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CAPÍTULO 5
Ehv (5-1)
107
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onde N(t) é o número real de núcleos e N0 seu valor inicial. Após o tempo
de meia-vida T112, obtém-se NQ) = No/2; por isso
Em 2 = . T1/2
ou
1/2 em 2 0 693
- '
XX (5-3)
A atividade de uma amostra é definida como o número de decaimentos por unidade de tempo, ou seja,
Para a maioria dos propósitos é usado o milicurie (1mCi = 10-3 Ci) ou = 104Ci )
microcurie. Para unidades relativas, consulte a seção 5.3.
Se após o decaimento do nuclídeo 1 ("pai") o nuclídeo resultante 2
("filha") também for radioativo, etc., para o n-ésimo nuclídeo, a condição
para o equilíbrio radioativo é
A. 1 N1 =A4,2 N2 = fez • N.,' (5-5)
a)
0,4
UM
3M _
E rr,
0,3
1 1111
PT-J) EU
0,2 OMI
1 OMI
NO
0,1 N DE
11M111111111111111
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0,1 ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ
Figura 5.1 Energias proeminentes dos raios gama das séries do urânio e do tório e
da radiação monoenergética do potássio. A altura das linhas verticais é proporcional à
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intensidade relativa (após Agência Internacional de Energia Atômica, 1976; de Hearst e Nelson,
1985)
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Os conteúdos são dados geralmente em ppm para urânio e tório (1 ppm = 10' kg
U e Th para 1 kg de massa rochosa) e em percentagem (%) para potássio (1% -
10' kg K para 1 kg de massa rochosa).
Evaporito
Silvite KCI 52,44 S
52,5 R
Langbeinita K2SO4 (MgSO4)2 18,84 S
Cainita MgSO4KCl (1-120), 15,7 S
Canalite KC1MgC12(1-120)6 14,07 S
14,1 R
Polihalita K2S0., MgS0, (CaSO4) (12 0 )2 13,37 S
12,9 R
Glaserita (K, Na) 2 SO 4 24,7 S
Mica e Argila
Moscovita KAI2 (A1Si3010) (OH, F)2 9,8 (ideal) a 7,9)*
7,9 9,8 Em
Biotita K (Mg, Fe), (AlSi101,,) (OH F)2 6,2 ... 10,1 (é: 8,5)
6,7...8,3
Ilite K1.1.5Al ; (Si7.6 5 Ali.'5 ) 3,5 ... 8,3 (é: 6,7) S
02o (OH)4 3,5 ... 8,3 (é: 5,2) 4,5 R
Em
Glauconita K2 (Mg, Fe)2 Alb (Si 003 3,2 ... 5,8 (é: 4,5) 5,08 S, R
(014)12 5,30 0 ... 4,9 Em
Montmorilonita (é: 1,6) 0,16 S
K é fixado por adsorção
Clorito 0 ... 0,35 (é: 0,1) 0 S
Caulinita K é fixado por adsorção 0,6 (é: 0,35) 0,42 S
K é fixado por adsorção Em
Feldspatos
Microclina Triclínica KA1Si301 16 (ideal) a 10,9)* S
10,9
Ortoclásio Monoclínica KA1Si305 14 (ideal) a 11,8)* S
11,8 14,0 Em
Feldspatóides
Leucita KAl(5103)2 17,9 (ideal) S
Nefelita (Na, K)AlSiO, 4a8
Table 5.1. Potassium bearing minerals and evaporites. References: S - Schlumberger (1982),
R - Rider (1986), W - Western Atlas (1992)
Name Chemical formula K content in % weight Ref.
Evaporite
Sylvite KCI 52.44 S
52.5 R
Langbeinite K2SO4 (MgSO4)2 18.84 S
Kainite MgSO4 KCl (1-120), 15.7 S
Caniallite KC1MgC12(1-120)6 14.07 S
14.1 R
Polyhalite K2S0., MgS0, (CaSO4) (120)2 13.37 S
12.9 R
Glaserite (K, Na)2SO4 24.7 S
Mica and Clay
Muscovite KAI2 (A1Si3010) (OH, F)2 9.8 (ideal) to 7.9)*
7.9 9.8 w
Biotite K (Mg, Fe), (AlSi101,,) (OH F)2 6.2 ... 10.1 (ay.: 8.5)
6.7 ... 8.3
Illite K1.1. 5 Al; (Si7.6 5 Ali.' 5) 02o 3.5 ... 8.3 (ay.: 6.7) S
(OH)4 3.5 ... 8.3 (ay.: 5.2) R
4.5 w
Glauconite K2 (Mg, Fe)2 Alb (Si 003 3.2 ... 5.8 (ay.: 4.5) S, R
(014)12 5.08 5.30 wS
Montmorillonite 0 ... 4.9 (ay.: 1.6)
K is fixed by adsorption 0.16
Chlorite 0 ... 0.35 (ay.: 0.1) S
Kaolinite K is fixed by adsorption 0 0.6 (ay.: 0.35) S
K is fixed by adsorption 0.42 w
Feldspars
Microcline KA1Si301 triclinic 16 (ideal) to 10.9)* S
10.9
Orthoclase KA1Si305 monoclinic 14 (ideal) to 11.8)* S
11.8 14.0 w
Feldspathoids
Leucite K Al (5103)2 17.9 (ideal) S
Nephelite (Na, K) AlSiO, 4 to 8
Tabela 5.2. Teor de U e Th de alguns minerais formadores de rocha e acessórios (. faixa, [] valor médio);
Referências: F - Fertl, 1979, 1984; H - Haack, 1982 (e citado por Haack, 1982); S Schlumberger, 1982 (e citado
por Schlumberger, 1982); Sé-Serra, 1984; R -
Cavaleiro, 1986; W - Atlas Ocidental, 1992.
Table 5.2. U and Th content of some rock forming and accessory minerals ( . range,
[] mean value); References: F - Fertl, 1979, 1984; H - Haack,1982 (and cited by Haack,
1982); S Schlumberger, 1982 (and cited by Schlumberger, 1982); Se - Serra, 1984; R -
Rider, 1986; W - Western Atlas, 1992.
Tabela 5.2), que também contém grandes quantidades de U. No entanto, a porção principal
do urânio é finamente dispersa como microinclusões submicroscópicas e mal definidas,
frouxamente ligadas aos limites dos grãos, fraturas e superfícies internas; pode ser
facilmente lixiviado por ácidos fracos (Haack, 1982). Isso causa a alta mobilidade do urânio
sob processos geológicos.
Uma descrição da abundância e dos processos geológicos do urânio e do tório é
fornecida por Serra (1984) e Rider (1986).
O urânio original está geralmente associado a rochas ígneas ácidas (a média é de cerca
2
de 4,65 ppm). Forma sais solúveis, especialmente o íon uranila (UO2 t) e
está presente nesta forma nos rios e na água do mar. Os sais são instáveis e saem
facilmente da solução.
A partir da água, o urânio pode ser “fixado” e passar para os sedimentos de três
maneiras (Serra, 1984):
IP' precipitação química em ambiente ácido (pH 2,5...4,0) ou redutor (pH 0.
„0,4),
III' adsorção por matéria orgânica (plâncton, plantas, conchas, esqueletos de
animais), lb- absorção por fosfatos.
Em geral, o urânio não é quimicamente combinado com constituintes rochosos como o
potássio, mas está vagamente associado a componentes secundários (Rider, 1986).
Na sua maior parte, o urânio tem uma distribuição sedimentar muito heterogénea, é móvel
e pode ser utilizado como indicador ambiental (ver secção 5.3.4).
O tório tem sua origem principal em rochas ácidas e intermediárias. Mas comparado
com o urânio, é muito estável e geralmente não entra em solução.
Os minerais de tório e tório, portanto, ocorrem em sedimentos como grãos decriais.
Eles estão normalmente em minerais pesados estáveis, como zircão, torita, monazita,
epidoto e esfeno (Rider, 1986). O tório é encontrado em quantidades relativamente
elevadas na bauxita (solos residuais) e, entre os argilominerais, é mais abundante na
caulinita (de origem terrestre) do que nas giauconitas (de origem marinha).
Table 5.2), which also contain large quantities of U. However, the main portion
of Uranium is finely dispersed as submicroscopic, ill-defined microinclusions,
loosely bound on grain boundaries, fractures and internal surfaces; it can easily
be leached by weak acids (Haack, 1982). This causes the high mobility of
uranium under geological processes.
A description of abundance and geological processes of uranium and thorium is
given by Serra (1984) and Rider (1986).
Original uranium is generally associated with acid igneous rocks (the average
is about 4.65 ppm). It forms soluble salts, especially the uranyl ion (UO22t) and
is it present in this form in rivers and sea water. The salts are unstable and pass
easily out of solution.
From the water, uranium can be 'fixed' and pass into sediments in three
ways (Serra, 1984):
IP' chemical precipitation in acid (pH 2.5...4.0) or reducing (pH 0.„0.4)
environment,
III' adsorption by organic matter (plankton, plants, shells, animal skeletons),
lb- absorption by phosphates.
In general, uranium is not chemically combined with rock constituents like
potassium, but is loosely associated with secondary components (Rider, 1986).
For the most part, uranium has a very heterogeneous sedimentary distribution,
is movable, and can be used as an environmental indicator (see section 5.3.4).
Thorium has its main origin in acid and intermediate rocks. But compared
with uranium, it is very stable, and will not generally pass into solution.
Thorium and thorium minerals, therefore, occur in sediments as decrial grains.
They are typically in stable heavy minerals such as zircon, thorite, monazite,
epidote, and sphene (Rider, 1986). Thorium is found in relatively high amounts
in bauxite (residual soils), and among clay minerals, it is more abundant in
kaolinite (of terrestrial origin) than in giauconites (of marine origin).
K-F
G
M, 3
1ml _
K, Chl
B
J=k(aK+U+bTh) (5-6)
K,Chl
B
Figure 5.2. Th/K. ratio in potassium-rich feldspars (K-F), glauconite (G), muscovite (M),
illite (I), mixed layer (MI), kaolinite (K), chlorite (Chl), and bauxite (B) minerals; after
Hassan (1976), as quoted by Fertl (1979).
J=k(aK+U+bTh) (5-6)
where k is a constant for a given sonde, a is the concentration of U (in ppm)
that will give the same total count rate as 1 % K, and b is the concentration of
U that will give the same count rate as 1 ppm Th. For an NaI detector of
dimensions 150 by 80 mm with a discrimination threshold of 200 keV, the
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o valor de a é 1,05 eb é 0,47 (IAEA, 1976). Alguns valores API e faixas de valores
para tipos de rochas selecionados são mostrados na Tabela 5.3.
Tabela 5.3. Valores API de raios gama para alguns minerais; S – dados da Schlumberger, 1989; H -
dados de uma Tabela de Hearst e Nelson (1985) feita com base em valores de Brom e Driedonks
(1981), Edmundson e Raymer (1979), Fertl e Frost (1980), Patchett (1975), Reeves (1981), Tixier e
Argel (1970)
Feldspatos
- Plagioclásio (Albita, Anortita) S
- Alcali f (Ortoclásio, Anortoclásio, . 0 220 S
Microclina)
Xisto 80...150 H
Argilas
Caulinita 80_130 S
Clorito 180...250 S
Ácaro 250...300 S
Montmorilonita 150,200 S
Evaporito
Silvite 500 H; S
Carnalita 200 H; S
Cainita 225 H
245 S
Polihalita 180 H
200 S
Langbeinita 275 H
290 • S
Tabela 5.4. Valores médios do conteúdo de urânio, tório e potássio para a crosta terrestre após
Heier e Rogers, 1963 (H) e Prutkina e Saskin, 1975 (P)
SAG1•3
Continentes como um todo 1.6 6.3 1,64 2.6 10.1 3.9 1.01
Rochas intrusivas da
3.8 16 2,74 1.7 7.2 4.2 2,38
crosta superior
Escudo canadense
- arcaico 1,2 9,7 2,21 2.3 18,4 8,1 1.19
- proterocóico 2,2 13,6 2,80 2.1 12,7 6,2 1,78
Escudo Báltico e
Ucraniano, porão de
Plataforma russa 2.8 18 2,56 1.4 9.1 6.2 2.26
116 Physical Properties of Rocks
5.3.1. Overview
The natural radioactivity of rocks is due to the contribution of the three
radiation components U, Th, and K. Concentrations of U, Th, and K vary
widely in crustal rocks as the result of the mineral composition of the rock type
and the rock genesis and environment. Mean values for the crust are shown in
Table 5.4. Some more selected values are given in Table 5.5. Detailed data are
published by Haack (1982) and Clark (1966). The table also contains the ratios
KITh, KM, and ThIU and the heat generation rate A (compare section 5.4).
Table 5.4. Mean values of the uranium, thorium, and potassium content for the earth' crust
after Heier and Rogers, 1963 (H) and Prutkina and Saskin, 1975 (P)
Subject Uranium ppm Thorium ppm Potassium % Ref.
Earth's crust 2.5 13 2.5 P
Earth's crust 2.1 7.8 2.1 H
Oceanic crust 0.64 2.8 0 87
, H
Continental crust 2.8 10 2.6 H
Table 5.5. Mean U, Th, and K contents and heat generation rate A of selected parts of the
crust (data from Haack, 1982).
Subject U Th K K/Th KAI Th./U A
ppm ppm % 103 103 10-6
WIT1•3
Ígneo *- ::ácido
pedras -"'
r / básico •ic .
•••:,>--
deve.">>---- ' .
Sedimentar
pedras limpar
V - e vap ou é
Figure 5.3 shows the general tendency for main rock groups.
Igneous *- ::acid
rocks r/bas•i c . -"'
•••:,>--
Sedimentary s h a l t ' .
.">>----
rocks clean
V-evaporites