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Glossário 2

O documento define vários termos importantes relacionados à epistemologia e à teoria do conhecimento, incluindo epistemologia, gnoseologia, teoria do conhecimento, conhecimento, erro, sujeito, objeto, fenômeno, númeno, tipos de conhecimento, crença, verdade, justificação, origem, possibilidade, limites do conhecimento, valor dos conhecimentos, racionalismo, empirismo, dogmatismo, ceticismo, senso comum, adquirido/inato, ideias inatas,
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O documento define vários termos importantes relacionados à epistemologia e à teoria do conhecimento, incluindo epistemologia, gnoseologia, teoria do conhecimento, conhecimento, erro, sujeito, objeto, fenômeno, númeno, tipos de conhecimento, crença, verdade, justificação, origem, possibilidade, limites do conhecimento, valor dos conhecimentos, racionalismo, empirismo, dogmatismo, ceticismo, senso comum, adquirido/inato, ideias inatas,
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Glossário

Epistemologia- É a área da filosofia que investiga a natureza ou


possibilidade do conhecimento. Entre as questões principais a que tenta
responder estão as seguintes: O que é o conhecimento? O que podemos
conhecer? Como alcançamos o conhecimento? Como distinguimos o
conhecimento da mera crença? Será o conhecimento possível? Filósofos
como Platão, Descartes, Hume e Kant são alguns dos pensadores que se
debruçaram sobre esta temática.
Gnoseologia- Do grego gnosis, conhecimento, e logos, teoria, ciência.
Teoria do conhecimento que tem por objetivo buscar a origem, a
natureza, o valor e os limites da faculdade de conhecer. Por vezes o termo
"gnoseologia" é tomado como sinónimo de epistemologia, embora seja
mais amplo, pois abrange todo o tipo de conhecimento, estudando o
conhecimento em sentido mais genérico.
Teoria do Conhecimento-

Conhecimento- Refere-se à relação estabelecida entre um sujeito que


conhece (cognoscente) e um objeto que é conhecido (cognoscido).
Conhecer é, assim, tornar presente um objeto (externo ou interno) e
formar uma representação dele. O termo conhecimento designa tanto a
atividade do espírito, o ato de conhecer ou a atividade cognitiva, como o
resultado dessa atividade. De um modo geral, opõe-se o conhecimento
científico, dito racional e objetivo, ao conhecimento vulgar, dito subjetivo
e espontâneo.
Erro- É o ato pelo qual o espírito julga verdadeiro o que é falso, e
reciprocamente. O problema da natureza do erro participa assim de todas
as dificuldades da natureza da verdade. Pergunta-se: quando conhecemos
as coisas tão bem quanto o espírito humano pode conhecê-las, as
conhecemos tais como são na realidade? Uma coisa é perguntarmos como
podem saber se um juízo é falso ou verdadeiro, e outra é perguntarmos
que significa essa pergunta - a de se é falso ou verdadeiro um certo juízo.
Muitas vezes fala-se em "erros dos sentidos". Mas essa maneira de dizer é
defeituosa. Os sentidos limitam-se a dar-nos aparências, e as aparências
em si não são verdadeiras nem falsas: simplesmente existem; o que pode
ser verdadeiro ou falso é o juízo que elas nos levaram a afirmar.

Sujeito - Na lógica opõe-se ao predicado. Numa proposição é sobre ele


que se afirmam ou negam os tributos. Na epistemologia, o sujeito é
aquele que conhece, o cognoscente.

Objeto- Etimologicamente, o objeto é aquilo que está perante nós e que


se opõe ao sujeito. Na epistemologia, o objeto é o cognoscido, isto é, o
que é conhecido pelo sujeito.

Fenómeno- Aquilo que se oferece à observação intelectual, isto é, à


observação pura.
Númeno- Realidade inteligível, objeto da razão (nous) por oposição à
realidade sensível. Para Kant, o númeno é o aspeto pelo qual a coisa em si
escapa à nossa perceção sensível cujas possibilidades não vão além do
fenómeno, que é, portanto, o único cognoscível.
Tipos de conhecimento- Por contacto (é o conhecimento direto de
alguma realidade: pessoas, lugares, entre outros.). Saber-Fazer (é o
conhecimento de atividades, ligado à capacidade, aptidão ou
competência para fazer alguma coisa). Saber-que (é o conhecimento
que tem por objeto proposições ou pensamentos verdadeiros.)
Conhecimento proposicional-
Crença- É um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso. Ela
representa o elemento subjetivo do conhecimento. Platão, iniciador da
tradição epistemológica, opôs a crença ao conceito de conhecimento.
Verdade-
Justificação-É a atividade de fundamentar uma qualquer crença.
Origem- Ponto de partida
Possibilidade- Probabilidade
Limites do conhecimento- Realismo (é a forma de considerar ou
apresentar as coisas tal como são). Idealismo (fazem das ideias o
princípio interpretativo do mundo). Idealismo transcendental (certo
estado ou atividade da mente é anterior, e mais fundamental do que as
coisas experimentadas).
Valor dos conhecimentos-
Racionalismo- Doutrina que privilegia a razão dentre todas as
faculdades humanas, considerando-a como fundamento de todo
conhecimento possível. O racionalismo considera que o real é em
última análise racional e que a razão é, portanto, capaz de conhecer o
real e de chegar à verdade sobre a natureza das coisas. Segundo Hegel:
"Aquilo que é racional é real, e o que é real é racional" (Filosofia do
Direito, Prefácio).
Empirismo- Tendência a crer que o conhecimento se forma no nosso
espírito em condições de passividade para o mesmo espírito, não
admitindo que este tenha uma atividade espontânea regida por leis
próprias. O empirista espera da experiência sensorial, da perceção pelo
tato, pela vista, pelo ouvido e pelos outros sentidos - perceção que ele
concebe como a receção passiva de impressões - o conhecimento da
realidade.
Dogmatismo- Doutrina dos que pretendem basear os seus postulados
apenas na autoridade, sem admitir crítica nem discussão.
Ceticismo- Tradição filosófica que questiona a capacidade de obter
conhecimento. Ao longo da história, desde os Gregos, encontramos
diversos cambiantes desta posição epistemológica. O filósofo Descartes
identificou a derrota do ceticismo como a primeira tarefa do filósofo.
Senso comum-Faculdade ou juízo situados entre a especulação
desbragada, de um lado, e, de outro, uma asserção bem fundada e uma
suposição culta. O senso comum, que envolve tanto o conhecimento
ordinário quanto a racionalidade, é um ponto de partida: ciência,
tecnologia e filosofia começam quando o senso comum resulta
insuficiente. O recurso ao senso comum é uma lâmina de dois gumes:
pode desencorajar pesquisas sérias e não menos encorajar pesquisas
insensatas. Por exemplo, a filosofia linguística – uma filosofia do senso
comum – serviu de antídoto ao idealismo e à fenomenologia e, ao
mesmo tempo, de inibidor ao exato e científico filosofar.
Adquirido/ Inato- As ideias inatas, defendidas por Descartes, são as
ideias de nosso espírito que não nos advêm pela experiência. Ex.: as
ideias de Deus, de causa, de pensamento. As ideias adquiridas, ao
contrário, são as que são apreendidas pela experiência: as ideias de cor,
de consistência, de sabor etc. Trata-se de uma distinção essencialmente
lógica, não cronológica.
Ideias inatas- São aquelas que não se adquirem. São herança das
nossas existências anteriores.
Paralogismo- É um conceito relacionado com a falácia, já que se trata
de um erro lógico involuntário. Embora não tenha a intenção de
enganar, ele pode ser enganoso. Assim, podemos concluir que a falácia
é um tipo de paralogismo. Enquanto o sofismo tem a intenção de
enganar o seu interlocutor, agindo de maneira desonesta, o
paralogismo por sua vez, é cometido de maneira não intencional. Desse
modo o seu locutor não tem consciência e conhecimento de que o que
está sendo dito é um argumento inválido.
Sofisma- Está relacionado com a lógica, a argumentação e os tipos de
raciocínio. Trata-se de um erro, uma argumentação falsa que é
cometida intencionalmente com o intuito de persuadir seu interlocutor.
Assim, ele gera uma ilusão de verdade. Esse conceito é largamente
utilizado nos argumentos filosóficos e por apresentarem uma estrutura
lógica parecem reais. Embora pareça ser um raciocínio válido, ele é
inconclusivo de forma que usa de relações incorretas e propositalmente
falsas e ilógicas.

Dinis Melo nº8 11ºL

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