0% acharam este documento útil (0 voto)
75 visualizações9 páginas

Perfilagem de Poços

1) O documento descreve perfis geofísicos utilizados para avaliar formações geológicas atravessadas por poços. 2) Os principais perfis discutidos são de raio gama, sônico, indução e densidade. 3) Esses perfis fornecem informações litológicas e estratigráficas úteis para previsões.

Enviado por

Eduardo Fonseca
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
75 visualizações9 páginas

Perfilagem de Poços

1) O documento descreve perfis geofísicos utilizados para avaliar formações geológicas atravessadas por poços. 2) Os principais perfis discutidos são de raio gama, sônico, indução e densidade. 3) Esses perfis fornecem informações litológicas e estratigráficas úteis para previsões.

Enviado por

Eduardo Fonseca
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
Você está na página 1/ 9

3

Perfilagem de Poços

O propósito deste capítulo é descrever brevemente as características e


formas de realizar as medições para alguns perfis geofísicos, num poço,
utilizados para avaliar o método de previsão proposto.
O perfil de poço é a prática de efetuar um registro detalhado das
formações geológicas atravessadas por uma perfuração. O perfil pode ter
descrições baseadas em inspeção visual de amostras levadas para a superfície
ou medições de grandezas geofísicas, feitas com instrumentos, para formar um
perfil do poço (Serra, 2008; Ellis & Singer, 2008). Normalmente, as medições no
poço (amostras) são realizadas progressivamente em uma direção e amostradas
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

regularmente para produzir um perfil de acordo com a profundidade (DEPTH ou


Z). Os procedimentos para obter as medições variaram com o passar dos anos,
assim como o conjunto de ferramentas utilizadas. Atualmente, nas sondas de
perfuração são integradas múltiplas ferramentas de medição (sensores) de
diferentes propriedades geofísicas (Ellis & Singer, 2008; Darling, 2005), além das
ferramentas de medição dos parâmetros da perfuração (MWD, Medição Durante
a Perfuração), como as ferramentas mostradas na Figura 3.1. Essas ferramentas
são conhecidas como LWD (Registro Durante a Perfuração) (Ellis & Singer,
2008).
As propriedades geofísicas das formações na subsuperfície podem variar
com o passar do tempo. Assim, a interpretação ou quantificação das
propriedades, com medições realizadas em momentos diferentes, estão
expostas a erros pela falta de correlação da mudança da propriedade no tempo.
Por isso, é importante levar em conta a simultaneidade das medições de poço.
Por outro lado, algumas medições se tornaram importantes devido à informação
contida para inferir as propriedades de um tipo de rocha ou pelo tipo de
aplicação (Ellis & Singer, 2008). Na petrofísica, geralmente, são utilizados os
seguintes perfis de poço: caliper, potencial espontâneo, resistividade, indução,
raio gama, raio gama espectral, sônico, densidade, porosidade neutrônica e
perfis com imagens sônicas e de resistividade.
Perfilagem 47

Os perfis de poço descritos nas seções seguintes foram escolhidos porque


contêm informação litológica e estratigráfica e permitem gerar sinais úteis para
realizar a previsão de medições. Os perfis utilizados são: perfil de raio gama
(GR), perfil sônico (DT), perfil de indução (ILD) e perfil de densidade (RHOB).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

Figura 3.1 - As partes de uma sonda de perfuração com as ferramentas LWD (Seminar,
2008).

Outros tipos de informações do poço, necessárias para este trabalho, são


a localização e a profundidade da boca do poço. A localização é dada em dois
tipos de coordenadas: geográficas (latitude e longitude), e no sistema UTM
(Universal Transverso de Mercator). Um ponto no sistema UTM é localizado com
a coordenada leste X (Easting), a coordenada norte Y (Northing), o fuso e a
zona. Outros dois dados necessários para especificar adequadamente as
coordenadas são: o Datum e o Elipsoide. O Datum define a origem e a
localização do sistema de coordenadas para determinada região da Terra. O
Elipsoide, junto com o Geoide, produzem um modelo tridimensional da Terra
(DMA, 1989; Alonso, 2001). Para uma correta interpretação das medições é
necessário ter a altura ou a profundidade da boca poço. Para os reservatórios
Perfilagem 48

em zonas submersas a boca do poço está a uma profundidade relativa, medida


a partir do nível da água e medida em metros.

3.1.
Perfil de Raio Gama (GR)

Este tipo de perfil contém medições da radiação natural gama, emitidas


pelas rochas ou sedimentos num poço. O método de medição de radiação raio
gama é usado na prospeção mineral, durante a perfuração de poços de água e,
comumente, para avaliação das formações durante a perfuração de poços de
petróleo e gás. Diferentes tipos de rocha emitem diferentes quantidades e
espectros de radiação gama natural. Em particular, folhelhos emitem raios gama
mais do que outras rochas sedimentares. Isso porque o potássio radioativo é um
componente comum no teor de argila do folhelho, e porque a capacidade de
mudança catiônica da argila faz com que ela adsorva urânio e tório. Essa
diferença de radioatividade permite que a ferramenta de raio gama diferencie
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

entre folhelho e não folhelho, como é mostrado na Figura 3.2. Apesar disso,
parece não existir uma relação linear entre as medições de radição do perfil e a
proporção de folhelho nas formações (Rider, 2002). Uma análise simples da
resposta dos perfis de raios gama, mostrada na Figura 3.2, indica que a variação
das formas das curvas, construidas com as medições, depende da velocidade de
registro da ferramenta (Bassiouni, 1994).

Velocidade de registro:
3600 ft/hr
Intensidade Constante de tempo: 4s
verdadeira do raio Velocidade de registro:
gama 9000 ft/hr 100
Intensidade Radioativa, cps

Constante de tempo: 4s
80

60

40

20

0 2 4 6 8 10
z, (ft), distância acima da fronteira do
estrato inferior

Figura 3.2 - Exemplo do efeito da velocidade de registro sobre as curvas de radiação


registradas para uma formação de folhelho (Bassiouni, 1994).
Perfilagem 49

Uma vantagem do método de medição de raio gama, sobre outros


métodos de medição de poço, é que ele funciona através das paredes de aço e
cimento do poço. Apesar de o concreto e o aço absorverem a radiação gama,
uma quantidade suficiente de radiação ainda é capaz de atravessá-los para
permitir a determinação qualitativa do tipo de formação rochasa.
Duas formações, com a mesma proporção de material radioativo por
unidade de volume e densidades diferentes, mostrarão diferentes níveis de
radioatividade. A formação menos densa parecerá ser ligeiramente mais
radioativa. Isso porque nessa formação os poros são maiores e,
consequentemente, a proporção de radiação que passa é maior. O resultado da
uma medição, depois das correções devido à variação dos parâmetros da
ferramenta, é proporcional ao peso da concentração do material radioativo da
formação (Schlumberger, 1998; Ellis & Singer, 2008), como é mostrado na eq
(3.1):
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

GR 
  Vo A
i i i
, (3.1)
b

em que i é a densidade do material radioativo i, Voi é o fator de volume


importante do material i, Ai é o fator de proporcionalidade do material i, e b é a
maior densidade na matriz da formação.
O perfil de raio gama, como outros tipos de perfil de poço, é feito baixando
um instrumento pelo poço e registrando em cada nível a radiação gama. Esta é
geralmente registrada em unidades API, definidas pela Universidade de Texas.
Uma unidade representa a fração de 1/200 da diferença entre a máxima e
mínima radiação, estabelecidas como padrões. Quando os perfis são utilizados
de forma qualitativa, outras correções geralmente não são necessárias. Mas as
medições de raio gama são afetadas pelo diâmetro do poço, a posição da
ferramenta no poço e as propriedades do fluido ou lama do poço (Rider, 2002;
Ellis & Singer, 2008). É possível afirmar, de acordo com os dois exemplos
mostrados na Figura 3.2, que as médias dos traços dos estratos semelhantes
são afetadas pelas condições das medições. Então, os perfis deveriam ser
ajustados antes das interpretações quantitativas.
Perfilagem 50

Figura 3.2– Alterações das curvas de raio gama. À esquerda, o efeito da posição da
ferramenta dentro do poço. À direita o efeito do tipo de lama entre dois poços (um com
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

lama comum e outro com agredado de KCl) afastados 3 Km. Os perfis deveriam ser
muito parecidos, mas a diferença Δ é causada pelo agregado na lama (Rider, 2002).

O perfil de raio gama é especialmente útil para definir estratos de folhelho,


quando o potencial espontâneo é distorcido (lama salgada, não condutiva ou
espaços com gás). Também é utilizado na correlação de perfis de poço, devido à
facilidade de combiná-lo com os perfis das outras ferramentas de perfil. Isto
permite uma correlação precisa de perfis feitos em diferentes sequências de
leitura no mesmo poço (Schlumberger, 1998).

3.2.
Perfil Sônico (DT)

Perfis de velocidade de onda sônica, também conhecidos como perfis


sônicos ou perfis acústicos, contêm medições do tempo de trânsito de um pulso
acústico entres dois pontos fixos de uma formação, no poço. A velocidade do
som é maior nos sólidos do que nos líquidos e nos gases. Por isso, para meios
com velocidades maiores, os tempos de trânsito são menores. Se uma rocha,
entre duas semelhantes, contém maior quantidade de fluidos nos seus poros
(maior porosidade), então o tempo de trânsito do pulso será maior. Por outro
lado, as zonas de fratura também podem ser identificadas devido a um maior
tempo de trânsito do pulso para alcançar o receptor (ou receptores). Por essas
Perfilagem 51

características, as principais aplicações do perfil sônico têm sido, há muitos


anos, na estimativa da densidade (indiretamente), da porosidade intergranular
(com a equação de Wyllie), na identificação de zonas fraturadas (Schlumberger,
1998) e na calibração da sísmica de superfcie. Nos últimos anos, sua função de
auxílio à sísmica tornou-se mais importante (Nery, 2004, Ellis & Singer, 2008).
Assim, as velocidades calculadas com o perfil sônico (ver Tabela 3.1) servem
para a calibração e a estimativa da impedância acústica dos dados dos
levantamentos sísmicos na vizinhança.

Tabela 3.1 - Velocidades Acústicas Compressionais (onda P) e tempos de trânsito, em


algumas matrizes de rocha, utilizados como referência para o ajuste dos perfis sônicos
(Bassiouni, 1994; Schlumberger, 1998).
Material Vp (m/s) t (s / m)
Arenito 5486,4 – 5943,6 180,2 – 165,6
Calcário 6400,0 – 7010,4 154,5 – 141,2
Dolomita 7010,4 141,2
Anidrita 6096,0 162,3
Folhelho 1798,3 – 5181,6 551,9 – 519,4
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

Sal 4572,0 216,6

Na Tabela 3.1 são mostrados alguns dos valores das velocidades da onda
primária e os tempos de trânsito, obtidos em laboratório, para materiais puros
(matrizes de rocha). Esses valores servem de referência para identificar a
litologia a partir do perfil sônico. Por outro lado, quando os pulsos sonoros
atravessam os fluidos, os tempos de trânsito são maiores. Como exemplo, o
tempo para água salgada é de 620,1 μs/m, para água doce é de 656,2 μs/m e
para óleo é de 774,3 μs/m. Caso o meio seja um gás, o tempo de trânsito é,
aproximadamente, de 1968,5 μs/m. Para uma matriz rochosa com fluido nos
seus poros, o tempo de trânsito cresce ligeiramente de acordo com a quantidade
de fluido.
As sondas sônicas normalmente fazem parte de um conjunto de outros
tipos de sondas (ver a Figura 3.1), como as de raio gama e a ferramenta caliper
(para detectar problemas de posição no poço). Atualmente, as sondas sônicas
são equipadas com um ou mais transmissores de pulsos, de 10 até 40 KHz, e
dois ou mais detectores de curta distância (Rider, 2002). As distâncias entre
transmissores ou fontes de sinal e os receptores são predeterminadas. A
distância maior (aproximadamente 61 cm) indica a resolução da espessura dos
estratos detectados. Para espessuras menores, as velocidades registradas não
são as verdadeiras.
Perfilagem 52

As medições, para este tipo de perfil, apresentam erros que podem afetar
a interpretação do perfil sônico. Os erros são produzidos por fatores como:
desmoronamentos, rugosidade das paredes do poço, a falta de compactação de
algumas rochas (em que os tempos de trânsito devem ser corrigidos), tipo de
porosidade secundária (com cavidades e vesículas), aparecimento de saltos de
ciclo (em que um dos detectores não é ativado) produzidos por zonas de gás e
fraturas, entre outros (Nery, 2004, Ellis & Singer, 2008).

3.3.
Perfis de Indução (ILD)

Em poços com espaços ou sem lama de perfuração não é possível fazer


bons contatos dos eletrodos com a rocha e injetar corrente elétrica, como fazem
as ferramentas de eletrodos galvânicos. Essas ferramentas precisam de um
meio condutivo, como a lama a base de água (ver no Anexo B.1 os detalhes
sobre o assunto). Outro tipo de lama pode apresentar problemas no
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

acoplamento elétrico devido às suas características de alta condutividade ou de


isolamento (Nery, 2004). No entanto, com ferramentas de indução magnética de
penetração profunda (ILD) ou média (ILM) é possível induzir campos magnéticos
que penetram profundamente e minimizam os efeitos das zonas próximas à
parede do poço. Um problema subsistente para essas ferramentas é a lama
muito condutiva (salgada) ou com uma zona de invasão muito profunda na
parede do poço. Isso causa uma medição alterada da resistividade da formação.
Além disso, as rochas com resistividades muito altas tornam impreciso o perfil de
indução (Serra, 2008). Em tal situação, as leituras devem ser corrigidas
utilizando cartas disponibilizadas pelos fabricantes da ferramenta ou sondas de
indução.
A sonda de indução, basicamente, é composta por uma antena
transmissora e outra receptora. A antena transmissora induz uma corrente
elétrica na formação rochosa que produz um campo magnético captado pela
antena receptora (Bassiouni, 1994; Ellis & Singer, 2008). A condutividade
registrada pela ferramenta de medição é proporcional ao campo magnético
captado. Em seguida, as medições de condutividade são transformadas em
medições de resistividade (relação inversa) e regularmente distribuídas na
profundidade, para produzir o perfil de indução. A unidade desse tipo medição é
ohm metro (m).
Perfilagem 53

O perfil de indução, de maneira semelhante aos perfis de resistividade por


condução de corrente, é aplicado na correlação lateral de poços, na identificação
qualitativa da litologia e do fluido nas rochas. Além disso, é aplicado também na
estimativa da saturação de água (com lei de Archie) e na identificação de zonas
de alta permeabilidade (Schlumberger, 1998; Nery, 2004).

3.4.
Perfil de Densidade (RHOB)

Neste perfil de poço são registradas as medições das densidades das


rochas, ao longo de um poço, como uma função da profundidade. As medições
são as densidades volumétricas de uma rocha incluindo a matriz sólida e do
fluido entre os poros. O nome adequado, em português, deste tipo de perfil
deveria ser de “massa específica” com unidades de g/cm3 ou Kg/m3, mas como o
nome de perfil de densidade já é conhecido, este continuará sendo usado.
A ferramenta de medição consiste em uma fonte radioativa aplicada à
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

parede do poço que emite raios gama de média energia na formação. Assim,
esses raios gama podem ser imaginados como partículas de alta velocidade que
colidem com os elétrons na formação. Em cada colisão o raio gama perde um
pouco de sua energia para o elétron. Esse tipo de interação é conhecido como
espalhamento Compton. Os raios gama espalhados que conseguem atingir o
detector são contados e, assim, a quantidade resultante é uma proporção da
densidade da formação (Bassiouni, 1994; Schön, 2011).
O efeito do espalhamento Compton está relacionado diretamente com o
número de elétrons da formação por unidade de volume (Bassiouni, 1994). Por
conseguinte, a densidade de elétrons (ρe) determina uma resposta proporcional à
densidade, conforme a eq. (3.2):

Z i
 e  2 b i
, (3.2)
M

em que Zi é o número atômico do átomo i que constitui a molécula do composto,


M é o peso molecular do composto, e ρb é a densidade volumétrica da rocha. Na
Tabela 3.2 são mostrados alguns valores de densidade da matriz de algumas
rochas para o ajuste da ferramenta e a estimativa da porosidade. Na eq. (3.3)
são relacionadas a densidade total da formação (ρb), a densidade do fluido nos
poros (ρf), a porosidade (ϕ) e a densidade da matriz (ρma), que não é mais que a
equação de Wyllie descrita como:
Perfilagem 54

 b    f  (1   )  ma . (3.3)

Tabela 3.2 - Valores comuns da densidade matriz ρma para ajuste da ferramenta de
medição de densidade.
3
Material Densidade (g / cm )
Quartzo areia 2,65
Areia calcária, arcosiana ou argilosa 2,68
Calcário 2,00
Dolomita 2,87

A profundidade de investigação da ferramenta de densidade é


relativamente pequena devido aos problemas nos contatos. Como exemplo, para
ferramentas com espaçamentos entre detectores de 35 até 45 cm, as medições
corresponderão a zonas de 5 até 7 cm. Outros fatores que afetam o
desempenho da ferramenta são o tipo de lama e do reboco, a argilosidade (que
reduz os valores de densidade) e a presença de hidrocarbonetos (Nery, 2004). O
perfil de densidade é utilizado para estimar a porosidade, identificar a litologia e
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0821484/CA

as zonas de gás (junto com o perfil neutrônico).


Uma função não linear, como a determinada por Gardner et al., (1974),
pode ser utilizada, quando não é possível ter medições de densidade para o
poço completo (Schön, 2011) A forma generalizada dessa função calcula
medições de densidade, a partir de medições de velocidade da onda P, obtidas
do perfil sônico. Assim, essa expressão tem a forma da eq. (3.4).

 j  aV jb  c , (3.4)

em que a, b e c são constantes obtidas por regressão não linear utilizando


medições de densidade ρj e a velocidade Vj sobre amostras de rocha, no poço j.

Você também pode gostar