiiguratpiea 6 da orden de. grahdedensiads, como por exerpa,
‘conliiiecplepadss), mae exisiom lite |S ipeddtorctivdade,novec woe.
3m COMUM feitog de vidto @ até mesmo de cera- _ clas passaram a ser usadas.
que aS I mica. Os mais comuns, entretanto, so Atualmente so utilizados os mei-
vedas exHigg: ‘que usam laminas de aluminio. A os peliculares (thin film) que consis-
yavaga0. | eubstancia magnética que recobre as _ tem numa camada de espessura mi-
instill apietnedosortsigtae coe pales -csncoabion cc um mitre
vantage
de que 5 ‘
emos dive
para a le
20 mesmi
vrontas pare,
>instante fa
‘da uma es
‘bra um ch
sacessadal
cabegas re)
iro. Assim
jo so felt
fumentar €
sexste um
ima cite
Fi.9- Como as intormagtes sto
‘sous no deco iid,
OA N? 901/95 gageR ELETRONICA N® 301/08
caindro
de uma mistura de metais depositada
sobre 0 disco» por processos
letrolticos (deposigao) ou ainda por
vaporizagao (sputtering) confira a figu-
rag, .
‘Com uma espessura muito menor,
os campos elementares que
correspondem aos bits tem menos
‘espago para se espalhar, logo,ocupam
menos espaco. A informagio pode ser
gravada mais densamente nestes dis-
cos.
‘[Link]ée permite ainda que as
‘superficies sejam extremamente lisas
com isso 0 cabegote pode ficar mais:
ppréximo. Outro ponte importante é que
‘a maior coercitividade faz com que os:
campos dé cada bit sejam mais inten-
0s, facltando a leitura
Para 08 tipos comuns os valores de
Gensidade s40 de 200 Megabits por
Distieia |
Taman do BX
Fig, 10-Fcando mas pbsinas do mo. |
rragélico, 2s cabeas pote grave mals
|i dads (abr dona)
13polegada quadrada ou mais, depen-
dendo do tipo.
(Os locals em que as informacdes
podem ser gravadas sao divididos em
‘rilhas e sotores. Existe um mecanis-
mo que-movimenta as cabegas para
que se posicionem nas trihas onde as
informacdes devem ser lidas ou grav
vadas, figura 9.
(Os cabegotes de leitura e gravacao
‘so responsavels pelo acesso aos di-
versos pontos dos discos. Estes
4 cabecotes eonsistem em bobinas que
| ficam na ponta de bragos que podem
‘89 mover acionados por um mecanis-
i mo apropriado denominado atuador
i de cabecotes.
i ‘A importancia da proximidade do
q cabegote da superficie do disco se
deve ao fato de que os campos mag-
néticos se espalham e sao tanto mais
fracos, quanto mais longe estiverem
dda fonte que os produz. Assim, quan-
‘to mais préximo passar o cabegote dos
ppontos em que esti os imas elemen-
fares que armazenam as informagoes,
‘mais faciimente sera feita a leitura &
aiém disso, mais pr6ximos podem es-
i tar 0s [mas elementares, aumentando
a densidade de gravacao.
i ‘© mecanismo que movimenta o
i cabegote deve ter uma enorme prec
i 840, para posicioné-o exatamente so-
bre a trilha em que desejamos gravar
a informagao ou Ié-la.
‘Quanto maior for a preciso deste
mecanismo, mais proximas podem
‘estar as tras @ maior quantidade de
informagbes pode ser gravada no dis-
0,
Existem diversos tips de
atuadores que S40 (ou foram) usados
os discos rigidos.
‘0s tipas mais antigos, loop aberto,
‘nao $40 mals utllzados. Os tipos atu-
als, de laop fechado, possuem siste-
ma de realimentagao que permite a0
i] circuito saber quando eleposicionana
trilha certa. Estes sistemas de
‘stuadores podem empregar diversas
tecnologias como:
2) Band-stepper
Um sistema bastante semelhante
‘20s usados nos drives de disqustes,
nde um sistema mecainico com um
motor de passo movimenta 0 brago
onde esté 0 cabecote atéiatriha em
que se daséja let ou gravar dados.
' niimero de pulsos que o motor recebo
Motor de paseo
|r ein psoranana
jh eee
incica para qualtina ole deve se dos-
tocar
‘So bom que esta sistema sejasim-
ples, tem algumas desvantagons,
‘como por exemplo, a limitagéo do n=
mero de trilhas que podem ser
fcessadas, ja que moter para cada
asso acessa apenas um trlha € a
Welocidade & relatvamente pequena,
dada a inércia do préprio motor © do
sistema de atuagéo. Na figura 14 te
‘mos um diagrama simplficado deste
tipo de atuador.
No 8 fabrioarn mais discos ral
_des que user este sistema de atuadbo,
1b) Servo-Voice Coil r
Como 0 nome suger, este sis-
tema utiliza © mesmo principio de
funcionamento dos alto-alantes:
‘uma bobina movel.
Teiios uma bobina acoplada ao
brago que prende 0 cabogote. |
‘Quando esta bobitia € percorrida |
jporuma corrente, campo magné=
fico eriado faz com que suria uma
forea que tends a movimenté-la &
‘com isso 0 brago:pade entdo so
deslocar varrendo as diversas tr-
thas do disco rigido
‘O deslocamento do brago pro-
poreionala tenséo aplicada a bobi-
fale por meio de um ciculto de re-
‘limentagdo (loop fechado) € pos: |
sivel saber exatamente onde est
‘0 cabegote posicignando-o com
preciséio sobre a tilha desejada,
onforme a figura 12.
8.
Como este sistema tem uma inér
‘cla multo menor @ nao precisa conte!
pulsos para ir até 2 trilna sesajada
pois faz seu movimento baseado num
‘enséo que varia linearmente, sua ve
locidade & muito maior, assim como ¢
preciso no posicionamento sobre i
‘ria,
Mesmo este sistema tem suas de)
vantagens, pois é um sistema mecd|
rico onde a inércia nao pode ser com
plotamente eliminada. Fit
‘Assim, uma maneira que 3 fab
antes encontraram para obter Um)
\olocidade de acesso maior as trilha:
sobrep
‘gravacé
me sug
Ec
Fig. 12- Osistema do
sostionsmena porbobra mwa @8t6
‘SABER ELETRONICA N* 2018ISABER |numa inér
cisa contar’
| desejada,,
ado numa)
ne, sua ve:
sim como al
to sobre a)
n suas des
ema mec
fe ser com:
Fi, 19-Sistera mutex da
ue os fabi:\| Comer Perera,
‘obter ural
nas tril
~~ ¢com a utlizacao de dois atuadores,
‘A Conner Perioherials, por exemplo,
‘deservolveu um disco rigide com dois
| atuadores
Emiugar de usar um cabegote por
4:09, sistema utliza dois, cada qual
fondo o sou sistema de atuadores in-
dependents
Usando circultos multiplexados, re-
cebendo sinais distribuides por um
programa “inteligente”, ele faz com
I que, t8o logo um cabecote se
| pesione numa trina para ler ou gra
Waruma certa quantidade de dados, 0
out ja fique esperando na tha que
dove ser acossada imediatamonto,
‘vlocando assim 0 tempo de acesso
sobzeposto ao tempo de uso eticaz na
yavagHo ou leitura de dados, confor-
sugere a figura 18.
Earo que0o uso de discos rigidos
fe tipo exige vers6es especiais
a
|e
CA N® GOI SABER ELETRONICA Ne 201/98
Maliolex
Eva / Seda do dads |
do DOS que jd prevdem esta possibi-
lidade.
‘concLusko
As capacidades dos discos rigidos
aumentam dia-a-dia © avangos
tecnolégicos mostrain que’é possivel
quais
oca-se
ade ou
sgicas.
remos,
coda
das ta-
3s gi-
stapa,
era as
impor-
do cit-
casos
301/08
CURSO BASICO DE ELETRONICA DIGITAL
pode:se implementar a mesma fun
(0 de muitas formas diferentes como
atesta o circuito simples apresentado
na figura 3,
Veja que podemos ter 0 mesmo
ircuito com quantidades de portas
diferentes, na pratica devemos sem:
pre lavar este fato em conta. Nio é
‘apenas o niimero de portas que de~
ferminaré a configuragao final, mas
sim, seu custo e a eventual ullzagao
‘em outras partes do circuit.
Por exemplo, se 0 circuito jé est:
ver usando dois inversores dos seis
disponiveis num circuito intagrado e
nossa fungao tiver uma solueao um
ouco maior, mas que use estes in
Vetsores, serd interessante adoté-la
para aproveitar os inversores oclosos,
seguir daremos um exemplo de
‘como obter os circuitos a partir de
uma tabeta verdade,
4) Passo 1 - Determinagao das
equagées légicas
Lembramos que para as fungdes
estudadas tomos as seguinies repre-
ssontapoes:
Fungo E (AND)
YeAB
Fungao Nao E (NAND)
YeAB
Fungao OU (OR)
Yoas8
Fungo Nao OU (NOR)
Y=AsB
Fungao Nao (NOT) ou inversor
Fungao ou exclusive
(Exclusive OR}
(#18
ms
| fia.6-A tide ABC
‘SABER ELETRONICA NE 301/98
‘Vamos tomar como exemplo a ta-
bela verdade abaixo para determinar
a fungao logica correspondente:
ABC Y linha
000 014
sth esOe Ps a
Awe Mica ah
He Viena 02
oo1 15
180 ose
veto es
da esale ates
Indicamos a linha na Ultima colu
rna de modo a faciltar as explicagses
seguintes.
‘Observamos que temos saidas no
nivel 0 para as linhas 0, 3, 5 € 6, en-
quanto para as linhas 1, 2, 4 € 7 te-
mos saidas 1
Isso quer dizer que teremos a fun-
(940 OU para as linhas cuja sada é 1
que podem ser encaradas como ope-
rages OR com tabelas que teriam 1
na saida apenas nas linhas 1, 2, 4
7, conforme mostrado a seguir:
| 1010 1010 © 1030
Isso nos permite escrever as equa-
(96es Idgicas para cada uma das qua-
tro tabelas da seguinte forma’
corresponde a A=0,
8,=A.8.C que
cortesponde a A=0, B=1 0 A=0
S,=A.B.C que
corresponde a A=1, B=0¢
8,=A.B.C que
coresponde a A=1, B:
ecet
Como a saida S 6 a combinagae
das quatro fungdes temos:
S=S,+8,48,+5,
Substituindo pelos valores encon-
trados teremos:
S=ABC+ABC+ABC+ABC
Esta 6 entao a fungao légica que
representa a tabela verdade que pr
pusemos como parte inicial do pro-
blema e para a qual devemos encon-
trar um circuito equivalente.
Passo 2 - Implementagao dos
Circuitos Combinacionais
Conforme estudamos em ligées
anteriores, é possivel usar as portas
NAND e NOR como blocos légicos
Universais a particdos quais podemos
elaborar qualquer outra fungao ou
_mesmo fungdes mais complexas.
Para exempliicar vamos analisar
uma fungao um pouco mais simples
do que a obtida no passo anterior
‘Tomemos a expressao:
S#A.B.6+8.8.0
Podemos tentar implementé-la
usando portas NAND e eventuaimen:
ABCs ABCsa
oa00 oo00
0010 oo10
100 a1o0
+ 0110 + o110
1004 1000
1010 1010
1100 1100
1110 wad
te inversores, jé que a barra sobre
cada letra indica sua negativa, con-
forme estudamos,
A operagao (.) pode ser realizada
uitiizando-se uma porta NAND que fi
gada a um inversor nos fornece uma
Porta AND.
Assim, conforme a figura 4, pode-
‘mos implomentar A,B.C usando uma
porta NAND de 3 entradas @ um in:
Veja na figura S como @ operacéo
‘ABC pode ser impiomentada,
A soma (+) pode ser
implementada com uma porta OR li
gada a dois inversores, figura 6
Db
ip. 5 - Implementagso da tungéo AB.CCURSO BASICO DE ELETRONICA DIGITAL
ABC] $= ABC +
| Fig. 6 - Obtendo a sora (+) de
uns expresso lias
Combinando os ts circuits po.
demos shega’ 6 bonpiraee al
dowoede, gore
Wola Gu a reo nesto
q usada no circuito anterior nos leva a0.
, Citcuito original. Isso significa que po-
S|‘ aernos snpiica ecortgutense or
———
I Halos nootove a contiguragte nal
, do circuito mostrada na figura 8.
|
A [ ;
ABC
Logo, quando temos uma expres:
so formada pola soma de produtos,
podemos usar portas NAND sem a
necessidade de inversores, bastando
apenas lambrar duas propriedades:
‘As combinagdes de entrada po-
dem ser aplicadas a portas NAND.
As saidas das portas NAND po-
dem ser aplicadas a entrada de uma
segunda porta NAND obtendo-se na
saida a fungao desejada.
‘Vamos agora fazer uma tentativa
de implomentar uma fungao usando
porias NOR, o que seré escolhido
‘quando tivermos um produto de so-
mas.
‘Tomemos como exemplo a fungao:
S=(A+B+C).(A+B+0)
‘As somas podem ser obtidas fa
ccimente a partir de portas NOR com
ABC+AB.C
Se ABC+ABC
Fig. 7-Afungdo SABC+ABC de forma que ainda pode ser minimizada |
Fr 5 2(K+ B40)
> aso |
ode sor simplicad
Fig, 10- Amplementagto quae fin da fungi,
esc
AsBe
Fig
8 =(@+B+0)
— (AB)
Almplementag fal da fungso. |
=)
=>
Rsbsc
[sews
| Fig. 9 implementanco as fungses
| __ soma com portas NOR e inversores
as saida aplicadas a um inversor. A
negagao de NOR @ OR, O circuit
‘equivalente para trés entradas 6 mos:
trado na figura 9.
O produto das duas somas 6 obt:
do com dois inversores aplicando os
sinais a uma outra porta OR, ou seja,
‘2 uma outa configuragao NOR.
Gomo nas duas linhas de sinais
temos inversores em série, ¢ 0 inver
sor do inverso de um nivel l6gico @
ele mesmo, pademes simplificaro cr
‘cut eliminando todos os inversores.
Isso nos permite chegar a confi-
‘guragao final que é mostrada na fiqu
rat
Assim, se quisermos implementar
‘uma fungao que consiste num produ:
tode somas, basta seguir dais proce:
dimentos basicos:
Aplicar as entradas corresponden:
tesa cada soma a uma porta OR que
pode ser obtida associando-se uma
porta NOR a uma inversor.
Aplicar as safdas obtidas nas fun
goes que devem ser multiplicadas 2
inversores que sao ligados as entra
das de uma porta OR final, também
obtida com a associacae de um in:
versor a uma porta NOR,
Como os inversores em série se
anulam, eles podem ser eliminados ©
o circuito implementado utiizando-se
apenas portas NOR.
E possivel resolver 0 problema de
implementar circuitos combinacionais
reduzindo as fungdes a produtos de
SABER ELETRONICA N*20196sor. A
ob
sa
jon &
rod
iden
‘que
uma
stun:
fas a
ta:
ibem
m in
dose
10-50
nade
9s de.
98
CURSO BASICO DE ELETRONICA DIGITAL
Fig. 2-0 tos erentes de
icin. _|
somas ou ainda a soma de produtos,
casos em que podemos trabalhar com
fungdes NAND ou NOR.
Como as duas solugGes levam aos
mesmos resultados, num projeto pré:
tico € interessante analisar as cont:
guragSes obtidas para um problema
nos dois casos. Adota-se entio a so-
lugio que utilizar menos circuitos ou
que for mais conveniente, por exem:
lo, aproveitando portas ociosas de
um circuito integrado j utiizado no
mesmo projeto com outras finalida:
es,
5.4 - SIMPLIFICANDO E
MINIMIZANDO
Uma consequéncia da possibilida-
de de construir 'ungoes complexas a
partir de portas basicas como OR &
AND {QU e ) 6 a olimizagao de um
ptojeto aproveitando poucos tipos de
Ciruitos integrados basicos.
‘Assim, s@ tivermos uma fungao
que seja obtida utiizando-se portas
AND @ OR como a mostrada na figu:
112, ela tera oinconveniente de pre-
cisar de dois tipos diferentes de cir
culos integrados.
Se quisermos esta fungao com cit-
cuits TTL, por exemplo, aproveitare-
mos és das trés portas de trés en-
‘radas de um circuito 7411 ¢ também
precisaremos aproveitar uma das qua-
ttoportas OR de duas entradas [Link]
ciruito integrado 7492.
Evidentemente, estaremos usan-
co dois circuitos integrados, desper-
ando 1/8 de um @ 3/4 do oulto.
Podemos simplificar consideravel-
manta este cirouito se usarmos ape:
nas portas NAND com a configuragao
equivalente mostrada na figura 13.
Este circuito, que apresenta a
mesma ungao do anterior, [Link] ts
Portas de um circuito integrado 7410,
Utiizamos apenas um circuita inte
SABER ELETRONICA N* g0%/08
grado que totalmente aproveitado,
‘sem nenhuma parte ociosa,
5.5 - DIAGRAMAS DE
KARNAUGH
Um processo bastanteinteressan-
te para representar uma tabela ver
dade e a partir dla obter uma simpli
ficagao dos citcuitos utlizados para
sua implementagdo é 0 que faz uso
dos chamados diagramas ou mapas
de Karnaugh
© diagrama de Karnaugh consis-
te numa tabela retangular com nme:
10 de quadros que corresponde a 2
elevado a0 expoente N, onde N é 0
nndmero de varidvets do circuit.
Cada varivell6gica ocupa no gré-
fico metade da sua extenséo ¢ seu
‘complemento ocupa a outra metade.
Na figura 13 temos o medo como
so elaborados os diagramas de
Kamaugh para 1, 2€3 variveis, com
as expressoes logicas corresponden:
tes a cada caso,
Estas expresses so obtidas de
uma forma muito semelhante & usa~
dda no conhecido joguinho de “bata-
tha naval" onde a posigéio de cada
"vo" é dada por duas coordenadas,
uma corespondente as linhas e ou
tra as colunes.
Na figura 15 mostramos, como
exemplo, de que modo um diagrama
‘de Karnaugh de 4 varidveis pode ser
‘btido com incluso dentro de cada
‘quadro da expresso corresponden-
te, No diagrama (b) da figura 14 os
quadros foram preenchides com 08
Valotes 0 ¢ 1 correspondentes as en-
tradas. Este diagrama 6 chamado
também de ciagramane Veitch. Uma
‘observagao importante em relagdo a
7400
Fig. 13- O mesma crouio
|___ seni um ic ipo de porta
esta representagao por 0 8 1 6 que
cada quadio difere do adjacente em
apenas um digit.
Dizemos que sdo adjacentes os
termos que estao a direitae a esquer-
da de cada quadro e também os que
esto acima @ abaixo, Também so
adjacentes os que estiveremna mes:
‘ma fila, mas um na primeira coluna
outro na ultima,
Na figura 16 temos um mapa com
2 identificago das adjacéncias,
‘Assim, 0 que fazemos ¢ plotar
tabela verdade da fungao que dese-
jamos implementar num mapa de
Karnaugh com 0 que sera possivel
identiicar melhor as adjacéncias &
assim fazer as simplificagdes,
Para que 0 leitor entenda como
funciona’ o mapa de Kamaugh numa
simplificagdo de uma fungao, vamos
tomar como exemplo a fungdo que &
dada pela seguinte tabela verdade:
anne ge
Bel
Desejamos expressar esta tabela
‘como a soma de produtos, 0 que sig
a“7!
CSW ates ta
nifica que 08 valores adjacentes que
vemos procurar na tabela sao os
*1". Se fOssemos expressar esta fun-
¢40 como © produto de uma soma,
(0s valores considerados seriarn 050"
0 procedimento final seria o mes-
Construimos entao 0 Diagrama de
Karnaugh para esta tabela conforme
a figura 17.
A partir deste diagrama nosso pré
imo passo consiste em tentar fazer
simpliicagdes que possam levar a ci
cuitos mais simples na implemen-
tagao.
A idéia 6 agrupar os termos adja-
ccentes iguais, havendo para isso di-
versas possibilidades que sdo apre-
sentadas na figura 18.
‘A primeira possibilidade mostrada
em (a) nos leva a uma soma de tres
produtos, cada qual obtido pela
interseogao da linha com a coluna em
{que esta 01" correspondente,
‘Assim, o primeiro esta na coluna
que intercepta A-0 com B-0, Ora, 0
valor 2ero na indexagao indica inver-
20, portanto, isso significa que o pr
meiro fator de nosso produto sera:
AB
O segundo “1"a ser considerado
estd na coluna A=1 © B=0, portanto,
temos A invertido e B sem inversao, 0
que nos leva ao segundo fator de nos:
50 produto:
AB
Finalmente, 0 terceiro “1” a sor
considerado esta na linha,
é ire
| a| asco | asco
a| moo | aco
a| x00 | Anco
al 9865 | ABCD
| 3 °
| noo 90 ot
| 00] 0000 | coor
| 01, ato | eter
10} 1000 | 100)
11] 1400 | a101
© que significa um fator com A multi-
plicado por B sem inversbes our
AB
Como devemos expressar a fun
40 na forma de uma soma de produ-
{0s fazemos:
S=AB+AB+AB
Para 0 segundo caso (b) temos
uma simplificagao maior, jé que agru:
amos 0s dois “1” da primeira linha
de modo que podemos adotar para
ele:
Fig. 16- Adjactrias no |
mapa de Kamaugh para 4
Fig, 16- Diagramas de Karaugh (a ¢ Veitch,
me
moo [ms | |
ico | toc |e |
mco | aco je |
ABCD abcd |
Binet:
10 " |
oo10 oo1t |
ote fom | |
geal oor
foie | on |
1440 | atta | |
Para o outro valor“” que esta
‘casa que corresponde a intersecrao
de A-1 com B-t vale a soma (sem in-
versa}
A+B
‘A expressao final na forma de um
produto de somas serd entdo:
+BA
Da mesma forma chegamos a sim
pliticagao (b) que permite a expres:
‘sao mais simples, pols conseguimos
juntar tés casas adjacentes,
Raciocinando da mesma forma
chegamos a expresso:
s
+B
© procedimento que vimos como
exemplo envolveu uma fungao sim-
ples com apenas duas varidveis de
entrada,
| Fig. 17 -Atabeta verdades
plolada no Mapa de Karnaugh
SABER ELETRONICA NY 303/98
a
ce
a
si
tu
te
ct
te
ni
b
Pe
si
e
p
Sa)
b)
esta na
sacpao
sem in-
1deum
sa sim:
expres-
guimos
forma
como
zo sim=
veis de
201198
No entanto, o mesmo procedimen-
40 6 valido para qualquer numero de
variévels. Os leitoresinteressados em
aprofundar-se neste estudo devem
procurar treinar 08 procedimentos in-
dicados, trabalhando com fungées
cada vez mais complexas.
CONCLUSAO
© espago disponivel para nosso
curso nao permite um aprofun-
‘damento maior neste assunto © um
‘certo treino se faz necessario para 0
dominio das técnicas ervolvidas. As-
‘im, pata os letores interessados no
tema, sugerimos a procura de litera
tura complementar. Mostramos os
procedimentas ldgicos que permitern
trabalhar com as fungdes de modo a
chegar aos circuitos.
Assim, uma tabela verdade que
tenha qualquer combinagao de entra:
{das que nos leve a qualquer combi-
nagdo de safda pode ser elaborada
na pratica com funges basicas (NOR
‘eNAND} o isso ndo exige que se “que-
bre a cabera”
Conhecendo os procedimentos
para resumir tudo em produto de so-
mas e soma de produtos e também o
uuso dos mapas de Karnaugh para
Simpilficagao, obteremos configura~
ees simples que facilitam qualquer
projet.
QUESTIONARIO
1.08 valores combinados de to-
dasas entradas e a saida correspon-
dente podem ser colocados numa
Fig, 18 - Agrupamento possivels para termes adlacentas iquals,
tabela denominada: |
a) Mapa de Karnaugh |
b) Diagrama de Veitch
) Tabela verdade
4) Produto de somas i
2. A tabela verdade abaixo,
ccorresponde & qual fungao:
ABS
oot
ont
101
110
a) AND (E)
b) NAND (Nao-E)
©) OR (OU)
4) NOR (Nao-0U)
3. Qualquer circuito Iégico pode |
ser implementado utlizando-se que
fungdes basicas?
a) NAND e inversores
b) NAND e NOR
©) OR e Inversores
d) AND e Inversores
4, Para implementar um circuito
que corresponda a uma funcao dada
or uma soma de produtos usamos
‘quais fungoes logicas?
a) Portas NAND
b) Inversores,
c) Portas OR
6) Nao possvel faze iso |
5. Se numa implementagio légica |
precisarmos usar inversores em sé-
rie, 0 que podemos fazer com eles?
‘) Ligé-los & portas AND
) Colocé-los em paralelo
©) Inverter suas saidas
4d) Elimind-tos,
ais)
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Apesar do desenvolvi-
mento de poderosas fer-
ramentas de andlise de.
circuitos come as placas
de diagnésticos para PC
‘ou ainda as interfaces de
simulagéo, o:osciloscépio
ainda 6 0 instrumentoba-
sic de laboratorio que”
permite o aprendizado
das principais técnicas de
diagndstico. Mesmo na
oficina de desenvolvimen-
to de projetos ou repara-
ao existem casos 6m
que 0 osciloscépio co-
mum mais facil de ser
usadd e até mais conve-
niente ‘do gue um.
#
“oscilosc6pio virtual. Des-
ta forma, “entender o
cosciloscépio, tanto 0 real
como [Link], 6 de ex- —
trema'importancia pare
“todos osipraticantes dai
“Eletronica. Neste artigo.
daremos uma visao do
princfpio de funcionamen-
to dos dois tipos de
osciloscépio.
Newton C. Praga
A observacdo da forma de onda
num ponto de um circuito é um dos
recursos mais importantes para 0
diagndstico de defeitos deste circuito
ou ainda para obter uma olimizagao
do seu funcionamento,
‘Se bem que hoje sela possivel si
rmular 0 funcionamento dos circuitos
‘num computador com a visualizagsio
das formas de onda em qualquer pon-
to, isso nem sempre pode ser feito,
princjpalmente quando estamos traba
lhando com urn circuito real
‘Assim, a presenga de um instru
mento que permita visualizar formas
do onda num circuite é algo que deve
permanecer nos laborattrios, oficinas
‘ou na bancada do praticante de Ele-
‘rénica por muito tempo.
‘© instrumento, que permite
visualizar as formas de onda de um
circuito € 0 osciloscépio e hoje pode
mos contar basicamente com duas
versGes deste equipamenta: comume
virtual
(© oscilosc6pio comum é um apa
relho dedicado, que possul somente
como fungio a visualizacao de formas
de onda @ nos modelos mais comple-
x08 (e caros) algumas fungdes instru
Fig. 2-Osciostopo virtua
Deve ser usado uma interface de
‘entads para os sas
Fig. 1 - Um asslosoipio comum
mentais
pata olin ou labora.
adicionais como a presenca
de memérias, vollimetios, frequen
cimetros, ete.
Na figura 1 ternos um osciloscépio
debaixo
‘custa do tipo encontrado nor-
malmente nas bancadas das escolas
oficinas de reparagao e em
laboratérios de desenvolvimento de
projetos.
© osclloscépio virtual, por outro
lado, nada mais 6 do que uma interface
que transforma os sinais dos quais s°
desejaot
realizar
que pos:
)pservar as formas de onda (ou
medidas) em sinais digitals
ssam ser processados por um
‘computador eos aplica a este compu-
tador, conforme observamos na figu
ra2
(© computador roda entéo
‘um software que interpreta as
informagoes captadas, geran-
do a imagem da forma de
‘onda do sinal original e tra
zando informagdes adicionais
como a sua frequéncia, am:
plitude e até permitindo a api
‘cago de "zoom" para andl:
se dotalhada de pequenos
trechos do sinal onde possam
se manifestar transientes ou
descontinuidades, figura 3.
Para o leitor que estuda
‘em escola técnica, faz um
‘curso de Engenharia ou tra-
balha com instrumentacao
SABER ELETRONICA N*00888
int
qu
veiZoom
Sinal observado
Fig. 3-Afungéo "zoom" permite
‘beavardetahes de um sina
num laboratério, 0 ponta de partida
pata o estudo das formas de onda é
saber como funciona 0 osciloscépio
‘camum e é isso que pretendemos ex-
plicar a seguir.
|
|
|
|
|
COMO FUNCIONA O
OSCILOSCOPIO
© componente principal do
cconectadas a terminals externos onde
podem ser aplicados sinais.
‘Quando fazemes circular uma cor-
rente pelo flamento, ele se aquece @
também 0 catodo que, submetido a um
potencial negativo, pode emitic elé-
trons.
Estes elétrons sdo dirigidos por ele-
‘rodos adicionais que formam um es-
treito feixe que disparado em dire-
p40 tela. Este disparo se deve a pre-
senga de um elevade potencial positi-
yo que atrai estes elétrons.
Na trajetéria do feixe de elétrons
0 colocados eletrodos de deflexao
‘que consistem em placas de metal,
sendo um par vertical e um par hori
zontal
Quando aplicamos tensdes de con-
trole no par de placas dispostas hori-
zontalmente, podemos modifica a tra-
jet6ria do feixe de eletrons, de modo
que ele se daflexiona no sentido verti-
cal, figura 5.
© Oompanenie principal do
© osciloscépio comum &0TRC
Tuo do alos Catodicos,
sentido horizontal. Estes so os ele
todos de detlexao horizontal
‘Veja entao que combinando os si
nis aplicados nos dois eletrados po-
demos deflexionar o feixe de elétrons
de modo que ele incida em qualquer
Ponto da tela.
Ora, a tela 6 recoberta por uma
‘camada de f6sforo, o que significa que
quando o feixe de elétrons nela incide,
‘um ponto luminoso é produzido, Con-
luimos entéo que, controlando os si-
nais aplicados nos eletrodos de
deflexdio vertical e horizontal podemos.
levar 0 ponto luminoso para qualquer
onto da tela ou ainda movimenté-lo
‘gerando qualquer tipo de imagem.
csclessspiocomum 6 6 TRC ou Tubo Dizemos que estes s20 0s eletr- Partndo deste fo, podomos ele
rosonga | de Rais Catddoos, veja a estrutua dos de deflexao vera borar um cicuito que'nos permita
fequen, | toma mostrada na figura 4 ‘Da mesma forma, se aplcarmos visualizar uma forma de onda hum
Noiteror de um tubo de veroem uma tenséo de controle nos elattodes cuit.
laictpio If Weeriio 0 vacua, saacobocados G clapostos varticalmente, podemos — Fazemae seo da seguints mane
mscoe | cos elevodos ou placas do metal deslocar o feixe de elétrons nora:
Si Se aplicarmos 0 sinal que desea
ee Tole mos observar dirtamenta nas placas
Bato eb i de detiexéo vertical, este sinal ira mo-
Detesto \imentarofexe de eltrons para cma
ail Detiedo opzo | para baixo de acordo com sua
eriace
quaisse | |
onda (ou
‘aigtals
spor um
compu
ait
daentéo
ae
2 geran- Fei do tore
fn | 2) detlondo vertical
Boose
| ae
suena
possam |
nis 04 | Baers
pene. ig. 4 Esvlia de um io ders ctos (RC),
ae abe 0) dete hz
sou tra | | testo Fig. 5- Adele be pl ap cos
entagao | i ee) {__oampos entre as placas detletoras, |
SABER ELETRONICA N® 901/98
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