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LUGE
Gort)
PARALELO/SERIE COM PIC
ACHADOS NA INTERNET
O TELEFONE STARLITE GTEya | S| re)
fe) A, DA GLOBALIZACAO E A RI
Os jornais anunciaram o fim da Guerra Fila, o desmantelamento da Unido Soviética, a Queda do Muro de Belin, a Internet
igando 0 mundo, o carro mundial, faricas rageionalsfechando, dasamprago crescenta, a Informatea revolonando as stvde
des humana.
e as possbildades que surgem para todos os ramos de
Joo Antonio Zuo ¢ professor doutortiuar da érea de Eietinica do.
‘em 1991 Personalidade do Ano em Tecnologia,
8 erltados,CONHECA
O PLL
Criado em 1932 por um grupo de fisicos briténicos, 0 PLL (Phase
Locked Loop) consiste num dos circuitos mais importantes da Ele-
trénica atual. Usado em aplicagdes como filtros de som,
decodificacao de sinais de FM, telefonia celular, sintonia de equi
Pamentos de telecomunicages, o PLL retine numa configuracao
simples recursos engenhosos que podem ser aplicados em muitas
outros projetos. Neste artigo analisaremos 0 funcionamento do PLL,
assunto de grande importancia para todos os que trabalham com
Eletrénica.
Newton C. Braga
Fig. 1-Diagrama de
bcos de um PLL.
Fito
passa - baba
Amslticador
veo
(occitador contctade
Por tans)
Circuito
de
I tempo
‘SABER ELETRONICA N® 302108
F
PLL € a abreviagao de Phase
Locked Loop cuja tradugéo para o por-
tugués @ motivo de muitas controvér-
sias.
Na verdade, nao existe uma boa
tradugao para o termo e coisas como
“elo por realimentacao de fase” ou ain-
4a, “circuito com realimentagao trava-
o por fase” © semethantes tém sido
encontradas em muitos documentos.
Assim, deixamos por conta do leitor
dar o nome que desejar, depois de
explicarmos como ele funciona, Para
nos e para uma grande maioria, 0
melhor mesmo é continuar a chamé-
lo simplesmente de PLL.
‘Se bem que existam diversas con-
figuragées possiveis para o PLL, mui-
tas das quais disponivels na forma de
Circuitos integrados, em nossas expli-
ccagoes partiremos de um tipo basico.
As variagdes com recursos adicionais
disponivais em cada circuito integra-
do especifico devem ser estudadas a
partir dos préprios manuais.
‘COMO FUNCIONA
Na figura 1 temos a estrutura em
blocos de um PLL, que consiste basi-
camente num sistema de realimenta-
{go com quatro elementos funcionais:
detetor ou comparador de fase, filtro
passa-baixas, um amplificador de erro
© um oscilador controlado por tensao
(VCO ou Voltage Controtied Oscillaton.
Analisemos como funciona este
circuit.
‘Sem sinal de entrada, a tenstio de
erro 6 nulae 0 oscilador controlado por
tensdo (VCO) opera numa frequéncia
fixa determinada pelos componentes
externos destinados a esta finalidade,Faixa fo
ol
retencao fy i %
Faixa 1
ce mene
capa
Fig. 2- Alena de captra
est contd ra fia de reteng.
Esta @ denominada “frequéncia livre de
‘oscilagéo". Quando aplicamos um si-
nal na entrada do circuito, o compar
rador de fase recebe este sinal e com-
para sua fase com a do sinal que esta
endo gerado pelo oscilador controla-
do por tensdo (VCO), gerando uma
tensao de erro.
Esta tenséo de erro (Ve) sera pro-
porcional a diferenga que existe entre
a fase e a frequéncia dos dois sinais.
Em outras palavras, a tenséo serd tan-
to maior quanto mais afastados em
frequéncia e fase estiverem os sinais.
Esta tensao, depois de fitrada &
amplificada é levada ao terminal de
Controle do oscilador controlado por
tensdo (VCO). resultado 6 que esta
tensdo forga 0 oscilador a alterar sua
frequéncia de tal forma a se aproximar
dda trequéncia do sinal de entrada, ou
seja, no sentido de reduzir 0 erro.
'Na verdade, 0 comparador funcio-
nna como um misturador onde os sinais
de enirada e do VCO sao combinados
cde modo a ser obtido o sinal soma e 0
sinal diterenga. O fitro passa-baixas
se encarrega de impedir que o sinal
soma aparega, de modo que a tenséo
de erro geraciana saida depende ape-
ras do sinal diferenga.
‘Assim, seas frequéncias dos sinais
se igualam, temos na saida uma ten-
so continua, [4 que a diferenca entre
as frequéncias 6 nula. A tensao conti-
nua ndo ¢ levada em conta pelo cir-
cuit.
‘Com odeslocamento da frequéncia
do VCO em determinado momento
‘consegue-se a sincronizacao dos cir-
cuitos, ou seja, 0 VCO passa a operar
sincronizado com 0 circulto externo.
‘Mesmo que o sinal de entrada vol-
te a variar, 0 circuito gera novo sinal
9 ero © 0 VCO consegue corrigir sua
frequéncia de modo a obter uma nova
sincronizagao.
E claro que existo um limite para a
falxa de trequéncias em que 0 VCO
pode acompanhar os sinais externos.
Temos entéo uma ‘faixa de retengao”
‘ou “lock range" dentro da qual pode-
mos fazer com que 0 VCO acompa-
rnhe qualquer variagao de frequéncia
@ fase do sinal de entrada, figura 2
Uma outrafabxa importante de ope-
ragao do PLL é a de frequéncias que
adem ser aplicadas na sua entrada
@ ser obtido o sincronismo do VCO.
Esta faixa é denominada “faixa de
captura’ ou ‘capture range”
E evidente que a faixa de captura
‘nao pode ser mais ampla quo a faixa
de retengao para qualquer PLL.
Veja que a faixa de captura pode
‘ser definida como aquela que tem por
‘centro a frequéncia livre de osclagao
do VCO e dentro da qual o PLL pode
entrar em sincronismo com o sinal de
entrada.
Esta faixa esta dentro da faixa de
rotengéo que é diferente. Ela pode ser
efinida como a faixa com centro na
frequéncia livre de oscilagao do VCO
fem que 0 circuito pode acompanhar a
frequéncia de entrada.
O filtro passa-baixas é um elemen-
to muito importante deste tipo de
Cuito. Se ele for muito seletivo,restrin-
gird a faixa de captura © reduziré a
velocidade de operacdo dé circuito,
tornando muito dificil para o PLL reter
6 sinal. Por outro lado, ele nao deve
er pouco seletivo, pois isso reduziria
sua imunidade aos ruidos. O circulto
precisa de alguns ciclos do sinal de
entrada para poder ‘reconhecé-lo".
‘Com pouca seletividade, uns poucos
pulsos de ruido poderiam ser“confun-
didos” com o sinal, lovando 0 PLL a
tentar sincronizar-se com eles.
CARACTERISTICAS PRINCIPAIS
Os PLLs possuem diversas carac-
teristicas que levam a possibilidades
« limitagdes que devem ser conside-
radas quando pretendemos fazer uso
deste tipo de circuito em projetos.
a) Frequéncia central
Na maioria dos casos, a fixagéo de
frequéncia livre de oscilagao ou
frequéncia central ¢ conseguida com
a ligagao de um ou mais componen-
tes externos de valores apropriados,
normaimente um capacitor ¢ um
resistor, figura 3.
Um desses componentes pode ser
do tipo ajustavel para permitir a esco-
Fig.3- Um creuto determina a
frequéncia ive ou vertal do VCO.
tha de modo simples da frequéncia de
coperagao do circuito, ou seja, do sinal
que deve ser reconnecido,
(© uso de componentes RC na de-
torminagao desta frequéncia normal-
‘mente limita a faixa de operagao dos
principais tipos aalgumas centenas de
quilohertz, mas existem tipos que
usam circuitos LC @ que podem ser
usados em frequéncias muito mais al-
tas. Os valores tipicos para os PLS
comuns de frequéncias maximas de
retengao sao:
Circuito Frequéncia
Integrado Maxima
(Puy
560 15 MHz
561 15 MHz
562 15 MHz
565 500 kHz
567 4100 kHz
b) Faixa de Retengao
Em qualquer projeto que use um
PLL¢ muito importante saber a largu-
ra da faixa de retengdo, ov seja, quais
0 os limites da faixa de frequéncia
que podem ser aplicados a entrada do
circuito, resultando na sua sincroniza-
rere ¢—§
Nor tora dana des
| wes
nos dns ins
anor corm
| arate gam 7g to
| de didmetro
Pca capo
(Principal)
_
Paratuso
porca
Espagador
“erminal
© corpo do rob6 é uma pla-
a de circuito impresso que
contém as trilhas de ligagdes
do Circuito elétrico, além das
furagdes para fixacao dos ele-
mentos.TendSes das pernas diantoiras e raseiras
so mn
55mm,
Estigiot
—S I
485 mm
90 mm 20 my
somm, 40 mm
oo
Estigio2
90mm de
comprimento
40mm do
‘comprimento 35 mm
os
181mm.
Doan
Figua 10
im
20mm
<0 _, | g_somm _,
‘Tondo das pernas centrais|
Soom
Porna do
lad dire
Pema do
“Tend6es de igaglo lado esquerdo+ Programa do stampmug
symbol tocadobieo
fantena tocads
Symbol contl= ba
onda
Symbol cont2-b3
Symbol meio pos-bt
central
Sysbol dix pos-be
direita,
Symbol esq posebs
esquerda
‘flag para indicar
‘contador da rotina
contador para extras
‘poaicne da pena
*posicso da perna
*posicao da perna
‘conetantes
symbol mave_grau-200
ovimento longo
Symbol min_grau=100
ovinento longo
Symbol pulses~20
Symbol pausasi2
pulses
‘ms pileo longo pera
ms pulse curto para
“9 de pulses por paso
“Wns pasa entre
‘Pin Allocations
Sysbol enquservont
“serve esquerdo no pino
pelo servo-2
Servo central no pine
servers
"serve direito no pino
esa_olho:
‘Olho esquerdo no pino
air olho-s
‘Ole dizeito no pino 5
ix_antona-ping
‘antena direita no pino 6
‘esqantenaspin?
"antena esquerda no pino 7
‘iren200112120
ne=0
Thigh eea_olho
ow ai eins
principals
toggle ecg oto
toagle dizotho
‘putea 08 othos
Hevanea a
direita
eng poenax ora ‘movinenta a
frente
@ir_poo-na ora
gosub anda,
toggle ec otha
teagle aizotho
[Link]
sireito
ir_possningrau
‘pula os olhos
‘apaixa @ lado
frente
‘gooub anda
Gove peinespal
checar se una antena fo1 tocada
ie tocsdoel then pula
Sf eoaantens-0 then directa
Sf dir_antens-0 then eequerda
‘notina para
pula:
Gixoitas
@ireita tocada
gosub volta
tras e vira para a dizeita
* volta para
bigh dir_olno
ow esqolho
for contie1 to 4
elo [Link] ‘levanta
lado direito
Sir_possnin geen
gosub anca:
Reie-poe-nin gee
dada eiteits
erq-posenin_ gray
Girpossmac gray
gesub anda,
goto principal
esquerda
Sequerda. tocada
‘goeub volta
8 esquera
ow aiz_otho
hhigh ecd_otho
for cont2=1 to 4
elo _poe-min-grat
Hyotta © vira para
abana
ado direito
eq posemax gray
@ir-poasnin_geas
‘goa anda
[Link] grou ‘levanta
© lado direito
‘e0n_pos-nin_grau
aiz_possmaxgea
gosub anda,
Goto principal
anca: ‘Rotina de andar un passe
for conti te pulecs "4 de
pultos
pulsone nelo_servo,neie_pos
gosub antenas‘verifica an-
pause pausa * pausa entre
putsor
for contist to pulsoa
Pulesut dir servo.dir_pos
ulsout esquserve, esa_poe
Pulsout nelo_servo,melo_pos
Gosub antenas ‘verifica as
pause pause
return’
volta:
para tras
‘subrotina de voltar
tocado <1
igh si olno
high esqolho
for cont?-1 to &
‘esa pes-nax gre
irposemax_arau
‘seta 0 fag
‘gosub anda|
‘reie_posenax_grau
Giz_poeemin rau
gosab anda
Uoggie iz_otho
toggle esquelhe
toggle aiz_olho
toeadoed ‘ima 0 flagTendo do
ligagao
Figura tt
4- Montagem das antenas
Com 0s fios de ago de 150 mm fazer duas
‘antenas com uma dobra de 45 graus aproxima-
damente da extremidade inferior e prender nos
dois terminais conforme a figura 8. Parafusar
fixar os microswtches pela parte de baixo da pla-
cca. No colocar as antenas ainda para faciitar 0
restante da montagem.
'5- Montagem dos servos
Para fixagéo dos servos foram utilizadas
Figua 12
Corpo
Alusteo tendo nesse ponto
para obter a melhor performance
Vista superior
Para ligagdo tomporéra uso ita adosiva
‘soldar para igago permanente
Cintas pldsticas (Tie Wrap), na figura 10 observa-
‘mos 0 seu oosicionamento.
6- Dobrando os tendoes
Na figura 11 observamos a dobragem dos ten-
d6es de acionamento das pernas.
T- Colocando os tendées
Essa 6 uma das operagSes mais delicadas
do processo, Para ajustar utilize uma fita adesiva
para conectar os tendoes das pernas dianteirase traseiras (ver figura 10). Fazer as furagdes con-
forme indicacéo da figura 11. Os movimentos
das pemas de cada lado deverao ser iguais, se
necesséirio ajuste 0 brago do servo,
‘Apés 0 aluste, solde os tendoes .
Na figura 12 observamos a colocagao do ten-
dio das pernas centrais. Aluste o brago do ser-
vo de tal maneira que levante a perna em torno
de 15 mm,
8 Colocando as sapatas
Cada perna tem uma sapata de borracha que
6 um passa-fio adaptado, observe a colocagao
na figura 13.
9 Teste do conjunto
‘A montagem de um equipamento sempre &
‘muito gostosa de fazer, mas 0 momento de liga
lo @ ver 0 que acontece é uma emogao muito
diferente e dificil de descrever. Sempre pensa-
mos: Sera que vai funcionar ?
Ligo ou reviso todas as conexSes ? Bem,
Passado esse momento de tensao ligue 0
‘StampBug (antes coloque as 4 baterias de Nica
de 1,2V) 808 servos se movimentardo para uma
extremidade. Essa reagio 6 esperada, pols 0
BASIC Stamp ainda nao foi programado e nao
est controlando os servos.
Carregando 0 programa (ver comentarios do
programa), ele comegara a andar meio desen-
gone fazendo oud pico de sens eo
rnados (zi, zi, zi). E muito engragado o
‘seu movimento, lembra uma grande aranha, mas
nem tudo ¢ festa. Necessitel fazer varios ajus-
{05 nos tendées ¢ nos serves, além de ajustar 0
programa também, apés isso ele ficou muito
bom!
10- © programa
'No quatro, o leitor pode observar 0 progra-
‘ma comentado que ¢ carregado no BASIC Stamp
Recorto offs
aries
a
al
do StampBug, 0 algoritmo & muito simples, ele
‘sempre tenta andar para a frente, caso encontre
um obstdculo, anda para tras um pouco e vira
ppara 0 lado oposto do obstaculo.
Fioua 13,
truque par
fazer com que a
tante para mantet
jagdo dos servos 6
de pulsos seja cons-
V0 na posigdo, caso es
ses pulsos no gerados em um intervalo
minimo, os servos ficam descontrolados.
A insirugéo PULSOUT gera esses pulsos e
sua utilizagao pode ser observada na rotina
NDA”
Conclusao
Acredito ter entretido o leitor e t8-lo entu-
‘siasmado ainda mais a entrar para o mundo da
Robstica,
‘Até a préxima montagem II .YIRTUAL
A revista que facilita o entendimento e
uso do microcomputador como.
ferramenta de trabalho e
entretenimento.
1) Erland um bit
& .
©) Erviondo um bit 0
=o
empo
Transistor MOS
t ts
MosFeT do
poténciaLICAO 6
CURSO BASICO DE ELETRONICA DIGITAL
OS ELEMENTOS BIESTAVEIS
Na ligdo anterior analisamos os
modos segundo os quais podemos
saber o que acontece quando combi-
amos fung6es légicas. Vimos os pro
cedimentos utilizados para
implementar um circuito a partir de
uma tabela verdade ou ainda da ex-
pressdo da funeao légica, No entan-
to, as fungdes légicas nao consistem
Nos Gnicos blocos basicos usados nos
projetos de circultos digitais. Além
dessas fungdes, existem outras e um
grupo delas que executa fungdes de
relevante importancia nos equipa-
mentos sao as formadas pelos ele-
mentos biestaveis. Nesta ligao vere-
mos como funcionam estes elemen
tos, 03 seus tipos e onde podem ser
usados.
6.1- OS FLIP-FLOPS
3 tlip-lops sao elementos de cir-
cuito que podem apresentar em seu
funcionamento apenas dois estados
estaveis. Nao existem estados inter-
medisrios entre estes dois estados.
A aplicagao de um sinal de entra-
da pode mudar 0 dispositive de um
estado para outro e como a qualquer
momento podemos saber qual ¢ 0
estado em que ele se encontra, é pos-
sivel considerar este circuito como
uma meméria capaz de armazenar
um bit
flip-flop 0 elemento basico das
chamadas memérias estaticas
Existem diversos tipos de flip-flops
encontrados nos circuitos digitais
que analisaremos a partir de agora.
SABER ELETRONICA N° 302/98
6.2 FLIP-FLOP R-S
© Flip-Flop F-S (de Reset e Set)
tem sua configuragao com transisto-
res mostrada na figura 1 ¢ funciona
da seguinte manera:
Quando alimentamos 0 circuito,
dada as minimas diferengas que po-
dem existir entre as caracteristicas
dos dois transistores, um deles con-
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