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Se 302

Le document traite du circuit PLL (Phase Locked Loop), essentiel en électronique, utilisé dans diverses applications telles que la démodulation de signaux FM et la téléphonie cellulaire. Il explique son fonctionnement, ses caractéristiques principales, et les limites de fréquence de capture et de rétention. Enfin, il aborde les différentes familles de circuits intégrés PLL disponibles sur le marché et leurs applications pratiques.

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CW okeNacrd LUGE Gort) PARALELO/SERIE COM PIC ACHADOS NA INTERNET O TELEFONE STARLITE GTE ya | S| re) fe) A, DA GLOBALIZACAO E A RI Os jornais anunciaram o fim da Guerra Fila, o desmantelamento da Unido Soviética, a Queda do Muro de Belin, a Internet igando 0 mundo, o carro mundial, faricas rageionalsfechando, dasamprago crescenta, a Informatea revolonando as stvde des humana. e as possbildades que surgem para todos os ramos de Joo Antonio Zuo ¢ professor doutortiuar da érea de Eietinica do. ‘em 1991 Personalidade do Ano em Tecnologia, 8 erltados, CONHECA O PLL Criado em 1932 por um grupo de fisicos briténicos, 0 PLL (Phase Locked Loop) consiste num dos circuitos mais importantes da Ele- trénica atual. Usado em aplicagdes como filtros de som, decodificacao de sinais de FM, telefonia celular, sintonia de equi Pamentos de telecomunicages, o PLL retine numa configuracao simples recursos engenhosos que podem ser aplicados em muitas outros projetos. Neste artigo analisaremos 0 funcionamento do PLL, assunto de grande importancia para todos os que trabalham com Eletrénica. Newton C. Braga Fig. 1-Diagrama de bcos de um PLL. Fito passa - baba Amslticador veo (occitador contctade Por tans) Circuito de I tempo ‘SABER ELETRONICA N® 302108 F PLL € a abreviagao de Phase Locked Loop cuja tradugéo para o por- tugués @ motivo de muitas controvér- sias. Na verdade, nao existe uma boa tradugao para o termo e coisas como “elo por realimentacao de fase” ou ain- 4a, “circuito com realimentagao trava- o por fase” © semethantes tém sido encontradas em muitos documentos. Assim, deixamos por conta do leitor dar o nome que desejar, depois de explicarmos como ele funciona, Para nos e para uma grande maioria, 0 melhor mesmo é continuar a chamé- lo simplesmente de PLL. ‘Se bem que existam diversas con- figuragées possiveis para o PLL, mui- tas das quais disponivels na forma de Circuitos integrados, em nossas expli- ccagoes partiremos de um tipo basico. As variagdes com recursos adicionais disponivais em cada circuito integra- do especifico devem ser estudadas a partir dos préprios manuais. ‘COMO FUNCIONA Na figura 1 temos a estrutura em blocos de um PLL, que consiste basi- camente num sistema de realimenta- {go com quatro elementos funcionais: detetor ou comparador de fase, filtro passa-baixas, um amplificador de erro © um oscilador controlado por tensao (VCO ou Voltage Controtied Oscillaton. Analisemos como funciona este circuit. ‘Sem sinal de entrada, a tenstio de erro 6 nulae 0 oscilador controlado por tensdo (VCO) opera numa frequéncia fixa determinada pelos componentes externos destinados a esta finalidade, Faixa fo ol retencao fy i % Faixa 1 ce mene capa Fig. 2- Alena de captra est contd ra fia de reteng. Esta @ denominada “frequéncia livre de ‘oscilagéo". Quando aplicamos um si- nal na entrada do circuito, o compar rador de fase recebe este sinal e com- para sua fase com a do sinal que esta endo gerado pelo oscilador controla- do por tensdo (VCO), gerando uma tensao de erro. Esta tenséo de erro (Ve) sera pro- porcional a diferenga que existe entre a fase e a frequéncia dos dois sinais. Em outras palavras, a tenséo serd tan- to maior quanto mais afastados em frequéncia e fase estiverem os sinais. Esta tensao, depois de fitrada & amplificada é levada ao terminal de Controle do oscilador controlado por tensdo (VCO). resultado 6 que esta tensdo forga 0 oscilador a alterar sua frequéncia de tal forma a se aproximar dda trequéncia do sinal de entrada, ou seja, no sentido de reduzir 0 erro. 'Na verdade, 0 comparador funcio- nna como um misturador onde os sinais de enirada e do VCO sao combinados cde modo a ser obtido o sinal soma e 0 sinal diterenga. O fitro passa-baixas se encarrega de impedir que o sinal soma aparega, de modo que a tenséo de erro geraciana saida depende ape- ras do sinal diferenga. ‘Assim, seas frequéncias dos sinais se igualam, temos na saida uma ten- so continua, [4 que a diferenca entre as frequéncias 6 nula. A tensao conti- nua ndo ¢ levada em conta pelo cir- cuit. ‘Com odeslocamento da frequéncia do VCO em determinado momento ‘consegue-se a sincronizacao dos cir- cuitos, ou seja, 0 VCO passa a operar sincronizado com 0 circulto externo. ‘Mesmo que o sinal de entrada vol- te a variar, 0 circuito gera novo sinal 9 ero © 0 VCO consegue corrigir sua frequéncia de modo a obter uma nova sincronizagao. E claro que existo um limite para a falxa de trequéncias em que 0 VCO pode acompanhar os sinais externos. Temos entéo uma ‘faixa de retengao” ‘ou “lock range" dentro da qual pode- mos fazer com que 0 VCO acompa- rnhe qualquer variagao de frequéncia @ fase do sinal de entrada, figura 2 Uma outrafabxa importante de ope- ragao do PLL é a de frequéncias que adem ser aplicadas na sua entrada @ ser obtido o sincronismo do VCO. Esta faixa é denominada “faixa de captura’ ou ‘capture range” E evidente que a faixa de captura ‘nao pode ser mais ampla quo a faixa de retengao para qualquer PLL. Veja que a faixa de captura pode ‘ser definida como aquela que tem por ‘centro a frequéncia livre de osclagao do VCO e dentro da qual o PLL pode entrar em sincronismo com o sinal de entrada. Esta faixa esta dentro da faixa de rotengéo que é diferente. Ela pode ser efinida como a faixa com centro na frequéncia livre de oscilagao do VCO fem que 0 circuito pode acompanhar a frequéncia de entrada. O filtro passa-baixas é um elemen- to muito importante deste tipo de Cuito. Se ele for muito seletivo,restrin- gird a faixa de captura © reduziré a velocidade de operacdo dé circuito, tornando muito dificil para o PLL reter 6 sinal. Por outro lado, ele nao deve er pouco seletivo, pois isso reduziria sua imunidade aos ruidos. O circulto precisa de alguns ciclos do sinal de entrada para poder ‘reconhecé-lo". ‘Com pouca seletividade, uns poucos pulsos de ruido poderiam ser“confun- didos” com o sinal, lovando 0 PLL a tentar sincronizar-se com eles. CARACTERISTICAS PRINCIPAIS Os PLLs possuem diversas carac- teristicas que levam a possibilidades « limitagdes que devem ser conside- radas quando pretendemos fazer uso deste tipo de circuito em projetos. a) Frequéncia central Na maioria dos casos, a fixagéo de frequéncia livre de oscilagao ou frequéncia central ¢ conseguida com a ligagao de um ou mais componen- tes externos de valores apropriados, normaimente um capacitor ¢ um resistor, figura 3. Um desses componentes pode ser do tipo ajustavel para permitir a esco- Fig.3- Um creuto determina a frequéncia ive ou vertal do VCO. tha de modo simples da frequéncia de coperagao do circuito, ou seja, do sinal que deve ser reconnecido, (© uso de componentes RC na de- torminagao desta frequéncia normal- ‘mente limita a faixa de operagao dos principais tipos aalgumas centenas de quilohertz, mas existem tipos que usam circuitos LC @ que podem ser usados em frequéncias muito mais al- tas. Os valores tipicos para os PLS comuns de frequéncias maximas de retengao sao: Circuito Frequéncia Integrado Maxima (Puy 560 15 MHz 561 15 MHz 562 15 MHz 565 500 kHz 567 4100 kHz b) Faixa de Retengao Em qualquer projeto que use um PLL¢ muito importante saber a largu- ra da faixa de retengdo, ov seja, quais 0 os limites da faixa de frequéncia que podem ser aplicados a entrada do circuito, resultando na sua sincroniza- rere ¢—§ Nor tora dana des | wes nos dns ins anor corm | arate gam 7g to | de didmetro Pca capo (Principal) _ Paratuso porca Espagador “erminal © corpo do rob6 é uma pla- a de circuito impresso que contém as trilhas de ligagdes do Circuito elétrico, além das furagdes para fixacao dos ele- mentos. TendSes das pernas diantoiras e raseiras so mn 55mm, Estigiot —S I 485 mm 90 mm 20 my somm, 40 mm oo Estigio2 90mm de comprimento 40mm do ‘comprimento 35 mm os 181mm. Doan Figua 10 im 20mm <0 _, | g_somm _, ‘Tondo das pernas centrais| Soom Porna do lad dire Pema do “Tend6es de igaglo lado esquerdo + Programa do stampmug symbol tocadobieo fantena tocads Symbol contl= ba onda Symbol cont2-b3 Symbol meio pos-bt central Sysbol dix pos-be direita, Symbol esq posebs esquerda ‘flag para indicar ‘contador da rotina contador para extras ‘poaicne da pena *posicso da perna *posicao da perna ‘conetantes symbol mave_grau-200 ovimento longo Symbol min_grau=100 ovinento longo Symbol pulses~20 Symbol pausasi2 pulses ‘ms pileo longo pera ms pulse curto para “9 de pulses por paso “Wns pasa entre ‘Pin Allocations Sysbol enquservont “serve esquerdo no pino pelo servo-2 Servo central no pine servers "serve direito no pino esa_olho: ‘Olho esquerdo no pino air olho-s ‘Ole dizeito no pino 5 ix_antona-ping ‘antena direita no pino 6 ‘esqantenaspin? "antena esquerda no pino 7 ‘iren200112120 ne=0 Thigh eea_olho ow ai eins principals toggle ecg oto toagle dizotho ‘putea 08 othos Hevanea a direita eng poenax ora ‘movinenta a frente @ir_poo-na ora gosub anda, toggle ec otha teagle aizotho [Link] sireito ir_possningrau ‘pula os olhos ‘apaixa @ lado frente ‘gooub anda Gove peinespal checar se una antena fo1 tocada ie tocsdoel then pula Sf eoaantens-0 then directa Sf dir_antens-0 then eequerda ‘notina para pula: Gixoitas @ireita tocada gosub volta tras e vira para a dizeita * volta para bigh dir_olno ow esqolho for contie1 to 4 elo [Link] ‘levanta lado direito Sir_possnin geen gosub anca: Reie-poe-nin gee dada eiteits erq-posenin_ gray Girpossmac gray gesub anda, goto principal esquerda Sequerda. tocada ‘goeub volta 8 esquera ow aiz_otho hhigh ecd_otho for cont2=1 to 4 elo _poe-min-grat Hyotta © vira para abana ado direito eq posemax gray @ir-poasnin_geas ‘goa anda [Link] grou ‘levanta © lado direito ‘e0n_pos-nin_grau aiz_possmaxgea gosub anda, Goto principal anca: ‘Rotina de andar un passe for conti te pulecs "4 de pultos pulsone nelo_servo,neie_pos gosub antenas‘verifica an- pause pausa * pausa entre putsor for contist to pulsoa Pulesut dir servo.dir_pos ulsout esquserve, esa_poe Pulsout nelo_servo,melo_pos Gosub antenas ‘verifica as pause pause return’ volta: para tras ‘subrotina de voltar tocado <1 igh si olno high esqolho for cont?-1 to & ‘esa pes-nax gre irposemax_arau ‘seta 0 fag ‘gosub anda| ‘reie_posenax_grau Giz_poeemin rau gosab anda Uoggie iz_otho toggle esquelhe toggle aiz_olho toeadoed ‘ima 0 flag Tendo do ligagao Figura tt 4- Montagem das antenas Com 0s fios de ago de 150 mm fazer duas ‘antenas com uma dobra de 45 graus aproxima- damente da extremidade inferior e prender nos dois terminais conforme a figura 8. Parafusar fixar os microswtches pela parte de baixo da pla- cca. No colocar as antenas ainda para faciitar 0 restante da montagem. '5- Montagem dos servos Para fixagéo dos servos foram utilizadas Figua 12 Corpo Alusteo tendo nesse ponto para obter a melhor performance Vista superior Para ligagdo tomporéra uso ita adosiva ‘soldar para igago permanente Cintas pldsticas (Tie Wrap), na figura 10 observa- ‘mos 0 seu oosicionamento. 6- Dobrando os tendoes Na figura 11 observamos a dobragem dos ten- d6es de acionamento das pernas. T- Colocando os tendées Essa 6 uma das operagSes mais delicadas do processo, Para ajustar utilize uma fita adesiva para conectar os tendoes das pernas dianteiras e traseiras (ver figura 10). Fazer as furagdes con- forme indicacéo da figura 11. Os movimentos das pemas de cada lado deverao ser iguais, se necesséirio ajuste 0 brago do servo, ‘Apés 0 aluste, solde os tendoes . Na figura 12 observamos a colocagao do ten- dio das pernas centrais. Aluste o brago do ser- vo de tal maneira que levante a perna em torno de 15 mm, 8 Colocando as sapatas Cada perna tem uma sapata de borracha que 6 um passa-fio adaptado, observe a colocagao na figura 13. 9 Teste do conjunto ‘A montagem de um equipamento sempre & ‘muito gostosa de fazer, mas 0 momento de liga lo @ ver 0 que acontece é uma emogao muito diferente e dificil de descrever. Sempre pensa- mos: Sera que vai funcionar ? Ligo ou reviso todas as conexSes ? Bem, Passado esse momento de tensao ligue 0 ‘StampBug (antes coloque as 4 baterias de Nica de 1,2V) 808 servos se movimentardo para uma extremidade. Essa reagio 6 esperada, pols 0 BASIC Stamp ainda nao foi programado e nao est controlando os servos. Carregando 0 programa (ver comentarios do programa), ele comegara a andar meio desen- gone fazendo oud pico de sens eo rnados (zi, zi, zi). E muito engragado o ‘seu movimento, lembra uma grande aranha, mas nem tudo ¢ festa. Necessitel fazer varios ajus- {05 nos tendées ¢ nos serves, além de ajustar 0 programa também, apés isso ele ficou muito bom! 10- © programa 'No quatro, o leitor pode observar 0 progra- ‘ma comentado que ¢ carregado no BASIC Stamp Recorto offs aries a al do StampBug, 0 algoritmo & muito simples, ele ‘sempre tenta andar para a frente, caso encontre um obstdculo, anda para tras um pouco e vira ppara 0 lado oposto do obstaculo. Fioua 13, truque par fazer com que a tante para mantet jagdo dos servos 6 de pulsos seja cons- V0 na posigdo, caso es ses pulsos no gerados em um intervalo minimo, os servos ficam descontrolados. A insirugéo PULSOUT gera esses pulsos e sua utilizagao pode ser observada na rotina NDA” Conclusao Acredito ter entretido o leitor e t8-lo entu- ‘siasmado ainda mais a entrar para o mundo da Robstica, ‘Até a préxima montagem II . YIRTUAL A revista que facilita o entendimento e uso do microcomputador como. ferramenta de trabalho e entretenimento. 1) Erland um bit & . ©) Erviondo um bit 0 =o empo Transistor MOS t ts MosFeT do poténcia LICAO 6 CURSO BASICO DE ELETRONICA DIGITAL OS ELEMENTOS BIESTAVEIS Na ligdo anterior analisamos os modos segundo os quais podemos saber o que acontece quando combi- amos fung6es légicas. Vimos os pro cedimentos utilizados para implementar um circuito a partir de uma tabela verdade ou ainda da ex- pressdo da funeao légica, No entan- to, as fungdes légicas nao consistem Nos Gnicos blocos basicos usados nos projetos de circultos digitais. Além dessas fungdes, existem outras e um grupo delas que executa fungdes de relevante importancia nos equipa- mentos sao as formadas pelos ele- mentos biestaveis. Nesta ligao vere- mos como funcionam estes elemen tos, 03 seus tipos e onde podem ser usados. 6.1- OS FLIP-FLOPS 3 tlip-lops sao elementos de cir- cuito que podem apresentar em seu funcionamento apenas dois estados estaveis. Nao existem estados inter- medisrios entre estes dois estados. A aplicagao de um sinal de entra- da pode mudar 0 dispositive de um estado para outro e como a qualquer momento podemos saber qual ¢ 0 estado em que ele se encontra, é pos- sivel considerar este circuito como uma meméria capaz de armazenar um bit flip-flop 0 elemento basico das chamadas memérias estaticas Existem diversos tipos de flip-flops encontrados nos circuitos digitais que analisaremos a partir de agora. SABER ELETRONICA N° 302/98 6.2 FLIP-FLOP R-S © Flip-Flop F-S (de Reset e Set) tem sua configuragao com transisto- res mostrada na figura 1 ¢ funciona da seguinte manera: Quando alimentamos 0 circuito, dada as minimas diferengas que po- dem existir entre as caracteristicas dos dois transistores, um deles con-

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